Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

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10/05/2024

O que se passa com os fundos russos congelados no Ocidente? | ¿Que pasa con los activos rusos congelados en Occidente?


«A respiração assistida à Ucrânia por parte dos EUA já está consumada e Volodimir Zelenski receberá o que anda a exigir há seis meses, para continuar entrincheirado e agarrado ao seu cargo como intermediário no conflito do Ocidente contra a Rússia. A questão, agora, é quem paga a conta – e Washington olha para Bruxelas.
Nas reuniões anuais de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM) em Washington, dias depois, funcionários estado-unidenses colocaram pressão sobre os seus pares europeus que se recusam a utilizar parte dos 280.000 milhões de dólares em activos russos congelados em território comunitário. Dito de outra forma: os EUA querem recuperar o seu investimento na Ucrânia, seja como for, e como é altamente provável que Kiev não consiga pagar, Washington pretende então que Bruxelas assuma todas as dívidas.

E aqui abrem-se dois caminhos favoráveis à Rússia. Por um lado, a maior parte desses activos russos na Europa estão em poder da Euroclear, que possui 210.000 milhões. Segundo declarou em Março um funcionário dessa entidade financeira, em caso de confisco ilegal dos activos, a Euroclear poderia enfrentar numerosos processos judiciais por parte do Banco Central da Rússia, que, através dos tribunais russos, provavelmente tomaria os 33.000 milhões de euros da Euroclear que estão no depósito nacional de valores de Moscovo. Acrescentou que a Rússia poderia também iniciar acções legais para arrestar outros valores da Euroclear, depositados em Hong Kong e Dubai. E o mais interessante: é provável que existam mais processos levantados por bancos ocidentais que perderam o seu dinheiro na Rússia. "Por esse mecanismo, a Euroclear poderia ficar totalmente vazia, na prática", explicou, ao indicar que, se a Euroclear ficasse sem capital, o Banco Central belga teria de lhe retirar a sua licença, o que causaria provavelmente uma crise financeira global.»

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«La respiración asistida a Ucrania por parte de EEUU ya está zanjada y Volodímir Zelenski recibirá lo que ha estado exigiendo desde hace seis meses para seguir atrincherado y atornillado a su cargo en su papel de intermediario en el conflicto de Occidente contra Rusia. La cuestión ahora es quién paga la cuenta: Washington mira a Bruselas.
En las reuniones anuales de primavera del Fondo Monetario Internacional (FMI) y el Banco Mundial (BM) en Washington días pasados, funcionarios estadounidenses metieron presión a sus pares europeos que reniegan de utilizar parte de los 280 mil millones de dólares en activos rusos congelados en territorio comunitario. Dicho de otra forma: EEUU quiere recuperar su inversión en Ucrania como sea, y como es altamente probable que Kiev no pueda pagar esas deudas, entonces Washington pretende que Bruselas asuma todas las deudas.

Y aquí se abren dos caminos favorables a Rusia. Por un lado, la mayoría de esos activos rusos en Europa están en poder de Euroclear, que posee 210.000 millones. Según declaró en marzo un funcionario de esa entidad financiera, en caso de confiscación ilegal de los activos, Euroclear podría enfrentar numerosas demandas por parte del Banco Central de Rusia, que a través de tribunales rusos probablemente tomaría los 33.000 millones de euros de Euroclear que están en el depósito nacional de valores en Moscú. Añadió que Rusia también podría emprender acciones legales para incautar efectivo de Euroclear en depósitos de valores en Hong Kong y Dubái. Y lo más interesante: es probable que haya más demandas de bancos occidentales que perdieron su dinero invertido en Rusia. "Ese es el mecanismo mediante el cual Euroclear podría quedar totalmente vacío, básicamente", explicó, al indicar que, si Euroclear se quedara sin capital, el Banco Central belga tendría que retirarle su licencia, lo que probablemente causaría una crisis financiera global.» [artigo integral]

27/03/2024

Até ao último europeu? (III) | ¿Hasta el último europeo? (III)



