Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

26/10/2023

Sem olhos para Gaza | Ciegos en Gaza


«Depois da II Guerra Mundial, os Estados Unidos continuaram a estratégia britânica de domínio e controlo no Médio Oriente, em favor dos seus próprios interesses geopolíticos, que, tal como antes, continuaram a influenciar a sua política para a região, até aos dias de hoje. [...]

Para tal foi essencial a promoção da instabilidade regional, através de choques entre os países árabes e os judeus no Médio Oriente. Isto implicou a alimentação de conflitos que levaram à rivalidade entre estados, como os casos de Iraque e Irão, Paquistão e Índia, Arábia Saudita e Irão, ou a criação de grupos terroristas como a Al-Qaeda e outros. A construção desses elementos de desestabilização, para o controlo da balança do poder, permitiu-lhes exercer uma liderança regional baseada na ameaça. Como é o caso da possessão da arma nuclear por Israel, sem que o mesmo seja permitido a outros. [...]

Se observarmos com atenção, cada vez que o Hamas realiza uma acção contra Israel, a resposta do governo sionista é assimétrica quanto à destruição de infra-estruturas e quantidade de vidas humanas, sobretudo de crianças palestinas. Estas acções servem-lhe à medida como desculpa para o desterro genocida dos palestinos, e para a acumulação de uma força militar cada vez mais destrutiva. Especula-se muito se, desta vez, os serviços de inteligência não teriam conhecimento antecipado do ataque deste mês, mas, como resposta, o governo sionista ameaçou 1,5 milhões de habitantes de Gaza: ou abandonavam o território ou lamentá-lo-iam por toda a vida -- continuando assim a sua estratégia de expulsão e usurpação do território palestino.

Em conclusão, foi a Inglaterra, os Estados Unidos e o capital judeu global que facilitaram a "Terra Prometida" a Abraão à custa do martírio e do extermínio do povo palestino. Armaram-no até aos dentes e permitem-lhe cometer genocídio, de forma impune, contra esse povo. Por esse motivo, até aos dias de hoje, Israel tem-se dado ao luxo de não acatar 95% das resoluções da ONU com vista a permitir o retorno à sua terra de milhões de palestinianos dispersos por todo o lado, e muito menos a construção de um Estado Palestino. O holocausto palestino continua, e a sua resistência também.»

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«Después de la Segunda Guerra Mundial, continuó con la estrategia de dominio y control británica. Estados Unidos desarrolló sus intereses geopolíticos en el Medio Oriente que de igual manera han influido en su política en la región hasta hoy día. [...]

Algo esencial ha sido la promoción de la inestabilidad regional a través de choques entre los paises árabes y los judíos en el Medio Oriente. Esto implicó la alimentación de conflicto que llevaron a la rivalidad entre estados como los casos de Irak vs Irán, Pakistán vs la India, Arabia Saudita vs Irán o creación de grupos terroristas como Al-Queda y otros más. La construcción de esos elementos de desestabilización para el control de la balanza de poder les permitió ejercer un liderazgo amenazante regional. Como es el caso de la posesión del arma nuclear por Israel sin permitirles a otros poseerlas. [...]

Si observamos con atención cada vez que Hámas, realiza una acción contra Israel, la respuesta del gobierno sionista es asimétrica en cuanto a destrucción de infraestructura y cantidad de vidas humanas sobre todo el de niños palestinos. Estas acciones le sirven de excusa a la medida para el genocidio destierro de los palestinos y acumular una fuerza militar cada vez más destructiva. Se especula mucho, que esta vez los servicios de inteligencia no vieron venir el ataque de este mes, pero como respuesta el gobierno sionista amenazó, que si 1.5 millones de sus pobladores no salían de Gaza lo lamentarían toda la vida continuando asi su estrategia de desocupación y usurpación del territorio palestino.

En conclusión, ha sido Inglaterra, los EEUU y el capital judío global, los que han facilitado la “Tierra Prometida” a Abraham a costa del martirio y exterminio del pueblo palestino. Lo han armado hasta los dientes y permitido que cometa los niveles de genocidio de manera impune contra ese pueblo. Por eso hasta hoy día Israel se ha dado el gusto y antojo de no acatar el 95% de las resoluciones de la ONU a favor de permitir el retorno a su tierra de millones de palestinos disgregados por todo el planeta y mucho menos de la construcción de un Estado Palestino. El holocausto palestino continua y su resistencia también.»
[artigo completo]

03/10/2023

O problema da Arménia (e 2) | El problema de Armenia (y 2)


«Pashinyan afirma que a Arménia será defendida pelos Estados Unidos e por França, logo agora que acabámos de contemplar a impotência de Paris para defender os seus maiores interesses estratégicos no Níger. Se não é capaz de impor-se na defesa do seu urânio vital em África, como é que a França vai fazer frente aos interesses combinados da Turquia e Azerbaijão? [...] Surpreende e indigna a negação dos arménios à defesa dos seus compatriotas e, também, a sua cegueira.

O Irão faz fronteira com a Arménia e é um país irreconciliável com os azaris; os arménios vão mesmo trocar um aliado fiável pela protecção de um Ocidente muito distante, que é sócio da Turquia na OTAN, que demonstra não ser capaz de se arriscar pela Ucrânia, e que utiliza sempre outros países como peões que mais tarde sacrifica? É estupidez ou traição? Talvez seja ambas. Não é preciso ser um grande diplomata para intuir que a Arménia foi vendida e que, de resto, os arménios se deixaram mercadejar ao desbarato. Lamentarão, sem dúvida, a mudança nas alianças. A geopolítica não tem leis nem fórmulas matemáticas, mas os mapas marcam o destino e as fronteiras das nações, e o único seguro eficaz para a Arménia é a ajuda do Irão e, não menos importante, a da Rússia, à qual insulta e difama. Os deuses cegam aqueles que querem perder.

A Arménia é uma nação indo-europeia e cristã, entalada entre duas potências turânicas e islâmicas em plena expansão. Para cúmulo dos males, os corredores necessários para que o gás e o petróleo do Azerbaijão cheguem à Turquia e à Europa, passam próximo do seu território. Parece inevitável, a continuar o actual regime em Erevan, que as forças russas instaladas na Arménia deixem o país num futuro próximo, o que é muito necessário para a União Europeia executar a sua política de redução da dependência energética da Rússia. Como vemos, Pashinyan foi o homem adequado, o clássico liberal apátrida, para executar uma missão na qual os interesses da Arménia não têm peso.

O que acontece na Arménia em breve se passará numa Europa que não se quer defender, pede a outros que combatam por ela, e é indiferente ao apagamento da sua identidade. Bem pelo contrário, deseja esquecer-se de si própria, gozar um presente efémero e morrer sem dor. [...] E, claro, deixará ruir catedrais e mosteiros (com a colaboração indispensável de Roma, sem dúvida). Stepanakert não fica assim tão longe.»

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«Pashinián afirma que Armenia será defendida por los Estados Unidos y Francia, justo cuando acabamos de contemplar la impotencia de París para defender sus intereses estratégicos clave en Níger. Si no es capaz de imponerse para defender su vital uranio en África, ¿qué va a hacer Francia frente a los intereses combinados de Turquía y Azerbaiyán? [...] Sorprende e indigna la negativa de los armenios a defender a sus compatriotas y, también, su ceguera.

Irán hace frontera con Armenia y es un país irreconciliable con los azeríes, ¿de verdad van a renunciar a un aliado fiable por la protección de un Occidente muy lejano, que es socio de Turquía en la OTAN, que está demostrando que no es capaz de jugarse el tipo por Ucrania y que siempre usa a otros países como peones que más tarde sacrifica? ¿Es estupidez o es traición? Puede que las dos cosas. No hace falta ser un diplomático experto para intuir que Armenia ha sido vendida y que, además, los armenios se han dejado mercadear como trasto de almoneda. Sin duda alguna, lamentarán el cambio de alianzas. La geopolítica no tiene leyes ni fórmulas matemáticas, pero los mapas marcan el destino y las fronteras de las naciones, y el único seguro eficaz para Armenia es la ayuda de Irán y, en medida no menor, de una Rusia a la que insulta e infama. Los dioses ciegan a quienes quieren perder.

Armenia es una nación indoeuropea y cristiana que se halla embutida entre dos potencias turanias e islámicas en plena expansión. Para colmo de males, los corredores necesarios para que el gas y el petróleo de Azerbaiyán lleguen a Turquía y a Europa pasan cerca de su territorio. Parece inevitable, si sigue el actual régimen en Yereván, que las fuerzas rusas instaladas permanentemente en Armenia se marchen en un futuro próximo, lo que es muy necesario para que la Unión Europea ejecute su política de desconexión energética con Rusia. Como vemos, Pashinián ha sido el hombre adecuado, el clásico liberal apátrida, para ejecutar una misión en la que los intereses nacionales de Armenia tienen muy poco que ver.

Lo que sucede en Armenia pronto pasará en una Europa que no quiere defenderse, que pide a otros que combatan por ella y que es indiferente al borrado de su identidad. Más bien al contrario, desea olvidarse de sí misma, gozar de un presente efímero y morir sin dolor. [...] Y, por supuesto, dejará que se vengan abajo catedrales y monasterios (con la colaboración indispensable de Roma, sin duda). Stepanakert no nos queda tan lejos.»

02/10/2023

O problema da Arménia (1) | El problema de Armenia (1)


«As ruas desoladas de Stepanakert, a capital de Artsaque (Alto Carabaque ou Nagorno-Karabakh), já não albergarão a população que as edificou e povoou. As igrejas abandonadas em breve serão mesquitas, e letreiros em turco dominarão as praças vazias que, há algumas horas eram arménias. O Islão conquista um novo território e a cristandade oriental continua a ser retalhada como um pedaço de couro. Iraque, Palestina, Egipto... Nos países onde surgiram em primeiro lugar, as igrejas diminuem a olhos vistos, especialmente desde que os americanos intervieram nos conflitos do Próximo Oriente. É interessante assinalar que os únicos países seguros para os cristãos, na zona, são a Síria e o Irão, estados que a política externa ianque considera membros do Eixo do Mal. Desde que os estado-unidenses "libertaram" o Iraque, a povoação caldeia e assíria, descendente dos primeiros seguidores do Evangelho, tiveram de fugir do país num êxodo que nem os sassânidas, nem os companheiros do Profeta, nem os otomanos tinham provocado. [...]

