Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

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21/05/2024

Um Estado fora-da-lei | Un estado fuera de la ley


«Israel é hoje uma das maiores potências nucleares do mundo. Iniciou o seu programa nuclear clandestino em 1952 com o apoio tecnológico dos Estados Unidos e da França, violando os tratados. Acredita-se que o regime desenvolveu as suas primeiras armas nucleares cerca de 1967-68. Depois disso, a produção de armas nucleares acelerou-se a um ritmo rápido, com o apoio ocidental. Segundo diversas estimativas, o regime de Tel Aviv possui hoje mais de uma centena de ogivas nucleares, com plutónio suficiente para produzir pelo menos umas 200 armas nucleares.

Apesar do seu programa nuclear ilícito ser um segredo de polichinelo, o regime tem-se negado obstinadamente a confirmá-lo ou a negá-lo. Também os seus patrocinadores ocidentais têm mantido a boca fechada no que respeita ao assunto, saltando sempre em defesa do regime e das suas actividades destabilizadoras na região ocidental da Ásia. Segundo os observadores, o que tem encorajado o regime a acelerar as suas actividades nucleares ilegais e secretas, enquanto se nega a ser membro do Tratado de Não Proliferação (TNP), é o patrocínio dos Estados ocidentais e dos lobbies sionistas no Ocidente.

Os dois países mais críticos do programa nuclear pacífico do Irão, são também os aliados mais próximos de Israel: Estados Unidos e França. Estes dois países, com direito de veto na ONU, ajudaram o regime a desenvolver o seu programa nuclear: França forneceu-lhe reservas de material fissionável, adequado às armas, no início dos anos 1960 e os Estados Unidos no final dessa década.

É importante sublinhar que Israel não é signatário do TNP e rejeitou repetidamente os apelos para se unir ao acordo-chave do regime internacional de controlo de armas, e também se negou a permitir o acesso dos inspectores da agência nuclear da ONU às suas instalações. Apesar disto, a agência nuclear da ONU tem adoptado um tratamento de luva de veludo com Israel, evidentemente por pressão ocidental. A viagem não anunciada do chefe da AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica), Rafael Grossi, a Tel Aviv antes da reunião do Conselho de Governadores da agência nuclear da ONU (OIEA) em Viena, no ano passado, foi outra evidência do conluio entre o regime e a agência.»

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«Israel es hoy una de las mayores potencias nucleares del mundo. Inició su programa nuclear clandestino en 1952 con apoyo tecnológico de Estados Unidos y Francia, violando el protocolo. Se cree que el régimen desarrolló sus primeras armas nucleares alrededor de 1967-1968. Después de eso, la producción de armas nucleares se aceleró a un ritmo rápido, con el apoyo occidental. Según diversas estimaciones, el régimen de Tel Aviv posee hoy más de un centenar de ojivas nucleares con suficiente plutonio para producir al menos 200 armas nucleares.

A pesar de que su programa nuclear ilícito es un secreto a voces, el régimen se ha negado obstinadamente a confirmarlo o negarlo. Incluso sus patrocinadores occidentales han mantenido la boca cerrada al respecto, siempre saltando en defensa del régimen y sus actividades desestabilizadoras en la región de Asia Occidental. Según los observadores, lo que ha envalentonado al régimen a acelerar sus actividades nucleares ilegales y secretas, mientras se niega a ser parte del TNP, es el patrocinio de los Estados occidentales y los lobbies sionistas en Occidente.

Los dos países más críticos con el programa nuclear pacífico de Irán son también los aliados más cercanos de Israel: Estados Unidos y Francia. Estos dos países con veto de la ONU ayudaron al régimen a desarrollar su programa nuclear: Francia le proporcionó reservas de material fisionable apto para armas a principios de los años 1960 y Estados Unidos a finales de los años 1960.

