Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

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20/10/2025

Que pémio Nobel é este? | ¿Qué premio Nobel es éste?


«A atribuição do Prémio Nobel da Paz de 2025 à figura da oposição venezuelana María Corina Machado é um dos actos mais grotescos e politicamente calculados de revisionismo histórico na longa e errática história do prémio. Numa jogada que fede a paternalismo ocidental e desespero geopolítico, o Comité Nobel da Noruega ungiu uma figura que encarna não as aspirações do povo venezuelano, mas os interesses estratégicos do aparelho de segurança dos Estados Unidos e do projecto ideológico do sionismo. A citação do comité, vertendo a retórica oca dos “direitos democráticos” e da “transição pacífica”, é uma lição da língua-dupla orwelliana, obscurecendo uma realidade muito mais sinistra. Retratar Machado como uma cruzada democrática benigna é ignorar voluntariamente sua carreira de décadas como uma serva para a intervenção estrangeira, uma líder de claque para a mudança violenta de regime e uma aliada entusiasmada de algumas das forças políticas mais reaccionárias e violentas do cenário global. É hora de desmantelar a fachada cuidadosamente construída de María Corina Machado, expondo-a não como um símbolo de paz, mas como uma representante enganosa — uma criatura da CIA, uma dedicada companheira de viagem do projecto sionista, e uma política cuja legitimidade doméstica é tão gasta que sua unção exigiu a validação de um comité em Oslo, em vez do mandato autêntico do eleitorado venezuelano. O seu Prémio Nobel não é um reconhecimento da paz; é uma arma de guerra híbrida, uma tentativa final e desesperada de lavar a reputação de um activo fracassado e impor uma solução neocolonial a uma nação que resistiu ferozmente a ela.
[...]
O Comité do Nobel, talvez involuntariamente, prestou um valioso serviço. Ao seleccionar Machado, demonstraram que o Prémio da Paz não é um prémio imparcial pela virtude moral, mas uma ferramenta política no arsenal da hegemonia ocidental. É um instrumento usado para santificar bens amigáveis e para demonizar governos adversários. A “paz” que Machado representa é a paz da sepultura, a paz da vontade subjugada, a paz de uma Venezuela reedificada como um Estado cliente, a sua riqueza petrolífera mais uma vez fluindo livremente para as corporações transnacionais e sua política externa ditada pelo Departamento de Estado norte-americano. Para o povo da Venezuela e para todos aqueles em todo o Sul Global que entendem o verdadeiro significado da soberania, o Nobel de Machado é um lembrete arrepiante de que o impulso imperial nunca morre; simplesmente encontra novas máscaras para usar. Hoje, essa máscara é o rosto benigno e enganoso do Prémio Nobel da Paz, e por trás dela está a mesma velha agenda de dominação, exploração e controle. Reconhecer María Corina Machado pelo que ela é — uma sionista, uma figura alinhada com a CIA e com um mandato oco — é dar o primeiro passo para resistir a essa agenda e afirmar o direito de todas as nações de determinar seu próprio destino, livre das cadeias douradas do apoio estrangeiro.»

* * * * *

«La concesión del Premio Nobel de la Paz 2025 a la figura de la oposición venezolana María Corina Machado se erige como uno de los actos más grotescos y calculados políticamente del revisionismo histórico en la larga y errática historia del premio. En un movimiento que apesta al paternalismo occidental y la desesperación geopolítica, el Comité Nobel noruego ha ungido a una figura que no encarna las aspiraciones del pueblo venezolano, sino los intereses estratégicos del aparato de seguridad de los Estados Unidos y el proyecto ideológico del sionismo. La cita del comité, que gotea con la retórica hueca de los “derechos democráticos” y la “transición pacífica”, es una clase magistral en doble discurso orwelliano, que oscurece una realidad mucho más siniestra. Retratar a Machado como una cruzada democrática benigna es ignorar deliberadamente su carrera de décadas como sierva de la intervención extranjera, una animadora para el cambio violento de régimen y una aliada entusiasta de algunas de las fuerzas políticas más reaccionarias y violentas en el escenario global. Es hora de desmantelar la fachada cuidadosamente construida de María Corina Machado, exponiéndola no como un símbolo de paz, sino como un representante engañoso —una criatura de la CIA, una devota compañera de viaje del proyecto sionista, y una política cuya legitimidad doméstica es tan raída que su unción requirió la validación de un comité en Oslo en lugar del mandato auténtico del electorado venezolano. Su Premio Nobel no es un reconocimiento a la paz; es un arma de guerra híbrida, un intento final y desesperado de lavar la reputación de un activo fallido e imponer una solución neocolonial a una nación que se ha resistido ferozmente.
[...]
El Comité Nobel, tal vez sin saberlo, ha realizado un valioso servicio. Al seleccionar a Machado, han demostrado que el Premio de la Paz no es un premio imparcial por la virtud moral, sino una herramienta política en el arsenal de la hegemonía occidental. Es un instrumento utilizado para santificar los bienes amigos y para demonizar a los gobiernos adversarios. La “paz” que representa Machado es la paz de la tumba, la paz de la voluntad rendida, la paz de una Venezuela rehecha como estado cliente, su riqueza petrolera una vez más fluyendo libremente a las corporaciones transnacionales y su política exterior dictada por el Departamento de Estado de los EE UU. Para el pueblo de Venezuela y para todos aquellos en todo el Sur Global que entienden el verdadero significado de la soberanía, el Nobel de Machado es un recordatorio escalofriante de que el impulso imperial nunca muere; simplemente encuentra nuevas máscaras para usar. Hoy en día, esa máscara es el rostro benigno y engañoso del Premio Nobel de la Paz, y detrás de ella se encuentra la misma vieja agenda de dominación, explotación y control. Reconocer a María Corina Machado por lo que es —una figura alineada con la CIA con un mandato hueco— es dar el primer paso para resistir esa agenda y afirmar el derecho de todas las naciones a determinar su propio destino, libre de las cadenas doradas del patrocinio extranjero.» [artigo integral] 

05/09/2024

Uma aliança para derrotar os liberais | Una alianza para derrotar a los liberales


«Há excelentes representantes da direita e um bom número de pessoas honestas na esquerda ocidental. Alternativa para a Alemanha (AfD) é um grande movimento de direita e Sarah Wagenknecht é uma grande pessoa de esquerda. Nos EUA podemos encontrar Trump e Vance (à direita), mas também Tulsi Gabbard e Kennedy (à esquerda). E o mesmo se aplica a outros locais. No entanto, também existem globalistas de esquerda corruptos como Mélenchon, que salvam sempre liberais como Macron quando este é ameaçado pelas ofensivas populistas de Marine Le Pen. Há também radicais europeus de extrema-direita que lutam ao lado dos nazis de Azov contra a Rússia, ignorando ao mesmo tempo o facto de Zelensky ser um palhaço liberal, judeu, toxicodependente e perverso. Tal direita não passa de uma matilha ao serviço do liberalismo da OTAN.

Entre nós acontece o mesmo: há patriotas de direita, ortodoxos, monárquicos e até (Deus me perdoe, não conheço outro nome) “nacionalistas russos” que lutam na frente pelo nosso país. Há também patriotas de esquerda de coração que, para nós, são os heróis da Operação Militar Especial. No entanto, há escumalha russa que ataca Putin pela direita e a Ilyin pela esquerda. Acontece o mesmo em todo o lado.

Os termos direita e esquerda, portanto, podem já não ser tão úteis como anteriormente para compreender o mundo, mas… isto não se aplica aos liberais. Os bons liberais simplesmente não existem. Todos os liberais estão do lado do Governo Mundial e da hegemonia ocidental. Qualquer pessoa que esteja do lado destes poderes é um inimigo tanto da direita como da esquerda, porque o capitalismo é puro mal e deve ser demolido simultaneamente a partir das posições da direita e da esquerda.

Liberais como Soros, por outro lado, manipulam os preconceitos da “direita” e a corrupção dentro da “esquerda” em seu benefício. Para os derrotar precisamos de uma aliança entre a direita e a esquerda contra os liberais: é um imperativo que devemos aplicar tanto na Rússia como em todo o lado.

A verdadeira direita e a verdadeira esquerda representam o povo, enquanto os liberais trabalham para as oligarquias. Não existem bons liberais, uma vez que um bom liberal é um liberal ausente ou (na melhor das hipóteses) um liberal antiquado. Também não faz sentido demonstrar que nem todos os liberais são iguais; sejam de direita ou de esquerda, continuam a ser liberais.»

* * * * *

«Existen muy buenos representantes de la derecha y una buena cantidad de personas honestas en la izquierda occidental. Alternativa para Alemania es un excelente movimiento de derecha y Sarah Wagenknecht es una gran persona de izquierda. En EEUU podemos encontrar a Trump y Vance (derechistas), pero también a Tulsi Gabbard y Kennedy (izquierdistas). Y lo mismo se aplica a otros lugares. Sin embargo, también existen globalistas corruptos de izquierda como Mélenchon que siempre salvan liberales como Macron cuando este se ve amenazado por las ofensivas populistas de Marine Le Pen. Igualmente existen ultraderechistas europeos que luchan del lado de los nazis de Azov* en contra de Rusia, mientras ignoran el hecho de que Zelenski es un payaso liberal, judío, drogadicto y perverso. Tal derecha no es más que un montón de perros al servicio del liberalismo de la OTAN.

Lo mismo sucede con nosotros: existen patriotas de derecha, ortodoxos, monárquicos e incluso (Dios me perdone, pues no conozco otro nombre) “nacionalistas rusos” que luchan en el frente por nuestro país. También existen patriotas de izquierda de corazón que, para nosotros, son los héroes de la Operación Militar Especial. Sin embargo, existen escoria rusa que ataca a Putin desde la derecha y a Ilyin desde la Izquierda. Lo mismo sucede en todas partes.

Así que los términos de derecha e izquierda pueden ya no ser tan útiles como antes para entender el mundo, pero… esto no se aplica a los liberales. Los liberales buenos simplemente no existen. Todos los liberales están del lado del Gobierno Mundial y la hegemonía occidental. Todo aquel que se ponga del lado de estos poderes es un enemigo tanto de la derecha como de la izquierda, porque el capitalismo es pura maldad y debe ser demolido simultáneamente desde posiciones de derecha e izquierda.

