Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

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05/09/2024

Uma aliança para derrotar os liberais | Una alianza para derrotar a los liberales


«Há excelentes representantes da direita e um bom número de pessoas honestas na esquerda ocidental. Alternativa para a Alemanha (AfD) é um grande movimento de direita e Sarah Wagenknecht é uma grande pessoa de esquerda. Nos EUA podemos encontrar Trump e Vance (à direita), mas também Tulsi Gabbard e Kennedy (à esquerda). E o mesmo se aplica a outros locais. No entanto, também existem globalistas de esquerda corruptos como Mélenchon, que salvam sempre liberais como Macron quando este é ameaçado pelas ofensivas populistas de Marine Le Pen. Há também radicais europeus de extrema-direita que lutam ao lado dos nazis de Azov contra a Rússia, ignorando ao mesmo tempo o facto de Zelensky ser um palhaço liberal, judeu, toxicodependente e perverso. Tal direita não passa de uma matilha ao serviço do liberalismo da OTAN.

Entre nós acontece o mesmo: há patriotas de direita, ortodoxos, monárquicos e até (Deus me perdoe, não conheço outro nome) “nacionalistas russos” que lutam na frente pelo nosso país. Há também patriotas de esquerda de coração que, para nós, são os heróis da Operação Militar Especial. No entanto, há escumalha russa que ataca Putin pela direita e a Ilyin pela esquerda. Acontece o mesmo em todo o lado.

Os termos direita e esquerda, portanto, podem já não ser tão úteis como anteriormente para compreender o mundo, mas… isto não se aplica aos liberais. Os bons liberais simplesmente não existem. Todos os liberais estão do lado do Governo Mundial e da hegemonia ocidental. Qualquer pessoa que esteja do lado destes poderes é um inimigo tanto da direita como da esquerda, porque o capitalismo é puro mal e deve ser demolido simultaneamente a partir das posições da direita e da esquerda.

Liberais como Soros, por outro lado, manipulam os preconceitos da “direita” e a corrupção dentro da “esquerda” em seu benefício. Para os derrotar precisamos de uma aliança entre a direita e a esquerda contra os liberais: é um imperativo que devemos aplicar tanto na Rússia como em todo o lado.

A verdadeira direita e a verdadeira esquerda representam o povo, enquanto os liberais trabalham para as oligarquias. Não existem bons liberais, uma vez que um bom liberal é um liberal ausente ou (na melhor das hipóteses) um liberal antiquado. Também não faz sentido demonstrar que nem todos os liberais são iguais; sejam de direita ou de esquerda, continuam a ser liberais.»

* * * * *

«Existen muy buenos representantes de la derecha y una buena cantidad de personas honestas en la izquierda occidental. Alternativa para Alemania es un excelente movimiento de derecha y Sarah Wagenknecht es una gran persona de izquierda. En EEUU podemos encontrar a Trump y Vance (derechistas), pero también a Tulsi Gabbard y Kennedy (izquierdistas). Y lo mismo se aplica a otros lugares. Sin embargo, también existen globalistas corruptos de izquierda como Mélenchon que siempre salvan liberales como Macron cuando este se ve amenazado por las ofensivas populistas de Marine Le Pen. Igualmente existen ultraderechistas europeos que luchan del lado de los nazis de Azov* en contra de Rusia, mientras ignoran el hecho de que Zelenski es un payaso liberal, judío, drogadicto y perverso. Tal derecha no es más que un montón de perros al servicio del liberalismo de la OTAN.

Lo mismo sucede con nosotros: existen patriotas de derecha, ortodoxos, monárquicos e incluso (Dios me perdone, pues no conozco otro nombre) “nacionalistas rusos” que luchan en el frente por nuestro país. También existen patriotas de izquierda de corazón que, para nosotros, son los héroes de la Operación Militar Especial. Sin embargo, existen escoria rusa que ataca a Putin desde la derecha y a Ilyin desde la Izquierda. Lo mismo sucede en todas partes.

Así que los términos de derecha e izquierda pueden ya no ser tan útiles como antes para entender el mundo, pero… esto no se aplica a los liberales. Los liberales buenos simplemente no existen. Todos los liberales están del lado del Gobierno Mundial y la hegemonía occidental. Todo aquel que se ponga del lado de estos poderes es un enemigo tanto de la derecha como de la izquierda, porque el capitalismo es pura maldad y debe ser demolido simultáneamente desde posiciones de derecha e izquierda.

Los liberales como Soros, en cambio, manipular los prejuicios de la “derecha” y la corrupción dentro de la “izquierda” en su beneficio. Para vencerlos necesitamos una alianza entre la derecha y la izquierda contra los liberales: es un imperativo que debemos aplicar tanto en Rusia como en todas partes.

La verdadera derecha y la verdadera izquierda representan al pueblo, mientras que los liberales trabajan para las oligarquías. No existen buenos liberales, pues un liberal bueno es un liberal ausente o (en el mejor de los casos) un liberal a la vieja usanza. Tampoco tiene sentido demostrar que todos los liberales no son iguales, ya sean de derecha o de izquierda, siguen siendo liberales.» [artigo original : censurado por la “democracia” occidental]

28/12/2023

O satanismo da civilização ocidental (e 2) | El satanismo de la civilización occidental (y 2)


«Quem é Satanás, Lúcifer o Estrangeiro? É um anjo, ou seja, a mente eterna celestial. É a primeira e suprema criação de Deus, que se revoltou contra Deus. Esta é a origem de toda a rejeição a Deus, do materialismo, do ateísmo, de toda a noção que, sem Deus, é possível construir um mundo melhor. Vemos esse princípio no humanismo, no desenvolvimento da ciência moderna e na doutrina social do progresso. Satanás não é apenas destruição e entropia, mas uma vontade consciente de destruir. É a rebelião, a destruição da unidade em nome do triunfo da multiplicidade. Não é apenas um debilitamento da ordem divina, mas a vontade de a quebrar. Quando o corpo se debilita, é uma coisa; mas, quando existe uma força, como o cancro ou outra doença, que leva o corpo à decadência, é outra coisa muito diferente. Satanás é a mente, a vontade de decompor-se; não apenas a decomposição em si, que é já uma consequência. Em certo sentido é uma crença, uma religião, uma anti-igreja. É a "igreja negra" que se encarna na cultura ocidental moderna, na ciência, na educação, na política. Vemos aqui não apenas a decadência, a falta de vontade para construir a ordem, a hierarquia, para elevar os princípios da ciência, da mente, do pensamento, da cultura à mais alta unidade, como na civilização tradicional, ao princípio hierárquico — porque a hierarquia terrena imita a ordem angélica. Além desta rejeição em fazer o bem, existe também a vontade de fazer algo directamente oposto, de fazer o mal. Quando observamos os ucranianos, Biden, Soros, Macron, vemos uma vontade activa e agressiva de destruir. O satanismo pressupõe necessariamente uma estratégia consciente e um impulso voluntário que gera um movimento enérgico das massas humanas. As massas podem destruir a cultura tradicional pela sua estupidez, passividade, inércia — esta é a propriedade da massa como tal, mas alguém impele esta massa numa direcção destrutiva, alguém a dirige, alguém a orienta. É aqui onde aparece o princípio do sujeito oposto a Deus (assim como ao homem no seu significado mais elevado). Está em todas as religiões: trata-se desta vontade consciente, do sujeito, de construir uma civilização anti-Deus, invertida. Não só para destruir o existente, mas também para criar algo repugnante, pervertido, tal como as mulheres barbudas LGBT do Ocidente.» 