Es importante destacar que Israel no es signatario del TNP y ha rechazado repetidamente los llamamientos para unirse al acuerdo clave del régimen internacional de control de armas y también se ha negado a dar acceso a sus instalaciones nucleares a los inspectores de la agencia nuclear de la ONU. A pesar de eso, la agencia nuclear de la ONU ha adoptado un enfoque de guante de terciopelo hacia Israel, evidentemente bajo presión occidental. El viaje no anunciado del jefe de la AIEA, Rafael Grossi, a Tel Aviv antes de la reunión de la junta de gobernadores de la agencia nuclear de la ONU en Viena el año pasado fue otra evidencia de la colusión entre el régimen y la agencia.» [artigo integral]

18/12/2023

Um extermínio democrático | Un exterminio democrático

«A vastidão das zonas bombardeadas, a magnitude da destruição e a enorme quantidade de vítimas dos bombardeamentos indicam claramente que o objectivo não são os combatentes da resistência palestiniana, mas toda a população de Gaza. Israel não procura aniquilar umas centenas, ou talvez milhares, de combatentes, mas exterminar toda uma população de 2,3 milhões de seres humanos.
A destruição sistemática de todos os edifícios residenciais e das infra-estruturas civis, tem como finalidade impedir qualquer regresso às zonas evacuadas.
O plano de Israel não é eliminar os combatentes da resistência palestiniana (por cada um que morra surgirá pelo menos outro), mas expulsar do território todos os que não sejam mortos, para depois ocupá-lo militarmente e proceder então à colonização pela população israelita. [...]

Por isso, o objectivo de Israel é exterminar os palestinianos, como povo, como entidade étnica, como realidade política, histórica e cultural. Morto o cão acaba-se a raiva. Essa é a sua filosofia e esse é o seu projecto. E é assim que procedem.
Estamos a assistir a um genocídio em directo e em tempo real. Já vivemos o suficiente para ver como se aprovava e levava a cabo um genocídio à vista do mundo inteiro, com o beneplácito dos poderosos da Terra. 80 anos de propaganda contra o genocídio, 80 anos de "Nunca mais!" deram nisto. [...]

A passividade e inclusive a conivência das nações ocidentais com o monstruoso crime em curso, augura o início de uma nova era. O que se leva a cabo em Gaza não é mais do que a antecipação do que está por chegar. Não é certamente a primeira vez que este tipo de mortandade maciça tem lugar, em nome dos grandes valores e dos elevados princípios. Mas, até agora, actuava-se com certos escrúpulos fingidos, com dissimulação... Hoje reivindica-se orgulhosamente a bondade e a necessidade de um genocídio porque "Israel vale a pena", porque o Império e os seus assim o querem, porque assim manda o imperativo da luta inevitável entre os "seres da luz" e os "seres das trevas". Deu-se um salto qualitativo. Já não se condenam as atrocidades, ainda que de maneira hipócrita, invocando um bem superior, desculpando-se na inevitabilidade de umas "vítimas colaterais", justificando a urgência da acção punitiva para salvar o essencial, ainda que fosse à custa do inferno imposto aos povos que, no fundo, têm algo pelo qual são culpados, por deixar-se governar por tiranos pouco inclinados às bondades do sistema ocidental.

Entrámos numa fase na qual, a partir de agora, se exterminará qualquer tipo de população ou grupo humano que os poderosos considerem inútil ou impeditiva da boa marcha dos seus planos satânicos. Em plena luz do dia, com a cumplicidade e aprovação do mundo "livre e democrático", ou seja, as suas elites autoproclamadas. E que ninguém tenha dúvidas: utilizar-se-ão as armas que se considerem apropriadas para cada caso (e há muitos casos diferentes). Não só, e nem sempre, serão bombas. Morre-se e mata-se de muitas maneiras.

Entrámos numa nova era: o tempo das limpezas étnicas humanitárias, dos extermínios democráticos, dos genocídios morais.»

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«La amplitud de las zonas bombardeadas, la magnitud de la destrucción y la enorme cantidad de víctimas de los bombardeos indican claramente que el objetivo no son los combatientes de la resistencia palestina, sino toda la población de Gaza. Israel no busca aniquilar unos cuantos cientos o tal vez miles de combatientes, sino exterminar a una población de 2.3 millones de seres humanos.
La destrucción sistemática de todos los edificios de viviendas y las infraestructuras civiles tiene como finalidad impedir cualquier posibilidad de regreso a las zonas evacuadas.
El plan de Israel no es el de eliminar a los combatientes de la resistencia palestina (por uno que muera surgirá otro o más), sino expulsar del territorio a todos los que no mate para después ocuparlo militarmente y proceder a continuación a la colonización por población israelí. [...]
 