Los liberales como Soros, en cambio, manipular los prejuicios de la “derecha” y la corrupción dentro de la “izquierda” en su beneficio. Para vencerlos necesitamos una alianza entre la derecha y la izquierda contra los liberales: es un imperativo que debemos aplicar tanto en Rusia como en todas partes.

La verdadera derecha y la verdadera izquierda representan al pueblo, mientras que los liberales trabajan para las oligarquías. No existen buenos liberales, pues un liberal bueno es un liberal ausente o (en el mejor de los casos) un liberal a la vieja usanza. Tampoco tiene sentido demostrar que todos los liberales no son iguales, ya sean de derecha o de izquierda, siguen siendo liberales.» [artigo original : censurado por la “democracia” occidental]

18/06/2024

A segunda traição em Itália | La segunda traición en Italia


«Consegue-se compreender que, uma vez na vida, em determinada circunstância histórica (a que protagonizou, neste caso, um tal Gianfranco Fini, pretenso dirigente da direita radical ou identitária na primeira década deste século), uma determinada orientação política tenha alcançado (ou quase) o poder e se visse traída por quem a levou a tais alturas. São coisas que, por abomináveis que sejam, mais ou menos se entendem à conta da baixeza humana inerente às tarefas políticas. Tal foi o caso deste Gianfranco Fini, secretário-geral do MSI (Movimento Sociale Italiano) até que o próprio Fini dissolveu a formação neofascista para criar uma Aleanza Nazionale descafeinada, partido que, ainda assim, permitia albergar certas ilusões de dissidência; por fim, no contacto com o poder (Fini chegou a presidente da Câmara de Deputados e a Ministro das Relações Exteriores), tais ilusões desvaneceram-se e a máscara que cobria a personagem desfez-se em bocados.
Pois bem, que tais coisas — tão descarada traição — sucedam uma vez na vida, pode-se, como dizia, mais ou menos entender, desprezar e até esquecer.
Agora, quando no mesmo país, na década seguinte, volta a repetir-se uma traição quase idêntica, e por parte dos mesmos, a coisa começa a ser mais do que inquietante e merece ser seriamente interrogada.

Refiro-me obviamente ao caso do actual Governo italiano de Georgia Meloni e do seu partido Fratelli d’Italia. Meloni, procedente também das fileiras do MSI, fundou o seu novo partido FdI e alimentou, ao longo da sua trajectória na oposição, umas animadoras propostas, cheias de firmeza social e patriótica, que a levaram a chocar de frente com as políticas da quadrilha burocrática da União Europeia, e a combater radicalmente a invasão de Itália pelas massas imigrantes. Tudo isto fez com que, da esmagadora vitória eleitoral de Meloni e dos seus Fratelli, nascesse, por um lado as mais jubilosas esperanças e, por outro, os mais angustiados temores sobre o início de um novo despertar político em Itália e, indirectamente, no conjunto da Europa.
Mas logo se desvaneceu o júbilo de uns e os temores dos outros. Os hierarcas de Bruxelas, que no início tinham lançado todo o tipo de ataques a Meloni, na qual pressentiam o nascimento de um novo Orbán de dimensões ainda mais temíveis, não tardaram a absolvê-la em todos os seus juízos. A própria hierarca máxima, a alemã Úrsula von der Leyen, já lhe tinha dado a sua bênção urbi et orbi, reconhecendo a Meloni o carácter de fiel servidora da quadrilha globalista e anti-europeia.

O acolhimento da filha pródiga na família globalista (fala-se inclusivamente da possível integração dos Fratelli d’Italia no Partido Popular Europeu, aliado dos socialistas) deu-se a par da assídua e pertinaz política da primeira-ministra italiana como fiel servidora dos Estados Unidos e da OTAN em todos os aspectos, e muito em particular na guerra da Ucrânia, para a qual a Itália contribui com o seu armamento, como o melhor dos aliados.
Tudo isto se junta à política imigracionista, na qual Georgia Meloni voltou a dar um espectacular vira-casaca, traindo todas as suas ferventes declarações contra a invasão, à qual Itália está particularmente submetida. Todo o seu programa eleitoral, todas as medidas proclamadas em viva voz contra as mafias e os barcos das ONGs que socorrem os pretensos “náufragos”, tudo isso ficou em águas de bacalhau; de modo que, hoje em dia, o número de imigrantes que chega a Itália já superou os números existentes antes da chegada de Meloni ao Governo.»

* * * * *
«Uno puedo comprender que, alguna vez en la vida, en una determinada circunstancia histórica (la que protagonizó, en este caso, un tal Gianfranco Fini, pretendido dirigente de la derecha radical o identitaria en la primera década de este siglo), una determinada orientación política haya alcanzado (o casi) el poder y se haya visto traicionada por quien la aupó hasta tales alturas. Son cosas que, por abominables que sean, se pueden más o menos entender a cuenta de la bajeza humana inherente al quehacer político. Tal fue el caso de este Gianfranco Fini, secretario general del MSI (Movimento Sociale Italiano) hasta que el propio Fini disolvió la formación neofascista para crear una edulcorada Aleanza Nazionale, partido que, sin embargo, aún permitía albergar ciertas ilusiones disidentes hasta que, al contacto con el poder (Fini llegó a presidente de la Cámara de Diputados y a ministro de Exteriores), tales ilusiones se desvanecieron y la careta que cubría al personaje quedó hecha trizas.
Pues bien, que tales cosas —que tan descarada traición— suceda una vez en la vida, se puede, como decía, más o menos entender, despreciar y luego olvidar.
Ahora bien, cuando en el mismo país y a lo largo de la siguiente década se vuelve a repetir una traición casi idéntica, y por parte de los mismos, la cosa empieza a ser más que inquietante y merece ser seriamente interrogada.

Me estoy refiriendo obviamente al caso del actual Gobierno italiano de Georgia Meloni y de su partido Fratelli d’Italia. Meloni, procedente también de las filas del Movimento Sociale Italiano, fundó su nuevo partido Fratelli d’Italia e impulsó, a lo largo de su trayectoria en la oposición, unas alentadoras propuestas llenas de firmeza social y patriótica que la llevaron a enfrentarse a cara de perro a las políticas del tinglado burocrático de la UE y a combatir radicalmente la invasión de Italia por las masas inmigrantes. Todo ello produjo que la aplastante victoria electoral de Meloni y de sus Fratelli hiciera saltar, por un lado, las más jubilosas esperanzas y, por el otro, los más angustiados temores acerca del comienzo de un nuevo despertar político en Italia e, indirectamente, en el conjunto de Europa.
Pronto, sin embargo, se desvanecieron los júbilos de los unos y los temores de los otros. Los jerarcas de Bruselas, que al principio habían lanzado todo tipo de ataques contra Meloni, en quien presentían el nacimiento de un nuevo Orbán de dimensiones aún más temibles no han tardado demasiado en absolverla con todos los pronunciamientos favorables. La mismísima jerarca máxima, la alemana Úrsula von der Leyen, ya le ha otorgado su bendición urbi et orbi, reconociéndole a Meloni el carácter de fiel servidora del tinglado globalista y antieuropeo.

La acogida de la hija pródiga en la familia globalista (se habla incluso de la posible integración de Fratelli d’Italia en el Partitdo Popular Europeo, aliado a los socialistas) también ha corrido parejas con la asidua y pertinaz política de la primer ministra italiana como fiel servidora de Estados Unidos y de la OTAN en todos los aspectos y muy en particular en la guerra de Ucrania, a la que Italia contribuye aportando su armamento como el mejor de los aliados.
Todo lo anterior se conjunta con la política inmigracionista, donde Georgia Meloni ha vuelto a efectuar un espectacular cambio de chaqueta, traicionando todas sus fervientes declaraciones en contra de la invasión a la que Italia está particularmente sometida. Todo su programa electoral, todas las medidas proclamadas a voz en cuello contra las mafias y los barcos de las ONGs que socorren a los pretendidos “náufragos”, todo ello se ha quedado en agua de borrajas, de modo que, a día de hoy, el número de inmigrantes que llegan a Italia ya ha superado las cifras existentes antes de la llegada del Gobierno Meloni.»[artigo integral]

21/04/2024

A “aliança defensiva” | La “alianza defensiva”


«Isto não é uma graçola: a OTAN, que fez 75 anos no último 4 de Abril, autodenomina-se como um "aliança defensiva". E isto apesar do seu passado e presente, verdadeiramente sanguinários e as não menos sanguinárias ambições do futuro, que implicam a sua expansão global.

Contrariamente ao que afirma a narrativa hegemónica no contexto do conflito ucraniano, a primeira guerra na Europa desde 1945 foi a da OTAN contra a antiga Jugoslávia. Em 1999, sem contar com a autorização do Conselho de Segurança da ONU, o chamado 'bloco defensivo' começou a bombardear o país no que denominou uma 'intervenção humanitária'. As baixas mortais entre a população civil estimam-se em mais de 2.500 pessoas. Dado que nos ataques se empregaram munições com urânio empobrecido, a agressão continua a ceifar vidas, vítimas das doenças provocadas pela 'humanitária' contaminação radioactiva.

Só neste século, as guerras da OTAN tiraram a vida a mais de 350.000 civis e deslocaram à força outros 38 milhões. Afeganistão, Iraque, Líbia e Síria são apenas alguns dos países agredidos. São cálculos feitos em 2022 pela Universidade Brown dos EUA.

A estes números impressionantes haveria que acrescentar os resultados pelo conflito da Ucrânia, provocado e alimentado pela OTAN. Além de ser, "de facto", uma parte na contenda, o chamado ‘bloco defensivo' também é cúmplice dos atentados terroristas de Kiev em território russo, segundo o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolái Pátrushev. Deve-se recordar que, há uns dias, o presidente francês qualificou como "legítimos" os ataques de Kiev contra refinarias russas, enquanto a cadeia CNN confirmou que os voos dos drones ucranianos, que fustigam objectivos civis na Rússia, são "acordados" com os seus aliados ocidentais.

Por outras palavras, a OTAN chega ao seu 75º aniversário como uma organização terrorista em toda a linha. E, como toda a organização terrorista, deve ser apagada da face da Terra. Sem piedade.»

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«Esto no es broma: la OTAN, que cumplió 75 años este 4 de abril, se autodenomina como una "alianza defensiva". Y esto a pesar de su pasado y presente, verdaderamente sanguinarios y no menos sanguinarias ambiciones a futuro que implican su expansión global.