* * * * *
«¿Quién es Satanás, Lucifer el Extranjero? Es un ángel, es decir, la mente eterna celestial. Es la primera y suprema creación de Dios que se rebeló contra Dios. Este es el origen de todo el rechazo a Dios, del materialismo, del ateísmo, de toda noción de que la gente sin Dios puede construir un mundo mejor. Vemos este principio en el humanismo, en el desarrollo de la ciencia moderna y en la doctrina social del progreso. Satán no es sólo destrucción o entropía, sino una voluntad consciente de destruir. Es la rebelión, la destrucción de la unidad en nombre del triunfo de la multiplicidad. No es sólo un debilitamiento del orden divino, sino la voluntad de romperlo. Cuando el cuerpo se debilita es una cosa, pero cuando hay una fuerza, como el cáncer u otra enfermedad natural, que mueve al cuerpo a la decadencia, es otra muy distinta. Satán es la mente, la voluntad de descomponerse, no sólo la descomposición en sí, que ya es una consecuencia. En cierto sentido es una creencia, una religión, una anti-iglesia. Es la "iglesia negra" que se encarna en la cultura occidental moderna, la ciencia, la educación, la política. Vemos aquí no sólo decadencia, falta de voluntad para construir el orden, la jerarquía, para elevar los principios de la ciencia, la mente, el pensamiento, la cultura a la más alta unidad, como en la civilización tradicional, al principio jerárquico — porque la jerarquía terrenal imita el rango angélico. Además de este rechazo a hacer el bien, existe también la voluntad de hacer algo directamente opuesto, de hacer el mal. Cuando miramos a los ucranianos, a Biden, a Soros, a Macron, vemos una voluntad activa y agresiva de destruir. El satanismo presupone necesariamente una estrategia consciente y un impulso voluntario que genera un movimiento enérgico de las masas humanas. Las masas pueden destruir la cultura tradicional por su estupidez, pasividad, inercia —esta es la propiedad de la masa como tal, pero alguien impulsa a esta masa en una dirección destructiva, alguien la dirige, la orienta. Aquí es donde aparece el principio del sujeto opuesto a Dios (así como al hombre en su significado más elevado). Está en todas las religiones: se trata de esta voluntad consciente del sujeto de construir una civilización anti-Dios, invertida. No sólo para destruir lo existente, sino para crear algo repugnante, pervertido, como las mujeres LGBT barbudas de Occidente.»[artigo completo]

26/12/2023

O satanismo da civilização ocidental (1) | El satanismo de la civilización occidental (1)


«O satanismo é a sobreposição da matéria ao espírito, o relativismo pós-moderno, ou seja, a relativização de todos os valores, incluindo os valores do ser humano e do espírito. E este é o caminho que o Ocidente tomou, não ontem, mas há cerca de 500 anos, com o início da Nova Era. 

Quem é Satanás? Satanás não existe quando não existe Deus, nem fé, nem religião. Este termo tende ao vazio, se para nós os termos "Deus", "fé", "eternidade", "imortalidade", "ressurreição dos mortos", "juízo final", "salvação da alma"... são igualmente vazios. Se seguimos a ideia científica ocidental e moderna do mundo, então, por certo, é ridículo falar de satanismo, porque nela não existe Deus, nem diabo, nem fé, nem alma imortal, nem vida após a morte; há apenas um rodopio de unidades biológicas, átomos que se unem, se separam e logo desaparecem no abismo negro do espaço morto. Há aproximadamente 500 anos que se estabeleceu no Ocidente uma ideia semelhante do mundo, que se costuma designar por "conceito científico do mundo". Foi acompanhada por uma gradual e completa descristianização da cultura ocidental. Assim, Satanás como fenómeno, desapareceu do "conceito científico do mundo", tal como Deus. Quando afirmámos seriamente que a civilização ocidental é satânica, chamámos a atenção para o facto de que se tratava de uma conclusão precipitada, incorrecta, prematura e, de facto, profundamente errónea. Erróneo foi o afastamento da Tradição, do espírito, de Deus, da religião — e assim começou a Idade Moderna europeia ocidental. Percebemo-lo acriticamente já desde o início do séc. XVIII, quando nos deixámos levar pelo iluminismo europeu. Mas, até 1917, de algum modo mantivemos ainda o carácter religioso da nossa sociedade. Depois precipitámo-nos no abismo materialista e, após o colapso da URSS, descemos ainda mais profundamente neste abismo — num materialismo liberal capitalista desenfreado e ainda mais descarado. E, por fim, encontrámo-nos na periferia da civilização satânica ocidental, como sua província. [...]

Se existe Deus, se existe a fé e a Igreja, a Tradição e os valores tradicionais, significa então que existe também a antítese de Deus, existe o que se revoltou contra Deus. E, assim, a história do Ocidente, a história do chamado progresso, a época da modernidade dos últimos 500 anos, abre-se sob uma luz completamente nova. Sucede que o Ocidente rejeitou Deus, disse: não existe Deus nem diabo; e o diabo, ao fim de algum tempo, objectou: não existe Deus, senão eu, porque sou o que vos disse que não há Deus.»

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«El satanismo es la anteposición de la materia al espíritu, el relativismo posmoderno, es decir, la relatividad de todos los valores, incluidos los valores del ser humano y del espíritu. Y éste es el camino que tomó Occidente no ayer, sino hace unos 500 años, con el inicio de la Nueva Era.

¿Quién es Satán? No hay Satán cuando no hay Dios, ni fe, ni religión. Este término pende en el vacío, si para nosotros los términos "Dios", "fe", "eternidad", "inmortalidad", "Resurrección de los muertos", "Juicio final", "salvación del alma"... son igual de vacíos. Si seguimos la imagen científica occidental moderna del mundo, entonces, por supuesto, es ridículo hablar de satanismo, porque en él no hay Dios, ni diablo, ni fe, ni alma inmortal, ni vida postmortal, sino que sólo hay un revoloteo de unidades biológicas, átomos, que se pegan, se separan y luego desaparecen en el abismo del negro espacio muerto. Hace aproximadamente 500 años se estableció en Occidente una imagen del mundo semejante, que suele denominarse "imagen científica del mundo". Fue acompañada de una gradual descristianización completa de la cultura occidental. Así, Satanás como fenómeno desapareció de la "imagen científica del mundo" junto con Dios. Cuando decimos seriamente que la civilización occidental es satánica, llamamos la atención sobre el hecho de que se trataba de una conclusión precipitada, incorrecta, prematura y, de hecho, profundamente errónea. Lo erróneo fue el alejamiento de la Tradición, del espíritu, de Dios, de la religión, que es donde comenzó la Edad Moderna europea occidental. Lo percibimos acríticamente ya desde el siglo XVIII, cuando nos dejamos llevar por la Ilustración europea. Pero hasta 1917 aún mantuvimos de algún modo el carácter religioso de nuestra sociedad. Después nos precipitamos en el abismo materialista, y tras el colapso de la URSS descendimos aún más profundamente en este abismo - en un materialismo liberal capitalista desenfrenado aún más descarado. Y al final nos encontramos en la periferia de la civilización satánica occidental, como su provincia. [...]

