Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

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15/03/2024

O regresso da censura (e 2) | El retorno de la censura (y 2)


«Em segundo lugar, devemos recordar que a censura está nos genes da esquerda, ou seja, da burguesia dominante, que sempre odiou o povo e as identidades nacionais. "Nenhuma liberdade para os inimigos da liberdade": a fórmula terrorista de Saint-Just continua válida na época da esquerda macroniana, que se uniu ao neocapitalismo globalista e brinca ao estado social para esconder como sacrifica o mesmo estado social. Pretende encarnar o campo do Bem, do Progresso e, a partir de agora, do Planeta, pelo que não pode rebaixar-se a debater com os "bastardos" que não partilham da sua ideologia. Por isso, só concebe o debate como uma acusação e, se possível, como um assassinato mediático do dissidente, sem que este se possa defender, preferivelmente, como nos tempos de Fouquier-Tinville, o acusador público.

Por último, o alastramento da censura deve-se à crescente nulidade da nossa classe dirigente. As nossas "elites" dirigentes caracterizam-se por uma abismal falta de cultura, uma profunda ignorância do mundo real e um total desprezo de classe. Para o presidente chinês, a cultura deve "vincular o povo ao destino nacional, internamente, e, ao mesmo tempo, construir externamente uma comunidade de destino". Para Emmanuel Macron, pelo contrário, a cultura francesa não existe, porque é "diversa". Não há melhor maneira de resumir a insignificância da nossas "elites" do que esta perspectiva oposta à cultura nacional.

A maior parte dos nossos dirigentes não governa porque já não têm os meios para o fazer: assim, limitam-se a comunicar — ou seja, a mentir — perante uns meios de comunicação cúmplices, para que não haja um verdadeiro desafio. Pior ainda, na generalidade não conhecem os sectores que era suposto gerirem, pelo que se limitam a recitar, com maior ou menor convicção, os discursos que lhes encomendaram. Ou, como Emmanuel Macron, só toleram as perguntas dos jornalistas que foram previamente seleccionados...

Mas, como esperar impor-se num verdadeiro debate, quando não se sabe grande coisa acerca dos temas e quando já não se defendem argumentos racionais? Quem pode hoje continuar a afirmar seriamente, como fazem os nossos dirigentes, que a imigração seria uma oportunidade para os nossos países, que a globalização seria uma bênção, que a União Europeia nos traria a paz ou que a economia se tornaria cada vez melhor?

Os nossos oligarcas censuram todo o discurso dissidente porque, no fundo, sabem que a razão já não é sua pertença: sabem que perderam literalmente a razão por culpa da mentira e da ideologia. Assim, a única coisa que lhes resta, para se conseguirem impor, é a repressão, a censura e a injúria. Por isso o Ocidente se está a converter, cada vez mais, perante os olhos do mundo inteiro, no império da mentira. O império da permanente dualidade de critérios e dos pseudo-valores, ajustáveis em função dos interesses norte-americanos.

Aristóteles definiu a oligarquia como uma aristocracia que tinha perdido o sentido da virtude e do bem comum. Mas, desgraçadamente para a oligarquia, a verdade acaba sempre por triunfar.»

* * * * *

«En segundo lugar, debemos recordar que la censura está en los genes de la izquierda, es decir, de la burguesía dominante, que siempre ha odiado al pueblo y las identidades nacionales. "Ninguna libertad para los enemigos de la libertad": la fórmula terrorista de Saint-Just sigue siendo válida en la época de la izquierda macroniana, que se ha unido al neocapitalismo globalista y juega con lo social para ocultar que sacrifica lo social y a las personas que lo acompañan. Pretende encarnar el campo del Bien, del Progreso y, a partir de ahora, del Planeta, por lo que no puede rebajarse a debatir con los "bastardos" sartreanos que no comparten su ideología. Por tanto, sólo concibe el debate como una acusación y, si es posible, como un asesinato mediático del disidente, preferiblemente sin que éste pueda defenderse, como en los tiempos de Fouquier-Tinville, el acusador público.