Contrario a lo que afirma la narrativa hegemónica en el contexto del conflicto ucraniano, la primera guerra en Europa desde 1945 fue la de la OTAN contra la antigua Yugoslavia. En 1999, sin contar con la autorización del Consejo de Seguridad de la ONU, el llamado 'bloque defensivo' procedió a bombardear el país en lo que denominó como una "intervención humanitaria". Las bajas mortales entre la población civil se estiman en más de 2.500 personas. Dado que en los ataques se emplearon municiones con uranio empobrecido, la agresión sigue cobrando vidas, víctimas de enfermedades provocadas por la 'humanitaria' contaminación radioactiva.

Solo en este siglo, las guerras de la OTAN acabaron con la vida de más de 350.000 civiles y desplazaron por la fuerza a otros 38 millones. Afganistán, Irak, Libia y Siria son tan solo algunos de los países agredidos. Son cálculos hechos en el 2022 por la Universidad Brown de EEUU.

A estas impactantes cifras habría que añadir las causadas por el conflicto de Ucrania, provocado y alimentado por la OTAN. Además de ser, "de facto", una parte de la contienda, el llamado 'bloque defensivo' también es cómplice de los atentados terroristas de Kiev en el territorio ruso, según el secretario del Consejo de Seguridad de Rusia, Nikolái Pátrushev. Cabe recordar que hace unos días el canciller francés calificó como "legítimos" los ataques de Kiev contra refinerías rusas, mientras que la cadena CNN confirmó que los vuelos de los drones ucranianos que golpean objetivos civiles en Rusia son "consensuados" con sus aliados occidentales.

En otras palabras, la OTAN llega a su 75 aniversario como una organización terrorista en toda regla. Y como toda organización terrorista, debe ser borrada de la faz de la Tierra. Sin piedad.»[artigo original]

31/03/2024

A ditadura que vem aí | La dictadura que viene


«Efectivamente, eis os exemplos de um meio estatal alemão (DW) e de um meio estatal britânico (BBC). Poderíamos mencionar outros meios, como The Guardian, Foreign Policy, Politico, etc. É a notícia do momento na Alemanha, junto com a sua derrocada económica e a sua argumentação na preparação de uma futura guerra contra a Rússia.
A Alemanha converteu-se no país das maiores loucuras em todos os aspectos políticos, económicos e sociais. Um país governado por uma coligação social-democrata encabeçada por Olaf Scholz, que, depois de ter levado o seu país à maior crise económica desde 1945, considera agora um cenário de guerra (externa) e de proibição (interna).
Continua a arrastar-se onde Biden e a OTAN o queira levar. Não lhe importa minimamente a preservação do seu próprio país (Alemanha), e, perante a dissidência interna, tudo querem liquidar mediante a qualificação de “extrema-direita”.

Já se tinha visto que 2024 nos traria uma nova rodada de políticos globalistas, tratando de empurrar goelas abaixo os seus ditados à sociedade sobre a qual governam formalmente. Agora querem impor-nos a “agenda verde” para atacar com as restrições económicas, e depois, numa combinação de guerra externa e dissidência interna, pretendem impor restrições políticas e sociais.
Mas, o que querem da gente? Qual o objectivo de todas estas pantominas e montagens? Uma sociedade de “zombies” sem cérebro que se limitam a viver cumprindo as ordens que venham do palácio do governo? Liberdade e democracia para quê? Enfim, muitas perguntas ficam por fazer.

Segundo as informações vindas da Alemanha, o governo de Scholz & C.ª estaria a planear a legalização da repressão mais ditatorial possível para prevenir-se contra a oposição interna. Pretende arrogar-se o poder de encerrar contas bancárias e confiscar fundos a quem lhes aprouver, sob a acusação de ser uma “ameaça potencial de extrema-direita”.

Recordam-se de todos esses projectos para eliminar o dinheiro físico, e que apenas exista dinheiro virtual em contas bancárias, ou, “melhor ainda”, sob a forma de CBDC? Ou seja, em moedas digitais de bancos centrais – que é a tradução da sigla CBDC em inglês. Se toda a gente tem o seu dinheiro sob forma virtual, já não fisicamente, os globalistas no poder terão uma espécie de botão nuclear contra a oposição política e social.
Basicamente: Opões-te? Então confiscamos-te até ao último cêntimo. Deixamos-te sem nada. Viverás na mendicidade, não terás absolutamente nada. E depois falam-nos da China e da Rússia, países hiper-vigiados e hiper-controlados que censuram e reprimem o seu povo, mas… a Alemanha oferece este exemplo que, por certo, foi precedido pelo país mais “progressista” do continente americano – o Canadá, presidido por Justin Trudeau –, que ameaçou retirar licenças profissionais e confiscar fundos e contas bancárias a todos os camionistas que protestavam contra as suas medidas.

Enfim, o governo alemão inventou agora que a maior ameaça à sua democracia é a “extrema-direita”. E o que é tal coisa? Pura e simplesmente todos aqueles que critiquem o governo, porque estariam a “minar a confiança na estabilidade e na capacidade de actuação do Estado”.
Quem precisa de uma ditadura tendo estas democracias?»

* * * *

«Efectivamente, he ahí varios ejemplos de un medio estatal alemán (DW) y de un medio estatal británico (BBC). Podríamos mencionar otros medios como The Guardian, Foreign Policy, Político, etc. Es la noticia del momento desde Alemania, junto con su debacle económica y sus alegatos sobre prepararse para una futura guerra contra Rusia.
Alemania se ha convertido en el país de las mayores locuras en todos los aspectos políticos, económicos y sociales. Un país gobernado por una coalición social-demócrata encabezada por Olaf Scholz, que después de haber llevado a su país a la mayor crisis económica desde 1945, ahora plantea, un escenario de guerra (externa) y de prohibición (interna).
Sigue arrastrándose a donde Biden y la OTAN le quiera llevar. No le importa ni un mínimo elemento de preservación de su propio país (Alemania), y ante la disidencia interna, todo lo quieren liquidar mediante la calificación de “extrema-derecha”.

Se veía venir que 2024 nos traería una nueva ronda de políticos globalistas tratando de imponer el tragacionismo a la sociedad sobre la que gobiernan formalmente. Ahora nos quieren imponer la “agenda verde” para acometer restricciones económicas, y luego, en una combinación de guerra externa y disidencia interna, pretender imponer restricciones políticas y sociales.
¿Pero qué quieren de la gente? ¿Cuál es el objetivo de todas estas pantomimas y montajes? ¿Una sociedad de zombis descerebrados que se limitan a vivir cumpliendo las órdenes que vengan desde el palacio de gobierno de turno? ¿Libertad y democracia para qué? En fin, muchas preguntas caben por hacerse.

Según los reportes desde Alemania, el gobierno de Scholz y cía estarían planeando la legalización de la represión más dictatorial posible para prevenirse de la oposición interna. Pretenden arrogarse la potestad de cerrar cuentas bancarias y de confiscar fondos a quienes les parezca bajo la acusación de ser una “amenaza potencial de extrema derecha”.

¿Les suenan todos esos planes para eliminar el dinero en efectivo y que solo haya dinero virtual en cuentas bancarias o “mejor todavía” en la forma de CBDC? Es decir, en monedas digitales de bancos centrales, que es la traducción al español de las siglas -en inglés- CBDC. Si todo el mundo tiene su dinero en virtual y no en físico, los globalistas en el poder tendrán una especie de maletín nuclear contra la oposición política y social.
Básicamente: ¿Te opones? Pues te confiscamos hasta el felpudo. Te dejaremos totalmente en la nada. Vivirás en la mendicidad, no tendrás absolutamente nada. Pero luego nos hablan de que si China o Rusia tienen países hipervigilados e hipercontrolados que censuran y reprimen a sus gentes pero… Alemania ofrece este ejemplo, que por cierto viene precedido por el país más progre de América (Canadá), presidido por Justin Trudeau, quien amenazó con retirar licencias profesionales y confiscar fondos y cuentas bancarias a todos los transportistas que protestaban contra sus medidas.

En fin, que el gobierno alemán ahora se inventó que la mayor amenaza para su democracia es la “extrema derecha”. ¿Y qué es tal cosa? Pues simple y llanamente todos aquellos que critiquen al gobierno, porque estarían “minando la confianza en la estabilidad y la capacidad de actuación del Estado”.
¿Quién necesita una dictadura teniendo estas democracias?»[artigo integral]

27/03/2024

Até ao último europeu? (III) | ¿Hasta el último europeo? (III)



«A União Europeia deseja uma guerra aberta contra a Rússia e está a preparar-se para ela. O belicismo anti-russo dos Estados Unidos é mais fácil de entender, dentro do contexto do seu confronto geopolítico com a China e o bloco euro-asiático, que desafia a sua hegemonia mundial. Mas, o que ganha a União Europeia ao promover uma perigosíssima escalada bélica contra a Rússia, vizinho próximo e potência nuclear? Por acaso os líderes europeus não percebem que Biden (ou seja, aqueles que movem os cordéis desse decrépito presidente-marioneta) está a utilizar os países europeus da OTAN ao serviço dos seus próprios interesses?

Sabendo, como devem saber os líderes europeus, de tudo isto, compreende-se ainda menos o seu inesperado ardor guerreiro, enquanto a aparente indiferença dos burgueses eurocratas de Bruxelas não pode deixar de causar estupefacção ao espectador pouco avisado. Dirigentes como Úrsula von der Leyen, Josep Borrell, e chanceleres cinzentos como Olaf Scholz: todos eles, embora cada um a seu modo e com as suas nuances, parecem marchar alegres e despreocupados para o horizonte do holocausto atómico. E, à frente de tal tropa, esse pequeno Napoleão que se revela no inefável Emmanuel Macron, o mais entusiasta na ideia de mandar soldados da União Europeia para solo ucraniano. Na realidade já lá estão há algum tempo de modo discreto, secreto ou camuflado, tal como é pública a presença de mercenários colombianos e norte-americanos ao serviço de Zelensky, a quem se está a acabar a carne de canhão autóctone para enviar à picadora da frente; mas, agora, seria um passo além “na defesa dos valores da democracia” [sic], segundo a grandiloquente expressão de Macron. E a pergunta é clara, urgente e imediata: por que razão todos os líderes europeus falam em continuar, e mesmo em intensificar, a guerra contra a Rússia e, pelo contrário, ninguém fala do que seria mais lógico e sensato, que é sentar-se a negociar?