Si existe Dios, si existe la fe y la Iglesia, la Tradición y los valores tradicionales, entonces significa que también existe la antítesis de Dios, existe el que se ha rebelado contra Dios. Y entonces la historia de Occidente, la historia del llamado progreso, la época de la modernidad de los últimos 500 años se abre bajo una luz completamente nueva. Resulta que Occidente rechazó a Dios, dijo: no hay ni Dios ni diablo, y el diablo, como al cabo de un tiempo, objetó: no hay Dios, sino que soy yo, porque soy el que os ha dicho que no hay Dios.»

05/11/2023

A essência do sionismo | La esencia del sionismo


«Estas ideias tiveram muito a ver com a formação do sionismo, uma vez que o sionismo é uma forma de satanismo judeu, ou um satanismo no interior do judaísmo, que pretende anular todos os fundamentos da sua religião. Se, na tradição judia, se estabelece que é necessário esperar a chegada do Mashíaj, o sionismo diz que o judeu é já um deus, pelo que muitos judeus ilustrados adoptaram o sionismo. Por outro lado, o sionismo é um prolongamento do judaísmo, mas também a sua refutação. Os sionistas dizem que não há necessidade de se arrependerem de nada, pois já sofreram bastante durante dois mil anos, e agora são deuses. Tal teologia explica muitas peculiaridades do actual Estado sionista e o apoio que Israel recebe de judeus laicos, judeus liberais, judeus comunistas, judeus capitalistas, judeus cristãos, judeus muçulmanos, judeus hindus, etc., que não são outra coisa que as redes criadas pelo frankismo [de Jacob Frank, cuja doutrina secreta mudou totalmente a concepção judaica do Messias - NdT] depois de cada um deles cometer a "santa traição" ao criar um Estado judeu, lograr o domínio mundial e proibir qualquer crítica ao sionismo (em alguns estados dos Estados Unidos os ataques ao Estado de Israel são equiparados ao anti-semitismo). A única coisa que falta para cumprir esta teologia, é demolir a mesquita de Al-Aqsa e construir o Terceiro Templo. O Knesset [parlamento israelita] já reservou os fundos destinados à preparação da empreitada. Tendo em conta todos os precedentes, será por acaso possível que a ONU, com os seus constantes "apelos à paz" ou "respeito pelos direitos humanos", possa travar um conflito que tem umas raízes metafísicas tão profundas e complicadas? O respeito pelos direitos humanos dos palestinos foi apagado através de declarações absurdas, como acusar os críticos de Israel de anti-semitismo, por defender os palestinos, sendo os palestinos também semitas. Quando deixamos de lado a hipnose, a falta de sentido e a fragmentação que a pós-modernidade impõe sobre as nossas consciências, podemos observar cruamente o interessante e aterrador panorama do que está a acontecer no Próximo Oriente.»

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«Estas ideas tuvieron mucho que ver con la formación del sionismo, ya que el sionismo es una forma de satanismo judío o satanismo dentro del judaísmo que busca anular todos los fundamentos de su religión. Si en la tradición judía se establece que es necesario esperar la llegada del Mashíaj el sionismo dice que el judío ya es un dios, por lo que muchos judíos ilustrados adoptaron el sionismo. Por otro lado, el sionismo es una continuación del judaísmo, pero también su refutación. Los sionistas dicen que no hay necesidad de arrepentirse de nada, pues ya han sufrido bastante durante dos mil años y que ellos son dioses. Tal teología explica muchas peculiaridades del actual Estado sionista y el apoyo que recibe Israel de judíos laicos, judíos liberales, judíos comunistas, judíos capitalistas, judíos cristianos, judíos musulmanes, judíos hindúes, etc., que no son otra cosa que las redes creadas por el frankismo después de cada uno de ellos cometiera “santa traición” con tal de crear un Estado judío, lograr la dominación mundial y prohibir cualquier crítica al sionismo (en algunos Estados de los Estados Unidos se equiparan los ataques al Estado de Israel con el antisemitismo). Lo único que falta para cumplir en esta teología es demoler la mezquita de Al-Aqsa y construir el Tercer Templo. La Knesset ya ha asignado fondos con tal de llevar a cabo investigaciones en ese sentido. Teniendo en cuenta todo lo anterior, ¿acaso es posible que la ONU, con sus constantes “llamados a la paz” o “respeto de los derechos humanos”, puede frenar un conflicto que tiene un trasfondo metafísico tan profundo y complicado? El respeto de los derechos humanos de los palestinos ha sido borrado por medio de declaraciones absurdas como acusar a los críticos de Israel de ser antisemitas por defender a los palestinos, siendo los palestinos semitas. Una vez que dejamos de lado la hipnosis, el sinsentido y la fragmentación que la postmodernidad impone sobre nuestras consciencias podemos observar al desnudo el interesante y aterrador panorama de lo que esta ocurriendo en el Cercano Oriente.» [artigo original]

15/09/2023

A progressão do vício | La progresión del vicio


«Contrariamente às virtudes, os vícios mudam; as virtudes são imutáveis e os vícios progridem sempre. Para uma pessoa progressista, em algum momento a libertinagem do "antigo regime" deixa de excitar, de afectar. Quando uma pessoa se detém num determinado nível de vício, e ali se congela, já não parece um vício. O vício é uma decomposição progressiva, e a decomposição não tem limites; não é possível decompor-se até certo ponto e ficar por aí. Um homem necessita de algo que se apodere dele e o arraste cada vez mais abaixo, a decomposição deve ir cada vez mais longe. A própria história da depravação ocidental é uma história de progresso. Em cada etapa descobrem-se novos vícios, a própria perversão se converte na norma. Por exemplo, hoje em dia a homossexualidade no Ocidente está realmente reconhecida como norma, já não é um vício, e assim é necessário ir mais além, à pedofilia, ao incesto, ao canibalismo, à mudança de sexo... Tudo isto vem apoiado pela legislação. A legislação ocidental apressa-se a reconhecer a decomposição, a legalizar o que ontem estava proibido e era imoral... Michel Foucault escreveu sobre o tema: a decomposição é a superação da lei, a transgressão. E agora não há lei, não há virtude, não há limites no Ocidente e, em consequência, não há vício depois da legalização. Se tratamos o vício como uma convenção social, então não há vício em absoluto. Só há "ampliação da experiência", "libertação de preconceitos", como a vergonha, a consciência, a moralidade, a virtude, a inocência, a moderação. Quando já não se considera algo como um vício ou um delito, deixa de ser interessante, atractivo, pelo que é preciso ir adiante: mudar de sexo vinte vezes, fundir-se com animais, ladrar, andar a quatro patas, exigir que as crianças que se julgam gatos sejam alimentadas num comedor pelos professores da escola. A decomposição não tem limites, e quando se legaliza deixa de ser atractiva, são precisas novas formas. O Marquês de Sade, um dos arautos da "civilização satânica" ocidental, dizia que o mais importante no vício é a inovação.»