Por último, la censura se desarrolla debido a la creciente nulidad de nuestra clase dirigente. Nuestras élites dirigentes se caracterizan por una abismal falta de cultura, una profunda ignorancia del mundo real y un total desprecio de clase. Para el presidente chino, la cultura debe "a la vez, internamente, vincular al pueblo al destino nacional y construir externamente una comunidad de destino". Para Emmanuel Macron, en cambio, la cultura francesa no existe porque es "diversa". No hay mejor manera de resumir la insignificancia de nuestras élites en este enfoque opuesto de la cultura nacional.

La mayoría de nuestros dirigentes no gobiernan porque ya no tienen medios para hacerlo: así que se limitan a comunicar —es decir, a mentir— ante unos medios de comunicación cómplices, para que no haya un verdadero desafío. Es más, por lo general no conocen los sectores que se supone que deben gestionar, por lo que se limitan a recitar, con mayor o menor convicción, los discursos que les han dado. O, como Emmanuel Macron, sólo toleran las preguntas de los periodistas si los han seleccionado previamente...

Pero ¿cómo esperar imponerse en un verdadero debate cuando no se sabe gran cosa de los temas y cuando ya no se defienden argumentos racionales? ¿Quién puede hoy seguir afirmando seriamente, como hacen nuestros dirigentes, que la inmigración sería una oportunidad para nuestros países, que la globalización sería una bendición, que la UE nos traería la paz o que la economía iría cada vez mejor?

Nuestros oligarcas censuran todo discurso disidente porque en el fondo saben que la razón ya no es su prerrogativa: saben que han perdido literalmente la razón por culpa de la mentira y la ideología. Así que lo único que les queda para tratar de imponerse es la represión, la censura y la invectiva. Por eso Occidente se está convirtiendo cada vez más, ante los ojos del mundo entero, en el imperio de la mentira. El imperio del doble rasero permanente y de los pseudovalores, ajustables en función de los intereses norteamericanos.

Aristóteles definió la oligarquía como una aristocracia que había perdido el sentido de la virtud y del bien común. Pero, desgraciadamente para la oligarquía, la verdad siempre triunfa al final.»[artigo integral]

14/03/2024

O regresso da censura (1) | El retorno de la censura (1)


«A União Europeia encabeça a ofensiva contra os media alternativos. Depois de ter bloqueado os meios de comunicação russos com o fim de impor o discurso da OTAN sobre a guerra da Ucrânia, a UE, com a sua regulamentação DSA (Digital Services Act), ataca o Twitter (X) e as redes sociais. Na Europa, a liberdade de expressão está em perigo. Mas, porque se censura, cada vez mais abertamente, a expressão alternativa? Porquê tanto ódio à liberdade? — Porque a oligarquia tem medo.

Em primeiro lugar, a oligarquia quer restringir a liberdade de expressão porque teme a revolta do povo. Os oligarcas têm consciência de que estão a perder o pé na situação, seja à escala mundial com a ascensão dos BRICS e o fracasso da guerra da Ucrânia, seja à escala europeia, já que o nosso continente é a principal vítima das suas loucuras. As oligarquias vêem que a sua verborreia, a sua propaganda, tem cada vez menos efeito na opinião pública. Isto reflecte-se na erosão cada vez mais rápida da imagem dos seus dirigentes, apesar da sobre-protecção recebida por parte dos media. Não falando já dos protestos que, periodicamente, têm sacudido os países europeus.

Com as eleições europeias ao virar da esquina, urge demonizar os temas da oposição, para tentar neutralizá-los novamente. Ataca-se a crítica às políticas migratórias (equiparada ao racismo), às políticas sanitárias (equiparada às teorias da conspiração), às políticas sociais (equiparada à homofobia ou transfobia), à insegurança (equiparada à recuperação da extrema-direita) e ao belicismo europeu (equiparado ao apoio a Putin). Deste modo, a oligarquia não tem intenção de debater, mas apenas de arremeter contra os seus oponentes e tratar as opiniões discordantes como delitos penais.

