Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

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23/08/2024

O ataque dos macacos da varíola | El ataque de los monos de la viruela



«Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde declarou uma emergência de saúde global devido a uma nova estirpe de varíola dos macacos, agora chamada Mpox (onde o M significa monkey, ou seja, “macaco”). Emergência mundial? A verdade é que a incidência não parece ser particularmente alarmante. O número global de casos acumulados nos últimos dois anos é de pouco menos de 100 mil afectados em todo o mundo, dos quais apenas 208 resultaram em morte, segundo dados do último relatório do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças da União Europeia.

Para colocar as coisas na sua devida dimensão, recordemos que a população mundial é de 8,2 mil milhões de pessoas. […] Quanto ao perfil médio dos doentes, é inequívoco: homens com cerca de 35 anos que – não deveria ser pecado dizê-lo – contraíram a doença após a prática homossexual através da troca de fluidos. Ou seja, nem pelo número de casos nem pelo universo dos afectados se poderia dizer que estamos realmente perante uma emergência de alcance planetário. Agora, supõe-se que tenha surgido uma nova variante denominada Clade I que seria transmitida pelas vias respiratórias e que justificaria a intensificação do alarme. Não importa que ninguém até agora tenha sido capaz de descrever satisfatoriamente esta variante. Também não importa que numerosos virologistas tenham explicado que não se trata de “varíola dos macacos”. Nada disso interessa. A OMS, rapidamente escoltada pelos meios de comunicação da oligarquia, apressou-se a espalhar o alarme. A classe política, mais uma vez, tem sido obediente ao apito. Ainda bem que (veja lá!) há vacina. Ah, sim: a 25 de Janeiro de 2022 (exactamente quando a pandemia anterior estava a terminar), a patente de uma vacina contra o VIH (SIDA) com vector do vírus da varíola foi concedida à Bavarian Nordic e à Janssen. Mais ainda: nesse mesmo mês, foi autorizado um medicamento injectável contra o vírus nos Estados Unidos. Coincidência. […]

Os jornais da oligarquia já começam a dizer – mentindo com todos os dentes – que o sector mais exposto à nova estirpe são as crianças e por isso devem ser vacinadas (é preciso ser canalha). E aqui aparece um investigador espanhol do CSIC a explicar, não sem efeitos hilariantes, que a vacina espanhola para a COVID também é válida para a varíola dos macacos.
O que é realmente prodigioso neste teatro é que já passámos por isto. Da primeira vez, quando o COVID rebentou, tudo funcionou como uma tragédia feroz. Os mortos eram reais, mas hoje sabemos que nem todos morreram pelas causas que nos contaram. As possibilidades de contágio também eram reais, mas nem de longe tão fatais ou tão abundantes como nos foi dito. As medidas de isolamento – era difícil de saber na altura – eram perfeitamente inadequadas. A vacinação foi uma grande farsa, pelo discurso redentor dos que estiveram envolvidos. O mundo foi condenado a uma paralisação forçada que, sem dúvida, teve os seus benefícios, mas causou danos incalculáveis aos comuns mortais. Tudo isto entre os aplausos quase unânimes da classe política, a cumplicidade indecente das instituições médicas e a obediência submissa dos grandes meios de comunicação. Um perfeito exercício de despotismo em nome da “saúde” aplicado a uma população em grande parte aterrorizada. Já sabendo tudo isto, como se atrevem a tentar de novo?

Hoje, poucas horas antes das instituições de saúde da UE tomarem as suas decisões, já sabemos algumas coisas fundamentais. Sabemos que as possibilidades reais de infecção por Mpox, para a grande maioria da população, são extremamente reduzidas. Sabemos que a comercialização de uma vacina específica, ou seja, uma operação da indústria farmacêutica, teve um papel determinante no lançamento da campanha. Sabemos que a OMS não é uma instituição benevolente para a humanidade, mas sim uma ferramenta de governação global nas mãos da indústria privada. Sabemos que o conhecimento real da nossa classe política em matéria epidemiológica é ostensivamente fraco e que os “especialistas” em que afirma confiar agem motivados por interesses que pouco têm a ver com a ciência médica. Sabemos que a comunicação social oligárquica manipula a realidade e constrói enormes mentiras baseadas em meias verdades. E sabemos, finalmente, que em última análise existem tribunais dispostos a defender os direitos dos cidadãos, quando estes têm a coragem de se opor aos novos déspotas. Por outras palavras, sabemos o suficiente para não reviver o pesadelo de há quatro anos.
Se desta vez, finalmente, os cidadãos voltarem a baixar a cabeça, a culpa já não será dos déspotas: a culpa será dos próprios cidadãos. Têm que resistir.»

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«La semana pasada, la Organización Mundial de la Salud declaró la emergencia sanitaria mundial por una nueva cepa de la viruela del mono, que ahora hay que llamar Mpox (donde la M significa monkey, o sea, «mono»). ¿Emergencia mundial? La verdad es que no parece que la incidencia sea especialmente alarmante. La cifra global de casos acumulados en los dos últimos años es de algo menos de 100.000 afectados en todo el mundo, de los cuales sólo 208 desembocaron en muerte, según datos del último informe del European Centre for Disease Prevention and Control de la Unión Europea.

Para poner la cosa en su justa dimensión, señalemos que la población mundial es de 8.200 millones de personas. […] En cuanto al perfil medio de los pacientes, es inequívoco: varones de en torno a 35 años que —no debería ser pecado decirlo— han contraído la enfermedad después de una práctica homosexual por intercambio de fluidos. Es decir, que ni por número de casos ni por universo de afectados podría decirse que realmente estemos ante una emergencia de alcance planetario. Ahora bien, se supone que ha aparecido una nueva variante llamada Clado I que se transmitiría por vías respiratorias y que justificaría la intensificación de la alarma. No importa que nadie hasta la fecha haya sido capaz de describir satisfactoriamente esta variante. Tampoco importa que numerosos virólogos hayan explicado que esto no es «viruela del mono». Todo eso da igual. La OMS, rápidamente escoltada por los medios de comunicación de la oligarquía, se ha apresurado a extender ya la alarma. La clase política, una vez más, ha sido obediente al toque de silbato. Menos mal que, mire usted por dónde, hay una vacuna. Oh, sí: el 25 de enero de 2022 (justo cuando terminaba la pandemia anterior) se concedió la patente de una vacuna contra el VIH (sida) con vector de virus de la viruela para Bavarian Nordic y Janssen. Es más: en ese mismo mes se autorizaba en los Estados Unidos un fármaco —inyectable— contra el virus. Casualidad. […]