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«A diferencia de las virtudes, los vicios cambian, las virtudes son inmutables y los vicios siempre progresan. Para una persona progresista, el libertinaje del "antiguo régimen" en algún momento deja de excitar, de afectar. Cuando una persona se detiene en algún nivel de vicio, se congela allí, ya no parece un vicio. El vicio es una descomposición progresiva, y la descomposición no tiene límites, no puedes descomponerte hasta cierto punto y descansar ahí. Un hombre necesita que algo se apodere de él y lo arrastre cada vez más abajo, la descomposición debe ir cada vez más lejos. La propia historia de la depravación occidental es una historia de progreso. En cada etapa se descubren nuevos vicios, la propia perversión se convierte en la norma. Por ejemplo, hoy en día la homosexualidad en Occidente está realmente reconocida como la norma, ya no es un vicio, así que debemos ir más allá, hacia la pedofilia, el incesto, el canibalismo, la reasignación de sexo... Todo esto viene impulsado por la legislación. La legislación occidental se apresura a reconocer la descomposición, a legalizar lo que ayer mismo estaba prohibido y era inmoral... Michel Foucault escribió sobre ello: la descomposición es la superación de la ley, la transgresión. Y ahora no hay ley, no hay virtud, no hay límites en Occidente y, en consecuencia, no hay vicio tras su legalización. Si tratamos el vicio como una convención social, entonces no hay vicio en absoluto. Sólo hay "ampliación de la experiencia", "liberación de prejuicios", como la vergüenza, la conciencia, la moralidad, la virtud, la inocencia, la moderación. Cuando algo ya no se considera un vicio o un delito, deja de ser interesante, atractivo, por lo que hay que seguir adelante: cambiar de sexo veinte veces, fusionarse con animales, ladrar, andar a cuatro patas, exigir que los niños que se creen gatos sean alimentados en bandeja por los profesores en la escuela. La descomposición no tiene límites, en cuanto se legaliza deja de ser atractiva, se necesitan nuevas formas. El Marqués de Sade, uno de los heraldos de la "civilización satánica" occidental, decía que lo más importante en el vicio es la innovación.»

20/05/2023

A ideologia liberal e o pensamento único (e 2) | La ideología liberal y el pensamiento único (y 2)



«Quando a Rússia aceitou formar parte do mundo ocidental, esforçando-se até desesperadamente por fazê-lo, assimilámos tudo: a modernização, a digitalização, a pós-modernização. Assim, fomos perdendo rapidamente o que era peculiar da nossa civilização russa. Este processo destrutivo também se viu facilitado pelo período soviético da nossa história. A ciência e a educação estavam então dominadas pelo materialismo, pelo ateísmo, pelo culto cego ao progresso técnico e pelo desprezo pelos fundamentos religiosos e pela identidade subjacente. Mas, ali, tudo se levava a cabo em nome da sociedade no seu conjunto. O liberalismo, por sua vez, enquanto preservava o materialismo e o ateísmo, começou também a destruir a sociedade. [...]

Desenvolveu-se, assim, uma situação paradoxal. Já estamos em guerra, mas ainda não compreendemos plenamente a nossa função nesta guerra de civilizações. Nem sequer podemos falar em construir sobre a sua base uma epistemologia digna desse nome, toda uma série de teorias científicas, que constituiriam então a base das disciplinas humanísticas. Mas o Ocidente e o liberalismo combatem-nos precisamente nesta capacidade. Entendem muito bem quem realmente somos, e atacam inclusivamente aquilo que ainda não se estabeleceu. De certo modo, entendem-nos melhor do que nós próprios. E por isso nos odeiam -- não tanto pelo presente, mas pelo passado e pelo futuro, que é nosso, profundo e eterno.»

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«Cuando Rusia aceptó formar parte del mundo occidental, incluso esforzándose desesperadamente por hacerlo, lo asimilamos todo: la modernización, la digitalización, la post-modernización. Así fuimos perdiendo rápidamente lo que era peculiar de nuestra civilización rusa. Este proceso destructivo también se vio facilitado por el periodo soviético de nuestra historia. Entonces la ciencia y la educación estaban dominadas por el materialismo, el ateísmo, el culto ciego al progreso técnico y el desprecio por los fundamentos religiosos y la identidad subyacente. Pero allí todo se llevaba a cabo en nombre de la sociedad en su conjunto. El liberalismo, al tiempo que preservaba el materialismo y el ateísmo, también empezó a destruir la sociedad. [...]

Así que se ha desarrollado una situación paradójica. Ya estamos en guerra, pero aún no hemos comprendido plenamente nuestra función en esta guerra de civilizaciones. Ni siquiera podemos hablar de construir sobre su base una epistemología en toda regla, toda una serie de teorías científicas, que constituirían entonces la base de las disciplinas humanísticas. Pero Occidente y el liberalismo nos combaten precisamente en esta capacidad. Entienden muy bien quiénes somos realmente, y atacan incluso lo que aún no se ha establecido del todo. En cierto modo, nos entienden mejor que nosotros mismos. Y por eso nos odian - no tanto por el presente, sino por el pasado y el futuro, por nuestro profundo y eterno.»

19/05/2023

A ideologia liberal e o pensamento único (1) | La ideología liberal y el pensamiento único (1)



«Agora, a ideologia. Quando entramos em conflito directo com o Ocidente, como civilização contra civilização, encontramo-nos numa posição desigual. Porque o Ocidente conhece os fundamentos da sua civilização, a sua ideologia é clara, está prescrita em todos os livros e textos ocidentais, está presente em todas as universidades, em todos os planos de estudo. E não só no próprio Ocidente. Em todo o mundo e, por desgraça, também no nosso país. Toda a ciência humanista contemporânea está construída sobre princípios liberais, em todo o lado o indivíduo está à cabeça. É este o caso da filosofia, da sociologia, da antropologia, da culturologia, da economia, da psicologia, da ciência política, das relações internacionais, da etnologia, etc. Para onde quer que se olhe, qualquer livro que se abra, de certeza que é propaganda liberal.
Na teoria das relações internacionais, o paradigma liberalista com o seu apelo directo a um Governo Mundial, com uma série de acrescentos pós-modernistas (teoria de género, construtivismo, etc.) é evidente. Outras teorias, e, sobretudo, o realismo, mencionam-se de passagem, com uma crítica implícita. [...]

Em toda a parte na episteme hoje dominante, encontramos a celebração do indivíduo, assim como uma crítica directa ou indirecta de toda a totalidade, holismo e hierarquia, a desconstrução do colectivo em átomos, o desmantelamento de tudo o que de um modo ou outro está relacionado com a sociedade tradicional. Os estudos de género, o transumanismo, a ecologia profunda, a inteligência artificial e a engenharia genética representam a vanguarda desta tendência: aqui, o próprio indivíduo já está a descompor-se, dando lugar a um exótico conjunto de componentes humanos, mecânicos e animais.
Na ciência e na educação do Ocidente, a linha principal está firmemente estabelecida: a emancipação relativamente à identidade colectiva. É este, praticamente, todo o conteúdo da educação liberal.»

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«Ahora, la ideología. Cuando entramos en conflicto directo con Occidente, como civilización contra civilización, nos encontramos en una posición desigual. Porque Occidente conoce los fundamentos de su civilización, su ideología es clara, está prescrita en todos los libros de texto occidentales, está presente en todas las universidades, en todos los planes de estudio. Y no sólo en el propio Occidente. En todo el mundo y, por desgracia, también en nuestro país. Toda la ciencia humanística contemporánea está construida sobre principios liberales, en todas partes el individuo está a la cabeza. Y este es el caso de la filosofía, la sociología, la antropología, la culturología, la economía, la psicología, la ciencia política, las relaciones internacionales, la etnología, etc. Mires donde mires, abras el libro de texto que abras, seguro que es propaganda liberal.
En la teoría de las relaciones internacionales, el paradigma liberalista con su llamamiento directo a un Gobierno Mundial más una serie de añadidos posmodernistas (teoría de género, constructivismo, etc.) es evidente. Otras teorías, y sobre todo el realismo, se mencionan de pasada con una crítica implícita. [...]