O Líbano maronita é uma fortaleza assediada e, na Palestina, a emigração cristã deixou numa reduzidíssima minoria aqueles que eram anteriormente uma porção importante da demografia da Terra Santa. Ao leste das suas fronteiras, agora, os arménios só poderão orar nas belas igrejas de Yolfa, ao sul de Isfahan (Irão): desde 1915 foram expulsos da Anatólia e da Síria, e as suas grandes catedrais da Idade Média estão neste momento em ruínas ou servem de triste museu arqueológico nas costas do lago de Van. Isto, não só não interessa absolutamente nada à Europa, como parece ser visto com prazer pelos seus dirigentes woke. Aqueles que rasgam as vestes pela aculturação de uma qualquer tribo na Amazónia, não prestam o menor interesse à erradicação de uma cultura quase duas vezes milenar. Não é esse o Oriente que guia a política da Europa na zona.

A tragédia de Artsaque, a limpeza étnica de uma população cristã, não chamou a atenção da ONU, nem das ONGs, nem de ninguém. Não é de estranhar, pois é o resultado de uma política intencional do próprio governo da Arménia que, em vez de defender os seus nacionais, entregou-os indefesos aos azeris, sem um protesto ou uma ameaça do governo de Erevan. Recordemos que o actual presidente da Arménia, Nikol Pashinyan, chegou ao poder em 2018, após a habitual revolução de cores, e dedicou todas as suas energias a separar a Arménia dos dois únicos estados que podem garantir, de facto, a sua independência: o Irão e a Rússia. O cinismo do homem de Soros no Cáucaso chegou ao extremo de atirar as culpas da catástrofe à Rússia, que há trinta anos serve de mediador, evitando o agravamento da situação, e cujas forças de interposição, muito pouco numerosas e sem armamento pesado, conseguiram um cessar-fogo que permite a fuga da população arménia de Artsaque, antes das tropas azaris entrarem à força num território que o governo da Arménia não defende e abandona. É normal que Moscovo lave as mãos, apesar da Rússia contar no seu seio com mais de um milhão de arménios, mas não vai sacrificar à toa os seus interesses no Cáucaso e no Cáspio — as relações entre o Kremlin e o Azerbaijão são boas — para salvaguardar a política anti-russa promovida pela Arménia.»

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«Las desoladas calles de Stepanakert, la capital de Artsaj (Nagorno-Karabaj), ya no albergarán a la población que las edificó y pobló. Las abandonadas iglesias serán pronto mezquitas, y letreros en turco dominarán las plazas vacías que hasta hace unas horas fueron armenias. El islam conquista un nuevo territorio y la cristiandad oriental continúa siendo recortada como una incesante piel de zapa. Irak, Palestina, Egipto… Los países que dieron lugar a las primeras iglesias disminuyen a ojos vista, en especial desde que los americanos han intervenido en los conflictos de Oriente Próximo. Es interesante señalar que los únicos países seguros para los cristianos en la zona son Siria e Irán, los Estados que la política exterior yanqui considera miembros del Eje del Mal. Desde que los estadounidenses “liberaron” Irak, la población caldea y asiria, descendientes de los primeros seguidores del Evangelio, ha tenido que huir de su país en un éxodo que ni los sasánidas, ni los compañeros del Profeta, ni los otomanos pudieron provocar. [...]

El Líbano maronita es una fortaleza asediada y en Palestina la emigración cristiana ha dejado en reducidísima minoría a quienes antes eran una porción importante de la demografía de Tierra Santa. Al este de sus fronteras, los armenios sólo podrán orar en las hermosas iglesias de Yolfa, al sur de Isfahán: desde 1915, han sido borrados de Anatolia y Siria, y sus grandes catedrales de los siglos medios están ahora en ruinas o sirven de triste museo arqueológico en las costas del lago de Van. Esto no sólo no importa nada en Europa, sino que parece ser visto con placer por sus dirigentes woke. Quienes se rasgan las vestiduras por la aculturación de cualquier tribu en la Amazonía no prestan el menor interés a la erradicación de una cultura casi dos veces milenaria. No es ese Oriente el que guía la política de Europa en la zona.

La tragedia de Artsaj, la limpieza étnica de una población cristiana, no ha llamado la atención ni de la ONU, ni de las organizaciones no gubernamentales, ni de nadie. No es de extrañar, pues es el resultado de una política intencionada del propio gobierno de Armenia, que en vez de defender a sus connacionales los ha entregado inermes a los azeríes sin que medie ni siquiera una protesta o una amenaza del gabinete de Yereván. Recordemos que el actual presidente de Armenia, Pashinián, llegó al poder en 2018, tras la consabida revolución de colores, y dedicó todas sus energías a separar a Armenia de los dos únicos Estados que pueden garantizar de hecho su independencia: Irán y Rusia. El cinismo del hombre de Soros en el Cáucaso ha llegado al extremo de echar la culpa de la catástrofe a Rusia, que lleva treinta años mediando para que la cosa no vaya a peor y cuyas tropas de interposición, muy poco numerosas y sin armamento pesado, han conseguido un alto el fuego que permite la huida de la población armenia de Artsaj, antes de que las tropas azeríes entren por la fuerza en un territorio que el gobierno de Armenia no defiende y abandona. Es normal que Moscú se lave las manos, pese a que Rusia cuenta en su seno con más de un millón de armenios, pero no va a sacrificar a lo loco sus intereses en el Cáucaso y en el Caspio —las relaciones entre el Kremlin y Azerbaiyán son buenas— por salvaguardar la política antirrusa que promueve Armenia.»

28/09/2023

Africanizar a Europa | Africanizar Europa


«O antropólogo Gunnar Heinsohn deu, anos atrás, alguns dados demolidores que provam o impulso suicida da velha Europa. Dos 12 milhões de imigrantes chegados à Alemanha desde 1990, apenas uns 10% se puderam aproveitar laboralmente. "A Alemanha procurou trabalhadores no estrangeiro. Os que vieram eram analfabetos ou falharam a escolarização nos seus países. À incapacidade de integração de muitos destes imigrantes não foi alheia a sua escassa formação. Se tivermos em conta que os países produtores de imigrantes têm um QI médio inferior ao da Alemanha, e que ainda assim trazemos os que falharam a escolarização, os resultados estão à vista", assinalou Heinsohn.

Denunciou ainda os políticos alemães que, não só favorecem esta imigração escassamente qualificada, como os incentivam a ter filhos, muitos filhos, obtendo assim todo o género de benefícios sociais. Advertiu que o resultado será uma imensa classe proletária, de crescimento incontrolável, frente a uma minoria produtora de riqueza. Na actualidade, mais de 33% das crianças abaixo dos 5 anos, nascidas na Alemanha, são provenientes de famílias imigrantes, frente a 19% de crianças alemãs. Isto levou à necessidade de activar serviços de integração no ensino público, o que está a repercutir-se negativamente na sua qualidade e a reduzir, portanto, o valor do capital humano da nação que nos deu Beethoven. É isto o melhor que os progressistas conseguem dar aos cidadãos europeus?

Enquanto os Estados africanos se negam a tomar medidas para restabelecer algo parecido com uma civilização nos seus países, não seria mais lógico europeizar a África, em vez de africanizar a Europa, com o qual europeus e africanos ficariam a ganhar? Onde está a lógica das políticas migratórias em curso? Não há nenhuma.»

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«El antropólogo Gunnar Heinsohn ofreció hace años algunos datos demoledores que probarían la pulsión al suicidio de la vieja Europa. De los 12 millones de inmigrantes llegados a Alemania desde 1990, sólo un 10% pudo ser laboralmente aprovechado. "Alemania fue a buscar trabajadores al extranjero. Los que vinieron eran analfabetos o fracasados escolares en sus países. La incapacidad de muchos de estos inmigrantes para integrarse no ha sido ajeno a su escasa formación. Si tenemos en cuenta que los países productores de inmigrantes tienen un promedio IQ entre su población inferior al de Alemania y que, a pesar de ello, nosotros nos traemos a sus fracasados escolares, los resultados están a la vista", señaló Heinsohn.

Denunció asimismo que los políticos alemanes, no sólo favorecen esta inmigración escasamente cualificada, sino que también animan a sus integrantes a que tengan hijos, muchos hijos, obteniendo por ello toda clase de beneficios. Advirtió que el resultado será una inmensa clase proletaria de incontrolable crecimiento frente a una minoría productora de riquezas. En la actualidad, más del 33% de los niños por debajo de los 5 años nacidos en Alemania provienen de familias inmigrantes frente a un 19% de niños alemanes. Ello ya ha provocado que se tengan que poner en marcha servicios de integración en la enseñanza pública, lo que está repercutiendo negativamente en su calidad y reduciendo por tanto el valor del capital humano de la nación que alumbró a Beethoven. ¿Es esto lo que mejor que pueden darle los progresistas a los ciudadanos europeos?