Los periódicos de la oligarquía ya empiezan a decir —mintiendo con toda la boca— que el sector más expuesto a la nueva cepa son los niños y que por eso hay que vacunarlos (hay que ser canalla). Y en esto aparece un investigador español del CSIC explicando, no sin efectos hilarantes, que la vacuna española para la COVID vale también para la viruela del mono.
Lo realmente prodigioso del espectáculo es que ya hemos pasado por aquí. La primera vez, cuando el estallido del COVID, todo funcionó como en una feroz tragedia. Los muertos eran de verdad, pero hoy sabemos que no todos murieron por las causas que nos dijeron. Las posibilidades de contagio también eran reales, pero ni mucho menos tan fatales ni tan abundantes como nos contaron. Las medidas de aislamiento —entonces resultaba difícil saberlo— eran perfectamente improcedentes. La vacunación tuvo mucho de farsa, por el discurso redentor en el que se envolvieron. Se condenó al mundo a un parón forzado que sin duda tuvo sus beneficiarios, pero que al común de los mortales nos causó daños sin cuento. Todo ello entre el aplauso casi unánime de la clase política, la complicidad indecente de las instituciones médicas y la obediencia sumisa de los grandes medios de comunicación. Un perfecto ejercicio de despotismo en nombre de la «salud» aplicado sobre una población mayoritariamente aterrorizada. Sabiendo ya todo esto, ¿cómo se atreven a intentarlo de nuevo?

Hoy, pocas horas antes de que las instituciones sanitarias de la UE tomen sus decisiones, sabemos ya unas cuantas cosas fundamentales. Sabemos que las posibilidades reales de contagio del mpox para la inmensa mayoría de la población son extremadamente reducidas. Sabemos que en el lanzamiento de la campaña ha jugado un papel determinante la comercialización de una vacuna concreta, es decir, una operación de la industria farmacéutica. Sabemos que la OMS no es una institución benefactora de la humanidad, sino una herramienta de gobierno global en manos de la industria privada. Sabemos que los conocimientos reales de nuestra clase política en materia epidemiológica son ostensiblemente entecos y que los «expertos» en los que aquella dice apoyarse actúan movidos por intereses que tienen poco que ver con la ciencia médica. Sabemos que los medios de comunicación de la oligarquía manipulan la realidad y construyen enormes mentiras sobre la base de medias verdades. Y sabemos, en fin, que en última instancia hay tribunales dispuestos a defender los derechos de los ciudadanos cuando éstos tienen el valor de oponerse a los nuevos déspotas. O sea que sabemos lo suficiente para no volver a vivir la pesadilla de hace cuatro años.
Si esta vez, en fin, los ciudadanos vuelven a bajar la cabeza, ya no será culpa de los déspotas: será culpa de los propios ciudadanos. Hay que resistir.»[texto completo]

01/03/2024

Carros com mais de 15 anos | Coches de más de 15 años



«A União Europeia propôs um legislação controversa que proibiria efectivamente o direito à reparação aos veículos com mais de 15 anos. O objectivo, segundo a Comissão Europeia, é “renovar o parque automóvel e incentivar os europeus a comprar veículos novos e mais amigos do ambiente”. Obrigar as pessoas a comprar automóveis mais novos e mais frequentemente, portanto, enquanto muitas outras pessoas, sem dúvida, se verão excluídas da propriedade de automóveis, o que satisfará aquele que se pode considerar o objectivo real: a imobilização planificada das pessoas.
[…]
Sim, porque encher as sucatas com carros oxidados, porque têm uma ou duas peças defeituosas, é muito amigo do ambiente, não é verdade? É óbvio, todos sabemos que isto não tem nada a ver com o clima, mas com o controlo total, a limitação das nossas acções e da liberdade de viajar. […]
Não o tinhas já escutado? “Não possuirás nada e serás feliz” em 2030.»

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«La Unión Europea propone una legislación controvertida que prohibiría efectivamente el derecho a reparación de vehículos de más de 15 años. El objetivo según la Comisión Europea es “renovar el parque automovilístico y animar a los europeos a comprar vehículos nuevos y respetuosos con el medio ambiente”. Por lo tanto, obligar a las personas a comprar automóviles más nuevos, y más a menudo, mientras que muchas otras personas sin duda se verán excluidas de la propiedad de automóviles, lo que satisfará lo que podría decirse que es el objetivo real: la inmovilización planificada de la gente.
[…]
Ah, sí, porque llenar los vertederos con coches oxidados porque tienen una o dos piezas defectuosas es muy respetuoso con el medio ambiente, ¿no? Por supuesto, sabemos que esto no tiene nada que ver con el clima, sino con el control total y la mitigación de nuestras acciones y la libertad de viajar. [...]
¿No lo has oído? “No poseerás nada y serás feliz” para 2030.»[artigo integral]

12/11/2023

O triunfo do Mal | El triunfo del Mal


«Os planos infernais da elite globalista – cuja malvadez intrínseca temos denunciado – são também consistentes entre si, porque estão dirigidos pelo ódio do Adversário para com Cristo. Os planos de Bill Gates para obscurecer o sol e vacinar a população mundial; os de George Soros para invadir os países ocidentais por hordas de muçulmanos e minar a família natural financiando os movimentos woke e LGBTQ; os planos de Klaus Schwab para obrigar-nos a comer insectos ou confinar-nos em "cidades inteligentes" de 15 minutos: os de Harari para apagar a ideia de um Deus transcendente e reescrever uma Bíblia "politicamente correcta"; os planos do Estado profundo para centralizar o controlo dos cidadãos com identidade digital, dinheiro electrónico e manipulação do voto; o plano de Bergoglio para transformar a Igreja numa agência da ONU e do Fórum Económico Mundial de Davos, não são planos autónomos, implementados sem nenhuma relação entre si.

Em tudo o que sucedeu nas últimas décadas de forma mais clandestina, e mais recentemente de forma muito mais evidente, podemos reconhecer um espírito, uma inteligência capaz de dar origem a uma organização aparentemente infalível e implacável. Porque é preciso admiti-lo: quem construiu esta máquina infernal, na qual todas as engrenagens parecem girar perfeitamente, demonstra uma inteligência superior, mesmo satânica.