Esta táctica básica faz parte de um movimento mais profundo para distorcer o significado real de democracia no Ocidente. Seguindo os passos do teórico norte-americano do iliberalismo, Fareed Zakaria, a oligarquia pretende impor a ideia de que a democracia já não se define pelo exercício da vontade maioritária do povo, mas pela existência de um juiz "independente", acima do legislador e garante dos "direitos das minorias". Isto é muito conveniente quando se perde o apoio da maioria do povo. E permite governar contra o povo, apoiando-se na ditadura das minorias e dos grupos de pressão, abençoada por juízes não-eleitos. E é exactamente assim que funciona agora a União Europeia. Por isso estamos a entrar, pouco a pouco, numa pós-democracia totalitária na Europa, onde os governos proclamam alto e bom som o seu desejo de ignorar a vontade do povo, com o pretexto de respeitar o "Estado de direito", como no caso da imigração, por exemplo.»

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«La Unión Europea encabeza la ofensiva contra los medios alternativos. Tras haber cerrado los medios de comunicación rusos a fin de imponer el discurso de la OTAN sobre la guerra de Ucrania, la UE, con su reglamento DSA, ataca a Twitter (X) y a las redes sociales. En Europa la libertad de expresión está en peligro. Pero, ¿por qué se censura cada vez más abiertamente la expresión alternativa? ¿Por qué tanto odio a la libertad? Porque la oligarquía tiene miedo.

En primer lugar, la oligarquía quiere restringir la libertad de expresión porque teme la revuelta del pueblo. Los oligarcas son muy conscientes de que la situación se les está yendo de las manos, ya sea a escala mundial con el ascenso de los BRICS y el fracaso de la guerra de Ucrania, o a escala europea, ya que nuestro continente es la principal víctima de sus locuras. Las oligarquías ven que su verborrea, su propaganda, tiene cada vez menos efecto en la opinión pública. Esto se refleja en la erosión cada vez más rápida de la imagen de marca de sus dirigentes, a pesar de la sobreprotección que reciben por parte de los medios. Por no hablar de las protestas periódicas que han sacudido a los países europeos.

Con las elecciones europeas a la vuelta de la esquina, urge demonizar los temas de la oposición para intentar neutralizarlos de nuevo. Se ataca la crítica a las políticas migratorias (equiparada con el racismo), a las políticas sanitarias (equiparada con la conspiración sectaria), a las políticas sociales (equiparada con la homofobia o la transfobia), a la inseguridad (equiparada con la recuperación de la extrema derecha) y al belicismo europeo (equiparado con hacerle el juego a Putin). De este modo, la oligarquía no tiene intención de debatir, sino sólo de arremeter contra sus oponentes y tratar las opiniones discrepantes como delitos penales.

Esta táctica básica forma parte de un movimiento más profundo para distorsionar el significado real de la democracia en Occidente. Siguiendo los pasos del teórico estadounidense del iliberalismo, Fareed Zakaria, la oligarquía quiere imponer la idea de que la democracia ya no se define por el ejercicio de la voluntad mayoritaria del pueblo, sino por la existencia de un juez "independiente", superior al legislador y garante de los "derechos de las minorías". Esto es muy conveniente cuando se pierde el apoyo de la mayoría del pueblo. Y permite gobernar contra el pueblo apoyándose en la dictadura de las minorías y los grupos de presión, santificada por jueces no elegidos. Y así es exactamente cómo funciona ahora la Unión Europea. Por eso estamos entrando poco a poco en una posdemocracia totalitaria en Europa, donde los gobiernos proclaman alto y claro su deseo de ignorar la voluntad del pueblo con el pretexto de respetar el "Estado de derecho", como en el caso de la inmigración, por ejemplo.»

04/02/2024

Até ao último europeu? | ¿Hasta el último europeo?


Se a guerra da Ucrânia parece mais que perdida para a OTAN, porque se empenham em prossegui-la os nossos oligarcas? Vejamos as razões.
[…]
Por último, num momento em que os oligarcas europeus se vêem cada vez mais desafiados pelas suas populações, não podemos deixar de pensar que alguns veriam com bons olhos o estalar de um conflito real, que permitisse impor medidas de emergência para amordaçar definitivamente a dissidência que se avizinha, bem como todos os mal-pensantes da Europa. E para assim praticar a estratégia do medo em grande escala.