«A União Europeia deseja uma guerra aberta contra a Rússia e está a preparar-se para ela. O belicismo anti-russo dos Estados Unidos é mais fácil de entender, dentro do contexto do seu confronto geopolítico com a China e o bloco euro-asiático, que desafia a sua hegemonia mundial. Mas, o que ganha a União Europeia ao promover uma perigosíssima escalada bélica contra a Rússia, vizinho próximo e potência nuclear? Por acaso os líderes europeus não percebem que Biden (ou seja, aqueles que movem os cordéis desse decrépito presidente-marioneta) está a utilizar os países europeus da OTAN ao serviço dos seus próprios interesses?

Sabendo, como devem saber os líderes europeus, de tudo isto, compreende-se ainda menos o seu inesperado ardor guerreiro, enquanto a aparente indiferença dos burgueses eurocratas de Bruxelas não pode deixar de causar estupefacção ao espectador pouco avisado. Dirigentes como Úrsula von der Leyen, Josep Borrell, e chanceleres cinzentos como Olaf Scholz: todos eles, embora cada um a seu modo e com as suas nuances, parecem marchar alegres e despreocupados para o horizonte do holocausto atómico. E, à frente de tal tropa, esse pequeno Napoleão que se revela no inefável Emmanuel Macron, o mais entusiasta na ideia de mandar soldados da União Europeia para solo ucraniano. Na realidade já lá estão há algum tempo de modo discreto, secreto ou camuflado, tal como é pública a presença de mercenários colombianos e norte-americanos ao serviço de Zelensky, a quem se está a acabar a carne de canhão autóctone para enviar à picadora da frente; mas, agora, seria um passo além “na defesa dos valores da democracia” [sic], segundo a grandiloquente expressão de Macron. E a pergunta é clara, urgente e imediata: por que razão todos os líderes europeus falam em continuar, e mesmo em intensificar, a guerra contra a Rússia e, pelo contrário, ninguém fala do que seria mais lógico e sensato, que é sentar-se a negociar?

A resposta a tal enigma parece estar nos planos ocultos dos líderes europeus (e da elite globalista) para a Europa. A intenção da União Europeia é que a provocação acabe por produzir algum tipo de guerra aberta entre a Europa da OTAN e a Rússia, para lá da guerra proxy existente desde há dois anos, na qual se está a utilizar, cínica e cruelmente, o povo ucraniano. E — perguntará o leitor — para que precisa a União Europeia de um confronto directo com a Rússia? Nem mais nem menos que para alcançar o seu verdadeiro objectivo não declarado: implementar um governo ditatorial centralizado a nível europeu e estabelecer um estado de excepção que suporte todo o tipo de atropelos e desmandos contra a população europeia autóctone.

Digamo-lo de uma maneira ainda mais clara: a União Europeia precisa de algum tipo de guerra com a Rússia como desculpa para estabelecer uma ditadura e suprimir todo o tipo de direitos e liberdades aos europeus. […]

Pois bem: como neste jogo nós, os cidadãos europeus, temos muito a perder, torna-se cada vez mais necessária uma mobilização continental que detenha esta loucura. Temos de perceber que a União Europeia é, neste momento, o maior perigo para a paz no mundo, e que pretende iniciar uma guerra nefasta contra o interesse dos seus próprios cidadãos. Neste contexto, as próximas eleições para o Parlamento Europeu ganham uma importância inusitada. As recentes mobilizações dos agricultores europeus marcam também o nosso caminho. Bruxelas converteu-se num monstro que é necessário decapitar.»

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«La Unión Europea desea ir a una guerra abierta contra Rusia y se está preparando para ella. El belicismo antirruso de Estados Unidos es más fácil de entender dentro del contexto de su enfrentamiento geopolítico con China y el bloque euroasiático, que desafía su hegemonía mundial. Ahora bien: ¿qué gana la Unión Europea promoviendo una peligrosísima escalada bélica contra Rusia, vecino próximo y potencia nuclear? ¿Acaso los líderes europeos no se dan cuenta de que Biden (es decir, quienes mueven los hilos de este decrépito presidente-marioneta) está utilizando a los países europeos de la OTAN al servicio de sus propios intereses?