A observação da eficácia organizativa dos malvados não nos deve assustar nem fazer-nos renunciar à luta contra os seus planos. Com efeito, creio que é precisamente esta "perfeição", quase mecânica, sem alma, no campo do inimigo, que acabará por constituir a sua própria condenação: "Simul stabunt, simul cadent" ("Manter-se-ão juntos, cairão juntos") diz a frase latina. E será exactamente assim, porque o triunfo do Mal é uma ficção, uma simulação, uma encenação baseada – como tudo o que vem de Satanás – nas aparências e na mentira.»

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«Los planes infernales de la élite globalista –cuya malicia intrínseca hemos descubierto– también son consistentes entre sí, porque están impulsados por el odio del Adversario hacia Cristo. El plan de Bill Gates para oscurecer el sol y vacunar a la población mundial; el de George Soros de invadir los países occidentales por hordas de musulmanes y socavar la familia natural financiando los movimientos despertados y LGBTQ; el plan de Klaus Schwab de obligarnos a comer insectos o confinarnos en “ciudades inteligentes” de 15 minutos; la de Harari de borrar la idea de un Dios trascendente y reescribir una Biblia “políticamente correcta”; el plan del Estado profundo para centralizar el control ciudadano con identidad digital, dinero electrónico y manipulación de votos; el plan de Bergoglio de transformar la Iglesia en agencia de la ONU y el Foro Económico Mundial de Davos, no son planes autónomos implementados sin ningún vínculo entre sí.

En todo lo que ha sucedido en las últimas décadas de forma más clandestina y más recientemente de forma mucho más evidente, podemos reconocer un espíritu, una inteligencia capaz de dar origen a una organización aparentemente infalible e implacable. Porque hay que admitirlo: quienes construyeron esta máquina infernal, en la que todos los engranajes parecen girar perfectamente, demuestran una inteligencia superior, incluso satánica.

La observación de la eficacia organizativa de los malos no debe asustarnos ni hacernos renunciar a luchar contra sus planes. En efecto, creo que es precisamente esta “perfección”, casi mecánica, sin alma, en el campo enemigo la que acabará constituyendo su propia condena: “Simul stabunt, simul cadent” (“Se mantendrán juntos, caerán juntos”), recita el refrán latino. Y será exactamente así, porque el triunfo del Mal es una ficción, una simulación, una puesta en escena basada –como todo lo que viene de Satán– en las apariencias y en la mentira.» [Artigo completo]

27/03/2023

O espírito de Davos | El espíritu de Davos



«O presidente da Colômbia, Gustavo Francisco Petro Urrego, não teve qualquer problema em dizer em voz alta o que costuma dizer em voz baixa. Sentado ao lado do campeão verde Al Gore, Petro Urrego proclamou que a Humanidade deve "superar o capitalismo", se quer sobreviver. Uma vez que Gore, membro do Conselho de Administração do Fórum Económico Mundial (WEF), não parecia estar em desacordo, será justo dizer que o Clube de Davos encontra mais coisas que lhe agradam numa versão do comunismo controlada pelas elites (será que existe outra versão?) do que num sistema de livre mercado, no qual as pessoas comuns possam prosperar.

Se tudo isto soa brutalmente antagónico das liberdades ocidentais, tão duramente conquistadas, que priorizam a protecção dos direitos e das liberdades individuais sobre as intrusões arbitrárias do Estado, é porque o Fórum Económico Mundial virou do avesso o legado iluminista do Ocidente. Coincidindo com a sua última reunião, o WEF publicou um relatório no qual cita "a informação incorrecta e a desinformação" entre os "riscos" mundiais mais importantes. Os membros do WEF predizem publicamente que as leis contra o "incitamento ao ódio" em breve chegarão aos Estados Unidos, numa violação directa da Primeira Emenda da Constituição, a liberdade de expressão. Na guerra interminável contra o sempre inconstante clima da Terra, cada vez são mais as vozes que advogam pela imposição de "créditos de carbono" individuais. São os mesmos autoritários que forçaram os passaportes digitais de vacinação, o rastreio dos contactos, o uso obrigatório de vacinas experimentais e os testes omnipresentes. E em linha com a determinação do WEF para que os ocidentais passem a alimentar-se com insectos, a União Europeia autorizou agora o consumo geral de grilos domésticos. Censura, vigilância maciça e insectos: bem-vindos ao futuro, se o WEF lava a sua avante.

Nenhum dos vastos programas do WEF, para refazer o mundo de acordo com o interesse dos seus membros, soa a algo que os ocidentais possam abraçar de livre vontade. Certamente por essa razão, tantos entre os participantes do Fórum apelam à adopção forçada dessas políticas, independentemente do apoio público. Talvez por isso, o Partido Comunista Chinês aplaudiu recentemente o "espírito de Davos". Os comunistas reconhecem o comunismo quando o vêem, e a China gosta do que vê na oligarquia globalista de Klaus Schwab.»

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«El presidente de Colombia, Gustavo Francisco Petro Urrego, no tuvo ningún problema en decir en voz alta lo que se suele decir en voz baja. Sentado junto al campeón verde Al Gore, Petro Urrego proclamó que la Humanidad debe “superar el capitalismo” si quiere sobrevivir. Dado que Gore, miembro del Consejo de Administración del WEF, no parecía estar en desacuerdo, parece justo decir que el Club de Davos encuentra más cosas que le gustan en una versión del comunismo controlada por las élites (¿hay de algún otro tipo?) que en un sistema de libre mercado en el que la gente corriente pueda prosperar.

Si todo esto suena salvajemente antagónico con las libertades occidentales, tan duramente peleadas, que priorizan la protección de los derechos y libertades individuales sobre las intrusiones indiscriminadas del Estado, es porque el Foro Económico Mundial ha puesto patas arriba el impagable legado ilustrado de Occidente. Coincidiendo con su última reunión, el WEF ha publicado un informe en el que cita “la información incorrecta y la desinformación” entre los “riesgos” mundiales más importantes. Los miembros del WEF predicen públicamente que las leyes contra la “incitación al odio” llegarán pronto a Estados Unidos, en violación directa de las protecciones de la Primera Enmienda de la Constitución a la libertad de expresión. En la interminable guerra contra el siempre cambiante clima de la Tierra, cada vez son más las voces que abogan por la imposición de “cupos de carbono” individuales. Estos mismos autoritarios impulsan los pasaportes digitales de vacunación, el rastreo de contactos, el uso obligatorio de vacunas experimentales y los test omnipresentes. Y en línea con la determinación del WEF de que los occidentales pasen a alimentarse con bichos, la Unión Europea ha autorizado ahora el consumo general de grillos domésticos. Censura, vigilancia masiva e insectos: bienvenidos al futuro, si el WEF se sale con la suya.