En todas partes de la episteme dominante de hoy en día encontramos la celebración del individuo, así como una crítica directa o indirecta de toda totalidad, holismo y jerarquía, la deconstrucción de lo colectivo en átomos, el desmantelamiento de todo lo que de un modo u otro está relacionado con la sociedad tradicional. Los estudios de género, el transhumanismo, la ecología profunda, la Inteligencia Artificial y la ingeniería genética representan la vanguardia de esta tendencia: aquí el propio individuo ya se está descomponiendo, dando paso a un exótico conjunto de componentes humanos, mecánicos y animales.
En la ciencia y la educación en Occidente, la línea principal está firmemente establecida: la emancipación de la identidad colectiva. Este es prácticamente todo el contenido de la educación liberal

07/04/2023

Guerra de civilizações | Guerra de civilizaciones



«Vejamos agora o conteúdo deste conflito. Podemos considerá-lo um choque de Estados: o Estado-nação russo contra uma coligação de Estados-nação. Mas isso não nos levará à essência do que está a acontecer. Evidentemente, não se trata de uma luta por território, recursos, potencial industrial, centrais hidro-eléctricas, pão, etc. Desta vez, a guerra tem uma dimensão material mínima. É uma guerra do espírito, uma guerra por uma ideia, um verdadeiro choque entre dois mundos, entre duas civilizações. É o choque de civilizações de que falava Samuel Huntington, o politólogo estado-unidense, nos anos noventa.

O Ocidente é uma civilização que pretende ser universal e considera-se sinónimo da modernidade, desenvolvimento e progresso. Esta civilização surgiu na Idade Moderna, na Europa. O seu principal objectivo, como disse o nosso filósofo Vladimir Soloviev, era a ideia do desmembramento, da atomização, onde o privado se converte superior ao todo. No seu coração está o desejo de tudo atomizar, ao indivíduo e a tudo quanto seja passível de divisão. E qualquer totalidade, sejam sociedades tradicionais, pessoas, estado, classe, igreja, etc., todos estão sujeitos à fragmentação, à dissipação.

No século XX, o liberalismo derrotou todas as outras ideologias ocidentais que tentavam manter algum tipo de unidade: a unidade de classe no socialismo, a unidade nacional no fascismo. Ou seja, no próprio Ocidente, a separação completa da unidade orgânica só prevaleceu nos finais do século XX, quando o liberalismo triunfou irreversivelmente. O liberalismo é hoje a principal ideologia do Ocidente. É o seu principal vector. [...]

A civilização ocidental, que alcançou o cume do seu individualismo, já decompôs não só os Estados-nação, a igreja e os estratos sociais, como também destruiu a família ao pretender que o indivíduo pode escolher o próprio sexo. A libertação do indivíduo de toda a forma de identidade colectiva é o sentido e a tese principal do liberalismo. Mas, quando uma pessoa é despojada de toda a forma de identidade colectiva, ou seja, se deixar de ser cidadão da Rússia, por exemplo, e deixar de ser russo, deixar de ser ortodoxo, deixar de ser aristocrata ou camponês, deixar de ser homem ou mulher -- esse indivíduo puro não consegue existir. Converte-se em nada, em zero. Se se eliminar por completo toda a identidade colectiva de uma pessoa, não restará sequer uma pessoa. Desintegrar-se-á em pedaços.

E esta é a próxima e última fase da civilização ocidental, o trans-humanismo: a transferência do poder para a Inteligência Artificial, a chegada dos cyborgs, a engenharia genética, o fim da humanidade. É isto o que pedem os ideólogos liberais como Kurzweil, é disto que falam os tecnocratas ocidentais. Substituir os humanos por outras espécies, quimeras, semi-máquinas, cyborgs, submergir a consciência humana em servidores na nuvem -- bem-vindos à matrix. A isto, chamam os globalistas a "Singularidade". A Matrix não é só ficção-científica, é um modelo ao qual se dirige a civilização ocidental e de onde se tem aproximado.

A civilização que se estabeleceu no Ocidente é um triunfo do liberalismo, da tecnocracia, do fim da História. A globalização é uma estratégia para transformar todos os povos, todas as culturas, todas as civilizações no tecido único de uma sociedade liberal planetária, onde o homem, liberto de todas as identidades colectivas, liberta-se também da última identidade colectiva: a de ser humano. Porque o homem é também uma identidade colectiva.»

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«Veamos ahora el contenido de este conflicto. Podemos considerarlo un choque de Estados: el Estado-nación de Rusia contra una coalición de Estados-nación. Pero eso no nos acercará a la esencia de lo que está ocurriendo. Evidentemente, no se trata de una lucha por el territorio, los recursos, el potencial industrial, las centrales hidroeléctricas, el pan, etc. Esta vez la guerra tiene una dimensión material mínima. Es una guerra del espíritu, una guerra por una idea, un choque en toda regla de dos mundos, dos civilizaciones. Es el choque de civilizaciones del que hablaba Samuel Huntington, el politólogo estadounidense, allá por los años noventa.

Occidente es una civilización que pretende ser universal y se considera sinónimo de modernidad, desarrollo y progreso. Esta civilización surgió en la época moderna, en Europa. Su principal objetivo, como dijo nuestro filósofo Vladimir Soloviev, era la idea del desmembramiento, de la atomización, donde lo privado se convierte en superior al todo. En el corazón de todo está el deseo de llevar todo al átomo, al individuo, a la separatividad. Y cualquier totalidad, sociedades tradicionales, personas, estado, clase, iglesia, etc. - están todos sujetos a la fragmentación, a la disipación.

En el siglo XX, el liberalismo derrotó a todas las demás ideologías occidentales que intentaban mantener algún tipo de unidad: la unidad de clase en el socialismo, la unidad nacional en el fascismo. Es decir, en el propio Occidente, la separación completa de la unidad orgánica - finalmente prevaleció sólo a finales del siglo XX, cuando el liberalismo ganó irreversiblemente. El liberalismo es hoy la principal ideología de Occidente. Es su principal vector. [...]

La civilización occidental, que ha alcanzado la cima de su individualismo, ya ha descompuesto no sólo los Estados-nación, la Iglesia, los estamentos, sino que ha destruido la familia al pretender que el individuo pueda elegir su propio sexo. La liberación del individuo de toda forma de identidad colectiva es el sentido y la tesis principal del liberalismo. Pero en cuanto una persona es despojada de toda forma de identidad colectiva, es decir, deja de ser ciudadano de Rusia, deja de ser ruso, deja de ser ortodoxo, deja de ser aristócrata o campesino, cuando deja de ser hombre o mujer, ese individuo puro no puede existir. Se convierte en nada, en cero. Si se elimina por completo toda identidad colectiva de una persona, ni siquiera será una persona. Se desintegrará en pedazos.