A guerra na Ucrânia já provocou a censura dos meios de comunicação e informação russos na Europa, enquanto a União Europeia sonha com amordaçar as redes sociais. Do mesmo modo, a guerra entre Israel e o Hamas levou à demonização de qualquer crítica pública às políticas do governo de Netanyahu, sob pretexto de pretenso anti-semitismo ou de incitação ao terrorismo.

Imagine-se o que aconteceria às nossas liberdades se a OTAN nos enfrentasse directamente à Rússia. Ficaríamos submetidos a uma economia de guerra, ou seja, a restrições, como já afirmam certos ministros, censura de guerra, polícia de guerra, vigilância de guerra. Passes e códigos QR para tudo.

Acrescente-se ainda uma oportuna suspensão das eleições, como já acontece na Ucrânia, enquanto todos os opositores seriam, por certo, apresentados como agentes de Moscovo.

* * * * *

Si la guerra de Ucrania parece más que perdida para la OTAN, ¿por qué nuestros oligarcas se empeñan en proseguirla? Veamos las razones.
[…]
Por último, en un momento en que los oligarcas europeos se ven cada vez más desafiados por sus poblaciones, no podemos evitar pensar que algunos verían con buenos ojos el estallido de un conflicto real, que permitiera imponer medidas de emergencia para amordazar definitivamente a la disidencia que se avecina y a todos los malpensadores de Europa. Y para practicar así la estrategia del miedo a gran escala.

La guerra en Ucrania ya ha provocado la censura de los medios de comunicación e información rusos en Europa, mientras que la Unión Europea sueña con amordazar las redes sociales. Del mismo modo, la guerra entre Israel y Hamás ha llevado a la demonización de cualquier crítica pública a las políticas del gobierno de Netanyahu, so pretexto de pretendido antisemitismo o incitación al terrorismo.

Imagínense lo que ocurriría con nuestras libertades si la OTAN nos enfrentara abiertamente a Rusia. Estaríamos sometidos a una economía de guerra, es decir, a restricciones, como ya afirman nuestros ministros, censura de guerra, policía de guerra, vigilancia de guerra. Pases y códigos QR para todo.

Y añádase una oportuna suspensión de las elecciones, como ya está haciendo Ucrania, al tiempo que todos los opositores serían, por supuesto, presentados como agentes de Moscú. [artigo integral]

04/05/2023

França contra Macron | Francia contra Macron



«A esquerda diz estar em pé de guerra contra a reforma das pensões levada a cabo pelo presidente da República, e grita "Macron demissão". Mas, como esquecer que essa mesma esquerda contribuiu para a sua eleição, duas vezes consecutivas, em 2017 e em 2022? [...]

Refugiado atrás das instituições da V República que, convém recordar, dão preeminência ao executivo e permitem ao presidente da República, inclusivamente, impor uma suspensão excepcional da legalidade (artigo 16), Emmanuel Macron não teme nem a rua nem a impopularidade.
Se faltam munições aos nossos exércitos, esse não é o caso das nossas "forças da ordem", que estarão sempre aí para proteger o poder. E os polícias e guardas suplementares que estão a ser recrutados para os Jogos Olímpicos, não serão depois despedidos, é óbvio que não.
"A república tem sorte, pode fuzilar o povo", disse, desiludido, o rei Luís Filipe no exílio. Apostamos que Emmanuel Macron não duvidará em fazê-lo, se for necessário. Os coletes amarelos que ficaram vesgos, podem testemunhá-lo. [...]

É verdade que a popularidade de Emmanuel Macron e do seu governo não é grande coisa. E, em muitos aspectos, a reforma das pensões foi, para muitos, a iniciativa que ia longe de mais. Mas, o que muda realmente?
Não muito, porque, em qualquer caso, Emmanuel Macron não pode apresentar-se a outro mandato. E tratam-se apenas de sondagens, não de votações. Na Assembleia Nacional sempre se acabará por encontrar uma maioria, graças à esquerda e à "Republique en marche", cujos deputados estarão sempre dispostos a ir comer à gamela.

De qualquer modo, na pós-democracia europeia, a função do Estado já não consiste em responder às necessidades e expectativas dos cidadãos, mas em impor as mudanças desejadas pela oligarquia. A sua função é meramente coerciva.»