Ninguno de los vastos programas del WEF para rehacer el mundo de acuerdo con los intereses de sus miembros suena a nada que los occidentales libres pudieran abrazar voluntariamente. Seguramente por eso tantos de los ponentes del Foro instan a la adopción contundente de esas políticas, independientemente del apoyo público. Quizá por eso el Partido Comunista Chino aplaudió recientemente el “espíritu de Davos”. Los comunistas reconocen el comunismo cuando lo ven, y a China le gusta lo que ve en la oligarquía globalista de Klaus Schwab.»

07/03/2023

Como se explica a obsessão globalista com as alterações climáticas | Cómo explicar la obsesión globalista por el cambio climático


«No início e no final do discurso, Soros aborda outro factor que supõe ser uma ameaça para a "sociedade aberta". Trata-se da alteração climática.
Num canal russo do telegram, "Eksplikatsiya", há uma explicação engenhosa de como se posicionaram, no mesmo tabuleiro, as grandes transformações, conflitos e enfrentamentos geopolíticos e de civilização. Eis um fragmento ali contido:

"A 16 de Fevereiro de 2023, um especulador global, um fanático seguidor da ideologia extremista da "sociedade aberta", George Soros, pronunciou um discurso de abertura na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha. Grande parte do mesmo foi dedicado à geopolítica e à dura confrontação da ordem mundial liberal globalista unipolar com aquilo que Soros e as elites mundiais designam como "sociedades fechadas". [...]
Interessava-me, no entanto, a relação destas construções geopolíticas com o problema do aquecimento global, com que Soros começou e terminou o seu discurso. Juntando as peças cheguei à seguinte conclusão:

Soros afirma claramente que o degelo da Antárctida e do Árctico, juntamente com Xi Jinping, Erdogan e Modi, são ameaças reais para uma "sociedade aberta", e a agenda climática integra-se directamente no discurso geopolítico e converte-se num participante de pleno direito no grande confronto.
À primeira vista, isto parece um pouco absurdo. Como um hipotético aquecimento global (mesmo aceitando-o como real) pode contar-se entre os inimigos dos globalistas, e obter ainda o estatuto de "ameaça número 1", uma vez que Soros declara em primeiro lugar o perigo do degelo, e só em segundo lugar o de Putin no Kremlin e das tropas russas na Ucrânia.

Recordemos o que a geopolítica ensina sobre o confronto entre as "civilizações do Mar" e as "civilizações da Terra". Em consequência, todos os principais centros do atlantismo se situam em cidades portuárias, na costa. Foi o caso de Cartago, Atenas, Veneza, Amsterdão, Londres e, hoje, de Nova Iorque. Esta lei estende-se inclusive à geopolítica eleitoral dos Estados Unidos, onde os estados azuis que tradicionalmente apoiam os democratas, incluindo a ultra-liberal Nova Iorque, situam-se ao longo das duas costas, ocidental e oriental, e os estados vermelhos republicanos, mais tradicionais, cujo apoio levou Trump ao poder, o principal inimigo de George Soros, conformam a Heartland estado-unidense.

Nos outros continentes acontece mais ou menos o mesmo. Foi a "civilização do Mar" que construiu essa "sociedade aberta" que George Soros defende fervorosamente, enquanto as "sociedades fechadas" que se lhe opõem são as civilizações da Terra, entre elas a russo-asiática, a chinesa, a indiana, a ibero-americana e mesmo o núcleo norte-americano (os estados vermelhos). Por isso, se o gelo se derrete, o nível dos oceanos subirá rapidamente. E isso significa que os primeiros a ficar submersos serão precisamente os pólos da talassocracia mundial: a zona da Rimland, os espaços costeiros que são os bastiões da oligarquia liberal global. Nesse caso, a sociedade liberal aberta, também chamada "sociedade líquida" (Sigmund Bauman) será simplesmente arrasada: só restarão as "sociedades fechadas", situadas na Hinterland – o interior dos continentes.

O aquecimento da Terra tornará férteis muitas zonas frias, sobretudo no noreste da Eurasia. Na América, só restarão os estados que apoiam os republicanos. Todos os bastiões democratas se afogarão. E antes que isso ocorra, o moribundo Soros anuncia o seu testamento aos globalistas: "é agora ou nunca: ou a "sociedade aberta" triunfa hoje na Rússia, China, Índia, Turquia, etc., o que permitirá à elite globalista salvar-se, mudando-se para as regiões interiores dos continentes, ou a "sociedade aberta" acabará."

Só assim se explica a obsessão dos globalistas pelas alterações climáticas. Não, não estão doidos! Nem Soros, nem Schwab, nem Biden! O aquecimento global, tal como o "General Inverno" na II Guerra Mundial, na luta contra Hitler, está a converter-se num factor de peso na política mundial, e agora está do lado de um mundo multipolar

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«Al principio y al final del discurso, Soros aborda otro factor que supone una amenaza para la "sociedad abierta". Se trata del cambio climático.
En un canal de telegram ruso, "Eksplikatsiya", se explica ingeniosamente cómo llegaron a ponerse en el mismo tablero que las grandes transformaciones, conflictos y enfrentamientos geopolíticos y de civilización. He aquí el fragmento completo tomado de allí:

"El 16 de febrero de 2023, un especulador global, un fanático seguidor de la ideología extremista de la "sociedad abierta", George Soros, pronunció un discurso de apertura en Alemania en la Conferencia de Seguridad de Múnich. Gran parte del mismo estuvo dedicado a la geopolítica y a la dura confrontación del orden mundial liberal globalista unipolar con lo que Soros y las élites mundiales denominan "sociedades cerradas". [...]
Me interesaba, sin embargo, cómo se relacionan estas construcciones geopolíticas con el problema del calentamiento global, con el que Soros empezó y terminó su discurso. Poniéndolo todo junto, llegué a la siguiente conclusión.

Soros afirma claramente que el deshielo de la Antártida y el Ártico, junto con Putin, Xin Jiang Ping, Erdogan y Modi, son amenazas reales para una "sociedad abierta", y la agenda climática se integra directamente en el discurso geopolítico y se convierte en participante de pleno derecho en la gran confrontación.
A primera vista, esto parece un poco absurdo. Cómo un hipotético calentamiento global (incluso si lo aceptamos como real) puede contarse entre los enemigos de los globalistas, e incluso obtener el estatus de "amenaza número 1", ya que Soros declara en primer lugar el peligro del deshielo y sólo en segundo lugar - de Putin en el Kremlin y las tropas rusas en Ucrania.