Sabiendo como deben de saber todo esto los líderes europeos, se comprende todavía menos su inesperado ardor guerrero, mientras la aparente indiferencia de los burgueses eurócratas de Bruselas no puede sino causar estupor al espectador poco avisado. Dirigentes como Úrsula von der Leyen, Josep Borrell, junto a grises cancilleres como Olaf Scholz: todos ellos, aunque cada uno a su modo y con sus matices, parecen marchar alegres y despreocupados hacia el horizonte del holocausto atómico. Y, al frente de tal tropa, ese pequeño Napoleón que está resultando ser el inefable Emmanuel Macron, el más entusiasta ante la idea de mandar soldados de la Unión Europea a suelo ucraniano. En realidad ya están desde hace tiempo de manera discreta, secreta o camuflada, igual que es pública la presencia de mercenarios colombianos y estadounidenses al servicio de Zelensky, a quien se le está acabando la carne de cañón autóctona a la que enviar a la picadora de carne que es el frente; pero ahora se trataría de ir un paso más allá “en defensa de los valores de la democracia” [sic], según la grandilocuente expresión de Macron. Y la pregunta es clara, urgente e inmediata: ¿por qué todos los líderes europeos hablan de continuar e incluso intensificar la guerra contra Rusia, y en cambio nadie habla de lo que sería más lógico y sensato, que es sentarse a negociar?

La respuesta a tal enigma parece estar en los planes ocultos de los líderes europeos (y de la élite globalista) para Europa. Y es que la intención de la Unión Europea es provocar que termine produciéndose algún tipo de guerra abierta directa entre la Europa de la OTAN y Rusia, más allá de la guerra proxy existente desde hace dos años y que está utilizando cínica y cruelmente al pueblo ucraniano. Y —se preguntará el lector—, ¿para qué necesita la Unión Europea un enfrentamiento directo contra Rusia? Ni más ni menos que para alcanzar su verdadero objetivo no declarado, que es implantar un gobierno dictatorial centralizado a nivel europeo y establecer un estado de excepción que ampare todo tipo de atropellos y desmanes contra la población europea autóctona.

Digámoslo de manera aún más clara: la Unión Europea necesita algún tipo de guerra directa contra Rusia como excusa para establecer una dictadura y suprimir para los europeos todo tipo de derechos y libertades. […]

Ahora bien: como en este juego los ciudadanos europeos tenemos mucho que perder, se hace más necesaria que nunca una movilización continental que detenga esta locura. Tenemos que entender que la Unión Europea es ahora mismo el mayor peligro para la paz en el mundo, y que pretende iniciar una guerra nefasta contra los intereses de sus propios ciudadanos. En este contexto, las próximas elecciones al Parlamento Europeo cobran una importancia inusitada. Las recientes movilizaciones de los agricultores europeos nos marcan también el camino. Bruselas se ha convertido en un monstruo que es necesario descabezar.»[artigo integral]

18/03/2024

Até ao último europeu? (II) | ¿Hasta el último europeo? (II)


«Um oficial francês resume: “Está claro, dadas as forças presentes, que a Ucrânia não pode ganhar militarmente esta guerra”.
Ir lutar contra a Rússia por ordem de Macron? Que vá ele!
Assim opinam os militares franceses e é natural que pensem assim, pelo absurdo que representa o simples facto de ir combater tão longe da sua pátria, num conflito que nada tem a ver com o seu país, apenas para defender os interesses de um pequeno grupo de pessoas com uma ideologia parecida à dos inimigos dos seus avós.
O líder do partido francês Les Patriotes e candidato nas eleições para o Parlamento europeu, Florian Philippot, comentou um artigo sobre a reacção dos militares franceses à proposta do presidente Emmanuel Macron de enviar tropas para a Ucrânia:
“O exército francês não segue Macron na guerra contra a Rússia... O louco Macron deve ser bloqueado”, escreveu Philippot na rede social X.
Anteriormente, a publicação francesa Marianne informou que os militares franceses estavam surpreendidos com a declaração de Macron, Um dos oficiais de alta patente – sem revelar o seu nome – disse que o envio de militares para a frente ucraniana seria imprudente e acrescentou que, em comparação com as forças russas, os franceses são um “exército de ganzados”.»