Por eso el objetivo de Israel es exterminar a los palestinos, como pueblo, como entidad étnica, como realidad política, histórica y cultural. Muerto el perro se acabó la rabia. Esa es su filosofía y ese es su proyecto. Y así están procediendo.
Estamos asistiendo a un genocidio en directo y en tiempo real. Hemos vivido lo suficiente como para ver como se aprobaba y llevaba a cabo un genocidio a la vista del mundo entero, con el beneplácito de los poderosos de la tierra. 80 años de propaganda contra el genocidio, de 80 años de “¡Nunca más!” han desembocado en esto. [...]
 

La pasividad e incluso la connivencia de las naciones occidentales con el monstruoso crimen en curso augura el advenimiento de una nueva era. Lo que se está llevando a cabo en Gaza no es más que un anticipo de lo que está por llegar. No es ciertamente la primera vez que este tipo de matanzas masivas tiene lugar, en nombre de los grandes valores y los elevados principios. Pero hasta ahora se actuaba con ciertos remilgos de cara a la galería, con ciertos escrúpulos fingidos, como sin querer queriendo… Hoy se reivindica orgullosamente la bondad y la necesidad de un genocidio porque “Israel lo vale”, porque el Imperio y sus miembros así lo quieren, porque así lo manda el imperativo de la lucha inevitable entre los “seres de la luz” y “los seres de las tinieblas”. Se ha dado un salto cualitativo. Ya no se condenan las atrocidades aunque sea de manera hipócrita invocando un bien superior, excusándose en la inevitabilidad de unas “víctimas colaterales”, justificando la urgencia de la acción punitiva para salvar lo esencial aunque fuera a costa del infierno impuesto a los pueblos que en el fondo algo tienen algo que reprocharse, por dejarse gobernar por tiranos poco inclinados a las bondades del sistema occidental.  

Hemos entrado en una fase en la que a partir de ahora se exterminará cualquier tipo de población o grupo humano que los poderosos consideren que sobran y que estorban la buena marcha de sus planes satánicos. A plena luz del día, con la complicidad y la aprobación del mundo “libre y democrático”, es decir de sus élites autoproclamadas. Y que nadie tenga dudas: se usarán las armas que se consideren apropiadas para cada caso (y hay distintos casos). No sólo ni siempre serán bombas. Se muere y se mata de muchas maneras.

 Entramos en una nueva era: el tiempo de las limpiezas étnicas humanitarias, de los exterminios democráticos, de los genocidios morales.» [artigo original]

05/11/2023

A essência do sionismo | La esencia del sionismo


«Estas ideias tiveram muito a ver com a formação do sionismo, uma vez que o sionismo é uma forma de satanismo judeu, ou um satanismo no interior do judaísmo, que pretende anular todos os fundamentos da sua religião. Se, na tradição judia, se estabelece que é necessário esperar a chegada do Mashíaj, o sionismo diz que o judeu é já um deus, pelo que muitos judeus ilustrados adoptaram o sionismo. Por outro lado, o sionismo é um prolongamento do judaísmo, mas também a sua refutação. Os sionistas dizem que não há necessidade de se arrependerem de nada, pois já sofreram bastante durante dois mil anos, e agora são deuses. Tal teologia explica muitas peculiaridades do actual Estado sionista e o apoio que Israel recebe de judeus laicos, judeus liberais, judeus comunistas, judeus capitalistas, judeus cristãos, judeus muçulmanos, judeus hindus, etc., que não são outra coisa que as redes criadas pelo frankismo [de Jacob Frank, cuja doutrina secreta mudou totalmente a concepção judaica do Messias - NdT] depois de cada um deles cometer a "santa traição" ao criar um Estado judeu, lograr o domínio mundial e proibir qualquer crítica ao sionismo (em alguns estados dos Estados Unidos os ataques ao Estado de Israel são equiparados ao anti-semitismo). A única coisa que falta para cumprir esta teologia, é demolir a mesquita de Al-Aqsa e construir o Terceiro Templo. O Knesset [parlamento israelita] já reservou os fundos destinados à preparação da empreitada. Tendo em conta todos os precedentes, será por acaso possível que a ONU, com os seus constantes "apelos à paz" ou "respeito pelos direitos humanos", possa travar um conflito que tem umas raízes metafísicas tão profundas e complicadas? O respeito pelos direitos humanos dos palestinos foi apagado através de declarações absurdas, como acusar os críticos de Israel de anti-semitismo, por defender os palestinos, sendo os palestinos também semitas. Quando deixamos de lado a hipnose, a falta de sentido e a fragmentação que a pós-modernidade impõe sobre as nossas consciências, podemos observar cruamente o interessante e aterrador panorama do que está a acontecer no Próximo Oriente.»