A resposta a tal enigma parece estar nos planos ocultos dos líderes europeus (e da elite globalista) para a Europa. A intenção da União Europeia é que a provocação acabe por produzir algum tipo de guerra aberta entre a Europa da OTAN e a Rússia, para lá da guerra proxy existente desde há dois anos, na qual se está a utilizar, cínica e cruelmente, o povo ucraniano. E — perguntará o leitor — para que precisa a União Europeia de um confronto directo com a Rússia? Nem mais nem menos que para alcançar o seu verdadeiro objectivo não declarado: implementar um governo ditatorial centralizado a nível europeu e estabelecer um estado de excepção que suporte todo o tipo de atropelos e desmandos contra a população europeia autóctone.

Digamo-lo de uma maneira ainda mais clara: a União Europeia precisa de algum tipo de guerra com a Rússia como desculpa para estabelecer uma ditadura e suprimir todo o tipo de direitos e liberdades aos europeus. […]

Pois bem: como neste jogo nós, os cidadãos europeus, temos muito a perder, torna-se cada vez mais necessária uma mobilização continental que detenha esta loucura. Temos de perceber que a União Europeia é, neste momento, o maior perigo para a paz no mundo, e que pretende iniciar uma guerra nefasta contra o interesse dos seus próprios cidadãos. Neste contexto, as próximas eleições para o Parlamento Europeu ganham uma importância inusitada. As recentes mobilizações dos agricultores europeus marcam também o nosso caminho. Bruxelas converteu-se num monstro que é necessário decapitar.»

* * * * *

«La Unión Europea desea ir a una guerra abierta contra Rusia y se está preparando para ella. El belicismo antirruso de Estados Unidos es más fácil de entender dentro del contexto de su enfrentamiento geopolítico con China y el bloque euroasiático, que desafía su hegemonía mundial. Ahora bien: ¿qué gana la Unión Europea promoviendo una peligrosísima escalada bélica contra Rusia, vecino próximo y potencia nuclear? ¿Acaso los líderes europeos no se dan cuenta de que Biden (es decir, quienes mueven los hilos de este decrépito presidente-marioneta) está utilizando a los países europeos de la OTAN al servicio de sus propios intereses?

Sabiendo como deben de saber todo esto los líderes europeos, se comprende todavía menos su inesperado ardor guerrero, mientras la aparente indiferencia de los burgueses eurócratas de Bruselas no puede sino causar estupor al espectador poco avisado. Dirigentes como Úrsula von der Leyen, Josep Borrell, junto a grises cancilleres como Olaf Scholz: todos ellos, aunque cada uno a su modo y con sus matices, parecen marchar alegres y despreocupados hacia el horizonte del holocausto atómico. Y, al frente de tal tropa, ese pequeño Napoleón que está resultando ser el inefable Emmanuel Macron, el más entusiasta ante la idea de mandar soldados de la Unión Europea a suelo ucraniano. En realidad ya están desde hace tiempo de manera discreta, secreta o camuflada, igual que es pública la presencia de mercenarios colombianos y estadounidenses al servicio de Zelensky, a quien se le está acabando la carne de cañón autóctona a la que enviar a la picadora de carne que es el frente; pero ahora se trataría de ir un paso más allá “en defensa de los valores de la democracia” [sic], según la grandilocuente expresión de Macron. Y la pregunta es clara, urgente e inmediata: ¿por qué todos los líderes europeos hablan de continuar e incluso intensificar la guerra contra Rusia, y en cambio nadie habla de lo que sería más lógico y sensato, que es sentarse a negociar?

La respuesta a tal enigma parece estar en los planes ocultos de los líderes europeos (y de la élite globalista) para Europa. Y es que la intención de la Unión Europea es provocar que termine produciéndose algún tipo de guerra abierta directa entre la Europa de la OTAN y Rusia, más allá de la guerra proxy existente desde hace dos años y que está utilizando cínica y cruelmente al pueblo ucraniano. Y —se preguntará el lector—, ¿para qué necesita la Unión Europea un enfrentamiento directo contra Rusia? Ni más ni menos que para alcanzar su verdadero objetivo no declarado, que es implantar un gobierno dictatorial centralizado a nivel europeo y establecer un estado de excepción que ampare todo tipo de atropellos y desmanes contra la población europea autóctona.

Digámoslo de manera aún más clara: la Unión Europea necesita algún tipo de guerra directa contra Rusia como excusa para establecer una dictadura y suprimir para los europeos todo tipo de derechos y libertades. […]

Ahora bien: como en este juego los ciudadanos europeos tenemos mucho que perder, se hace más necesaria que nunca una movilización continental que detenga esta locura. Tenemos que entender que la Unión Europea es ahora mismo el mayor peligro para la paz en el mundo, y que pretende iniciar una guerra nefasta contra los intereses de sus propios ciudadanos. En este contexto, las próximas elecciones al Parlamento Europeo cobran una importancia inusitada. Las recientes movilizaciones de los agricultores europeos nos marcan también el camino. Bruselas se ha convertido en un monstruo que es necesario descabezar.»[artigo integral]

12/11/2023

O triunfo do Mal | El triunfo del Mal


«Os planos infernais da elite globalista – cuja malvadez intrínseca temos denunciado – são também consistentes entre si, porque estão dirigidos pelo ódio do Adversário para com Cristo. Os planos de Bill Gates para obscurecer o sol e vacinar a população mundial; os de George Soros para invadir os países ocidentais por hordas de muçulmanos e minar a família natural financiando os movimentos woke e LGBTQ; os planos de Klaus Schwab para obrigar-nos a comer insectos ou confinar-nos em "cidades inteligentes" de 15 minutos: os de Harari para apagar a ideia de um Deus transcendente e reescrever uma Bíblia "politicamente correcta"; os planos do Estado profundo para centralizar o controlo dos cidadãos com identidade digital, dinheiro electrónico e manipulação do voto; o plano de Bergoglio para transformar a Igreja numa agência da ONU e do Fórum Económico Mundial de Davos, não são planos autónomos, implementados sem nenhuma relação entre si.

Em tudo o que sucedeu nas últimas décadas de forma mais clandestina, e mais recentemente de forma muito mais evidente, podemos reconhecer um espírito, uma inteligência capaz de dar origem a uma organização aparentemente infalível e implacável. Porque é preciso admiti-lo: quem construiu esta máquina infernal, na qual todas as engrenagens parecem girar perfeitamente, demonstra uma inteligência superior, mesmo satânica.

A observação da eficácia organizativa dos malvados não nos deve assustar nem fazer-nos renunciar à luta contra os seus planos. Com efeito, creio que é precisamente esta "perfeição", quase mecânica, sem alma, no campo do inimigo, que acabará por constituir a sua própria condenação: "Simul stabunt, simul cadent" ("Manter-se-ão juntos, cairão juntos") diz a frase latina. E será exactamente assim, porque o triunfo do Mal é uma ficção, uma simulação, uma encenação baseada – como tudo o que vem de Satanás – nas aparências e na mentira.»

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«Los planes infernales de la élite globalista –cuya malicia intrínseca hemos descubierto– también son consistentes entre sí, porque están impulsados por el odio del Adversario hacia Cristo. El plan de Bill Gates para oscurecer el sol y vacunar a la población mundial; el de George Soros de invadir los países occidentales por hordas de musulmanes y socavar la familia natural financiando los movimientos despertados y LGBTQ; el plan de Klaus Schwab de obligarnos a comer insectos o confinarnos en “ciudades inteligentes” de 15 minutos; la de Harari de borrar la idea de un Dios trascendente y reescribir una Biblia “políticamente correcta”; el plan del Estado profundo para centralizar el control ciudadano con identidad digital, dinero electrónico y manipulación de votos; el plan de Bergoglio de transformar la Iglesia en agencia de la ONU y el Foro Económico Mundial de Davos, no son planes autónomos implementados sin ningún vínculo entre sí.

En todo lo que ha sucedido en las últimas décadas de forma más clandestina y más recientemente de forma mucho más evidente, podemos reconocer un espíritu, una inteligencia capaz de dar origen a una organización aparentemente infalible e implacable. Porque hay que admitirlo: quienes construyeron esta máquina infernal, en la que todos los engranajes parecen girar perfectamente, demuestran una inteligencia superior, incluso satánica.

La observación de la eficacia organizativa de los malos no debe asustarnos ni hacernos renunciar a luchar contra sus planes. En efecto, creo que es precisamente esta “perfección”, casi mecánica, sin alma, en el campo enemigo la que acabará constituyendo su propia condena: “Simul stabunt, simul cadent” (“Se mantendrán juntos, caerán juntos”), recita el refrán latino. Y será exactamente así, porque el triunfo del Mal es una ficción, una simulación, una puesta en escena basada –como todo lo que viene de Satán– en las apariencias y en la mentira.» [Artigo completo]

13/09/2023

BlackRock, um exemplo do turbocapitalismo | BlackRock, un ejemplo de turbocapitalismo


«BlackRock, para os iniciados, é a maior empresa do mundo na gestão de activos. Neste momento, gere mais de 10 biliões de US$ (biliões à europeia, com doze zeros) em fundos de pensões, dotações, fundos de investimento de diversos tipos, fideicomissos, etc. Isto equivale a mais de 10% do PIB mundial. Os seus fundos encontram-se entre os três maiores accionistas em mais de 80% das empresas do índice S&P 500, o maior da bolsa estado-unidense.
Como administrador de milhões de investidores, a BlackRock exerce um amplo poder de voto, que utiliza para sustentar equipas de gestores, para orientá-las em novas direcções ou para enviá-las para casa, caso não façam o que lhes diz.

A BlackRock tem as suas garras cravadas em todo o lado, ao ponto de, em 2020, ter anunciado que pressionará empresas em todo o mundo para que tenham uma maior diversidade étnica e de género nas suas administrações e quadros do pessoal, utilizando a sua influência – uma vez que é accionista, através dos seus fundos, em numerosas empresas de quase todos os sectores – para votar contra as direcções que não tomem medidas neste sentido.