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«Un oficial francés resume: “Está claro, dadas las fuerzas presentes, que Ucrania no puede ganar esta guerra militarmente”.
¿Ir a luchar contra Rusia por órdenes de Macron? ¡Que vaya él!
Así opinan los militares franceses y es natural que piensen así por lo absurdo que resulta el simple hecho de ir a combatir tan lejos de tu patria a un conflicto que no tiene nada que ver tu país y solo para defender los intereses de un grupillo de personas con una ideología parecida a la de los enemigos de tus abuelos.
El líder del partido francés Patriota y candidato en las elecciones al Parlamento europeo, Florian Philippot, comentó un artículo sobre la reacción de los militares franceses a la propuesta del presidente Emmanuel Macron de enviar tropas a Ucrania:
"El ejército francés no está siguiendo a Macron en la guerra contra Rusia... El loco Macron debe ser bloqueado", escribió Filippo en la red social X.
Anteriormente, la publicación francesa Marianne informó que los militares franceses estaban sorprendidos por la declaración de Macron. Uno de los oficiales de alto rango –sin revelar su nombre– dijo que enviar militares al frente ucraniano sería imprudente y agregó que, en comparación con las fuerzas rusas, los franceses son un "ejército de porristas".»[artigo integral]

27/02/2024

Os ingratos de Biden | Los desagradecidos de Biden


«“Maluco filho da p**a”. Foi com estas palavras que Joe Biden
se referiu a Vladimir Putin, numa reunião de donativos para a sua campanha eleitoral. [...] Mas o velho demente tem razões para a imprecação: Putin decepcionou-os.
Supunha-se, foi o que nos disseram em Fevereiro e Março de 2022, que, com as sanções económicas e as armas que o Ocidente estava a acumular, a Rússia voltaria à Idade Média, e as tropas ucranianas esmagariam os ineptos, cobardes e alcoolizados moscovitas. Os analistas globais contavam já com o império putiniano descolonizado e dividido em tantos pequenos estados quantos fosse possível criar. Ao ficar sem hamburguerias, carros importados e pornografia ocidental, o povo revoltar-se-ia contra o regime e Putin, Medvedev, Shoigu e companhia compareceriam perante os juízes, algemados e vestidos de macacão alaranjado. Nunca nos faltou a informação privilegiada dos especialistas: a comunicação social assegurava-nos que a Rússia ficaria sem mísseis em Maio de 2022, que as baixas inimigas contavam mais de cem mil mortos no final do primeiro ano de combates, que a Ucrânia matou por três vezes o general Gerasimov, que ainda anteontem condecorava os militares destacados nas operações de Avdiivka; também nos diziam, segundo fontes muito bem informadas, que o presidente russo tinha alzheimer, cancro, parkinson e todo o catálogo de doenças incuráveis, e que o seu regime ia acabar com uma conjura de boiardos. Mariupol ia ser o túmulo do expansionismo do Kremlin, a barricada contra as suas hordas. Mas Mariupol foi tomada pela Rússia. E depois vieram Lysychansk, Severodonetsk, Artemovsk (Bakhmut), Soledar, Avdiivka; em todas elas iam quebrar-se as garras e os colmilhos do urso russo, e em todas elas a Rússia venceu e esmagou a OTAN e o seu servo ucraniano. Também se anunciou, no Verão do ano passado, aquela invencível contra-ofensiva que ia levar ao final da guerra. David Petraeus, general americano de quatro estrelas e antigo director da CIA, afirmou que só o rugir dos blindados ocidentais poria os russos a fugir em debandada, mas a chamada Linha Surovikin não sofreu mais do que pequenos danos enquanto o exército ucraniano acumulava 90 mil baixas. O objectivo inicial, Tokmak, que no início do ataque das tropas de Kiev se encontrava a 15 km das linhas russas, continua à mesma distância das armas ucranianas, passados quatro meses de combates.