Recordemos que la geopolítica enseña sobre el enfrentamiento de las "civilizaciones del Mar" y las "civilizaciones de la Tierra". En consecuencia, todos los principales centros del atlantismo se sitúan en las ciudades portuarias, en la costa. Fue el caso de Cartago, Atenas, Venecia, Ámsterdam, Londres, y hoy de Nueva York. Esta ley se extiende incluso a la geopolítica electoral de Estados Unidos, donde los Estados azules que tradicionalmente apoyan a los demócratas, incluida la ultraliberal Nueva York, se sitúan a lo largo de ambas costas, occidental y oriental, y los Estados republicanos rojos más tradicionales, cuyo apoyo llevó al poder a Trump, el principal enemigo de George Soros, conforman el Heartland estadounidense.

Más o menos lo mismo ocurre en otros continentes. Fue la "civilización del Mar" la que construyó esa "sociedad abierta" que George Soros defiende fervientemente, mientras que las "sociedades cerradas" opuestas a ella son las civilizaciones de la Tierra, entre ellas la ruso-euroasiática, la china, la india, la latinoamericana e incluso el núcleo norteamericano (Estados rojos). Por lo tanto, si el hielo se derrite, el nivel de los Océanos del mundo sube rápidamente. Y eso significa que los primeros en quedar sumergidos serán precisamente los polos de la talasocracia mundial: la zona de Rimland, los espacios costeros que son los bastiones de la oligarquía liberal global. En tal caso, la sociedad liberal abierta, también llamada "sociedad líquida" (Sigmund Bauman) será simplemente arrasada: sólo quedarán las "sociedades cerradas", situadas en el Hinterland – el interior de los continentes.

El calentamiento de la Tierra hará fértiles muchas zonas frías, sobre todo en el noreste de Eurasia. En América, sólo quedarán los Estados que apoyan a los republicanos. Todos los bastiones demócratas se ahogarán. Y antes de que eso ocurra, el moribundo Soros anuncia su testamento a los globalistas: "es ahora o nunca: o la "sociedad abierta" triunfa hoy en Rusia, China, India, Turquía, etc., lo que permitirá a la élite globalista salvarse en los continentes trasladándose a las regiones del interior, o la "sociedad abierta" se acabará".

Sólo así se explica la obsesión de los globalistas por el cambio climático. No, ¡no están locos! ¡Ni Soros, ni Schwab, ni Biden! El calentamiento global, como una vez hizo el "Gen. Winter" en la Segunda Guerra Mundial en el bando ruso en la lucha contra Hitler, se está convirtiendo en un factor en la política mundial, y ahora está del lado de un mundo multipolar

09/02/2023

Os plutocratas em Davos | Los plutocratas en Davos



«O Forum Económico Mundial (WEF), esse império que tudo quer esmagar, parece uma manta de retalhos roubados às piores ditaduras do mundo, para criar um Frankenstein woke. Assim, dos astecas tomou a inclinação aos sacrifícios humanos para afugentar o mau-tempo; dos comunistas chineses, o amor pelo controlo absoluto e a erradicação da cultura tradicional; dos fascistas italianos, a sua cumplicidade com os monopólios corporativos para espremer a sociedade, e dos nazis alemães a crença numa raça superior, neste caso as celebridades, banqueiros, capitalistas e potentados, que se reúnem em Davos e outros lugares para aplaudir os objectivos já alcançados e continuar a aplicar o seu plano-mestre, ao qual o WEF chama, muito carinhosamente, O Grande Reinício.
Como o próprio Klaus Schwab declarou recentemente ao seu ramalhete de convidados principescos, o WEF pretende "dominar o futuro"; e quem melhor para dominar o amanhã do que aqueles que consideram o resto dos habitantes do planeta pouco mais do que servos? [...]

Por trás de cada centímetro do "reconstruir melhor" (build back better), do grande reinício (great reset) da economia mundial promovido pelo WEF, há algum titã empresarial, gigante bancário, político ávido de poder, cacique burocrático ou um simples aristocrata que ganha dinheiro ou influência graças à infinidade de transacções secretas que estruturam toda a farsa filantrópica. [...] Dependem da mão-de-obra escrava africana para a extracção de matérias-primas "verdes", da mão-de-obra escrava chinesa para o fabrico de tecnologias "verdes", e ao mesmo tempo qualificam como intolerantes todos quantos se opõem às suas políticas de fronteiras abertas, que inundam as nações ocidentais de mão-de-obra barata. Como seria de esperar, os principais responsáveis por desmantelar as organizações sindicais dentro de portas, enquanto subvencionam a escravatura no estrangeiro, são os mesmos que dão ao mundo sermões sobre racismo, salários justos e direitos humanos. [...]

No essencial, o chefe do órgão de governo internacional favorito dos globalistas exige que os líderes nacionais ignorem intencionalmente a vontade dos seus povos e implementem um sistema de criminalização da liberdade de expressão, para que a dissidência desapareça num passe de magia, como um manifestante num campo de reeducação. São estas mesmas elites do WEF que têm o descaramento de pôr-se a pregar sobre a "democracia" e os "valores ocidentais".»

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«El Foro Económico Mundial (WEF), ese imperio aplastanaciones, parece un desguace que ha robado piezas de las peores dictaduras del mundo para crear un Frankenstein woke. Así, de los aztecas ha tomado la afición a los sacrificios humanos para ahuyentar el mal tiempo; de los comunistas chinos, el amor por el control absoluto y la erradicación de la cultura tradicional; de los fascistas italianos, su conchabeo con los monopolios corporativos para exprimir a la sociedad, y de los nazis alemanes la creencia en una raza superior, en este caso las celebridades, banqueros, capitalistas y potentados que se reúnen en Davos y otros lugares para aplaudir sus propios logros y seguir aplicando su plan maestro, que el WEF llama cariñosamente El Gran Reinicio.
Como el propio Klaus Schwab declaró recientemente a su popurrí de invitados principescos, el WEF pretende “dominar el futuro”, ¿y quién mejor para dominar el porvenir que quienes consideran al resto de los habitantes del planeta poco más que siervos? [...]