Para começar, a BlackRock tem estado a pedir às empresas estado-unidenses que revelem a composição racial, étnica e de género dos seus empregados, como parte das medidas que tomam para promover a diversidade e a inclusão. Não é conversa fiada. Em 2021, Engine No.1 LLC, um fundo activista a favor do capitalismo-progressista (woke capitalism), ganhou uma batalha pelo poder na gigantesca petroleira Exxon Mobil Corp. apesar de ser minúsculo e deter apenas um punhado de acções; tinha, em compensação, o apoio dos grandes administradores de participações como a BlackRock Inc.: a Engine No.1 deu à BlackRock o que queria (influência prática sobre a Exxon), e a BlackRock deu à Engine No.1 o que queria (a vitória numa luta pelo poder).»

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«BlackRock, para los iniciados, es la mayor firma de gestión de activos del mundo. Ahora mismo, gestiona más de US$10 billones (con B, de los billones nuestros: es decir, unas seis economías españolas) en fondos de pensiones, dotaciones, fondos de inversión de diversos tipos, fideicomisos, etc. Esto equivale a más del 10% del producto interior bruto mundial. Sus fondos se encuentran entre los tres mayores accionistas en más del 80% de las empresas del índice S&P 500, el mayor de la bolsa estadounidense.
Como administrador de millones de inversores, BlackRock ejerce un amplio poder de voto, que utiliza para respaldar a equipos gestores, para empujarlos en nuevas direcciones o para enviarlos a su casa si no hacen lo que dice. BlackRock es accionista clave en, por ejemplo, Iberdrola, donde de momento tolera al presidente Ignacio Galán.

BlackRock tiene sus zarpas por todos lados, hasta el punto de que en 2020 anunció que pondrá presión sobre empresas de todo el mundo para que consigan una mayor diversidad étnica y de género en sus juntas directivas y su plantilla, usando su gran influencia –dado que es accionista, a través de sus fondos, en numerosas firmas de casi todos los sectores– para votar en contra de los directivos que no tomen medidas en este sentido.

Para empezar, BlackRock ha estado pidiendo a las empresas estadounidenses que revelen la composición racial, étnica y de género de sus empleados, como parte de las medidas que están tomando para promover la diversidad e inclusión. No va de farol. En 2021, Engine No.1 LLC, un fondo activista en favor del progrecapitalismo (woke capitalism), ganó una batalla por el poder en la gigantesca petrolera Exxon Mobil Corp. pese a ser minúsculo y tener sólo un puñado de acciones; lo que tenía es el apoyo de grandes administradores de índices como BlackRock Inc.: Engine No.1 le dio a BlackRock lo que quería (influencia práctica sobre Exxon), y BlackRock le dio a Engine No.1 lo que quería (una victoria en una pelea por el poder).»

21/08/2023

Recordar Darya Dugina no primeiro aniversário do seu assassinato | Recordando a Darya Dugina en el primer aniversario de su asesinato



«Faz hoje exactamente um ano, a 20 de Agosto de 2022, que o serviço secreto ucraniano perpetrou um atentado terrorista assassino contra Darya Dugina, a filha de Alexandre Dugin, o conhecido filósofo russo. Os explosivos destruíram o seu carro, matando a jovem. Darya tinha apenas 29 anos, era filósofa, jornalista e heróica lutadora, e, com a sua morte, converteu-se em mártir da verdade eterna da tradição, ortodoxa e metapolítica, que encarna o espírito e a alma russos. Influenciada por Platão, defendia, tal como o pai, o pensamento multipolar e uma revolução expressa no afastamento radical da Rússia do "Ocidente colectivo", uma ruptura total com o imperialismo globalista, o seu lamaçal subversivo, a sua maldade espiritual e o ódio satânico dos fanfarrões globalistas ocidentais contra a Rússia ortodoxa. Em toda a sua pessoa, esta jovem encarnava a superioridade da verdade, da bondade e do espírito, sobre o materialismo sem alma e sem Deus. O seu caminho era o da luta metapolítica, que nunca deixa de ser, também, uma autêntica guerra de vida ou morte. Não sem razão, o lema do seu canal do Telegram era "A vida é a guerra na terra!" e, não sem razão, o lema da sua vida era "Sou uma cristã russa, e sou branca. Sou o povo russo". [...]

O movimento euro-asiático e a visão multipolar forjada pelo pai de Darya, Alexandre Dugin, dirigida contra o unipolarismo, as corporações multinacionais e o ultra-liberalismo do pós-modernismo ocidental, representam hoje o Grande Despertar na luta pela liberdade dos povos e das civilizações contra a Nova Ordem Mundial anglo-saxónica, demoníaca e satânica em todos os sentidos da palavra. Pode descrever-se, sem exagero, como a batalha final entre o Katechon e o Anticristo. Esta luta tem como objectivo um novo império europeu de nações e regiões, desde Lisboa até à costa oriental russa no Pacífico, em que as nações, regiões, civilizações e culturas sejam libertadas da hegemonia do imperialismo estado-unidense, das golpadas maçónicas dos senhores do dinheiro de Davos, de criaturas como os clãs Rockefeller e Rothschild, George Soros, Bill Gates e quaisquer que sejam os seus nomes. [...]

A sua trágica morte deixa, por um lado, uma ferida profunda e dolorosa; mas, por outro, é uma forte motivação para que os inimigos do turbocapitalismo e do ultra-liberalismo lutem pela criação de um mundo multipolar e pela independência geopolítica e económica da Europa. Darya também nos ensinou a abandonar definitivamente a actual divisão nas nossas próprias fileiras, a enfrentar as gélidas e depradadoras estruturas capitalista-tecnocráticas, a destruição da família tradicional e os blasfemos delírios trans-humanistas dos partidos liberais, que avançam para um grotesco neo-conservadorismo, para nos opormos com valentia e firmeza, para insuflar nova vida à nossa extinta força vital, para superar o que é degenerado, caótico e pervertido e que nos afasta da natureza humana dada pelo nosso Criador, para viver e morrer fielmente e reencontrarmos assim a fonte da nossa origem divina. Quando pensamos hoje em Darya Dugina, deveríamos recordar também a nossa própria mediocridade, o nosso abatimento, as nossas disputas cobardes e as divagações internas, a nossa falsa tolerância em tempos de esquecimento escatológico, e a nossa incapacidade para reconhecer de forma realista o estado trágico do ser humano moderno, sem tradição, sem raízes e atomizado, e como teria respondido esta valente jovem. Ela nos diria para espevitar e sentir o que é essencial, para não deixar de lutar, cada um no seu lugar. Para não acreditar nas mentiras e nas calúnias dos nossos meios de comunicação, que são ainda piores e mais sujos que as actividades antipopulares dos nossos governos... E sim, é possível que não ganhemos esta eterna batalha contra o mal tão fácil e rapidamente como sonhávamos; mas, se não lutarmos, já a perdemos!

Apesar dos seus assassinos, tão patéticos como cruéis, Darya permanece viva nos nossos corações e memórias.»

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«Hace exactamente un año, el 20 de agosto de 2022, el servicio secreto ucraniano perpetró un atentado terrorista asesino contra Darya Dugina, la hija del conocido filósofo ruso Alexandr Dugin. Los explosivos detonaron en su coche, destrozando a la joven. Darya sólo tenía 29 años, era filósofa, periodista y heroica luchadora, y con su muerte se convirtió en mártir de la verdad eterna de la tradición, ortodoxa y metapolítica, que encarna el espíritu y el alma rusos. Educada por Platón, defendía, como su padre, el pensamiento multipolar y una revolución expresada en el alejamiento radical de Rusia del "Occidente colectivo", una ruptura total con el imperialismo globalista, su ciénaga subversiva, su perfidia espiritual y el odio satánico de los fanfarrones globalistas occidentales hacia la Rusia ortodoxa. En toda su persona, esta joven encarnaba la superioridad de la verdad, la bondad y el espíritu sobre el materialismo sin alma y sin Dios. Su camino era el de la lucha metapolítica, que, sin embargo, siempre es también una auténtica guerra a muerte. No sin razón era el lema de su canal Telegram "¡La vida es la guerra en la tierra!", y no sin razón era el lema de su vida: "Soy una cristiana rusa, y soy blanca. Soy el pueblo ruso". [...]

El movimiento euroasiático y la visión multipolar forjada por el padre de Darya, Alexandr Dugin, dirigida contra el unipolarismo, las corporaciones multinacionales y el ultraliberalismo del posmodernismo occidental, representan hoy el Gran Despertar en la lucha por la libertad de los pueblos y las civilizaciones contra el Nuevo Orden Mundial anglosajón, demoníaco y satánico en todos los sentidos de la palabra. Puede describirse sin exageración como la batalla final entre el Katechon y el Anticristo. Esta lucha tiene como objetivo un nuevo Imperio europeo de naciones y regiones desde Lisboa hasta la costa oriental rusa en el Pacífico, en el que las naciones, regiones, civilizaciones y culturas sean liberadas de la hegemonía del imperialismo estadounidense, de las travesuras masónicas de los señores del dinero de Davos, de criaturas como los clanes Rockefeller y Rothschild, George Soros, Bill Gates y cualesquiera que sean sus nombres. [...]

Su trágica muerte deja por un lado una herida profunda y dolorosa, pero por otro es una fuerte motivación para que los enemigos del turbocapitalismo y del ultraliberalismo luchen por la creación de un mundo multipolar y por la independencia geopolítica y económica de Europa. Darya también nos enseñó a abandonar definitivamente la diástasis actual en nuestras propias filas, a enfrentarnos a las gélidas estructuras depredadoras capitalista-tecnocráticas, a la destrucción de la familia tradicional y a los blasfemos delirios transhumanistas de los partidos liberales, que avanzan hacia un grotesco neoconservadurismo, para oponernos con valentía y firmeza, para insuflar nueva vida a nuestra extinta fuerza vital, para superar lo degenerado, caótico y pervertido que nos aleja de la naturaleza humana que nos dio nuestro Creador, para vivir y morir fielmente y reencontrarnos así con la fuente de nuestro origen divino. Cuando pensamos hoy en Darya Dugina, deberíamos recordar también nuestra propia mediocridad, nuestro abatimiento, nuestras pusilánimes disputas y divagaciones internas, nuestra falsa tolerancia en tiempos de olvido escatológico y nuestra incapacidad para reconocer de forma realista el trágico estado del ser humano moderno, sin tradición, sin raíces y atomizado, y cómo habría respondido esta valiente joven. Ella nos diría, daos cuenta por fin y sentid lo que es esencial, no dejéis de luchar, cada uno en su puesto. No se crean las mentiras y calumnias de sus medios de comunicación y canales obligatorios, que son incluso peores y más sucios que las actividades antipopulares de sus gobiernos... Sí, es posible que no ganen esta eterna batalla contra el mal tan fácil y rápidamente como imaginan en sus sueños, pero si no luchan, ¡ya han perdido!