Mas, para Biden, as baixas ucranianas pouco lhe importam. Os peões destinam-se a ser sacrificados nas partidas de xadrez. O que o incomodou, e muito, foi Tucker Carlson ter entrevistado Putin e ser visto por dezenas de milhões de espectadores na América, onde o russo aparece nas estatísticas como um dirigente muito mais apreciado que o inquilino da Casa Branca. [...]

Não faltam motivos para imprecações ao débil sucessor de Washington; as derrotas militares não são boa propaganda para apresentar ao votante, e vai ser muito difícil para a Ucrânia manter-se em pé até Novembro, data das eleições presidenciais, nas quais um caduco Biden vai precisar de uma fraude colossal para repetir a sua “vitória” de 2020. Às vezes, nem com todo o dinheiro do mundo se consegue vencer. E, no entanto, a política de Biden tem sido benéfica para os Estados Unidos: arruinou o seu competidor germânico, com a inestimável ajuda do fantoche alemão, um tal Scholz.
Colocou também a União Europeia num estado de submissão colonial ante Washington, e quebrou toda a possível ligação desta à Rússia, ou seja, abortou o arranque da Europa como grande potência mundial. Isto para não falar dos milhares de milhões de dólares que a América vai exigir à Europa, gastos a repor os seus arsenais frente à “ameaça” moscovita. Armamento made in USA, claro. Na realidade, Biden ganhou a guerra que mais lhe importa: a dos Estados Unidos contra a Europa. E isso não se lhe reconhece, porque está a perder a guerra que menos lhe interessa, a da carne de canhão ucraniana contra a Rússia. O corrupto matusalém ianque tem motivos para estar irritado e perder a compostura. Está rodeado de ingratos.»
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«“Loco hijo de puta”. Con estas palabras se ha referido Joe Biden a Vladímir Putin en una reunión con donantes para su campaña electoral. [...] Pero el viejo demente tiene razones para el exabrupto: Putin les ha decepcionado.
Se suponía, y eso nos dijeron en febrero y marzo de 2022, que, con las sanciones económicas y las armas que Occidente estaba acumulando, Rusia volvería a la Edad Media y las tropas ucranianas aplastarían a los ineptos, cobardes y alcoholizados moscovitas. Los analistas globales ya contaban que el imperio putiniano sería descolonizado y dividido en tantos estaditos como fuera posible crear. Al quedarse sin hamburgueserías, coches de importación y porno occidental, el pueblo se alzaría contra el régimen y Putin, Medvédev, Shoigú y compañía comparecerían ante los jueces esposados y embutidos en un mono naranja. Nunca nos faltó la privilegiada información de los expertos: la prensa nos aseguraba que a Rusia se le acabarían los misiles en mayo de 2022, que las bajas enemigas eran de más de cien mil muertos al final del primer año de combates, que Ucrania mató tres veces al general Gerásimov, quien condecoraba anteayer a los militares destacados en las operaciones de Adveevka; también se nos decía por fuentes muy bien contrastadas que el presidente ruso tenía alzheimer, cáncer, parkinson y todo un vademécum de dolencias incurables y que su régimen iba a acabar con una conjura de boyardos. Mariúpol iba a ser la tumba del expansionismo del Kremlin, el valladar frente a sus hordas. Pero Mariúpol fue tomada por Rusia. Luego vinieron Lisichansk, Severodonetsk, Bajmut, Soledar, Adveevka; en todas ellas iban a romperse las garras y los colmillos del oso ruso, y en todas ellas Rusia venció y aplastó a la OTAN y a su siervo ucraniano. También se anunció en el verano del año pasado aquella invencible ofensiva que iba a ser el final de la guerra. David Petraeus, general americano de cuatro estrellas y antiguo director de la CIA, afirmó que sólo el rugir de los blindados occidentales haría huir en desbandada a los rusos, pero la llamada Línea Surovikin apenas sufrió unos leves desperfectos mientras el ejército ucraniano acumulaba noventa mil bajas. El objetivo inicial,Tokmak, que al comenzar el ataque de las tropas de Kíev se hallaba a quince kilómetros de las líneas rusas, sigue a la misma distancia de las armas ucranianas después de cuatro meses de combates.