Al tiempo que los Estados africanos se niegan a tomar medidas para restablecer un parecido de civilización en sus países, ¿no sería más lógico europeizar África y no africanizar Europa, con lo que europeos y africanos saldríamos ganando? ¿Dónde está la lógica de las políticas migratorias puestas en marcha? No hay ninguna.» (Alerta Digital)

15/09/2023

A progressão do vício | La progresión del vicio


«Contrariamente às virtudes, os vícios mudam; as virtudes são imutáveis e os vícios progridem sempre. Para uma pessoa progressista, em algum momento a libertinagem do "antigo regime" deixa de excitar, de afectar. Quando uma pessoa se detém num determinado nível de vício, e ali se congela, já não parece um vício. O vício é uma decomposição progressiva, e a decomposição não tem limites; não é possível decompor-se até certo ponto e ficar por aí. Um homem necessita de algo que se apodere dele e o arraste cada vez mais abaixo, a decomposição deve ir cada vez mais longe. A própria história da depravação ocidental é uma história de progresso. Em cada etapa descobrem-se novos vícios, a própria perversão se converte na norma. Por exemplo, hoje em dia a homossexualidade no Ocidente está realmente reconhecida como norma, já não é um vício, e assim é necessário ir mais além, à pedofilia, ao incesto, ao canibalismo, à mudança de sexo... Tudo isto vem apoiado pela legislação. A legislação ocidental apressa-se a reconhecer a decomposição, a legalizar o que ontem estava proibido e era imoral... Michel Foucault escreveu sobre o tema: a decomposição é a superação da lei, a transgressão. E agora não há lei, não há virtude, não há limites no Ocidente e, em consequência, não há vício depois da legalização. Se tratamos o vício como uma convenção social, então não há vício em absoluto. Só há "ampliação da experiência", "libertação de preconceitos", como a vergonha, a consciência, a moralidade, a virtude, a inocência, a moderação. Quando já não se considera algo como um vício ou um delito, deixa de ser interessante, atractivo, pelo que é preciso ir adiante: mudar de sexo vinte vezes, fundir-se com animais, ladrar, andar a quatro patas, exigir que as crianças que se julgam gatos sejam alimentadas num comedor pelos professores da escola. A decomposição não tem limites, e quando se legaliza deixa de ser atractiva, são precisas novas formas. O Marquês de Sade, um dos arautos da "civilização satânica" ocidental, dizia que o mais importante no vício é a inovação.»

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«A diferencia de las virtudes, los vicios cambian, las virtudes son inmutables y los vicios siempre progresan. Para una persona progresista, el libertinaje del "antiguo régimen" en algún momento deja de excitar, de afectar. Cuando una persona se detiene en algún nivel de vicio, se congela allí, ya no parece un vicio. El vicio es una descomposición progresiva, y la descomposición no tiene límites, no puedes descomponerte hasta cierto punto y descansar ahí. Un hombre necesita que algo se apodere de él y lo arrastre cada vez más abajo, la descomposición debe ir cada vez más lejos. La propia historia de la depravación occidental es una historia de progreso. En cada etapa se descubren nuevos vicios, la propia perversión se convierte en la norma. Por ejemplo, hoy en día la homosexualidad en Occidente está realmente reconocida como la norma, ya no es un vicio, así que debemos ir más allá, hacia la pedofilia, el incesto, el canibalismo, la reasignación de sexo... Todo esto viene impulsado por la legislación. La legislación occidental se apresura a reconocer la descomposición, a legalizar lo que ayer mismo estaba prohibido y era inmoral... Michel Foucault escribió sobre ello: la descomposición es la superación de la ley, la transgresión. Y ahora no hay ley, no hay virtud, no hay límites en Occidente y, en consecuencia, no hay vicio tras su legalización. Si tratamos el vicio como una convención social, entonces no hay vicio en absoluto. Sólo hay "ampliación de la experiencia", "liberación de prejuicios", como la vergüenza, la conciencia, la moralidad, la virtud, la inocencia, la moderación. Cuando algo ya no se considera un vicio o un delito, deja de ser interesante, atractivo, por lo que hay que seguir adelante: cambiar de sexo veinte veces, fusionarse con animales, ladrar, andar a cuatro patas, exigir que los niños que se creen gatos sean alimentados en bandeja por los profesores en la escuela. La descomposición no tiene límites, en cuanto se legaliza deja de ser atractiva, se necesitan nuevas formas. El Marqués de Sade, uno de los heraldos de la "civilización satánica" occidental, decía que lo más importante en el vicio es la innovación.»

13/09/2023

BlackRock, um exemplo do turbocapitalismo | BlackRock, un ejemplo de turbocapitalismo


«BlackRock, para os iniciados, é a maior empresa do mundo na gestão de activos. Neste momento, gere mais de 10 biliões de US$ (biliões à europeia, com doze zeros) em fundos de pensões, dotações, fundos de investimento de diversos tipos, fideicomissos, etc. Isto equivale a mais de 10% do PIB mundial. Os seus fundos encontram-se entre os três maiores accionistas em mais de 80% das empresas do índice S&P 500, o maior da bolsa estado-unidense.
Como administrador de milhões de investidores, a BlackRock exerce um amplo poder de voto, que utiliza para sustentar equipas de gestores, para orientá-las em novas direcções ou para enviá-las para casa, caso não façam o que lhes diz.

A BlackRock tem as suas garras cravadas em todo o lado, ao ponto de, em 2020, ter anunciado que pressionará empresas em todo o mundo para que tenham uma maior diversidade étnica e de género nas suas administrações e quadros do pessoal, utilizando a sua influência – uma vez que é accionista, através dos seus fundos, em numerosas empresas de quase todos os sectores – para votar contra as direcções que não tomem medidas neste sentido.

Para começar, a BlackRock tem estado a pedir às empresas estado-unidenses que revelem a composição racial, étnica e de género dos seus empregados, como parte das medidas que tomam para promover a diversidade e a inclusão. Não é conversa fiada. Em 2021, Engine No.1 LLC, um fundo activista a favor do capitalismo-progressista (woke capitalism), ganhou uma batalha pelo poder na gigantesca petroleira Exxon Mobil Corp. apesar de ser minúsculo e deter apenas um punhado de acções; tinha, em compensação, o apoio dos grandes administradores de participações como a BlackRock Inc.: a Engine No.1 deu à BlackRock o que queria (influência prática sobre a Exxon), e a BlackRock deu à Engine No.1 o que queria (a vitória numa luta pelo poder).»

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«BlackRock, para los iniciados, es la mayor firma de gestión de activos del mundo. Ahora mismo, gestiona más de US$10 billones (con B, de los billones nuestros: es decir, unas seis economías españolas) en fondos de pensiones, dotaciones, fondos de inversión de diversos tipos, fideicomisos, etc. Esto equivale a más del 10% del producto interior bruto mundial. Sus fondos se encuentran entre los tres mayores accionistas en más del 80% de las empresas del índice S&P 500, el mayor de la bolsa estadounidense.
Como administrador de millones de inversores, BlackRock ejerce un amplio poder de voto, que utiliza para respaldar a equipos gestores, para empujarlos en nuevas direcciones o para enviarlos a su casa si no hacen lo que dice. BlackRock es accionista clave en, por ejemplo, Iberdrola, donde de momento tolera al presidente Ignacio Galán.

BlackRock tiene sus zarpas por todos lados, hasta el punto de que en 2020 anunció que pondrá presión sobre empresas de todo el mundo para que consigan una mayor diversidad étnica y de género en sus juntas directivas y su plantilla, usando su gran influencia –dado que es accionista, a través de sus fondos, en numerosas firmas de casi todos los sectores– para votar en contra de los directivos que no tomen medidas en este sentido.

Para empezar, BlackRock ha estado pidiendo a las empresas estadounidenses que revelen la composición racial, étnica y de género de sus empleados, como parte de las medidas que están tomando para promover la diversidad e inclusión. No va de farol. En 2021, Engine No.1 LLC, un fondo activista en favor del progrecapitalismo (woke capitalism), ganó una batalla por el poder en la gigantesca petrolera Exxon Mobil Corp. pese a ser minúsculo y tener sólo un puñado de acciones; lo que tenía es el apoyo de grandes administradores de índices como BlackRock Inc.: Engine No.1 le dio a BlackRock lo que quería (influencia práctica sobre Exxon), y BlackRock le dio a Engine No.1 lo que quería (una victoria en una pelea por el poder).»

11/09/2023

O que é um "reaccionário"? | ¿Qué es un "reaccionario"?


«A palavra "reaccionário" é a mais adequada para denominar quem se opõe à agenda progressista. A palavra começou a utilizar-se durante a Revolução Francesa para nomear os que pretendiam restaurar o Antigo Regime. Posteriormente, foi Marx quem utilizou o vocábulo, de forma pejorativa, para descrever os seus antecessores e os seus adversários na Associação Internacional de Trabalhadores e as que lhe sucederam (Segunda Internacional, etc.) no séc. XIX, cujos esquemas económicos utópicos – no seu entender – implicavam voltar atrás no tempo, à era pré-capitalista e pré-industrial de feudalismo e gremialismo medievais. Seguindo o exemplo do seu mestre, os comunistas e social-democratas posteriores, utilizaram "reaccionário" como uma palavra difamatória contra os defensores do capitalismo, por se oporem à supostamente inevitável marcha da História rumo ao socialismo. Tanto na cosmovisão comunista como na social-democrata, a mais alta posição moral, se não a única, é ser "progressista", estar do lado da inevitável fase seguinte da História. Por conseguinte, a imoralidade mais profunda, se não a única, é ser "reaccionário", reagir e opor-se ao progresso inevitável, ou ainda, e no pior dos casos, trabalhar para fazer retroceder a maré e restaurar o passado, "para fazer o relógio andar para trás".

O ódio que hoje se atribui ao termo "reacção" ou "reaccionário" deve-se estritamente ao seu uso polémico por parte dos ideólogos marxistas. Fora da política, o termo tem uma conotação positiva em muitos contextos. Em particular, a reacção antigénio-anticorpo "é a reacção fundamental no corpo mediante a qual o corpo se protege de moléculas estranhas complexas, como patogénicos e as suas toxinas químicas". O sistema imunitário humano é reaccionário. Reage contra os invasores, aniquila-os e restaura no corpo humano o seu saudável status quo anterior... Em Física fala-se de acção, reacção e conservação de movimento, etc., etc.

Reagir significa responder ou actuar de uma maneira determinada como resposta a um estímulo, defender-se de um ataque, responder a uma agressão, opor-se a algo que se considera inadmissível, segundo o dicionário.
Por isso, ser um reaccionário político-económico é ter como objectivo endireitar o que está torto, aquilo que não funciona nas nossas instituições económicas, sociais e culturais, devido às políticas progressistas, remediar o que foi feito por social-democratas-progressistas e que impede o funcionamento correcto; fazer retroceder o "seu relógio" expulsando os cartéis mafiosos e a sua burocracia dos territórios que controlam, das suas posições de poder e influência, restaurando e regenerando o corpo social para que recupere a saúde.»