Y esta es la próxima última fase de la civilización occidental, que es el post-humanismo: la transferencia del poder a la Inteligencia Artificial, la llegada de los cyborgs, la ingeniería genética, el fin de la humanidad. Esto es lo que piden ideólogos liberales como Kurzweil, esto es de lo que hablan los tecnócratas occidentales. Sustituir a los humanos por otras especies, quimeras, semimáquinas, cyborgs, sumergir la conciencia humana en servidores en la nube: bienvenidos a la matrix. Esto es lo que los globalistas llaman la Singularidad. Matrix no es sólo ciencia ficción, es un modelo de hacia dónde se dirige la civilización occidental moderna y a lo que ya se ha acercado.

La civilización que se ha establecido en Occidente es un triunfo del liberalismo, de la tecnocracia, del fin de la historia. La globalización es una estrategia para transformar todos los pueblos, todas las culturas, todas las civilizaciones en un tejido único de una sociedad liberal planetaria, donde el hombre, liberado de todas las identidades colectivas, se libera también de la última identidad colectiva: la de ser humano. Porque el hombre es también una identidad colectiva.»

18/03/2023

O exorcismo da Ucrânia | El exorcismo de Ucrania



«Os globalistas criaram propositadamente um Estado cuja ideologia totalitária era uma mistura de liberalismo e atlantismo, por um lado, e de neonazismo russófobo, por outro. Um regime de neonazismo liberal, a cujas facetas mais inumanas, racistas e terroristas, o Ocidente liberal fez, e continua a fazer, vista grossa. De facto, foi assim que concebeu e criou este regime.

Assim nasceu um Estado pós-moderno, onde o palhaço judeu actua simultaneamente como chefe e inspirador de grupos neonazis radicais (frequentemente anti-semitas, mas, sobretudo, russófobos). E toda esta sangrenta mascarada tarantinesca é fomentada pela mão do Ocidente liberal, que castiga imediatamente, e da forma mais brutal, qualquer centelha de patriotismo, ou até da protecção da família tradicional, no próprio Ocidente, enquanto que na Ucrânia floresce qualquer corrente e organização nazi e extremista. Tudo o que é inaceitável no seu próprio território, é, pelo contrário, apoiado e cultivado por este mesmo Ocidente liberal na Ucrânia, com fins puramente pragmáticos. O objectivo é o mesmo: destruir-nos a todo o custo. E, então, como é óbvio, nada restará desta escumalha neonazi; serão simplesmente liquidados por terem feito o seu trabalho sujo, e não se escutará qualquer ruído de protesto. Mas, tenho a certeza, seremos nós a acabar com eles.

No seu conjunto, a Ucrânia converter-se-á em nada, uma estepe árida no contexto do mundo liberal, ou renascerá como parte da grande civilização ortodoxa russa, que é o que sempre foi, e continua ser, mesmo agora. A libertação da Ucrânia, que agora estamos a levar a cabo com todas as nossas forças, tem algo de exorcismo, um exorcismo do diabo. Foi nisso que se tornou a operação especial que levamos a cabo, há já um ano.»

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«Los globalistas crearon a propósito un Estado cuya ideología totalitaria era una mezcla de liberalismo y atlantismo, por un lado, y de neonazismo rusófobo, por otro. Un régimen de nazismo liberal, ante cuyas facetas más inhumanas, racistas y terroristas el Occidente liberal ha hecho y sigue haciendo la vista gorda. De hecho, concibió y creó este régimen.

Así nació un Estado posmoderno, donde el payaso judío actúa simultáneamente como jefe e inspirador de grupos neonazis radicales (a menudo antisemitas, pero sobre todo rusófobos). Y toda esta sangrienta mascarada tarantinesca está impulsada de la mano del Occidente liberal, que castiga de inmediato cualquier atisbo de patriotismo, o incluso de protección de la familia tradicional, en el propio Occidente, de la forma más brutal, mientras que en Ucrania florece cualquier corriente y organización nazi y extremista. Todo lo que es inaceptable en su propio territorio es por el contrario, con fines puramente pragmáticos, apoyado y cultivado por este mismo Occidente liberal en Ucrania. El objetivo es el mismo: destruirnos a toda costa. Y entonces, por supuesto, tampoco quedará nada de esta chusma neonazi, simplemente serán liquidados por haber hecho su trabajo sucio, y no se oirá ni un ruido. Pero estoy seguro de que nosotros mismos acabaremos con ellos.

En conjunto, Ucrania se convertirá en nada, en un árido páramo en el contexto del mundo liberal, o renacerá como parte de la gran civilización ortodoxa rusa, que es lo que siempre ha sido, y lo que es, incluso ahora. La liberación de Ucrania, que estamos llevando a cabo ahora con todas nuestras fuerzas, es algo así como un exorcismo, un exorcismo del diablo. En eso se ha convertido la operación especial que llevamos a cabo desde hace un año.»

07/03/2023

Como se explica a obsessão globalista com as alterações climáticas | Cómo explicar la obsesión globalista por el cambio climático


«No início e no final do discurso, Soros aborda outro factor que supõe ser uma ameaça para a "sociedade aberta". Trata-se da alteração climática.
Num canal russo do telegram, "Eksplikatsiya", há uma explicação engenhosa de como se posicionaram, no mesmo tabuleiro, as grandes transformações, conflitos e enfrentamentos geopolíticos e de civilização. Eis um fragmento ali contido:

"A 16 de Fevereiro de 2023, um especulador global, um fanático seguidor da ideologia extremista da "sociedade aberta", George Soros, pronunciou um discurso de abertura na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha. Grande parte do mesmo foi dedicado à geopolítica e à dura confrontação da ordem mundial liberal globalista unipolar com aquilo que Soros e as elites mundiais designam como "sociedades fechadas". [...]
Interessava-me, no entanto, a relação destas construções geopolíticas com o problema do aquecimento global, com que Soros começou e terminou o seu discurso. Juntando as peças cheguei à seguinte conclusão:

Soros afirma claramente que o degelo da Antárctida e do Árctico, juntamente com Xi Jinping, Erdogan e Modi, são ameaças reais para uma "sociedade aberta", e a agenda climática integra-se directamente no discurso geopolítico e converte-se num participante de pleno direito no grande confronto.
À primeira vista, isto parece um pouco absurdo. Como um hipotético aquecimento global (mesmo aceitando-o como real) pode contar-se entre os inimigos dos globalistas, e obter ainda o estatuto de "ameaça número 1", uma vez que Soros declara em primeiro lugar o perigo do degelo, e só em segundo lugar o de Putin no Kremlin e das tropas russas na Ucrânia.

Recordemos o que a geopolítica ensina sobre o confronto entre as "civilizações do Mar" e as "civilizações da Terra". Em consequência, todos os principais centros do atlantismo se situam em cidades portuárias, na costa. Foi o caso de Cartago, Atenas, Veneza, Amsterdão, Londres e, hoje, de Nova Iorque. Esta lei estende-se inclusive à geopolítica eleitoral dos Estados Unidos, onde os estados azuis que tradicionalmente apoiam os democratas, incluindo a ultra-liberal Nova Iorque, situam-se ao longo das duas costas, ocidental e oriental, e os estados vermelhos republicanos, mais tradicionais, cujo apoio levou Trump ao poder, o principal inimigo de George Soros, conformam a Heartland estado-unidense.