Detrás de cada centímetro del “reconstruir mejor” (build back better) del gran restablecimiento (great reset) de la economía mundial que promueve el WEF hay algún titán empresarial, gigante bancario, político ávido de poder, cacique burocrático o simple aristócrata que gana dinero o influencia gracias a la multitud de transacciones secretas que apuntalan toda la farsa filantrópica. [...] Dependen de la mano de obra esclava africana para la extracción de las materias primas verdes y de la mano de obra esclava china para la fabricación de las tecnologías verdes, al tiempo que tachan de intolerantes a quienes se oponen a sus políticas de fronteras abiertas que inundan las naciones occidentales de mano de obra barata. Como era de esperar, los máximos responsables de socavar a las organizaciones sindicales en casa mientras subvencionan la esclavitud en el extranjero son los mismos que sermonean al mundo sobre el racismo, los salarios justos y los derechos humanos. [...]

En esencia, el jefe del órgano de gobierno internacional preferido de los globalistas exige que los líderes nacionales ignoren intencionadamente la voluntad de sus pueblos e implanten un sistema para la criminalización de la libertad de expresión, para que la disidencia desaparezca mágicamente, como un manifestante en un campo de reeducación. Son las mismas élites del WEF que luego tienen la temeridad de ponerse a predicar sobre la “democracia” y los “valores occidentales”.»

06/01/2023

O pós-guerra imediato | La postguerra inmediata



«A operação russa na Ucrânia acelera a desterritorialização da produção de energia. Com a escassez que se aproxima, os preços subirão e a União Europeia, o principal país afectado, acelerará a priorização da matriz energética renovável. Dada a incapacidade de acompanhar a procura, o racionamento será necessário. Entretanto, o menor consumo de energia e a substituição de combustíveis fósseis não refrearão a sociedade de consumo, mas torná-la-ão mais miserável. Haverá menos consumo de bens físicos e de menor qualidade. O consumo não diminuirá, mas assumirá uma nova forma, e será virtualizado.

Se as forças do capitalismo global não podem abolir fronteiras, farão com que as limitações por elas impostas deixem de ter importância. Grande parte das actividades de emprego, entretenimento e lazer em geral já começaram a ser desterritorializadas e virtualizadas. O Metaverso, ou seja, um ambiente virtual onde as pessoas interagem através de avatares numa realidade artificial criada por computador, é projectado para substituir cada vez mais a materialidade. Ali são realizadas reuniões de negócios, são compradas parcelas de território virtual, são mantidas vidas "paralelas", os casamentos são celebrados e o "sexo" é feito. A realidade virtual é uma iniciativa com tanta projecção que uma empresa tão importante como a Boeing anunciou que começará a construir aviões no Metaverso. Até existem cotações paralelas de criptomoedas, ou seja, abstrai o que já é abstracto. O consumo assume um carácter imaterial de acordo com a filosofia subjacente e a escassez de recursos.

O actual conflito na Ucrânia e a defesa da soberania russa sobre os recursos energéticos acelerou a desterritorialização dos recursos e a virtualização do humano. O caminho tornou-se claro: tornar os recursos energéticos independentes dos territórios, racionar os recursos, empobrecer as populações e contentá-las com uma realidade económica virtual. As multidões amontoadas em hotéis-cápsulas sonharão com paraísos intangíveis, os únicos que poderão visitar. "Eles não terão nada e serão felizes", ou pelo menos sorrirão enquanto tiverem os seus óculos de realidade virtual colocados.»

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«La operación rusa en Ucrania acelera la desterritorialización de la producción energética. Con la escasez en puerta los precios se disparan y la Unión Europea, la principal afectada, acelera la priorización de la matriz renovable. Ante la incapacidad de mantener la demanda será necesario el racionamiento. No obstante, el menor consumo energético y el reemplazo de los combustibles fósiles no acarreará la desaceleración de la sociedad de consumo sino su miserabilización. Habrá menor consumo de bienes físicos y de peor calidad. El consumo no decrecerá sino que adquirirá una nueva forma, se virtualizará.

Si las fuerzas del capitalismo global no pueden abolir las fronteras harán que las limitaciones impuestas por estas dejen de importar. Buena parte de los empleos, el entretenimiento y las actividades de ocio en general ya han comenzado a ser desterritorializadas y virtualizadas. El Metaverso, es decir un entorno virtual donde las personas interactúan por medio de avatares en una realidad artificial creada por computadora, está concebido para suplir en forma creciente la materialidad. En él se hacen reuniones laborales, se compran parcelas de territorio virtual, se mantienen vidas “paralelas”, se celebran matrimonios y se tiene “sexo”. La realidad virtual es una iniciativa con tanta proyección que una empresa tan importante como Boeing anunció que comenzará a construir aviones en el Metaverso. Este incluso cuenta con cotizaciones paralelas de criptomonedas, es decir abstrae lo ya abstracto. El consumo toma un carácter inmaterial acorde con la filosofía subyacente y la escasez de recursos.

El actual conflicto en Ucrania y la defensa de la soberanía rusa sobre los bienes energéticos ha supuesto la aceleración de la desterritorialización de los recursos y de virtualización de lo humano. Se ha evidenciado el camino trazado: independizar los recursos energéticos de los territorios, racionar los recursos, empobrecer a las poblaciones y contentarlas con una realidad económica virtual. Las multitudes apiñadas en hoteles cápsulas soñarán con paraísos intangibles, los únicos que podrán visitar. “No tendrán nada y serán felices”, o al menos sonreirán mientras tengan colocadas sus gafas de realidad virtual.»

21/08/2022

A nova sociedade transumanista | La nueva sociedad transhumanista



«Todos os partidos políticos são cúmplices, em maior ou menor medida, do desenho da nova sociedade transumanista. Todos parecem aceitar a Agenda 2030, ou seja, a destruição do ser humano. Isto não é exagero, pois eles mesmos o dizem. Em tempos “especiais” precisamos de políticos “especiais”, porque aos problemas habituais de corrupção e demais debilidades humanas, é preciso acrescentar outros de muito maior alcance: a má utilização da geoengenharia, por exemplo, e a manipulação do ser humano a todos os níveis, especialmente no sanitário, que é o mais premente de momento.

Nenhum partido fala sobre a rede 5G e da sua influência nefasta nos seres vivos, apesar de se saber de um relatório científico independente que o demonstra. Nenhum partido se atreve a dizer que a ONU (com todos os seus organismos internacionais: OMS, ACNUR, FAO e demais tasquinhas, que não são o que parecem, nem fazem o que dizem) é, possivelmente, a organização mais corrupta do mundo, ou que o seu actual dirigente é um genocida.

Não ouço nenhum partido nem nenhum meio de comunicação convencional denunciar as experiências em seres humanos, contra todos os princípios éticos promulgados pelo Código de Nuremberga. Faço, no entanto, uma diferenciação entre os políticos incapazes, que não estão à altura, e os autênticos psicopatas e sociopatas que tanto abundam.»