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«Estas ideas tuvieron mucho que ver con la formación del sionismo, ya que el sionismo es una forma de satanismo judío o satanismo dentro del judaísmo que busca anular todos los fundamentos de su religión. Si en la tradición judía se establece que es necesario esperar la llegada del Mashíaj el sionismo dice que el judío ya es un dios, por lo que muchos judíos ilustrados adoptaron el sionismo. Por otro lado, el sionismo es una continuación del judaísmo, pero también su refutación. Los sionistas dicen que no hay necesidad de arrepentirse de nada, pues ya han sufrido bastante durante dos mil años y que ellos son dioses. Tal teología explica muchas peculiaridades del actual Estado sionista y el apoyo que recibe Israel de judíos laicos, judíos liberales, judíos comunistas, judíos capitalistas, judíos cristianos, judíos musulmanes, judíos hindúes, etc., que no son otra cosa que las redes creadas por el frankismo después de cada uno de ellos cometiera “santa traición” con tal de crear un Estado judío, lograr la dominación mundial y prohibir cualquier crítica al sionismo (en algunos Estados de los Estados Unidos se equiparan los ataques al Estado de Israel con el antisemitismo). Lo único que falta para cumplir en esta teología es demoler la mezquita de Al-Aqsa y construir el Tercer Templo. La Knesset ya ha asignado fondos con tal de llevar a cabo investigaciones en ese sentido. Teniendo en cuenta todo lo anterior, ¿acaso es posible que la ONU, con sus constantes “llamados a la paz” o “respeto de los derechos humanos”, puede frenar un conflicto que tiene un trasfondo metafísico tan profundo y complicado? El respeto de los derechos humanos de los palestinos ha sido borrado por medio de declaraciones absurdas como acusar a los críticos de Israel de ser antisemitas por defender a los palestinos, siendo los palestinos semitas. Una vez que dejamos de lado la hipnosis, el sinsentido y la fragmentación que la postmodernidad impone sobre nuestras consciencias podemos observar al desnudo el interesante y aterrador panorama de lo que esta ocurriendo en el Cercano Oriente.» [artigo original]

29/08/2023

As guerras do globalismo | Las guerras del globalismo



«Devemos agradecer aos sionistas terem escolhido uma potência nuclear como a Rússia como arqui-inimigo. Foi um grave erro da sua parte, tendo em conta o interesse que os russos tinham demonstrado em formar parte da nova ordem mundial maçónica; o problema é que queriam continuar a ser russos, algo que para os israelitas cázaros é simplesmente intolerável. Não se deve esquecer, por outro lado, que os cázaros [asquenazi] devem ter jurado um ódio eterno aos eslavos, por estes terem acabado com o mafioso canato cázaro e tê-los dispersado por toda a Europa, onde levaram uma existência marginal e obscura, até que os Rothschild fizeram um pacto com o diabo e assentaram arraiais na City londrina, onde tomaram as rédeas da maçonaria especulativa.