A pesar de sus asesinos, tan patéticos como crueles, Darya sigue viva en nuestros corazones y recuerdos.»

10/07/2023

O modelo social em vigor | El modelo social actual



«Tal como outros exportam melões, os Estados Unidos da América exportam democracia. E para isso têm que dar lições ao resto do mundo, e convencer os reticentes das benesses que teriam ao importar o modelo americano. A cruzada internacional pro-gay faz parte de um package global onde o que se vende é um modelo social: o modelo de um país onde metade da população nunca vota, onde dois partidos repartem o poder há séculos, onde os grandes grupos económicos decidem quem se apresenta às eleições, onde os mesmos grupos decidem que programa se aplica, onde ninguém elege aos que verdadeiramente tomam decisões, onde cerca de cinquenta milhões de pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza, onde existe a pena de morte e onde qualquer maluco ao virar da esquina pode enfiar-nos um balázio. Mas os gays, sim, são devidamente festejados [...]

Não há aqui um preto-e-branco absoluto, antes uma gama intermédia de tonalidades. O movimento gay pode ter alguma razão, ao reclamar para umas minorias historicamente marginalizadas, uma parte do respeito que lhes é devido. Mas a sobre-representação que alcançaram no Ocidente é paradigmático do tipo de civilização da qual são ícones: a civilização mais materialista da História. Uma civilização americanomorfa que se pretende portadora de uma verdade universal obrigatória. E o que está em jogo é, ou a extensão universal dessa civilização, ou então a manutenção de uma pluralidade de civilizações, algumas delas ainda tradicionais, que mantêm escalas de valores diferentes. Também no que respeita ao sexo.

Dizia Nietzsche que aquele que não conhece na terra nada melhor do que a satisfação do seu instinto, tem a alma cheia de lodo. Em nenhuma civilização o sexo teve uma presença menor do que a sua importância exige. Mas, no seu imaginário colectivo, praticamente nenhuma civilização o situou no topo. No topo, sempre se colocaram outras coisas. Ao colocar o sexo no mais alto pedestal das ânsias humanas, o movimento gay é sintomático de que tipo de civilização é a nossa.»

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«Así como otros exportan melones, los Estados Unidos de América exportan democracia. Y para eso tienen que dar lecciones al resto del mundo, y convencer a los reticentes de lo bien que les iría al importar el modelo americano. La cruzada internacional pro-gay forma parte de un package global en el que lo que se vende es un modelo social: el modelo de un país donde la mitad de la población nunca vota, donde dos partidos se reparten el poder desde hace siglos, donde los grandes grupos económicos deciden quién se presenta a las elecciones, donde los mismos grupos deciden qué programa se aplica, donde nadie elige a los que de verdad deciden, donde cerca de cincuenta millones de personas viven por debajo del umbral de la pobreza, donde existe la pena de muerte y donde cualquier tronado a la vuelta de la esquina puede a usted descerrajarle a usted un tiro. Pero eso sí, los gays son debidamente festejados. [...]

No hay aquí blancos y negros absolutos, sino una gama intermedia de tonalidades. El movimiento gay puede tener una parte de razón al reclamar para unas minorías históricamente marginadas la parte de respeto que les es debido. Pero la sobrerrepresentación que en Occidente han alcanzado es paradigmática del tipo de civilización de la que son iconos: la civilización más materialista de la Historia. Una civilización americanomorfa que se pretende portadora de una verdad universal obligatoria. Y lo que está en juego es, o bien la extensión universal de esa civilización, o bien el mantenimiento de una pluralidad de civilizaciones, algunas de ellas todavía tradicionales, que mantienen escalas de valores diferentes. También en lo que atañe al sexo.

Decía Nietzsche que aquél que no conoce nada mejor en la tierra que la satisfacción de su instinto, tiene el alma llena de fango. En ninguna civilización el sexo ha tenido una presencia menor que la que su importancia exige. Pero en su imaginario colectivo, prácticamente ninguna civilización lo ha situado en lo más alto. En lo más alto siempre se han situado otras cosas. Al colocar al sexo en el más alto pedestal de los afanes humanos, el movimiento gay es sintomático del tipo de civilización que es la nuestra.»

29/05/2023

A 'pax americana' | La 'pax americana'



«Não é segredo algum que um dos fundamentos do globalismo é a homogenização mundial, a destruição das identidades culturais e das nações (não dos Estados), para impor uma pax americana que implica a disneyzação forçada de todo o planeta: reduzir toda a complexidade das culturas a uma papa "transumana", infantilizada e histerizada, onde uma sexualidade hipertrofiada ocupe (e dissipe) a energia mental do gado woke. Tudo isto nos pareceria um delírio, se não víssemos com os nossos próprios olhos como está a triunfar no Ocidente, e como se pretende impor ao resto da humanidade. A isto, há que juntar a visão técnica e comercial do mundo dos anglo-saxões, o culto do dinheiro e a mercantilização de todos os aspectos da existência. O objectivo é muito claro: reduzir os seres humanos a simples unidades de consumo e produção, sem outras inquietações vitais além do prazer sexual, a satisfação de necessidades cada vez mais insatisfatórias, e a obsessão compulsiva pelos seus corpos — a única realidade a que fica reduzido o ser humano quando se converte um indivíduo num átomo social. O passado não existe; o futuro muito menos. Apenas se vegeta para um eterno presente no qual não existe vida nem morte — só doença —, dominado por um emocionalismo irracional, no qual as lágrimas e os ataques de histeria vencem o discernimento; uma ficção feita realidade, onde o homem se iguala à besta e substitui os seus filhos por animais de estimação, porque a Marvel e a Disney fabricaram-lhe uma Weltanschauung, uma cosmovisão digna dos seus dotes intelectuais, suplantadas por uma inteligência artificial em todos os sentidos e interpretações da palavra.

O ocidental mediano parece-se cada vez mais com um macaco de laboratório, no qual os déspotas do biopoder brincam às experiências. Experiências que, obviamente, são pagas pelo símio.

A Europa é o local onde, com maior êxito, se realizou este projecto; onde a degradação da pessoa no indivíduo alcançou a maior intensidade. Os velhos valores do Ocidente cristão foram substituídos pelo livre mercado — que não é mais do que o livre arbítrio das oligarquias milionárias — e por uma hostilidade ao passado da nossa cultura, que se manifesta de forma anedótica, mas significativa, nas recentes agressões contra obras de arte, praticadas por betinhos universitários. O labor de demolição cultural levado a cabo pelas elites une-se à criação de um novo conglomerado humano, um insípido melting pot, um aluvião nómada que substitua demograficamente as velhas nações e origine uma "desidentificação" radical do que sobra da Europa e da herança dos seus antepassados, com o seu espírito, com o seu genus loci. Nada poderá satisfazer mais ao establishment colonial da "Europa" que converter a incendiada Notre-Dame de Paris, um dos centros motores da Dei gesta per francos, num centro multicultural, ecuménico e inter-religioso.»

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«No es ningún secreto que una de las claves del globalismo es la homogeneización mundial, la destrucción de las identidades culturales y de las naciones (que no de los estados) para imponer una pax americana que implica la disneyzación forzosa de todo el planeta: reducir toda la complejidad de las culturas a una papilla “transhumana”, infantiloide e histerizada, donde una sexualidad hipertrófica ocupe (y disipe) la energía mental del ganado woke. Todo esto nos parecería un delirio si no viésemos con nuestros propios ojos cómo está triunfando en Occidente y cómo se pretende imponer al resto de la humanidad. A ello hay que unir la visión comercial y técnica del mundo de los anglosajones, el culto del dinero y la mercantilización de todos los aspectos de la existencia. El objetivo es muy claro: reducir a los seres humanos a simples unidades de consumo y producción, sin más inquietudes vitales que el placer sexual, la satisfacción de necesidades cada vez más insatisfactorias y la obsesión compulsiva por sus cuerpos, única realidad a la que queda reducido el ser humano cuando se convierte en individuo, en átomo social. El pasado no existe; el futuro, tampoco. Sólo se vegeta para un eterno presente en el que no hay vida ni muerte, sólo enfermedades, dominado por un emocionalismo irracional, en el que las lágrimas y los ataques de histeria vencen a los razonamientos; una ficción hecha realidad, donde el hombre se iguala con el animal y a sus hijos los sustituye por mascotas, porque Marvel y Disney le han fabricado una Weltanschauung, una cosmovisión digna de sus dotes intelectuales, suplantadas por una inteligencia artificial en todos los sentidos y matices de la palabra.

El occidental medio cada vez se parece más a un mono de laboratorio, con el que los déspotas del biopoder juegan a los experimentos. Experimentos que, por supuesto, paga el simio.

Europa es el lugar donde con más éxito se ha realizado este proyecto, donde la degradación de la persona en individuo ha alcanzado la mayor intensidad. Los viejos valores del Occidente cristiano han sido sustituidos por el libre mercado —que no es sino el libre arbitrio de las oligarquías multimillonarias— y por una hostilidad hacia el pasado de nuestra cultura, que se manifiesta de forma anecdótica pero significativa en las recientes agresiones contra obras de arte cuyos ejecutores son niñatos universitarios. La labor de demolición cultural llevada a cabo por las élites se une a la creación de un nuevo conglomerado humano, de un insípido melting pot, de un aluvión nómada que reemplace demográficamente a las viejas naciones y dé origen a una radical “desidentificación” de lo que quede de Europa con la herencia de sus mayores, con su espíritu, con su genus loci. Nada puede satisfacer más al establishment colonial de “Europa” que convertir a la incendiada Notre-Dame de París, uno de los centros motores de la Dei gesta per francos, en un centro multicultural, ecuménico e interreligioso.»

20/05/2023

A ideologia liberal e o pensamento único (e 2) | La ideología liberal y el pensamiento único (y 2)



«Quando a Rússia aceitou formar parte do mundo ocidental, esforçando-se até desesperadamente por fazê-lo, assimilámos tudo: a modernização, a digitalização, a pós-modernização. Assim, fomos perdendo rapidamente o que era peculiar da nossa civilização russa. Este processo destrutivo também se viu facilitado pelo período soviético da nossa história. A ciência e a educação estavam então dominadas pelo materialismo, pelo ateísmo, pelo culto cego ao progresso técnico e pelo desprezo pelos fundamentos religiosos e pela identidade subjacente. Mas, ali, tudo se levava a cabo em nome da sociedade no seu conjunto. O liberalismo, por sua vez, enquanto preservava o materialismo e o ateísmo, começou também a destruir a sociedade. [...]