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«La palabra “reaccionario” es la más adecuada para denominar a quienes se oponen a la agenda progresista. La palabra se empezó a usar durante la Revolución Francesa para nombar a quienes pretendían restaurar el Antiguo Régimen. Posteriormente fue Marx, quien usó el vocablo, de forma peyorativa para describir a quienes le antecedieron y a sus contrincantes en la Asociación Internacional de Trabajadores y las que le siguieron (segunda internacional, etc.) en el siglo XIX, cuyos esquemas económicos utópicos –a su entender– implicaban viajar para atrás en el tiempo a la era precapitalista y preindustrial de feudalismo y gremialismo medievales. Siguiendo el ejemplo de su maestro, los comunistas y socialdemócratas posteriores usaron «reaccionario» como una palabra difamatoria contra los defensores del capitalismo por oponerse a la supuestamente inevitable marcha de la historia hacia el socialismo. Tanto en la cosmovisión comunista como en la socialdemócrata, la moralidad más alta, si no la única, es ser “progresista”, estar… del lado de la inevitable siguiente fase de la historia. De la misma manera, la inmoralidad más profunda, si no la única, es ser “reaccionario”, reaccionar oponiéndose al progreso inevitable, o incluso y en el peor de los casos, trabajar para hacer retroceder la marea y restaurar el pasado, “para hacer retroceder el reloj”.

El odio que se atribuye hoy al término “reacción” o “reaccionario” se debe estrictamente a su uso polémico por parte de los ideólogos marxistas. Fuera de la política, el término tiene una connotación positiva en muchos contextos. En particular, la reacción antígeno-anticuerpo “es la reacción fundamental en el cuerpo mediante la cual el cuerpo se protege de moléculas extrañas complejas, como patógenos y sus toxinas químicas”. El sistema inmunitario humano es reaccionario. Reacciona contra los invasores y los aniquila y restaura el cuerpo humano a su saludable status quo anterior… En Física se habla de acción y reacción y conservación del movimiento, y un largo etc.

Reaccionar significa responder o actuar de una manera determinada como respuesta a un estímulo, defenderse de un ataque, responder a una agresión, oponerse a algo que se considera inadmisible, según el diccionario de la Real Academia Española.
Por lo tanto, ser un reaccionario político-económico es tener como objetivo enderezar los entuertos, lo que no funciona de nuestras instituciones económicas, sociales y culturales perpetrados por políticas progresistas, poner remedio a lo que los socialdemócratas-progresistas hacen que no funcione correctamente; hacer retroceder «su reloj» expulsando a los cárteles mafiosos y su burocracia de los terriotorios que controlan, de sus posiciones de poder e influencia y restaurando, regenerando el cuerpo social para que recupere la salud.»

29/08/2023

As guerras do globalismo | Las guerras del globalismo



«Devemos agradecer aos sionistas terem escolhido uma potência nuclear como a Rússia como arqui-inimigo. Foi um grave erro da sua parte, tendo em conta o interesse que os russos tinham demonstrado em formar parte da nova ordem mundial maçónica; o problema é que queriam continuar a ser russos, algo que para os israelitas cázaros é simplesmente intolerável. Não se deve esquecer, por outro lado, que os cázaros [asquenazi] devem ter jurado um ódio eterno aos eslavos, por estes terem acabado com o mafioso canato cázaro e tê-los dispersado por toda a Europa, onde levaram uma existência marginal e obscura, até que os Rothschild fizeram um pacto com o diabo e assentaram arraiais na City londrina, onde tomaram as rédeas da maçonaria especulativa.

Vemos, então, saltando constantemente nos cargos dirigentes da OTAN, como quem salta à corda, economistas, jornalistas, advogados manhosos, "pulhíticos" e publicistas, enjoados como patos a desfilar numa barraca de feira, e não é raro ver enfileirado um ou outro actor de Hollywood, como Tom Cruise ou Sean Penn. No entanto, os tempos não estão maduros para isso, a única virtude comum é a de subscrever o guião da luta contra o terrorismo, sejam islamistas ou simples cidadãos que se manifestam contra a ditadura sanitária e se negam a ser convertidos em ratos de laboratório. As cobaias humanas relutantes são agora, para o estado sionista global, os novos terroristas; se alguma sai do guião, é despedida ou fuzilada. Toda a gente gostaria de abandonar a OTAN, mas a OTAN, como a máfia que é o seu modelo, é um casamento à moda antiga, não há lugar para o divórcio. À OTAN, que tem demasiados maridos sem contar com os amantes, é preciso abandoná-la em massa, em uníssono, antes que a OTAN se divorcie "à italiana" dos países que a integram, e deixem ao Israel Cázaro, que não semita, como a viúva apócrifa de todas as nações.»

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«Debemos agradecer a los sionistas que hayan elegido a una potencia nuclear como Rusia como archienemigo. Ha sido un grave error por su parte teniendo en cuenta el interés que tenían los rusos en formar parte del nuevo orden mundial masónico; el problema es que querían seguir siendo rusos, algo que para los israelíes jázaros es sencillamente intolerable. No hay que olvidar, por otra parte, que los jázaros deben de haberle jurado odio eterno a los eslavos por haber acabado con el kanato mafioso jázaro y haberlos dispersado por toda Europa, donde llevaron una existencia más bien marginal y oscura hasta que los Rothschild pactaron con el diablo y se asentaron en la City de Londres y se hicieron con las riendas de la masonería gnóstica.

Vemos, pues, saltando constantemente de los puestos directivos de la OTAN, así como el que salta a la comba, a economistas, periodistas, picapleitos, politicastros y publicistas, mareados como patos que desfilan en una barraca de feria, es raro que no nombren también de vez en cuando a algún actor de Hollywood como Tom Cruise o Sean Penn: Los tiempos, sin embargo, no están maduros para eso, la única virtud de todos es suscribir el guión de la lucha contra el terrorismo, ya sea de islamistas o de simples ciudadanos que se manifiestan contra la dictadura sanitaria y que se niegan a que los conviertan en ratas de laboratorio. Las cobayas humanas renuentes son ahora para el estado sionista global los nuevos terroristas; si alguno se sale del guion es despedido o fusilado. A todo el mundo le gustaría abandonar la OTAN, pero la OTAN, como la mafia que es su modelo, es una matrimonio a la antigua usanza, no cabe el divorcio. A la OTAN, que tiene demasiados maridos sin contar a los amantes, hay que abandonarla en masa, al unísono, antes de que la OTAN divorcie a todos los países que la integran “a la italiana” y dejen al Israel Jázaro, que no semita, como la viuda apócrifa de todas las naciones.»

21/08/2023

Recordar Darya Dugina no primeiro aniversário do seu assassinato | Recordando a Darya Dugina en el primer aniversario de su asesinato



«Faz hoje exactamente um ano, a 20 de Agosto de 2022, que o serviço secreto ucraniano perpetrou um atentado terrorista assassino contra Darya Dugina, a filha de Alexandre Dugin, o conhecido filósofo russo. Os explosivos destruíram o seu carro, matando a jovem. Darya tinha apenas 29 anos, era filósofa, jornalista e heróica lutadora, e, com a sua morte, converteu-se em mártir da verdade eterna da tradição, ortodoxa e metapolítica, que encarna o espírito e a alma russos. Influenciada por Platão, defendia, tal como o pai, o pensamento multipolar e uma revolução expressa no afastamento radical da Rússia do "Ocidente colectivo", uma ruptura total com o imperialismo globalista, o seu lamaçal subversivo, a sua maldade espiritual e o ódio satânico dos fanfarrões globalistas ocidentais contra a Rússia ortodoxa. Em toda a sua pessoa, esta jovem encarnava a superioridade da verdade, da bondade e do espírito, sobre o materialismo sem alma e sem Deus. O seu caminho era o da luta metapolítica, que nunca deixa de ser, também, uma autêntica guerra de vida ou morte. Não sem razão, o lema do seu canal do Telegram era "A vida é a guerra na terra!" e, não sem razão, o lema da sua vida era "Sou uma cristã russa, e sou branca. Sou o povo russo". [...]

O movimento euro-asiático e a visão multipolar forjada pelo pai de Darya, Alexandre Dugin, dirigida contra o unipolarismo, as corporações multinacionais e o ultra-liberalismo do pós-modernismo ocidental, representam hoje o Grande Despertar na luta pela liberdade dos povos e das civilizações contra a Nova Ordem Mundial anglo-saxónica, demoníaca e satânica em todos os sentidos da palavra. Pode descrever-se, sem exagero, como a batalha final entre o Katechon e o Anticristo. Esta luta tem como objectivo um novo império europeu de nações e regiões, desde Lisboa até à costa oriental russa no Pacífico, em que as nações, regiões, civilizações e culturas sejam libertadas da hegemonia do imperialismo estado-unidense, das golpadas maçónicas dos senhores do dinheiro de Davos, de criaturas como os clãs Rockefeller e Rothschild, George Soros, Bill Gates e quaisquer que sejam os seus nomes. [...]

A sua trágica morte deixa, por um lado, uma ferida profunda e dolorosa; mas, por outro, é uma forte motivação para que os inimigos do turbocapitalismo e do ultra-liberalismo lutem pela criação de um mundo multipolar e pela independência geopolítica e económica da Europa. Darya também nos ensinou a abandonar definitivamente a actual divisão nas nossas próprias fileiras, a enfrentar as gélidas e depradadoras estruturas capitalista-tecnocráticas, a destruição da família tradicional e os blasfemos delírios trans-humanistas dos partidos liberais, que avançam para um grotesco neo-conservadorismo, para nos opormos com valentia e firmeza, para insuflar nova vida à nossa extinta força vital, para superar o que é degenerado, caótico e pervertido e que nos afasta da natureza humana dada pelo nosso Criador, para viver e morrer fielmente e reencontrarmos assim a fonte da nossa origem divina. Quando pensamos hoje em Darya Dugina, deveríamos recordar também a nossa própria mediocridade, o nosso abatimento, as nossas disputas cobardes e as divagações internas, a nossa falsa tolerância em tempos de esquecimento escatológico, e a nossa incapacidade para reconhecer de forma realista o estado trágico do ser humano moderno, sem tradição, sem raízes e atomizado, e como teria respondido esta valente jovem. Ela nos diria para espevitar e sentir o que é essencial, para não deixar de lutar, cada um no seu lugar. Para não acreditar nas mentiras e nas calúnias dos nossos meios de comunicação, que são ainda piores e mais sujos que as actividades antipopulares dos nossos governos... E sim, é possível que não ganhemos esta eterna batalha contra o mal tão fácil e rapidamente como sonhávamos; mas, se não lutarmos, já a perdemos!