Pero a Biden las bajas ucranianas le importan poco. Los peones están para ser sacrificados en las partidas de ajedrez. Lo que sí le molestó, y mucho, fue que Tucker Carlson entrevistara a Putin y tuviera decenas de millones de espectadores en América, donde el ruso aparece en las estadísticas como un dirigente mucho más apreciado que el inquilino de la Casa Blanca. [...]

No le faltan motivos para un exabrupto al endeble sucesor de Washington; las derrotas militares no son un buen reclamo para el votante, y va a ser muy difícil que Ucrania se mantenga en pie hasta noviembre de este año, cuando se celebren las elecciones presidenciales en las que un caduco Biden va a necesitar de un colosal fraude para repetir su “victoria” de 2020. A veces, ni con todo el dinero del mundo se consigue vencer. Y, sin embargo, la política de Biden ha sido beneficiosa para Estados Unidos: ha arruinado a su competidor alemán con la inestimable ayuda del quisling germano, un tal Scholz.
También ha colocado a la Unión Europea en un estado de sometimiento colonial ante Washington y ha roto todo posible vínculo de ésta con Rusia, es decir, ha abortado el despegue de Europa como gran potencia mundial. Por no hablar de los miles de millones de dólares que América va a exigir a Europa que gaste en reponer sus arsenales frente a la “amenaza” moscovita. Armamento, por supuesto, made in USA. En realidad, Biden ha ganado la guerra que más importa, la de Estados Unidos contra Europa. Y eso no se le reconoce porque está perdiendo la guerra que menos le interesa, la de la carne de cañón ucraniana contra Rusia. Tiene motivos el corrupto matusalén yanqui para estar irritado y perder la compostura. Está rodeado de desagradecidos.» [artigo completo]

04/02/2024

Até ao último europeu? | ¿Hasta el último europeo?


Se a guerra da Ucrânia parece mais que perdida para a OTAN, porque se empenham em prossegui-la os nossos oligarcas? Vejamos as razões.
[…]
Por último, num momento em que os oligarcas europeus se vêem cada vez mais desafiados pelas suas populações, não podemos deixar de pensar que alguns veriam com bons olhos o estalar de um conflito real, que permitisse impor medidas de emergência para amordaçar definitivamente a dissidência que se avizinha, bem como todos os mal-pensantes da Europa. E para assim praticar a estratégia do medo em grande escala.

A guerra na Ucrânia já provocou a censura dos meios de comunicação e informação russos na Europa, enquanto a União Europeia sonha com amordaçar as redes sociais. Do mesmo modo, a guerra entre Israel e o Hamas levou à demonização de qualquer crítica pública às políticas do governo de Netanyahu, sob pretexto de pretenso anti-semitismo ou de incitação ao terrorismo.

Imagine-se o que aconteceria às nossas liberdades se a OTAN nos enfrentasse directamente à Rússia. Ficaríamos submetidos a uma economia de guerra, ou seja, a restrições, como já afirmam certos ministros, censura de guerra, polícia de guerra, vigilância de guerra. Passes e códigos QR para tudo.

Acrescente-se ainda uma oportuna suspensão das eleições, como já acontece na Ucrânia, enquanto todos os opositores seriam, por certo, apresentados como agentes de Moscovo.