Desenvolveu-se, assim, uma situação paradoxal. Já estamos em guerra, mas ainda não compreendemos plenamente a nossa função nesta guerra de civilizações. Nem sequer podemos falar em construir sobre a sua base uma epistemologia digna desse nome, toda uma série de teorias científicas, que constituiriam então a base das disciplinas humanísticas. Mas o Ocidente e o liberalismo combatem-nos precisamente nesta capacidade. Entendem muito bem quem realmente somos, e atacam inclusivamente aquilo que ainda não se estabeleceu. De certo modo, entendem-nos melhor do que nós próprios. E por isso nos odeiam -- não tanto pelo presente, mas pelo passado e pelo futuro, que é nosso, profundo e eterno.»

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«Cuando Rusia aceptó formar parte del mundo occidental, incluso esforzándose desesperadamente por hacerlo, lo asimilamos todo: la modernización, la digitalización, la post-modernización. Así fuimos perdiendo rápidamente lo que era peculiar de nuestra civilización rusa. Este proceso destructivo también se vio facilitado por el periodo soviético de nuestra historia. Entonces la ciencia y la educación estaban dominadas por el materialismo, el ateísmo, el culto ciego al progreso técnico y el desprecio por los fundamentos religiosos y la identidad subyacente. Pero allí todo se llevaba a cabo en nombre de la sociedad en su conjunto. El liberalismo, al tiempo que preservaba el materialismo y el ateísmo, también empezó a destruir la sociedad. [...]

Así que se ha desarrollado una situación paradójica. Ya estamos en guerra, pero aún no hemos comprendido plenamente nuestra función en esta guerra de civilizaciones. Ni siquiera podemos hablar de construir sobre su base una epistemología en toda regla, toda una serie de teorías científicas, que constituirían entonces la base de las disciplinas humanísticas. Pero Occidente y el liberalismo nos combaten precisamente en esta capacidad. Entienden muy bien quiénes somos realmente, y atacan incluso lo que aún no se ha establecido del todo. En cierto modo, nos entienden mejor que nosotros mismos. Y por eso nos odian - no tanto por el presente, sino por el pasado y el futuro, por nuestro profundo y eterno.»

19/05/2023

A ideologia liberal e o pensamento único (1) | La ideología liberal y el pensamiento único (1)



«Agora, a ideologia. Quando entramos em conflito directo com o Ocidente, como civilização contra civilização, encontramo-nos numa posição desigual. Porque o Ocidente conhece os fundamentos da sua civilização, a sua ideologia é clara, está prescrita em todos os livros e textos ocidentais, está presente em todas as universidades, em todos os planos de estudo. E não só no próprio Ocidente. Em todo o mundo e, por desgraça, também no nosso país. Toda a ciência humanista contemporânea está construída sobre princípios liberais, em todo o lado o indivíduo está à cabeça. É este o caso da filosofia, da sociologia, da antropologia, da culturologia, da economia, da psicologia, da ciência política, das relações internacionais, da etnologia, etc. Para onde quer que se olhe, qualquer livro que se abra, de certeza que é propaganda liberal.
Na teoria das relações internacionais, o paradigma liberalista com o seu apelo directo a um Governo Mundial, com uma série de acrescentos pós-modernistas (teoria de género, construtivismo, etc.) é evidente. Outras teorias, e, sobretudo, o realismo, mencionam-se de passagem, com uma crítica implícita. [...]

Em toda a parte na episteme hoje dominante, encontramos a celebração do indivíduo, assim como uma crítica directa ou indirecta de toda a totalidade, holismo e hierarquia, a desconstrução do colectivo em átomos, o desmantelamento de tudo o que de um modo ou outro está relacionado com a sociedade tradicional. Os estudos de género, o transumanismo, a ecologia profunda, a inteligência artificial e a engenharia genética representam a vanguarda desta tendência: aqui, o próprio indivíduo já está a descompor-se, dando lugar a um exótico conjunto de componentes humanos, mecânicos e animais.
Na ciência e na educação do Ocidente, a linha principal está firmemente estabelecida: a emancipação relativamente à identidade colectiva. É este, praticamente, todo o conteúdo da educação liberal.»

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«Ahora, la ideología. Cuando entramos en conflicto directo con Occidente, como civilización contra civilización, nos encontramos en una posición desigual. Porque Occidente conoce los fundamentos de su civilización, su ideología es clara, está prescrita en todos los libros de texto occidentales, está presente en todas las universidades, en todos los planes de estudio. Y no sólo en el propio Occidente. En todo el mundo y, por desgracia, también en nuestro país. Toda la ciencia humanística contemporánea está construida sobre principios liberales, en todas partes el individuo está a la cabeza. Y este es el caso de la filosofía, la sociología, la antropología, la culturología, la economía, la psicología, la ciencia política, las relaciones internacionales, la etnología, etc. Mires donde mires, abras el libro de texto que abras, seguro que es propaganda liberal.
En la teoría de las relaciones internacionales, el paradigma liberalista con su llamamiento directo a un Gobierno Mundial más una serie de añadidos posmodernistas (teoría de género, constructivismo, etc.) es evidente. Otras teorías, y sobre todo el realismo, se mencionan de pasada con una crítica implícita. [...]

En todas partes de la episteme dominante de hoy en día encontramos la celebración del individuo, así como una crítica directa o indirecta de toda totalidad, holismo y jerarquía, la deconstrucción de lo colectivo en átomos, el desmantelamiento de todo lo que de un modo u otro está relacionado con la sociedad tradicional. Los estudios de género, el transhumanismo, la ecología profunda, la Inteligencia Artificial y la ingeniería genética representan la vanguardia de esta tendencia: aquí el propio individuo ya se está descomponiendo, dando paso a un exótico conjunto de componentes humanos, mecánicos y animales.
En la ciencia y la educación en Occidente, la línea principal está firmemente establecida: la emancipación de la identidad colectiva. Este es prácticamente todo el contenido de la educación liberal.»

07/04/2023

Guerra de civilizações | Guerra de civilizaciones



«Vejamos agora o conteúdo deste conflito. Podemos considerá-lo um choque de Estados: o Estado-nação russo contra uma coligação de Estados-nação. Mas isso não nos levará à essência do que está a acontecer. Evidentemente, não se trata de uma luta por território, recursos, potencial industrial, centrais hidro-eléctricas, pão, etc. Desta vez, a guerra tem uma dimensão material mínima. É uma guerra do espírito, uma guerra por uma ideia, um verdadeiro choque entre dois mundos, entre duas civilizações. É o choque de civilizações de que falava Samuel Huntington, o politólogo estado-unidense, nos anos noventa.

O Ocidente é uma civilização que pretende ser universal e considera-se sinónimo da modernidade, desenvolvimento e progresso. Esta civilização surgiu na Idade Moderna, na Europa. O seu principal objectivo, como disse o nosso filósofo Vladimir Soloviev, era a ideia do desmembramento, da atomização, onde o privado se converte superior ao todo. No seu coração está o desejo de tudo atomizar, ao indivíduo e a tudo quanto seja passível de divisão. E qualquer totalidade, sejam sociedades tradicionais, pessoas, estado, classe, igreja, etc., todos estão sujeitos à fragmentação, à dissipação.

No século XX, o liberalismo derrotou todas as outras ideologias ocidentais que tentavam manter algum tipo de unidade: a unidade de classe no socialismo, a unidade nacional no fascismo. Ou seja, no próprio Ocidente, a separação completa da unidade orgânica só prevaleceu nos finais do século XX, quando o liberalismo triunfou irreversivelmente. O liberalismo é hoje a principal ideologia do Ocidente. É o seu principal vector. [...]

A civilização ocidental, que alcançou o cume do seu individualismo, já decompôs não só os Estados-nação, a igreja e os estratos sociais, como também destruiu a família ao pretender que o indivíduo pode escolher o próprio sexo. A libertação do indivíduo de toda a forma de identidade colectiva é o sentido e a tese principal do liberalismo. Mas, quando uma pessoa é despojada de toda a forma de identidade colectiva, ou seja, se deixar de ser cidadão da Rússia, por exemplo, e deixar de ser russo, deixar de ser ortodoxo, deixar de ser aristocrata ou camponês, deixar de ser homem ou mulher -- esse indivíduo puro não consegue existir. Converte-se em nada, em zero. Se se eliminar por completo toda a identidade colectiva de uma pessoa, não restará sequer uma pessoa. Desintegrar-se-á em pedaços.

E esta é a próxima e última fase da civilização ocidental, o trans-humanismo: a transferência do poder para a Inteligência Artificial, a chegada dos cyborgs, a engenharia genética, o fim da humanidade. É isto o que pedem os ideólogos liberais como Kurzweil, é disto que falam os tecnocratas ocidentais. Substituir os humanos por outras espécies, quimeras, semi-máquinas, cyborgs, submergir a consciência humana em servidores na nuvem -- bem-vindos à matrix. A isto, chamam os globalistas a "Singularidade". A Matrix não é só ficção-científica, é um modelo ao qual se dirige a civilização ocidental e de onde se tem aproximado.

A civilização que se estabeleceu no Ocidente é um triunfo do liberalismo, da tecnocracia, do fim da História. A globalização é uma estratégia para transformar todos os povos, todas as culturas, todas as civilizações no tecido único de uma sociedade liberal planetária, onde o homem, liberto de todas as identidades colectivas, liberta-se também da última identidade colectiva: a de ser humano. Porque o homem é também uma identidade colectiva.»

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«Veamos ahora el contenido de este conflicto. Podemos considerarlo un choque de Estados: el Estado-nación de Rusia contra una coalición de Estados-nación. Pero eso no nos acercará a la esencia de lo que está ocurriendo. Evidentemente, no se trata de una lucha por el territorio, los recursos, el potencial industrial, las centrales hidroeléctricas, el pan, etc. Esta vez la guerra tiene una dimensión material mínima. Es una guerra del espíritu, una guerra por una idea, un choque en toda regla de dos mundos, dos civilizaciones. Es el choque de civilizaciones del que hablaba Samuel Huntington, el politólogo estadounidense, allá por los años noventa.