Apesar dos seus assassinos, tão patéticos como cruéis, Darya permanece viva nos nossos corações e memórias.»

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«Hace exactamente un año, el 20 de agosto de 2022, el servicio secreto ucraniano perpetró un atentado terrorista asesino contra Darya Dugina, la hija del conocido filósofo ruso Alexandr Dugin. Los explosivos detonaron en su coche, destrozando a la joven. Darya sólo tenía 29 años, era filósofa, periodista y heroica luchadora, y con su muerte se convirtió en mártir de la verdad eterna de la tradición, ortodoxa y metapolítica, que encarna el espíritu y el alma rusos. Educada por Platón, defendía, como su padre, el pensamiento multipolar y una revolución expresada en el alejamiento radical de Rusia del "Occidente colectivo", una ruptura total con el imperialismo globalista, su ciénaga subversiva, su perfidia espiritual y el odio satánico de los fanfarrones globalistas occidentales hacia la Rusia ortodoxa. En toda su persona, esta joven encarnaba la superioridad de la verdad, la bondad y el espíritu sobre el materialismo sin alma y sin Dios. Su camino era el de la lucha metapolítica, que, sin embargo, siempre es también una auténtica guerra a muerte. No sin razón era el lema de su canal Telegram "¡La vida es la guerra en la tierra!", y no sin razón era el lema de su vida: "Soy una cristiana rusa, y soy blanca. Soy el pueblo ruso". [...]

El movimiento euroasiático y la visión multipolar forjada por el padre de Darya, Alexandr Dugin, dirigida contra el unipolarismo, las corporaciones multinacionales y el ultraliberalismo del posmodernismo occidental, representan hoy el Gran Despertar en la lucha por la libertad de los pueblos y las civilizaciones contra el Nuevo Orden Mundial anglosajón, demoníaco y satánico en todos los sentidos de la palabra. Puede describirse sin exageración como la batalla final entre el Katechon y el Anticristo. Esta lucha tiene como objetivo un nuevo Imperio europeo de naciones y regiones desde Lisboa hasta la costa oriental rusa en el Pacífico, en el que las naciones, regiones, civilizaciones y culturas sean liberadas de la hegemonía del imperialismo estadounidense, de las travesuras masónicas de los señores del dinero de Davos, de criaturas como los clanes Rockefeller y Rothschild, George Soros, Bill Gates y cualesquiera que sean sus nombres. [...]

Su trágica muerte deja por un lado una herida profunda y dolorosa, pero por otro es una fuerte motivación para que los enemigos del turbocapitalismo y del ultraliberalismo luchen por la creación de un mundo multipolar y por la independencia geopolítica y económica de Europa. Darya también nos enseñó a abandonar definitivamente la diástasis actual en nuestras propias filas, a enfrentarnos a las gélidas estructuras depredadoras capitalista-tecnocráticas, a la destrucción de la familia tradicional y a los blasfemos delirios transhumanistas de los partidos liberales, que avanzan hacia un grotesco neoconservadurismo, para oponernos con valentía y firmeza, para insuflar nueva vida a nuestra extinta fuerza vital, para superar lo degenerado, caótico y pervertido que nos aleja de la naturaleza humana que nos dio nuestro Creador, para vivir y morir fielmente y reencontrarnos así con la fuente de nuestro origen divino. Cuando pensamos hoy en Darya Dugina, deberíamos recordar también nuestra propia mediocridad, nuestro abatimiento, nuestras pusilánimes disputas y divagaciones internas, nuestra falsa tolerancia en tiempos de olvido escatológico y nuestra incapacidad para reconocer de forma realista el trágico estado del ser humano moderno, sin tradición, sin raíces y atomizado, y cómo habría respondido esta valiente joven. Ella nos diría, daos cuenta por fin y sentid lo que es esencial, no dejéis de luchar, cada uno en su puesto. No se crean las mentiras y calumnias de sus medios de comunicación y canales obligatorios, que son incluso peores y más sucios que las actividades antipopulares de sus gobiernos... Sí, es posible que no ganen esta eterna batalla contra el mal tan fácil y rápidamente como imaginan en sus sueños, pero si no luchan, ¡ya han perdido!

A pesar de sus asesinos, tan patéticos como crueles, Darya sigue viva en nuestros corazones y recuerdos.»

28/07/2023

Social-democracia e progressismo (e 2) | socialdemocracia y progresismo (y 2)



«O progressismo é muito mais que um programa social e económico para o aqui e agora. É uma filosofia social utópica, que pretende tornar realidade utopias como a proclamada por Platão (A república e o governo dos sábios), ou a Utopia de Thomas More, ou a Cidade de Deus de Santo Agostinho, ou qualquer um dos muitos admiráveis mundos novos idealizados durante séculos... Em tais crenças subjaz o mito iluminista de que a História é uma marcha inexorável e sempre ascendente rumo à perfeição da humanidade. No caso dos social-democratas, a perfeição define-se como uma sociedade desenhada e governada por um Estado socialista justo, eficiente e igualitário. Mais ainda, ao contrário dos marxistas tradicionais, os progressistas social-democratas acreditam que a História não se desenvolve através da luta de classes e da revolução sangrenta, mas através da implacável marcha em frente da democracia. [...]

Como resultado da eficaz propaganda dos social-democratas, todas os agrupamentos políticos acabaram por abraçar o novo credo: a "democracia", sinónimo de "progressismo", um absoluto moral último, que acabou por virtualmente substituir todos os outros princípios morais, incluindo os Dez Mandamentos e o Sermão da Montanha. Chegamos a tal ponto que a esquerda já inclui os liberal-conservadores, conservadores e neo-conservadores, liberais de esquerda, e, inclusive, dela formam parte todas, ou quase todas, as elites intelectuais, académicas e mediáticas, os grupos de vítimas oficialmente reconhecidas pelo sistema, o Estado social-democrata, ou do bem-estar.
É por isto que àqueles que não se abrigam sob a manta do progressismo, o melhor vocábulo que os define é "reaccionário", reaccionário na política e na economia... pois os até agora denominados conservadores ou similares são também progressistas, social-democratas, e participam dos mesmos objectivos e princípios da social-democracia.»

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«El progresismo es mucho más que un programa social y económico para el aquí y ahora. Es una filosofía social utópica que pretende hacer realidad utopías como la proclamada por Platón (La república y el gobierno de los sabios), o la Utopía de Tomás Moro, o la Ciudad de Dios de San Agustín, o cualquiera de los muchos mundos felices ideados durante siglos... En tales creencias subyace el mito de la Ilustración de que la historia es una marcha inexorable y siempre ascendente hacia la perfección de la humanidad. En el caso de los socialdemócratas, la perfección se define como una sociedad gobernada y diseñada por un estado socialista justo, eficiente e igualitario. Además, a diferencia de los marxistas tradicionales, los progresistas socialdemócratas creen que la historia no se desarrolla a través de la lucha de clases y la revolución sangrienta, sino a través de la implacable marcha hacia adelante de la democracia. [...]

Como resultado de la eficaz propaganda de los socialdemócratas, todas las agrupaciones políticas acabaron abrazando el nuevo credo: la "democracia”, sinónima de "progresismo”, un absoluto moral último, que ha acabado reemplazando virtualmente a todos los demás principios morales, incluidos los Diez Mandamientos y el Sermón de la Montaña. Hasta tal punto hemos llegado que, la izquierda ya incluye a liberal-conservadores, conservadores y neoconservadores, liberales de izquierda e incluso forman parte de ella todas o casi todas las élites intelectuales, académicas y mediáticas aliadas y grupos de víctimas oficialmente reconocidas por el sistema, el estado socialdemócrata o estado del bienestar.
Es por ello que, quienes no se cobijan bajo el paraguas del progresismo el mejor vocablo que los define es el de "reaccionario”, reaccionario en lo político y en lo económico… pues, los hasta ahora denominados conservadores o similares también son progresistas, socialdemócratas y participan de los mismos objetivos y principios de la socialdemocracia.»

27/07/2023

Social-democracia e progressismo (1) | socialdemocracia y progresismo (1)



«Depois do falhanço e da queda do comunismo – e com o nazismo e o fascismo mortos e enterrados há mais de meio século – a social-democracia era o único programa estatal que restava, e os seus defensores estavam empenhados em aproveitar ao máximo o seu monopólio ideológico, na nova era pós-comunista. Mas, apesar de muitos pensarem que a social-democracia é sinal de progresso, ela é na realidade inimiga da tradição e da liberdade; e manifesta-se em múltiplas formas, desde o feminismo de género, até às diversas formas de "vitimismo", de tal modo que, perante todos os assuntos cruciais, os social-democratas, independentemente de como se classificam ou auto-denominam, opõem-se à liberdade e à tradição, e manifestam abertamente que a única opção é "mais Estado" e um governo forte, se possível de âmbito mundial.

E deve-se assinalar que a social-democracia se faz acompanhar de um problema deveras importante: ela é muito mais enganosa, traiçoeira e mal-intencionada do que outras formas de estadismo porque pretende, segundo afirmam os seus seguidores, combinar o socialismo com as atractivas virtudes da "democracia", da liberdade de criação, de investigação, etc. E assim, os social-democratas farão tudo ao seu alcance para se envolver em alguma forma de democracia, pois sabem que qualquer opção política que cheire a ditadura, será imediatamente considerada liberticida e totalitária, e acabará por ser derrotada, mais cedo ou mais tarde, fazendo cair, e até desaparecer, a sua estrutura organizativa.