Vemos, então, saltando constantemente nos cargos dirigentes da OTAN, como quem salta à corda, economistas, jornalistas, advogados manhosos, "pulhíticos" e publicistas, enjoados como patos a desfilar numa barraca de feira, e não é raro ver enfileirado um ou outro actor de Hollywood, como Tom Cruise ou Sean Penn. No entanto, os tempos não estão maduros para isso, a única virtude comum é a de subscrever o guião da luta contra o terrorismo, sejam islamistas ou simples cidadãos que se manifestam contra a ditadura sanitária e se negam a ser convertidos em ratos de laboratório. As cobaias humanas relutantes são agora, para o estado sionista global, os novos terroristas; se alguma sai do guião, é despedida ou fuzilada. Toda a gente gostaria de abandonar a OTAN, mas a OTAN, como a máfia que é o seu modelo, é um casamento à moda antiga, não há lugar para o divórcio. À OTAN, que tem demasiados maridos sem contar com os amantes, é preciso abandoná-la em massa, em uníssono, antes que a OTAN se divorcie "à italiana" dos países que a integram, e deixem ao Israel Cázaro, que não semita, como a viúva apócrifa de todas as nações.»

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«Debemos agradecer a los sionistas que hayan elegido a una potencia nuclear como Rusia como archienemigo. Ha sido un grave error por su parte teniendo en cuenta el interés que tenían los rusos en formar parte del nuevo orden mundial masónico; el problema es que querían seguir siendo rusos, algo que para los israelíes jázaros es sencillamente intolerable. No hay que olvidar, por otra parte, que los jázaros deben de haberle jurado odio eterno a los eslavos por haber acabado con el kanato mafioso jázaro y haberlos dispersado por toda Europa, donde llevaron una existencia más bien marginal y oscura hasta que los Rothschild pactaron con el diablo y se asentaron en la City de Londres y se hicieron con las riendas de la masonería gnóstica.

Vemos, pues, saltando constantemente de los puestos directivos de la OTAN, así como el que salta a la comba, a economistas, periodistas, picapleitos, politicastros y publicistas, mareados como patos que desfilan en una barraca de feria, es raro que no nombren también de vez en cuando a algún actor de Hollywood como Tom Cruise o Sean Penn: Los tiempos, sin embargo, no están maduros para eso, la única virtud de todos es suscribir el guión de la lucha contra el terrorismo, ya sea de islamistas o de simples ciudadanos que se manifiestan contra la dictadura sanitaria y que se niegan a que los conviertan en ratas de laboratorio. Las cobayas humanas renuentes son ahora para el estado sionista global los nuevos terroristas; si alguno se sale del guion es despedido o fusilado. A todo el mundo le gustaría abandonar la OTAN, pero la OTAN, como la mafia que es su modelo, es una matrimonio a la antigua usanza, no cabe el divorcio. A la OTAN, que tiene demasiados maridos sin contar a los amantes, hay que abandonarla en masa, al unísono, antes de que la OTAN divorcie a todos los países que la integran “a la italiana” y dejen al Israel Jázaro, que no semita, como la viuda apócrifa de todas las naciones.»

08/07/2022

Uma nova religião (e 2) | Una nueva religión (y 2)



«Compreende-se então que que os principais refractários a esta avassaladora “judeolatria” sejam qualificados de negacionistas. Estes mostram-se, aos vigilantes da nova religião, como negadores, uns hereges e blasfemos inspirados pelo “diabo” em pessoa que, na sua linguagem, é conhecido como “ódio” e “racismo”. Estes inimigos da nova fé consideram-se possuídos pelo Mal, e contrariando a sua teimosa descrença nos interesses do “Povo Eleito”, tornam-se culpados de anti-semitismo, o novo “pecado capital” passível de condená-los e excluí-los eternamente da comunidade dos “justos”, e enviá-los para as “trevas exteriores” ad secula seculorum.