Nos outros continentes acontece mais ou menos o mesmo. Foi a "civilização do Mar" que construiu essa "sociedade aberta" que George Soros defende fervorosamente, enquanto as "sociedades fechadas" que se lhe opõem são as civilizações da Terra, entre elas a russo-asiática, a chinesa, a indiana, a ibero-americana e mesmo o núcleo norte-americano (os estados vermelhos). Por isso, se o gelo se derrete, o nível dos oceanos subirá rapidamente. E isso significa que os primeiros a ficar submersos serão precisamente os pólos da talassocracia mundial: a zona da Rimland, os espaços costeiros que são os bastiões da oligarquia liberal global. Nesse caso, a sociedade liberal aberta, também chamada "sociedade líquida" (Sigmund Bauman) será simplesmente arrasada: só restarão as "sociedades fechadas", situadas na Hinterland – o interior dos continentes.

O aquecimento da Terra tornará férteis muitas zonas frias, sobretudo no noreste da Eurasia. Na América, só restarão os estados que apoiam os republicanos. Todos os bastiões democratas se afogarão. E antes que isso ocorra, o moribundo Soros anuncia o seu testamento aos globalistas: "é agora ou nunca: ou a "sociedade aberta" triunfa hoje na Rússia, China, Índia, Turquia, etc., o que permitirá à elite globalista salvar-se, mudando-se para as regiões interiores dos continentes, ou a "sociedade aberta" acabará."

Só assim se explica a obsessão dos globalistas pelas alterações climáticas. Não, não estão doidos! Nem Soros, nem Schwab, nem Biden! O aquecimento global, tal como o "General Inverno" na II Guerra Mundial, na luta contra Hitler, está a converter-se num factor de peso na política mundial, e agora está do lado de um mundo multipolar

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«Al principio y al final del discurso, Soros aborda otro factor que supone una amenaza para la "sociedad abierta". Se trata del cambio climático.
En un canal de telegram ruso, "Eksplikatsiya", se explica ingeniosamente cómo llegaron a ponerse en el mismo tablero que las grandes transformaciones, conflictos y enfrentamientos geopolíticos y de civilización. He aquí el fragmento completo tomado de allí:

"El 16 de febrero de 2023, un especulador global, un fanático seguidor de la ideología extremista de la "sociedad abierta", George Soros, pronunció un discurso de apertura en Alemania en la Conferencia de Seguridad de Múnich. Gran parte del mismo estuvo dedicado a la geopolítica y a la dura confrontación del orden mundial liberal globalista unipolar con lo que Soros y las élites mundiales denominan "sociedades cerradas". [...]
Me interesaba, sin embargo, cómo se relacionan estas construcciones geopolíticas con el problema del calentamiento global, con el que Soros empezó y terminó su discurso. Poniéndolo todo junto, llegué a la siguiente conclusión.

Soros afirma claramente que el deshielo de la Antártida y el Ártico, junto con Putin, Xin Jiang Ping, Erdogan y Modi, son amenazas reales para una "sociedad abierta", y la agenda climática se integra directamente en el discurso geopolítico y se convierte en participante de pleno derecho en la gran confrontación.
A primera vista, esto parece un poco absurdo. Cómo un hipotético calentamiento global (incluso si lo aceptamos como real) puede contarse entre los enemigos de los globalistas, e incluso obtener el estatus de "amenaza número 1", ya que Soros declara en primer lugar el peligro del deshielo y sólo en segundo lugar - de Putin en el Kremlin y las tropas rusas en Ucrania.

Recordemos que la geopolítica enseña sobre el enfrentamiento de las "civilizaciones del Mar" y las "civilizaciones de la Tierra". En consecuencia, todos los principales centros del atlantismo se sitúan en las ciudades portuarias, en la costa. Fue el caso de Cartago, Atenas, Venecia, Ámsterdam, Londres, y hoy de Nueva York. Esta ley se extiende incluso a la geopolítica electoral de Estados Unidos, donde los Estados azules que tradicionalmente apoyan a los demócratas, incluida la ultraliberal Nueva York, se sitúan a lo largo de ambas costas, occidental y oriental, y los Estados republicanos rojos más tradicionales, cuyo apoyo llevó al poder a Trump, el principal enemigo de George Soros, conforman el Heartland estadounidense.

Más o menos lo mismo ocurre en otros continentes. Fue la "civilización del Mar" la que construyó esa "sociedad abierta" que George Soros defiende fervientemente, mientras que las "sociedades cerradas" opuestas a ella son las civilizaciones de la Tierra, entre ellas la ruso-euroasiática, la china, la india, la latinoamericana e incluso el núcleo norteamericano (Estados rojos). Por lo tanto, si el hielo se derrite, el nivel de los Océanos del mundo sube rápidamente. Y eso significa que los primeros en quedar sumergidos serán precisamente los polos de la talasocracia mundial: la zona de Rimland, los espacios costeros que son los bastiones de la oligarquía liberal global. En tal caso, la sociedad liberal abierta, también llamada "sociedad líquida" (Sigmund Bauman) será simplemente arrasada: sólo quedarán las "sociedades cerradas", situadas en el Hinterland – el interior de los continentes.

El calentamiento de la Tierra hará fértiles muchas zonas frías, sobre todo en el noreste de Eurasia. En América, sólo quedarán los Estados que apoyan a los republicanos. Todos los bastiones demócratas se ahogarán. Y antes de que eso ocurra, el moribundo Soros anuncia su testamento a los globalistas: "es ahora o nunca: o la "sociedad abierta" triunfa hoy en Rusia, China, India, Turquía, etc., lo que permitirá a la élite globalista salvarse en los continentes trasladándose a las regiones del interior, o la "sociedad abierta" se acabará".

Sólo así se explica la obsesión de los globalistas por el cambio climático. No, ¡no están locos! ¡Ni Soros, ni Schwab, ni Biden! El calentamiento global, como una vez hizo el "Gen. Winter" en la Segunda Guerra Mundial en el bando ruso en la lucha contra Hitler, se está convirtiendo en un factor en la política mundial, y ahora está del lado de un mundo multipolar

21/07/2022

O logro ambientalista | El timo ambientalista



«A ausência de uma autêntica filosofia política é substituída por ideias simplistas, como a protecção do meio-ambiente. O ambientalismo é o último refúgio dos políticos que já não têm nada para dizer.»

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«La ausencia de una verdadera filosofía política es sustituida por ideas simplistas como la protección por el medio ambiente. El ambientalismo es el último refugio de los políticos que ya no tienen nada que decir.»

26/06/2022

A civilização do Anticristo | La civilización del Anticristo



Porque considera que a Rússia é uma representante da cultura tradicional enquanto que o Ocidente é uma espécie de Anticristo?

«Porque a Rússia defende os valores tradicionais e conservadores (a Igreja, o Estado, a família), enquanto o Ocidente se identifica com tudo o contrário: o pós-modernismo, o ateísmo e a indiferença com a religião, a abolição dos Estados nacionais para criar um governo mundial único, o casamento homossexual, o aborto, o transexualismo, etc. Sabemos muito bem como o progressismo ocidental vê o resto do mundo, mas muito poucas vezes se diz o que pensa o resto do mundo do “progressismo ocidental”; ou seja, vê-o como a “civilização do Anticristo”.»