O aparente fervor, a simulada devoção dos social-democratas pela democracia, serve de pretexto para atacar os que afirmam a inviolabilidade "absoluta" do direito à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa. A aversão dos social-democratas à liberdade de expressão leva-os, sempre que têm a oportunidade, a restringir ou proibir o discurso ou a expressão daqueles que consideram "anti-democráticos", pelo simples facto de serem os seus adversários.
No vocabulário dos social-democratas, "anti-democrático" vai desde alguém que possa ser acusado de incorrer no "crime de opinião ou pensamento de ódio", até aos que ousem questionar a ideologia de género, ou "o aquecimento global", ou "as mudanças climáticas de origem antropogénica", ou qualquer outra questão que lhes ocorra, para desqualificar e demonizar aqueles que consideram os seus inimigos.»

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«Después del fracaso y de la caída del comunismo –y con el nazismo y el fascismo muertos y enterrados hace más de medio siglo– la socialdemocracia era el único programa estatal que quedaba, y sus defensores estaban empeñados en aprovechar al máximo su monopolio ideológico, en la nueva era poscomunista. Pero, aunque muchos piensen que la socialdemocracia es signo de progreso, en realidad es enemigo de la tradición y de la libertad; y se manifiesta en múltiples formas, desde el feminismo de género, hasta las diversas formas de "victimismo”, de tal manera que, ante todos los asuntos cruciales, los socialdemócratas, da igual como se etiqueten o autodenominen se oponen a la libertad y a la tradición y manifiestan abiertamente que la única opción es "más estado” y un gobierno fuerte, a ser posible mundial.

Y hay que advertir que la socialdemocracia va acompañada de un problema muy importante: la socialdemocracia es mucho más engañosa, mendaz y malintencionada que otras formas de estatismo porque pretende, según afirman sus seguidores, combinar el socialismo con las atractivas virtudes de la "democracia" y la libertad de creación, de investigación, etc. Así que, los socialdemócratas harán todo lo posible para envolverse en alguna forma de democracia, pues saben que cualquier opción política que huela a dictadura, será inmediatamente considerada liberticida y totalitaria, y acabará siendo derrotada, más pronto que tarde, haciendo caer e incluso desaparecer su estructura organizativa.

El aparente fervor, la impostada devoción de los socialdemócratas por la democracia sirve como pretexto para atacar a quienes afirman la inviolabilidad “absoluta” del derecho a la libertad de expresión y a la libertad de prensa. La aversión de los socialdemócratas a la libertad de expresión les lleva, cada vez que tienen ocasión a restringir o prohibir el discurso o la expresión de quienes ellos consideran “antidemocráticos”, por el simple hecho de ser sus contrincantes.
En el vocabulario de los socialdemócratas "antidemocrático” es desde cualquiera que pueda ser tildado de incurrir en "crimen de opinión o pensamiento de odio”, hasta quien ose cuestionar la ideología de género, o poner en cuestión "el calentamiento global” o "el cambio climático de origen antropogénico”, o cualquier cuestión que se les ocurra para descalificar y demonizar a quienes ellos consideran sus enemigos.»

24/07/2023

A jihad niilista (e 2) | La Yihad nihilista (y 2)



«Putin nunca pretendeu outra coisa além da firmeza e da segurança da Rússia. É um estadista da velha escola: não é um apátrida e considera que fortalecer a soberania da sua nação e assegurar a sua defesa é a missão essencial de um governante. Putin não tem outra ideologia além da manutenção do poder da Rússia. No entanto, os últimos dez anos conheceram uma evolução surpreendente em quem chegou ao Kremlin como herdeiro de Iéltsin: à medida que o Ocidente tratava de lhe impor os seus valores, ele apercebeu-se do que implicava semelhante abdicação da identidade nacional: acabar como a Alemanha, convertida numa anã política sem identidade nacional, sem soberania, dirigida desde Washington, com um povo — o potente e criador Volk alemão do passado — reduzido a uma turba multicultural de eunucos de género. A recusa dos "valores" do Ocidente, da castração e lobotomização do povo russo, do sequestro da sua soberania, do apagamento da sua identidade, tornou-se mais intenso com a guerra da Ucrânia, e levou à aprovação de leis contra a hipersexualização da sociedade e, sobretudo, uma disposição legal que está nos antípodas da aculturação colonial da Europa: a lei sobre o património etnocultural imaterial da Federação Russa, destinado a defender "o conjunto de valores espirituais, morais e culturais inerentes à comunidades étnicas da Federação Russa, transmitidos de geração em geração, que formam o seu sentido da consciência da identidade, e que abarcam o modo de vida, as tradições e a sua forma de expressão, assim como a reconstrução e as tendências modernas no desenvolvimento deste modo de vida, das tradições e do seu modo de as expressar."

Esta lei seria inimaginável há uns anos. Graças à jihad de Biden e Borrell, é, hoje em dia, uma feliz realidade na Rússia. E, sim, Raskin tem razão: o Ocidente não poupará uma gota de sangue ucraniano para intimidar Putin; ele é um exemplo muito mau para as colónias europeias de Washington.»

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«Putin nunca ha pretendido otra cosa que la fortaleza y la seguridad de Rusia. Es un estadista de la vieja escuela: no es un apátrida y considera que acrecentar la soberanía de su nación y garantizar su defensa es la tarea esencial de un gobernante. Putin carece de otra ideología que no sea la del mantenimiento del poder de Rusia. Sin embargo, los últimos diez años han conocido una evolución sorprendente en quien llegó al Kremlin como heredero de Yeltsin: a medida que Occidente trataba de imponerle sus valores, él se daba cuenta de lo que semejante abdicación de la identidad nacional suponía: acabar como Alemania, convertido en un enano político sin identidad nacional, sin soberanía, dirigido desde Washington, con un pueblo —el potente y creador Volk alemán de antaño— reducido a una turba multicultural de eunucos de género. El rechazo a los “valores” de Occidente, a la castración y lobotomización del pueblo ruso, al secuestro de su soberanía, al borrado de su identidad, se hizo más intenso con la guerra de Ucrania, en la que se han aprobado leyes contra la hipersexualización de la sociedad y, sobre todo, una disposición legal que está en las antípodas de la aculturación colonial de Europa: la ley sobre el patrimonio etnocultural inmaterial de la Federación de Rusa, destinado a defender “el conjunto de valores espirituales, morales y culturales inherentes a las comunidades étnicas de la Federación Rusa, transmitidos de generación en generación, que forman su sentido de la consciencia de la identidad y que abarcan el modo de vida, las tradiciones la forma de su expresión, así como la reconstrucción y las tendencias modernas en el desarrollo de este modo de vida, de las tradiciones y de su modo de expresarlas”.

Esta ley habría resultado inimaginable hace unos años. Gracias a la Yihad de Biden y Borrell, hoy en día es una feliz realidad en Rusia. Y sí, Raskin tiene razón, Occidente no ahorrará ni una gota de sangre ucraniana para hostigar a Putin. Es un muy mal ejemplo para las colonias europeas de Washington.»

23/07/2023

A jihad niilista (1) | La Yihad nihilista (1)



«Frente a toda esta aculturação imperialista surgiram dois focos de resistência: um foi a própria América, onde uma grande parte da população ainda não está completamente enlouquecida, e até conserva uma forte tradição religiosa e um inegável sentido da realidade. O interlúdio de Trump, que tanto enfureceu as elites mundiais, foi um choque no próprio centro do poder global e mostrou a sua debilidade. O outro é a Rússia, um caso peculiar porque sofreu uma das experiências mais brutais de destruição cultural da História: o regime comunista, especialmente no período de 1917 a 1937. Sem dúvida, uma das razões para acreditar na Divina Providência é que a Rússia tenha preservado a sua identidade, e até a haja restaurado, graças a um instrumento cego dos seus desígnios — Estaline — que, para sustentar o seu regime, apercebeu-se da necessidade de despertar o patriotismo russo e de avivar o sentido nacional entre os súbditos da lúgubre tirania leninista. De 1937 a 1953, a Rússia conhece uma evidente restauração, tanto da sua cultura como da sua sociedade, e não há dúvida que essa tendência se acentuou à medida que o comunismo se convertia numa inútil carcaça burocrática. Foi aquela restauração que impediu a Rússia dos anos 90 de se transformar no subúrbio terceiro-mundista da Europa. A Putin não lhe restou outra tarefa que a de recompor as estruturas do Estado, porque a natureza do povo, o invencível narod russo, tinha resistido à prova do caos social-democrata/liberal das eras Gorbatchov e Iéltsin. A Rússia dos últimos vinte anos deu uma lição ao mundo: há uma saída do niilismo. O liberalismo tem cura.»