Occidente es una civilización que pretende ser universal y se considera sinónimo de modernidad, desarrollo y progreso. Esta civilización surgió en la época moderna, en Europa. Su principal objetivo, como dijo nuestro filósofo Vladimir Soloviev, era la idea del desmembramiento, de la atomización, donde lo privado se convierte en superior al todo. En el corazón de todo está el deseo de llevar todo al átomo, al individuo, a la separatividad. Y cualquier totalidad, sociedades tradicionales, personas, estado, clase, iglesia, etc. - están todos sujetos a la fragmentación, a la disipación.

En el siglo XX, el liberalismo derrotó a todas las demás ideologías occidentales que intentaban mantener algún tipo de unidad: la unidad de clase en el socialismo, la unidad nacional en el fascismo. Es decir, en el propio Occidente, la separación completa de la unidad orgánica - finalmente prevaleció sólo a finales del siglo XX, cuando el liberalismo ganó irreversiblemente. El liberalismo es hoy la principal ideología de Occidente. Es su principal vector. [...]

La civilización occidental, que ha alcanzado la cima de su individualismo, ya ha descompuesto no sólo los Estados-nación, la Iglesia, los estamentos, sino que ha destruido la familia al pretender que el individuo pueda elegir su propio sexo. La liberación del individuo de toda forma de identidad colectiva es el sentido y la tesis principal del liberalismo. Pero en cuanto una persona es despojada de toda forma de identidad colectiva, es decir, deja de ser ciudadano de Rusia, deja de ser ruso, deja de ser ortodoxo, deja de ser aristócrata o campesino, cuando deja de ser hombre o mujer, ese individuo puro no puede existir. Se convierte en nada, en cero. Si se elimina por completo toda identidad colectiva de una persona, ni siquiera será una persona. Se desintegrará en pedazos.

Y esta es la próxima última fase de la civilización occidental, que es el post-humanismo: la transferencia del poder a la Inteligencia Artificial, la llegada de los cyborgs, la ingeniería genética, el fin de la humanidad. Esto es lo que piden ideólogos liberales como Kurzweil, esto es de lo que hablan los tecnócratas occidentales. Sustituir a los humanos por otras especies, quimeras, semimáquinas, cyborgs, sumergir la conciencia humana en servidores en la nube: bienvenidos a la matrix. Esto es lo que los globalistas llaman la Singularidad. Matrix no es sólo ciencia ficción, es un modelo de hacia dónde se dirige la civilización occidental moderna y a lo que ya se ha acercado.

La civilización que se ha establecido en Occidente es un triunfo del liberalismo, de la tecnocracia, del fin de la historia. La globalización es una estrategia para transformar todos los pueblos, todas las culturas, todas las civilizaciones en un tejido único de una sociedad liberal planetaria, donde el hombre, liberado de todas las identidades colectivas, se libera también de la última identidad colectiva: la de ser humano. Porque el hombre es también una identidad colectiva.»

01/04/2023

As reformas de Macron | Las reformas de Macron


«Um simples cálculo, feito a partir do projecto de reforma, demonstra que não se obterão poupanças reais e significativas no orçamento do Estado francês. Segundo os números oficiais, estão em causa 18 mil milhões de euros por ano, mas tal quantia é insignificante quando se compara com os investimentos multimilionários de Macron na energia nuclear (uns 50 mil milhões de euros), ou com o orçamento da defesa (cerca de 100 mil milhões de euros). Além disso, o aumento dos juros, devido ao endurecimento da política monetária do Banco Central Europeu, oscilará entre 60 mil e 90 mil milhões de euros por ano. O portal financeiro Nasdak diz que "o déficit provocado pelas pensões também é pequeno em comparação com o custo das medidas introduzidas em resposta à crise provocada pela pandemia (165 mil milhões de euros), ou pela energia (uns 100 mil milhões de euros)". E por essa razão Alesia Miloradovic, uma assessora da Academia geopolítica de Paris, declarou ao FGC que "a grande maioria dos franceses sabe que Macron não passa de uma marioneta dos fundos de investimento, como o BlackRock, os quais colocaram a economia francesa ao seu serviço. Por isso, muitos consideram que o actual presidente de França segue as ordens do globalismo, para a abolição completa das pensões".»

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«Un simple cálculo hecho a partir del proyecto de reforma demuestra que no se producirán realmente ahorros significativos en el presupuesto nacional. Según las cifras oficiales solo se obtendrán 18.000 millones de euros al año, pero tales cifras son insignificantes si las comparamos con las multimillonarias inversiones de Macron en la energía nuclear (unos 50.000 millones de euros) o el presupuesto de defensa (alrededor de 100.000 millones de euros). Además, el aumento de los intereses debido al endurecimiento de la política monetaria del Banco Central Europeo oscilará entre 60.000 y 90.000 millones de euros al año. El portal financiero Nasdak dice que “el déficit causado por las pensiones también es pequeño en comparación con el coste de las medidas introducidas en respuesta a la crisis provocada por la pandemia (165.000 millones de euros) o la energía (unos 100.000 millones de euros)”. Es por esa razón que Alesia Miloradovic, una asesora de la Academia geopolítica de París, dijo a FGC que “la gran mayoría de los franceses sabe que Macron no es más que una marioneta de los fondos de inversión como BlackRock, los cuales han puesto a la economía francesa a su servicio. Es por esa razón que muchos consideran que el actual presidente de Francia sigue las órdenes del globalismo de abolir por completo las pensiones”.»

27/03/2023

O espírito de Davos | El espíritu de Davos



«O presidente da Colômbia, Gustavo Francisco Petro Urrego, não teve qualquer problema em dizer em voz alta o que costuma dizer em voz baixa. Sentado ao lado do campeão verde Al Gore, Petro Urrego proclamou que a Humanidade deve "superar o capitalismo", se quer sobreviver. Uma vez que Gore, membro do Conselho de Administração do Fórum Económico Mundial (WEF), não parecia estar em desacordo, será justo dizer que o Clube de Davos encontra mais coisas que lhe agradam numa versão do comunismo controlada pelas elites (será que existe outra versão?) do que num sistema de livre mercado, no qual as pessoas comuns possam prosperar.

Se tudo isto soa brutalmente antagónico das liberdades ocidentais, tão duramente conquistadas, que priorizam a protecção dos direitos e das liberdades individuais sobre as intrusões arbitrárias do Estado, é porque o Fórum Económico Mundial virou do avesso o legado iluminista do Ocidente. Coincidindo com a sua última reunião, o WEF publicou um relatório no qual cita "a informação incorrecta e a desinformação" entre os "riscos" mundiais mais importantes. Os membros do WEF predizem publicamente que as leis contra o "incitamento ao ódio" em breve chegarão aos Estados Unidos, numa violação directa da Primeira Emenda da Constituição, a liberdade de expressão. Na guerra interminável contra o sempre inconstante clima da Terra, cada vez são mais as vozes que advogam pela imposição de "créditos de carbono" individuais. São os mesmos autoritários que forçaram os passaportes digitais de vacinação, o rastreio dos contactos, o uso obrigatório de vacinas experimentais e os testes omnipresentes. E em linha com a determinação do WEF para que os ocidentais passem a alimentar-se com insectos, a União Europeia autorizou agora o consumo geral de grilos domésticos. Censura, vigilância maciça e insectos: bem-vindos ao futuro, se o WEF lava a sua avante.

Nenhum dos vastos programas do WEF, para refazer o mundo de acordo com o interesse dos seus membros, soa a algo que os ocidentais possam abraçar de livre vontade. Certamente por essa razão, tantos entre os participantes do Fórum apelam à adopção forçada dessas políticas, independentemente do apoio público. Talvez por isso, o Partido Comunista Chinês aplaudiu recentemente o "espírito de Davos". Os comunistas reconhecem o comunismo quando o vêem, e a China gosta do que vê na oligarquia globalista de Klaus Schwab.»

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«El presidente de Colombia, Gustavo Francisco Petro Urrego, no tuvo ningún problema en decir en voz alta lo que se suele decir en voz baja. Sentado junto al campeón verde Al Gore, Petro Urrego proclamó que la Humanidad debe “superar el capitalismo” si quiere sobrevivir. Dado que Gore, miembro del Consejo de Administración del WEF, no parecía estar en desacuerdo, parece justo decir que el Club de Davos encuentra más cosas que le gustan en una versión del comunismo controlada por las élites (¿hay de algún otro tipo?) que en un sistema de libre mercado en el que la gente corriente pueda prosperar.

Si todo esto suena salvajemente antagónico con las libertades occidentales, tan duramente peleadas, que priorizan la protección de los derechos y libertades individuales sobre las intrusiones indiscriminadas del Estado, es porque el Foro Económico Mundial ha puesto patas arriba el impagable legado ilustrado de Occidente. Coincidiendo con su última reunión, el WEF ha publicado un informe en el que cita “la información incorrecta y la desinformación” entre los “riesgos” mundiales más importantes. Los miembros del WEF predicen públicamente que las leyes contra la “incitación al odio” llegarán pronto a Estados Unidos, en violación directa de las protecciones de la Primera Enmienda de la Constitución a la libertad de expresión. En la interminable guerra contra el siempre cambiante clima de la Tierra, cada vez son más las voces que abogan por la imposición de “cupos de carbono” individuales. Estos mismos autoritarios impulsan los pasaportes digitales de vacunación, el rastreo de contactos, el uso obligatorio de vacunas experimentales y los test omnipresentes. Y en línea con la determinación del WEF de que los occidentales pasen a alimentarse con bichos, la Unión Europea ha autorizado ahora el consumo general de grillos domésticos. Censura, vigilancia masiva e insectos: bienvenidos al futuro, si el WEF se sale con la suya.

Ninguno de los vastos programas del WEF para rehacer el mundo de acuerdo con los intereses de sus miembros suena a nada que los occidentales libres pudieran abrazar voluntariamente. Seguramente por eso tantos de los ponentes del Foro instan a la adopción contundente de esas políticas, independientemente del apoyo público. Quizá por eso el Partido Comunista Chino aplaudió recientemente el “espíritu de Davos”. Los comunistas reconocen el comunismo cuando lo ven, y a China le gusta lo que ve en la oligarquía globalista de Klaus Schwab.»