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«La izquierda dice estar en pie de guerra contra la reforma de las pensiones emprendida por el presidente de la República, y grita "Macron dimisión". Pero ¿cómo olvidar que esa misma izquierda le hizo salir elegido, dos veces consecutivas, en 2017 y en 2022? [...]

Refugiado tras las instituciones de la V República que, conviene recordar, dan preeminencia al ejecutivo e incluso permiten al presidente de la República imponer una suspensión excepcional de la legalidad (artículo 16), Emmanuel Macron no teme ni a la calle ni a la impopularidad.
Si a nuestros ejércitos les faltan municiones, no es el caso de nuestras "fuerzas del orden", que siempre estarán ahí para proteger al poder. Y los policías y gendarmes suplementarios que se están reclutando para los Juegos Olímpicos no serán despedidos después, desde luego que no.
"La república tiene suerte, puede fusilar al pueblo", dijo desilusionado el rey Luis Felipe en el exilio. Apostemos a que Emmanuel Macron no dudará en hacerlo, si es necesario. Los chalecos amarillos que han quedado tuertos pueden dar fe de ello. [...]

Es cierto que la popularidad de Emmanuel Macron y de su gobierno no es buena. Y en muchos aspectos, la reforma de las pensiones ha sido, para muchos, la iniciativa que iba demasiado lejos. Pero, ¿qué cambia realmente?
No mucho, porque en cualquier caso Emmanuel Macron no puede presentarse a otro mandato. Y se trata tan sólo encuestas, no de votaciones. En la Asamblea Nacional siempre acabará encontrando una mayoría, gracias a la izquierda y a La République en marche, cuyos diputados siempre estarán dispuestos a ir al comedero.

En cualquier caso, en la posdemocracia europea, la función del Estado ya no consiste en responder a las necesidades y expectativas de la población, sino en imponer los cambios que desea la oligarquía. Su función es meramente coercitiva.»

18/05/2022

A última esperança | La última esperanza




«Se compararmos com os últimos tempos da União Soviética, quase somos tentados a afirmar que esta não recebia um tratamento tão parcial e pleno de má-fé como a Rússia actual. Isto significa uma coisa: a Rússia encarna uma resistência benéfica à ordem mundial que querem impor os Estados Unidos e a sua pequena corte de serviçais recrutados entre a oligarquia ocidental.
Nesta hora em que assistimos a uma geral inversão de valores, a um integral transtorno dos princípios que regem a vida dos homens e a organização das sociedades, podemos afirmar sem erro que a Rússia permanece no campo da Verdade, enquanto o Ocidente caiu no erro e na decadência. Esta é a razão pela qual o Ocidente odeia a Rússia. E isso significa que a Rússia se converteu num modelo a seguir para os verdadeiros europeus. E não deixa de ser uma suprema ironia da História, que o povo russo, tantas vezes menosprezado e vilipendiado como uma nação semiasiática, talvez seja hoje a última esperança da Europa, para sobreviver a esta indigna e monstruosa degeneração na qual está submergida.»

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«Si comparamos con los últimos tiempos de la Unión Soviética, casi estamos tentados de decir que ésta no recibía un trato tan parcial y tan cargado de mala fe como la Rusia actual. Esto significa una cosa: Rusia encarna una resistencia benéfica al orden mundial que quieren imponer los EEUU y su pequeña corte de sirvientes que reclutan en la oligarquía occidental.
En esta hora en que asistimos a un general inversión de los valores, a un integral trastocamiento de los principios que rigen la vida los hombres y la organización de las sociedades, podemos afirmar sin error que Rusia sigue estando en el campo de la Verdad, mientras que Occidente ha caído en el error y la decadencia. Esta es la razón por la cual Occidente odia a Rusia. Y eso significa que Rusia se ha convertido en un modelo a seguir para los verdaderos europeos. Y no deja de ser una ironía suprema de la Historia, que el pueblo ruso, menospreciado y vilipendiado muchas veces como una nación semi asiática, sea en el día de hoy, tal vez la última esperanza para Europa de sobrevivir a esta indigna y monstruosa degeneración en la que está sumida.»