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«Frente a toda esta aculturación imperialista surgieron dos focos de resistencia: uno fue la propia América, donde gran parte de la población no está del todo loca, sino que conserva una fuerte tradición religiosa y un innegable sentido de la realidad. El interludio de Trump, que tanto enfureció a las élites mundiales, fue un golpe en el centro mismo del poder global y mostró su debilidad. El otro es Rusia, caso peculiar porque sufrió uno de los experimentos más brutales de destrucción cultural de la historia: el régimen comunista, especialmente en el período de 1917 a 1937. Sin duda, una de las razones para creer en la Divina Providencia es que Rusia haya preservado su identidad y hasta la haya restaurado gracias a un instrumento ciego de sus designios —Stalin— , quien para sostener su régimen se dio cuenta de la necesidad de despertar el patriotismo ruso y de avivar el sentido nacional entre los súbditos de la desangelada tiranía leninista. De 1937 a 1953, Rusia conoce una evidente restauración, tanto de su cultura como de su sociedad, y no cabe duda de que esa tendencia fue en aumento a medida que el comunismo se convertía en una inútil carcasa burocrática. Fue aquella restauración lo que impidió que la Rusia de los 90 se convirtiera en una arrabal tercermundista de Europa. A Putin no le quedó otra tarea que recomponer las estructuras del Estado, porque la naturaleza del pueblo, el invencible narod ruso, había resistido la prueba del caos socialdemócrata-liberal de las eras de Gorbachov y Yeltsin. La Rusia de los últimos veinte años le ha dado una lección al mundo: del nihilismo se sale. El liberalismo tiene cura

12/07/2023

Dinheiro, imprensa e liberalismo | Dinero, prensa y liberalismo


«Não há nenhum movimento proletário, nem sequer comunista, que não actue pelo interesse do dinheiro, na direcção assinalada pelo dinheiro, e com a duração marcada pelo dinheiro — sem que disso se apercebam os líderes que são verdadeiramente idealistas [nota: O grande movimento que utiliza os lemas marxistas não colocou os patrões na dependência dos trabalhadores, antes colocou a ambos — patrões e trabalhadores — sob a dependência da Bolsa]. O dinheiro pensa; o dinheiro dirige; tal é o estado das culturas decadentes, desde que a grande cidade se apoderou do resto do país. E, em última instância, não é sequer em menosprezo do espírito, o qual terminou vencedor, mas vencedor no reino das verdades, ou seja, no reino dos livros e dos ideais, reino que não é deste mundo. Os seus conceitos tornaram-se sagrados para a civilização incipiente. Mas o dinheiro vence no seu reino, que pertence precisamente a este mundo e só a este. [...]

Em Inglaterra descobriu-se o ideal da liberdade de imprensa e, ao mesmo tempo, o facto de que a imprensa serve a quem a possui. A imprensa não propaga, antes cria a opinião "livre".

As duas coisas juntas são o «liberalismo», isto é, são livres dos constrangimentos da vida apegada à terra, seja em direitos, formas ou sentimentos. O espírito é livre para toda a espécie de crítica, e o dinheiro é livre para todo o tipo de negócio. Mas ambas também se orientam, sem contemplações, para uma classe que não reconhece sobre si a superioridade do Estado. O espírito e o dinheiro, dado que são inorgânicos, não querem o Estado, como forma orgânica de alto simbolismo, que impõe respeito, antes como o mecanismo que serve para determinada finalidade.»

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«No hay movimiento proletario, ni siquiera comunista, que no actúe en interés del dinero y en la dirección marcada por el dinero y con la duración fijada por el dinero —sin que de ello se aperciban aquellos de los jefes que son verdaderamente idealistas [nota: El gran movimiento que hace uso de los lemas marxistas no ha puesto a los patronos bajo la dependencia de los trabajadores, sino que ha puesto a ambos —patronos y trabajadores— bajo la dependencia de la Bolsa]. El dinero piensa; el dinero dirige; tal es el estado de las culturas decadentes, desde que la gran ciudad se ha adueñado del resto del país. Y en última instancia no es siquiera en menoscabo del espíritu, el cual ha resultado vencedor, pero vencedor en el reino de las verdades, es decir, en el reino de los libros y los ideales, reino que no es de este mundo. Sus conceptos se han tornado sagrados para la civilización incipiente. Pero el dinero vence en su reino, que precisamente pertenece a este mundo y sólo a éste. [...]

En Inglaterra descubrióse el ideal de la libertad de prensa y, al mismo tiempo, el hecho de que la prensa sirve a quien la posee. La prensa no propaga, sino que crea la opinión «libre».

Ambas cosas juntas son «liberalismo», esto es, son libres de las constricciones de la vida, adherida a la tierra, ya sean derechos, formas o sentimientos. El espíritu es libre para toda especie de critica y el dinero es libre para toda clase de negocio. Pero ambas también se orientan, sin contemplaciones, hacia el predominio de una clase que no reconoce sobre sí la superioridad del Estado. El espíritu y el dinero, puesto que son inorgánicos, no quieren el Estado, como forma orgánica de alto simbolismo, que impone respeto, sino como mecanismo que sirve para determinada finalidad.»

10/07/2023

O modelo social em vigor | El modelo social actual



«Tal como outros exportam melões, os Estados Unidos da América exportam democracia. E para isso têm que dar lições ao resto do mundo, e convencer os reticentes das benesses que teriam ao importar o modelo americano. A cruzada internacional pro-gay faz parte de um package global onde o que se vende é um modelo social: o modelo de um país onde metade da população nunca vota, onde dois partidos repartem o poder há séculos, onde os grandes grupos económicos decidem quem se apresenta às eleições, onde os mesmos grupos decidem que programa se aplica, onde ninguém elege aos que verdadeiramente tomam decisões, onde cerca de cinquenta milhões de pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza, onde existe a pena de morte e onde qualquer maluco ao virar da esquina pode enfiar-nos um balázio. Mas os gays, sim, são devidamente festejados [...]

Não há aqui um preto-e-branco absoluto, antes uma gama intermédia de tonalidades. O movimento gay pode ter alguma razão, ao reclamar para umas minorias historicamente marginalizadas, uma parte do respeito que lhes é devido. Mas a sobre-representação que alcançaram no Ocidente é paradigmático do tipo de civilização da qual são ícones: a civilização mais materialista da História. Uma civilização americanomorfa que se pretende portadora de uma verdade universal obrigatória. E o que está em jogo é, ou a extensão universal dessa civilização, ou então a manutenção de uma pluralidade de civilizações, algumas delas ainda tradicionais, que mantêm escalas de valores diferentes. Também no que respeita ao sexo.

Dizia Nietzsche que aquele que não conhece na terra nada melhor do que a satisfação do seu instinto, tem a alma cheia de lodo. Em nenhuma civilização o sexo teve uma presença menor do que a sua importância exige. Mas, no seu imaginário colectivo, praticamente nenhuma civilização o situou no topo. No topo, sempre se colocaram outras coisas. Ao colocar o sexo no mais alto pedestal das ânsias humanas, o movimento gay é sintomático de que tipo de civilização é a nossa.»

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«Así como otros exportan melones, los Estados Unidos de América exportan democracia. Y para eso tienen que dar lecciones al resto del mundo, y convencer a los reticentes de lo bien que les iría al importar el modelo americano. La cruzada internacional pro-gay forma parte de un package global en el que lo que se vende es un modelo social: el modelo de un país donde la mitad de la población nunca vota, donde dos partidos se reparten el poder desde hace siglos, donde los grandes grupos económicos deciden quién se presenta a las elecciones, donde los mismos grupos deciden qué programa se aplica, donde nadie elige a los que de verdad deciden, donde cerca de cincuenta millones de personas viven por debajo del umbral de la pobreza, donde existe la pena de muerte y donde cualquier tronado a la vuelta de la esquina puede a usted descerrajarle a usted un tiro. Pero eso sí, los gays son debidamente festejados. [...]

No hay aquí blancos y negros absolutos, sino una gama intermedia de tonalidades. El movimiento gay puede tener una parte de razón al reclamar para unas minorías históricamente marginadas la parte de respeto que les es debido. Pero la sobrerrepresentación que en Occidente han alcanzado es paradigmática del tipo de civilización de la que son iconos: la civilización más materialista de la Historia. Una civilización americanomorfa que se pretende portadora de una verdad universal obligatoria. Y lo que está en juego es, o bien la extensión universal de esa civilización, o bien el mantenimiento de una pluralidad de civilizaciones, algunas de ellas todavía tradicionales, que mantienen escalas de valores diferentes. También en lo que atañe al sexo.

Decía Nietzsche que aquél que no conoce nada mejor en la tierra que la satisfacción de su instinto, tiene el alma llena de fango. En ninguna civilización el sexo ha tenido una presencia menor que la que su importancia exige. Pero en su imaginario colectivo, prácticamente ninguna civilización lo ha situado en lo más alto. En lo más alto siempre se han situado otras cosas. Al colocar al sexo en el más alto pedestal de los afanes humanos, el movimiento gay es sintomático del tipo de civilización que es la nuestra.»

08/07/2023

O dinheiro e a "liberdade de opinião" | El dinero y la "libertad de la opinión"


«Se se entende por democracia a forma que a terceira classe, como tal, deseja imprimir a toda a vida pública, então será preciso acrescentar que democracia e plutocracia significam o mesmo. São, uma a respeito da outra, o mesmo que o desejo a respeito da realidade, o mesmo que a teoria a respeito da prática, o mesmo que o conhecimento a respeito da concretização. Há um elemento trágico-cómico na luta desesperada que os reformadores e mestres da liberdade conduzem contra o efeito do dinheiro, quando eles próprios sustentam essa luta com o dinheiro. Entre os ideais da classe formada por aqueles que não pertencem a classe alguma, está não só o respeito ao grande número — respeito que se expressa nos conceitos de igualdade, de direito inato e, também, no princípio do sufrágio universal —, como também a liberdade de opinião pública, sobretudo a liberdade de imprensa. Estes são os ideais. Mas, na realidade, a liberdade de opinião pública requer a elaboração da dita opinião, e isto custa dinheiro; a liberdade de imprensa requer a possessão da imprensa, que é uma questão de dinheiro, e o sufrágio universal requer a propaganda eleitoral, que permanece na dependência dos desejos de quem a financia.

Os representantes das ideias não vêem mais do que um aspecto; os representantes do dinheiro, trabalham com o outro aspecto. Todos os conceitos de liberalismo e de socialismo foram postos em movimento pelo dinheiro e em interesse do dinheiro.»

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«Si se entiende por democracia la forma que la tercera clase, como tal, desea imprimir a toda la vida publica, entonces hay que añadir que democracia y plutocracia significan lo mismo. Son una con respecto a la otra lo que el deseo con respecto a la realidad, lo que la teoría con respecto a la práctica, lo que el conocimiento con respecto al éxito. Hay un elemento tragicómico en la desesperada lucha que los reformadores y maestros de la libertad dirigen contra el efecto del dinero, y es que ellos mismos sostienen esa lucha con dinero. Entre los ideales de la clase formada por los que no pertenecen a ninguna clase está no solamente el respeto al gran número —respeto que se expresa en los conceptos de igualdad, de derecho innato y también en el principio del sufragio universal—, sino también la libertad de la opinión pública, sobre todo la libertad de prensa. Estos son ideales. Pero en realidad, la libertad de la opinión pública requiere la elaboración de dicha opinión, y esto cuesta dinero; la libertad de la prensa requiere la posesión de la prensa, que es cuestión de dinero, y el sufragio universal requiere la propaganda electoral, que permanece en la dependencia de los deseos de quien la costea.