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¿Por qué considera que Rusia es un representante de la cultura tradicional mientras que el Occidente es más bien una especie de Anticristo?

«Porque Rusia defiende los valores tradicionales y conservadores (la Iglesia, el Estado, la familia), mientras que Occidente se identifica con todo lo contrario: el postmodernismo, el ateísmo y la indiferencia hacia la religión, la abolición de los Estados nacionales para crear un gobierno mundial único, el matrimonio homosexual, el aborto, el transexualismo, etc. Sabemos muy bien cómo el progresismo occidental ve al resto del mundo, pero muy pocas veces se dice lo que piensa el resto del mundo del “progresismo occidental”, es decir, lo ven como la “civilización del Anticristo”.»

18/06/2022

O Grande Despertar | El Gran Despertar



Numa entrevista recente referiu-se a um livro seu onde defende que o “Grande Reinício” e o “Grande Despertar” são os únicos partidos que hoje existem.

«Sim, afirmei que o “Great Reset” é a ideologia dos globalistas e dos liberais que querem consolidar o seu poder a qualquer preço, e para isso usam todos os meios à sua disposição – redes globais, totalitarismo, controlo mental das massas, ditadura sanitária, destruição dos sexos tradicionais e transformação dos seres humanos em máquinas por meio de pandemias, guerras, conflitos, etc. – para nos poder dominar. No entanto, os povos compreenderam que este é o objectivo das elites globalistas, que não só procuram destruir os países hostis como a Rússia e a China, como também os seus próprios povos. Daí que as elites estado-unidenses (como vemos no caso dos partidários de Trump) e europeias (com os ataques que lançam contra os populistas) tentem acabar com o Grande Despertar, o qual surge da consciencialização de que a guerra não é entre um povo e outro, mas a luta desencadeada pela ideologia e as elites globalistas contra os diversos povos do mundo. O “Grande Despertar” implica a criação de uma internacional antiglobalista que una a todos os partidários da multipolaridade e todas as ideologias (por muito extravagantes e estranhas que sejam) que se opõem ao globalismo.»

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En una entrevista que dio hace poco usted hablaba de un libro suyo donde sostiene que la “Gran Reconstrucción” y el “Gran Despertar” son los únicos partidos que hoy existen.

«Sí, he dicho que el “Great Reset” es la ideología de los globalistas y los liberales que quieren consolidar su poder a cualquier precio y por eso usan todos los medios a su disposición – redes globales, totalitarismo, control mental de las masas, dictadura médica, destrucción de los sexos tradicionales y transformación de los seres humanos en máquinas por medio de pandemias, guerras, conflictos, etc. – para podernos dominar. Sin embargo, los pueblos han comprendido que este es el objetivo de las élites globalistas que no solo buscan destruir a los países hostiles como Rusia o China, sino también a sus propios pueblos. De ahí que las élites estadounidenses (como lo vemos en el caso de los seguidores de Trump) y europeas (con los ataques que lanzan contra los populistas) busquen acabar con el “Gran Despertar”, el cual surge de la concientización de que la guerra no es entre un pueblo y otro, sino la lucha entre la ideología y las élites globalistas contra los diversos pueblos del mundo. El “Gran Despertar” implica la creación de una internacional antiglobalista que una a todos los partidarios de la multipolaridad y todas las ideologías (por muy extravagantes y extrañas que sean) que se oponen al globalismo.»

15/05/2022

A Nova Ordem Mundial | El Nuevo Orden Mundial




«A Nova Ordem Mundial é a fase última do liberalismo; ou seja, o momento em que o liberalismo se converte num sistema totalitário no qual se suprime toda e qualquer forma democrática com vista à criação de um Governo mundial transnacional que impõe quais são os valores, as normas e regras que a humanidade deve seguir, ao mesmo tempo que determina o que é permitido e o que é proibido, sem ter em consideração as diferenças entre as várias civilizações e culturas. Tudo isto nos leva a considerar que a NOM tem por objectivo criar um campo de concentração mundial onde a democracia desaparecerá.»

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«El Nuevo Orden Mundial es la fase última del liberalismo; es decir, el momento en que el liberalismo se convierte en un sistema totalitario en el que se suprime cualquier forma democrática en pro de la creación de un Gobierno mundial transnacional que dictamina cuáles son los valores, las normas y reglas que la humanidad debe seguir, a la vez que determina qué está permitido y qué está prohibido sin tener en cuenta las diferencias entre las distintas civilizaciones y culturas. Todo esto nos lleva a considerar que el NOM tiene por objetivo crear un campo de concentración mundial donde la democracia desaparecerá.»

26/04/2022

A ditadura liberal | La dictadura liberal

 


«O liberalismo começou a revelar os seus traços totalitários. Quando ainda existiam o comunismo e o fascismo, o liberalismo apresentava-se como o defensor da liberdade. E isso era parcialmente verdade, mas no momento em que desapareceram as ideologias abertamente totalitárias, o liberalismo começou a assumir uma forma diferente. Agora, o individualismo, a ideologia de género, o LGBT+, a protecção das minorias, o cosmopolitismo, a ecologia e o pós-humanismo converteram-se nos princípios de um sistema de valores muito rígidos. No início, os liberais castigavam os desvios destes princípios com a pressão da opinião pública (o politicamente correcto), mas o casamento homossexual e outras leis similares foram impostas aos sistemas legais e passaram a fazer parte da ordem jurídica estabelecida. Quem quer que não esteja de acordo com elas será ostracizado e essa é a principal característica de qualquer governo totalitário. Hoje em dia os liberais competem entre si para ver qual é o mais liberal e denunciam os seus opositores por não serem suficientemente liberais (“progressistas”), e isso também sucedia nos anteriores regimes totalitários. Por essa razão, o liberalismo da velha escola que seguem Trump e os seus partidários se tornou inaceitável e faz agora parte das ideologias inimigas ou criminosas que devem ser proibidas: por isso o trumpismo passou a converter-se num sinónimo do “fascismo”.»

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«El liberalismo ha empezado a revelar sus rasgos totalitarios. Cuando todavía existían el comunismo y el fascismo el liberalismo se presentaba como el defensor de la libertad. Y eso era parcialmente cierto, pero en el momento en que desaparecieron las ideologías abiertamente totalitarias, el liberalismo empezó a asumir una forma distinta. Ahora el individualismo, la ideología de género, el LGBT+, la protección de las minorías, el cosmopolitismo, la ecología y el post-humanismo se han convertido en los principios de un sistema de valores muy rígidos. Al principio, los liberales castigaban el desviarse de estos principios con la presión de la opinión pública (la corrección política), pero el matrimonio homosexual y otras leyes similares fueron impuestas en los sistemas legales y pasaron a formar parte del orden jurídico establecido. Cualquiera que no esté de acuerdo con ellas será proscrito y esa es la principal característica de todo gobierno totalitario. Hoy en día los liberales compiten entre sí para ver quién es más liberal y denuncian a sus oponentes por no ser suficientemente liberales (“progresistas”), y eso también sucedía en los anteriores regímenes totalitarios. Por lo tanto, el liberalismo de la vieja escuela que siguen Trump y sus partidarios se ha vuelto inaceptable y ahora hace parte de las ideologías enemigas o criminales que deben ser prohibidas: es por eso que el trumpismo ha pasado a convertirse en un sinónimo del “fascismo”.»