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«Todos los partidos políticos, en mayor o menor medida, son cómplices del diseño de la nueva sociedad transhumanista. Todos parecen aceptar la Agenda 2030, es decir, la destrucción del ser humano. Y no es exageración, pues ellos mismos lo dicen. En tiempos “especiales”, necesitamos políticos “especiales”, porque a los problemas típicos de corrupción y demás debilidades humanas, hay que añadir otros de mucho mayor alcance: la mala utilización de la geoingeniería, por ejemplo, y la manipulación del ser humano a todos los niveles, especialmente en el sanitario, que es lo más acuciante ahora.

Ningún partido habla de la red 5G y su influencia nefasta en los seres vivos, a pesar de tener en sus manos un informe científico independiente que lo demuestra. Ningún partido se atreve a decir que la ONU (con todos sus organismos internacionales: OMS, ACNUR, FAO y demás chiringuitos, que ni son lo que parecen, ni hacen lo que dicen) es, posiblemente, la organización más corrupta del mundo o que su director actual es un genocida.

No escucho a ningún partido ni a ningún medio de comunicación convencional denunciar que se está experimentando con el ser humano, saltándose todos los códigos éticos promulgados a partir de Núremberg. Eso sí, yo hago una distinción entre los políticos incapaces, que no están a la altura, y los auténticos psicópatas y siciópatas que tanto abundan.»

06/08/2022

Uma agenda globalista | Una agenda globalista



«Se o consenso do pós-guerra se baseava na ideia de que há “uma só humanidade”, o ideal actualizado do Ocidente pós-liberal é que há “um só planeta”, assinala Morgoth [Morgoth’s Review]. O conceito de uma só humanidade permitiu que o Ocidente se tornasse demograficamente multicultural (com o objectivo final de abandonar todas as particularidades culturais a favor dos “cidadãos globais”) e os críticos foram silenciados como “racistas”.

Na nova fase, avizinha-se uma agenda global designada Agenda 2030: a preocupação pelas “mudanças climáticas” e um apelo ao desenvolvimento sustentável, que inclui o racionamento generalizado, o controlo da pegada de carbono, a produção de energia sem combustíveis fósseis, os alimentos sintéticos e outras ideias que, a ser aplicadas, permitirão às famílias multimilionárias e às suas empresas de investimento obter enormes benefícios adicionais, depois de se terem dedicado a perfurar e explorar as jazidas de petróleo.

A nova “transição verde” significa também substituir os direitos básicos e humanos dos passado por “direitos” do clima, da natureza e do planeta no seu conjunto. Quem poderá então decidir o que é ou não é de interesse para o planeta? Cientistas e especialistas, como é evidente, que estão na lista da classe multimilionária e cujas “investigações” e recomendações promovem a agenda das classes endinheiradas.

A sinistra trama deste “desenvolvimento” começa a revelar-se quando se escuta o argumento de que existe demasiada gente no planeta. Na certeza de que, se as emissões de carbono não se reduzem a quase zero, a vida no planeta estará em perigo. Nesta difícil conjuntura, os direitos humanos devem ser reduzidos para o “bem de todos”, mas em lugar de estarmos verdadeiramente submetidos à “natureza”, somos subjugados pela planificação tecnocrática ao capricho dos círculos financeiros.

“Não se pergunta a ninguém se quer um desenvolvimento de acordo com a Agenda 2030”, diz Morgoth. Obviamente, se o nome do jogo é “salvar o planeta”, ninguém poderá votar contra isto. A vida nas “democracias liberais” chega ao fim quando um outro ismo toma o controlo. No entanto, de momento não temos um nome exacto para a nova ordem, pelo que a elite que governa o Ocidente continuará a fingir que defende a “democracia” e a “liberdade”.»

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«Si el consenso de la posguerra se basaba en la idea de que hay “una sola humanidad”, el ideal actualizado del Occidente posliberal es que hay “un solo planeta”, señala [la Revista de] Morgoth. El concepto de una sola humanidad permitió que Occidente se volviera demográficamente multicultural (con el objetivo final de abandonar todas las particularidades culturales en favor de los “ciudadanos globales”) y los críticos fueron silenciados como “racistas”.

En la nueva fase, se avecina una agenda global llamada Agenda 2030: la preocupación por el "cambio climático" y un llamamiento al desarrollo sostenible, que incluye el racionamiento de todo, el control de la huella de carbono, la producción de energía sin fósiles, los alimentos sintéticos y otras ideas que, si se aplican, permitirán a las familias multimillonarias y a sus empresas de inversión obtener enormes beneficios adicionales después de haber explotado y perforado ya los yacimientos de petróleo.

La nueva “transición verde” también significa sustituir los derechos básicos y humanos del pasado por “derechos” para el clima, la naturaleza y el planeta en su conjunto. ¿Quién podrá entonces defender lo que es o no es de interés para el planeta? Científicos y expertos, por supuesto, que están en la nómina de la clase multimillonaria y cuyas “investigaciones” y recomendaciones impulsan la agenda de las clases adineradas.

La siniestra trama de este “desarrollo” comienza a desvelarse cuando se escucha el argumento de que hay demasiada gente en el planeta. Estamos seguros de que si las emisiones de carbono no se reducen a casi cero, la vida en el planeta estará en peligro. En esta difícil coyuntura, los derechos humanos deben ser recortados por el “bien de todo el mundo”, pero en lugar de estar verdaderamente sometidos a la “naturaleza”, estamos siendo subyugados por la planificación tecnocrática a los caprichos de los círculos financieros.

“No se pregunta a nadie si quiere un desarrollo acorde con la Agenda 2030”, dice Morgoth. Por supuesto, si el nombre del juego es “salvar el planeta”, la gente no podrá votar en contra de salvarlo. La vida en las “democracias liberales” llega a su fin cuando algún otro ismo toma el control. Sin embargo, por el momento no tenemos un nombre exacto para el nuevo orden, por lo que la élite gobernante en Occidente seguirá fingiendo que defiende la “democracia” y la “libertad”.»

17/07/2022

O Grande Reinício no plano de Deus | El Gran Reinicio en el plan de Dios




«O Grande Reinício está ontologicamente destinado ao fracasso, porque está inspirado em princípios desumanos e diabólicos. Mas o seu final, por inevitável que seja, pode ainda levar algum tempo, dependendo da nossa capacidade para nos opormos a ele e também do que estiver contido nos planos da Divina Providência.