Los representantes de las ideas no ven más que un aspecto; los representantes del dinero, trabajan con el otro aspecto. Todos los conceptos de liberalismo y de socialismo han sido puestos en movimiento por el dinero y en interés del dinero.»

03/07/2023

Enquanto a França arde | Mientras arde Francia



«Emmanuel Macron é hoje a imagem perfeita da impotência, enquanto a França arde, como prelúdio a outros previsíveis incêndios por muitos outros cantos da Europa.
É a impotência bem merecida dos políticos europeus do consenso social-democrata da mentira, da irresponsabilidade e da temeridade criminosa, associada a toda a política de imigração das décadas passadas, que teve o seu catastrófico zénite naquele chamamento de fronteiras abertas feito por Merkel em 2015.

O sociólogo socialista Giovanni Sartori avisou, há 25 anos, que a Europa se dirigia a uma catástrofe, porque a imigração inassimilável lhe estouraria no coração. E podia ter sido evitado.
Fechando as fronteiras exteriores, com aviso a todos os países de origem que ninguém chegado ilegalmente jamais poderia regularizar a sua situação, e com deportações maciças, contundentes e eficazes. A Suécia prepara agora medidas, depois de afundar-se nos terríveis efeitos dos erros passados, com cidades tomadas por bandos foragidos do Corno de África.

O senso comum foi derrotado vezes sem conta. Foi mais forte a agenda ideológica das forças do consenso social-democrata que vêem na imigração uma das formas de dissolver as nações europeias e as suas identidades, para criar um super-espaço multicultural.

Pois aí o têm, o espaço multicultural do terror e da impotência dos governantes. Incapaz de proteger a vida, a segurança e a propriedade dos franceses, o lastimável presidente Macron suplica aos piores bárbaros que tenham por bem não queimar toda a França. Enquanto em Bruxelas, Macron, Scholz, Sánchez, Von der Leyen e toda a tropa de culpados por estas derrocadas tentam forçar os outros a cair na mesma ratoeira e atraiçoar as suas nações.»

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«Emmanuel Macron es hoy la imagen perfecta de la impotencia mientras arde Francia, como preludio a otros previsibles incendios por otros muchos rincones de Europa.
Es la impotencia bien merecida de los políticos europeos del consenso socialdemócrata de la mentira, de la irresponsabilidad y la temeridad criminal que supone toda la política de inmigración de las pasadas décadas y que tuvo su catastrófico cenit en aquel llamamiento de fronteras abiertas que hizo Merkel en 2015.

El sociólogo socialista Giovanni Sartori avisó hace ya 25 años de que Europa iba a la catástrofe porque la inmigración inasimilable le estallaría en el corazón. Pudo haberse evitado.
Cerrando las fronteras exteriores, con el aviso a todos los países de origen de que nadie llegado ilegalmente podría jamás regularizar su situación y con deportaciones masivas, contundentes y eficaces. Suecia está ahora preparando medidas tras hundirse en los terribles efectos de los errores del pasado con ciudades tomadas por bandas de forajidos del Cuerno de África.

El sentido común ha sido derrotado una y otra vez. Ha podido más la agenda ideológica de las fuerzas del consenso socialdemócrata que ven en la inmigración una de las formas de disolver las naciones europeas y sus identidades para crear un superespacio multicultural.

Pues ahí lo tienen, el espacio multicultural del terror y de la impotencia de los gobernantes. Incapaz de proteger la vida, la seguridad y la propiedad de los franceses, el lastimoso presidente Macron suplica a los peores bárbaros que tengan a bien no quemar toda Francia. Mientras en Bruselas, Macron, Scholz, Sánchez, Von der Leyen y toda la tropa de culpables de estas socavaciones intentan forzar a otros a caer en la misma trampa y traicionar a sus naciones.»

02/07/2023

A morte do Ocidente | La muerte de Occidente


«O Ocidente eram Roma frente a Cartago e Grécia frente aos persas. Hoje, o Ocidente já não é nada disso. [...]

Hoje o Ocidente é um ancião decrépito com evidentes problemas cognitivos, corrupto e lascivo, que tenta dissimular a sua indisfarçável senilidade com um certo sorriso odontológico e os gestos mecânicos de um boneco articulado. O Ocidente é hoje Joe Biden (e os seus duplos). É a histeria "woke" e a maldição sobre a própria História, o ódio a si próprio de quem se olha e apenas reconhece o vazio do que um dia existiu. E o gesto estúpido das multidões narcotizadas repetindo a si mesmas «oh, como sou feliz» sem afastar o olhar do telefone enquanto se ajoelham perante o seu próprio vazio. E seres que não são homens nem mulheres, nem têm filhos, nem terra, nem Deus; seres que não são nem têm nada. Hoje o Ocidente deixou de ser Roma para ser Cartago.

Hoje o Ocidente está a suicidar-se pela sua própria ideologia, como diz Emmanuel Todd. Hoje o Ocidente quer morrer. Hoje o Ocidente merece morrer. Pois bem: que morra. E então, talvez, os últimos homens sobre esta terra, já não abençoada, descobrirão uma forma de começar de novo. Talvez, então, possamos recuperar a ingenuidade daquele primeiro grego ao qual apareceu, em sonhos, o perfil do Pártenon.»

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«Occidente eran Roma frente a Cartago y Grecia frente a los persas. Hoy Occidente ya no es nada de eso. [...]

Hoy Occidente es un anciano decrépito con evidentes problemas cognitivos, corrupto y lascivo, que intenta disimular su indisimulable senilidad con cierta sonrisa odontológica y gestos mecánicos de muñeco articulado. Occidente hoy es Joe Biden (y sus dobles). Es la histeria de lo woke y la maldición sobre la propia historia y el odio a sí mismo de quien se mira y sólo reconoce el vacío de lo que un día existió. Y el gesto bobo de las multitudes narcotizadas repitiéndose a sí mismas «oh, qué feliz soy», sin apartar la vista del móvil, mientras se ponen de rodillas ante su propio vacío. Y seres que no son hombres ni mujeres, ni tienen hijos, ni tienen tierra ni tienen Dios, seres que no son ni tienen nada. Hoy Occidente ha dejado de ser Roma para ser Cartago.

Hoy Occidente se está suicidando por su propia ideología, como dice Emmanuel Todd. Hoy Occidente quiere morir. Ergo, hoy Occidente merece morir. Pues bien: que muera. Y entonces, tal vez, los últimos hombres sobre esta tierra, ya no bendita, descubrirán una forma de empezar de nuevo. Tal vez, entonces, podamos recuperar la ingenuidad de aquel primer griego al que se le apareció, en sueños, el perfil del Partenón.»

08/06/2023

A fraude democrática | El fraude democrático



«A democracia, como nos ensina Carlyle, é a organização da fraude com o isco da utopia. Diz-se aos crédulos que, com a sua vontade, poderão 'decidir' a utopia que preferem, e armam-se umas ciladas, chamadas eleições, que arrancam à 'soberania popular' umas nomeações, a partir de listas apresentadas pelos partidos, fruto de concessões, cambalachos e compadrios que os crédulos nem sequer imaginam. E, depois de nomeados, os representantes dedicam-se a fazer o que lhes dá na gana. Ou seja, a democracia, despojada das eufonias para os crédulos, consiste em grupos oligárquicos que fazem as suas negociatas nas costas dos seus votantes; e que estes não tenham arte nem parte na governação efectiva da coisa pública. Poderá ser concebida uma forma mais gigantesca de fraude? [...]

A democracia liberal não é mais do que a entrega do país a vendilhões da arte "democrassa", que se justificam na ficção jurídica de cumprir com os preceitos constitucionais. Tudo se arruína, tudo apodrece, tudo se desagrega; mas — ah, maravilha! — a cada quatro anos, os crédulos podem acercar-se às urnas e votar em quem os partidos os obrigam... se antes não tiver votado por eles um trapaceiro.

Carlyle advertia-nos que o sufrágio universal era uma invenção sinistra, porque igualava Jesus e Barrabás, pondo na mão de cada um deles um papelucho, ante a mesma urna. Uma vez admitida esta aberração, é 'peccata minuta' que Barrabás meta dois, duzentos ou dois mil papeluchos na urna. Das fraudes eleitorais só se escandalizam os crédulos.»

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«La democracia, como nos enseña Carlyle, es la organización del fraude con el señuelo de la utopía. Se dice a los incautos que con su voluntad podrán 'decidir' la utopía que prefieran y se montan unos tinglados llamados elecciones que arrancan a la 'soberanía popular' unos nombramientos, a partir de unas listas que presentan los partidos, fruto de concesiones, cambalaches y compadreos que los incautos ni siquiera imaginan. Y, después de nombrados, los representantes se dedican a hacer lo que les da la gana. Es decir, la democracia, despojada de eufonías para incautos, consiste en que grupos oligárquicos hagan su negocio a espaldas de sus votantes; y en que éstos no tengan arte ni parte en la gobernación efectiva de la res publica. ¿Cabe forma más gigantesca de fraude? [...]

La democracia liberal no es más que la entrega del país a los logreros del arte de la demogresca, que se justifican en la ficción jurídica de cumplir los preceptos constitucionales. Todo se hunde, todo se pudre, todo se disgrega; pero, ¡ah, maravilla!, cada cuatro años los incautos pueden acercarse a las urnas y votar por quienes los partidos les obligan… si antes no votó por ellos un tramposo.

Carlyle nos advertía que el sufragio universal era una invención siniestra, porque igualaba a Jesús y Barrabás, poniéndolos a cada uno con una papeleta en la mano ante la misma urna. Una vez admitida esta aberración, que Barrabás meta dos, doscientas o dos mil papeletas en la urna, en lugar de una, es 'peccata minuta'. De los fraudes electorales sólo se escandalizan los incautos.»