Contra estes descrentes, a intolerância chega a ser tal que agora basta expressar dúvidas ou mesmo “minimizar” a importância do martírio judeu (como sofrimento absoluto, causado pelo crime absoluto, para sempre inexpiável como antes tinha sido a paixão e o assassínio de Jesus) para se verem imediatamente expostos a uma perseguição impiedosa. Os escritos destes servidores do Maligno são colocados no novo Index Expurgatório e até submetidos a modernos autos-de-fé: apreensão e destruição. Os novos inquisidores, auxiliados por um exército de delatores e acusadores públicos, são todo-poderosos, chegando a fazer tremer presidentes, reis e Papas. Têm do seu lado a força, o dinheiro, as leis, o controlo das mentes e dos estômagos, e até a boa consciência. Mesmo nos piores tempos da Idade Média nunca se tinha visto algo igual.

Uma coisa parece certa: se a Igreja Católica não empreende uma verdadeira resistência contra esta ofensiva que pretende apoderar-se da mente dos seus fiéis e submetê-los aos dogmas da Shoah, assina então a sua sentença de morte. Vendo como as autoridades máximas vaticanas se ajoelham todos os dias perante o judaísmo e o seu braço político, o sionismo, e não perdem uma ocasião para pedir perdão ao “povo-Deus”, consideramos essa possibilidade como real e próxima.» (Arjun, 2009)

* * * * *

«Se comprende entonces que los principales refractarios a esta avasalladora “judeolatría” sean calificados de negacionistas. Estos aparecen a los celadores de la nueva religión como negadores, unos herejes y unos blasfemos inspirados por el “diablo” en persona, que en su lenguaje es conocido como “el odio” y el “racismo”. Estos enemigos de la nueva fe se les supone habitados por el Mal, y contrariando con su pertinaz descreimiento a los intereses del “Pueblo Elegido” se vuelven culpables de antisemitismo, el nuevo “pecado capital” propio a condenarlos y excluirlos eternamente de la comunidad de los “justos”, y enviarlos a las “tinieblas exteriores” ad secula seculorum.

Contra estos descreídos, la intolerancia llega a ser tal que basta ahora expresar dudas o incluso “minimizar” la importancia del martirio judío (como sufrimiento absoluto, causado por el crimen absoluto, para siempre inexpiable como lo había sido la pasión y asesinato de Jesús) para verse expuesto de inmediato a una persecución despiadada. Los escritos de estos servidores del Maligno son puestos en el nuevo Indice Expurgatorio e incluso sometidos a modernos autos de fe: secuestro y destrucción. Los nuevos inquisidores auxiliados por un ejército de delatores y acusadores públicos son todopoderosos, llegando a hacer temblar a los presidentes, los reyes y los Papas. Tienen de su lado la fuerza, el dinero, las leyes, el control de las mentes y de los estómagos, y hasta la buena conciencia. Incluso en los peores tiempos de la Edad Media no se había visto algo igual.

Una cosa parece segura: si la Iglesia Católica no emprende una verdadera resistencia contra esta ofensiva que pretende apoderarse de la mente de sus fieles y someterlos a los dogmas de la Shoah, firma su sentencia de muerte. Viendo como las máximas autoridades vaticanas se prosternan a diario ante ante el judaísmo y su brazo político, el sionismo, y no pierden una ocasión de pedir perdón al “pueblo-Dios”, consideramos esa posibilidad como real y cercana.» (Arjun, 2009)

06/07/2022

Uma nova religião (1) | Una nueva religión (1)



«A Igreja Católica vê-se confrontada com as exigências de uma nova religião determinada a suplantar, entre outras, a sua. E, no entanto, parece incapaz de o reconhecer e reagir ante a ameaça de uma Shoah que ambiciona impor-se no Ocidente, e noutras partes do mundo, como uma nova religião que, por uma vez, poderíamos qualificar de verdadeiramente “judaico-cristã”.

Seria o chamado “Povo Eleito” que desempenharia o papel de novo Messias, por ter sofrido o “martírio” do Holocausto, culpa do “demónio nazi” que aqui representa o conjunto do mundo europeu, que deve assumir a sua culpabilidade até ao fim dos tempos. Como espécie de Gólgota teríamos Auschwitz, e em lugar do Santo Sepulcro de Cristo dos antigos cruzados, o lugar sagrado supremo para o qual deveriam voltar-se obrigatoriamente os olhares e as preces seria o Museu Yad Vashem de Jerusalém. O Santo Sudário e as outras relíquias originais seriam substituídas por esses montões de sapatos e óculos que se mostram aos turistas em alguns campos, e a Bíblia pelo “Diário de Anne Frank”.