Se o Senhor quer dar-nos uma trégua, um tempo de paz depois de termos compreendido quão horrível é o inferno na terra que os inimigos de Deus e dos homens desejam, então devemos comprometer-nos a reconstruir; não a “reconstruir melhor” [“build back better”], mas simplesmente ao contrário, a reconstruir o que foi destruído: a família, a união do matrimónio, a educação moral dos filhos, o amor à pátria, a dedicação ao trabalho e a caridade fraterna, especialmente com os mais indefesos e os mais necessitados. Devemos reafirmar a santidade e a intocável santidade da vida desde a concepção até à morte natural; defender a complementaridade dos dois sexos frente a loucura da ideologia de género, proteger as crianças da corrupção e garantir a inocência a que têm direito. Finalmente, devemos deixar de lado a lógica do lucro – que é própria da mentalidade liberal – para recuperar o orgulho de cumprir com o nosso dever, mesmo quando ninguém nos observa, de produzir o que fazemos de um modo profissional e vendê-lo a um preço honesto. E devemos deixar de considerar-nos inferiores simplesmente porque alguém decidiu que, no seu modelo ímpio de sociedade distópica, ser honesto, leal, sincero e temente a Deus é algo de que devemos envergonharmo-nos. Quem se devia envergonhar, antes, são os que apelam à matança de bebés e idosos, ao extermínio planificado da população através de perversas campanhas de vacinação, à esterilização maciça, à sodomia, à pedofilia e a todas as aberrações mais desviantes.»

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«El Gran Reinicio está ontológicamente destinado al fracaso, porque está inspirado en principios inhumanos y diabólicos. Pero su final, por inevitable que sea, aún puede llevar algún tiempo, dependiendo de nuestra capacidad para oponernos a él y también de lo que esté contenido en los planes de la Divina Providencia.

Si el Señor quiere darnos una tregua, un tiempo de paz después de que hayamos comprendido cuán horrible es el infierno en la tierra que los enemigos de Dios y de los hombres desean, entonces debemos comprometernos a reconstruir, no a “reconstruir mejor”, sino simplemente al contrario, sí, reconstruir lo destruido: la familia, el vínculo del matrimonio, la educación moral de los hijos, el amor a la patria, la dedicación al trabajo y la caridad fraterna, especialmente hacia los más indefensos y necesitados. Debemos reafirmar la santidad y la intocable santidad de la vida desde la concepción hasta la muerte natural; defender la complementariedad de los dos sexos frente a la locura de la ideología de género, proteger a los niños de la corrupción y garantizar la inocencia a la que tienen derecho. Finalmente, debemos dejar de lado la lógica de la ganancia –que es propia de la mentalidad liberal– para recuperar el orgullo de cumplir con nuestro deber incluso cuando nadie nos está mirando, de producir lo que hacemos de manera profesional y venderlo a un precio honesto. Y debemos dejar de considerarnos inferiores simplemente porque alguien ha decidido que, en su modelo impío de sociedad distópica, ser honesto, leal, sincero y temeroso de Dios es algo de lo que avergonzarse. Los que deberían avergonzarse, más bien, son los que llaman a la matanza de niños y ancianos, el exterminio planificado de la población a través de perversas campañas de vacunación, la esterilización masiva, la sodomía, la pedofilia y todas las aberraciones más desviadas.»

25/06/2022

O golpe silencioso | El golpe silencioso



«A acção subversiva da Agenda 2030 da ONU – ou seja, o Grande Reinício do Fórum Económico Mundial – tem como objectivo declarado a transferência da riqueza das nações e dos indivíduos para grandes fundos de investimento manobrados pela máfia globalista. Esta operação subversiva deve ser denunciada e julgada por magistrados, pois constitui um autêntico golpe silencioso contra a comunidade.

Não obstante, gostava de assinalar que o aspecto económico é apenas um meio para alcançar objectivos muito mais preocupantes, como o controlo total da população mundial e a sua escravização: se os cidadãos se vêm privados da propriedade da sua habitação; se são impedidos de ter liberdade de empresa; se o desemprego endémico é causado e agravado pela imigração descontrolada e pelas emergências sanitárias, reduzindo os custos laborais; se os cidadãos são acossados com impostos exorbitantes; se se penaliza a família tradicional tornando praticamente impossível que dois jovens se casem e tenham filhos; se se destrói a educação desde a escola primária e se cria o vazio cultural ao frustrar o talento dos indivíduos.

Para reconstruir o tecido social é fundamental, em primeiro lugar, ter consciência do golpe de Estado que actualmente se leva a cabo, realizado com a cumplicidade dos governantes e de toda a classe política. Perceber que fomos despojados dos nossos direitos inalienáveis por uma organização criminosa internacional, é o primeiro e indispensável passo a dar. Uma vez que isto seja entendido, especialmente pelo lado íntegro das instituições e do poder judicial, poder-se-á julgar os traidores que tornaram possível este golpe silencioso, desterrando-os para sempre da cena política.»

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«La acción subversiva de la Agenda 2030 de la ONU –es decir, el Gran Reinicio del Foro Económico Mundial– tiene como propósito declarado el traspaso de la riqueza de las naciones e individuos a grandes fondos de inversión manejados por la mafia globalista. Esta operación subversiva debe ser denunciada y juzgada por los magistrados, porque constituye un verdadero golpe silencioso contra la comunidad.

Sin embargo, me gustaría señalar que el aspecto económico es solo un medio para lograr objetivos mucho más preocupantes, como el control total de la población mundial y su esclavización: si los ciudadanos se ven privados de la propiedad de la vivienda; si se les impide tener libertad de empresa; si el desempleo endémico es causado y aumentado por la inmigración descontrolada y las emergencias sanitarias, reduciendo los costos laborales; si los italianos son acosados con impuestos exorbitantes; si se penaliza a la familia tradicional haciendo prácticamente imposible que dos jóvenes se casen y tengan hijos; si se destruye la educación desde la escuela primaria y se crea el vacío cultural al frustrar el talento de los individuos.

Para reconstruir el tejido social es fundamental ante todo tener conciencia del golpe de Estado que se lleva a cabo actualmente, realizado con la complicidad de los gobernantes y de toda la clase política. Entender que hemos sido despojados de nuestros derechos inalienables por una organización criminal internacional es el primer paso indispensable a dar. Una vez que esto sea entendido, especialmente por el lado sano de las instituciones y el poder judicial, se podrá juzgar a los traidores que hicieron posible este golpe silencioso, desterrandolos para siempre de la escena política.»