Em substituição das actuais igrejas e templos de um cristianismo que se desvanece, temos todos esses monumentos e “memoriais” da Shoah que se tentam implantar até aos confins do planeta. A comprová-lo, em Janeiro de 2006, a ONU consagrou um dia dedicado à celebração do novo culto, cujo catecismo já é ensinado nas escolas de meio mundo, tal como através dos inumeráveis programas propagandeados permanentemente pelos meios de comunicação.» (Arjun, 2009)

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«La Iglesia Católica se ve confrontada a las exigencias de una nueva religión resuelta a suplantar, entre otras, la suya. Y sin embargo parece incapaz de darse cuenta y reaccionar ante la amenaza de una Shoah que ambiciona imponerse en Occidente, y aun en otras comarcas del mundo, como una nueva religión, que por una vez podríamos calificar de verdaderamente “judeocristiana”.

Sería el llamado “Pueblo Elegido” que fungiría de nuevo Mesías, por haber sufrido el “martirio” del Holocausto por culpa del “demonio nazi”, que aquí representa el conjunto del mundo europeo que debe asumir su culpabilidad hasta el final de los tiempos. A modo de Gólgota tendríamos Auschwitz, y en reemplazo del Santo Sepulcro de Cristo de los antiguos cruzados, el sagrado lugar supremo hacia el cual deberían obligatoriamente volverse las miradas y las plegarias sería el Museo Yad Vashem de Jerusalén. El Santo Sudario y otras originales reliquias serían reemplazadas por esos montones de zapatos y gafas que se les enseñan a los turistas en algunos campos, y la Biblia por el “Diario de Anna Frank”.

En substitución de los templos y las iglesias actuales de un cristianismo que se desvanece, tenemos todos esos monumentos y “memoriales” de la Shoah que se intentan implantar hasta en los confines del planeta. Tal es así que en enero del 2006, la ONU consagró una jornada para la celebración del nuevo culto cuyo catecismo ya es enseñado en las escuelas de medio mundo, así como a través de los innumerables programas propagandísticos que nos imponen permanentemente los medios de comunicación.» (Arjun, 2009)

24/06/2022

Nazi exploitation | Nazisploitation



«Ia escrever uma novela sobre Auschwitz, mas já não sobram personagens livres: A bibliotecária de Auschwitz, A bailarina de Auschwitz, O tatuador de Auschwitz, O farmacêutico de Auschwitz, A enfermeira de Auschwitz, O mágico de Auschwitz, O violinista de Auschwitz…
Então disse para os meus botões: vou escrevê-la sobre Mauthausen, que estará menos concorrido. Mas não. O fotógrafo de Mauthausen, O anjo de Mauthausen, O violinista de Mauthausen (anda! aqui também havia um violinista)…
Por certo que com Treblinka a coisa será diferente, concluí. Mas, mal teclei no Google, perdi as ilusões: O barbeiro de Treblinka, A viúva de Treblinka…
Bolas! Esta coisa da literatura está a tornar-se difícil.»

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«Iba a escribir una novela sobre Auschwitz, pero ya no quedan personajes libres: La bibliotecaria de Auschwitz, La bailarina de Auschwitz, El tatuador de Auschwitz, El farmacéutico de Auschwitz, La enfermera de Auschwitz, El mago de Auschwitz, El violinista de Auschwitz...
Así que me dije: voy a escribirla sobre Mauthausen, que estará menos transitado. Pero no. El fotógrafo de Mauthausen, El ángel de Mauthausen, El violinista de Mauthausen (anda, aquí también había violinista)…
Seguro que con Treblinka no me pasa, concluí. Pero apenas le di un teclazo a Google, mi gozo en un pozo: El barbero de Treblinka, La viuda de Treblinka…
Rediós. Qué difícil se está poniendo esto de la literatura.»