* * * * *

Si la guerra de Ucrania parece más que perdida para la OTAN, ¿por qué nuestros oligarcas se empeñan en proseguirla? Veamos las razones.
[…]
Por último, en un momento en que los oligarcas europeos se ven cada vez más desafiados por sus poblaciones, no podemos evitar pensar que algunos verían con buenos ojos el estallido de un conflicto real, que permitiera imponer medidas de emergencia para amordazar definitivamente a la disidencia que se avecina y a todos los malpensadores de Europa. Y para practicar así la estrategia del miedo a gran escala.

La guerra en Ucrania ya ha provocado la censura de los medios de comunicación e información rusos en Europa, mientras que la Unión Europea sueña con amordazar las redes sociales. Del mismo modo, la guerra entre Israel y Hamás ha llevado a la demonización de cualquier crítica pública a las políticas del gobierno de Netanyahu, so pretexto de pretendido antisemitismo o incitación al terrorismo.

Imagínense lo que ocurriría con nuestras libertades si la OTAN nos enfrentara abiertamente a Rusia. Estaríamos sometidos a una economía de guerra, es decir, a restricciones, como ya afirman nuestros ministros, censura de guerra, policía de guerra, vigilancia de guerra. Pases y códigos QR para todo.

Y añádase una oportuna suspensión de las elecciones, como ya está haciendo Ucrania, al tiempo que todos los opositores serían, por supuesto, presentados como agentes de Moscú. [artigo integral]

29/08/2023

As guerras do globalismo | Las guerras del globalismo



«Devemos agradecer aos sionistas terem escolhido uma potência nuclear como a Rússia como arqui-inimigo. Foi um grave erro da sua parte, tendo em conta o interesse que os russos tinham demonstrado em formar parte da nova ordem mundial maçónica; o problema é que queriam continuar a ser russos, algo que para os israelitas cázaros é simplesmente intolerável. Não se deve esquecer, por outro lado, que os cázaros [asquenazi] devem ter jurado um ódio eterno aos eslavos, por estes terem acabado com o mafioso canato cázaro e tê-los dispersado por toda a Europa, onde levaram uma existência marginal e obscura, até que os Rothschild fizeram um pacto com o diabo e assentaram arraiais na City londrina, onde tomaram as rédeas da maçonaria especulativa.

Vemos, então, saltando constantemente nos cargos dirigentes da OTAN, como quem salta à corda, economistas, jornalistas, advogados manhosos, "pulhíticos" e publicistas, enjoados como patos a desfilar numa barraca de feira, e não é raro ver enfileirado um ou outro actor de Hollywood, como Tom Cruise ou Sean Penn. No entanto, os tempos não estão maduros para isso, a única virtude comum é a de subscrever o guião da luta contra o terrorismo, sejam islamistas ou simples cidadãos que se manifestam contra a ditadura sanitária e se negam a ser convertidos em ratos de laboratório. As cobaias humanas relutantes são agora, para o estado sionista global, os novos terroristas; se alguma sai do guião, é despedida ou fuzilada. Toda a gente gostaria de abandonar a OTAN, mas a OTAN, como a máfia que é o seu modelo, é um casamento à moda antiga, não há lugar para o divórcio. À OTAN, que tem demasiados maridos sem contar com os amantes, é preciso abandoná-la em massa, em uníssono, antes que a OTAN se divorcie "à italiana" dos países que a integram, e deixem ao Israel Cázaro, que não semita, como a viúva apócrifa de todas as nações.»

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«Debemos agradecer a los sionistas que hayan elegido a una potencia nuclear como Rusia como archienemigo. Ha sido un grave error por su parte teniendo en cuenta el interés que tenían los rusos en formar parte del nuevo orden mundial masónico; el problema es que querían seguir siendo rusos, algo que para los israelíes jázaros es sencillamente intolerable. No hay que olvidar, por otra parte, que los jázaros deben de haberle jurado odio eterno a los eslavos por haber acabado con el kanato mafioso jázaro y haberlos dispersado por toda Europa, donde llevaron una existencia más bien marginal y oscura hasta que los Rothschild pactaron con el diablo y se asentaron en la City de Londres y se hicieron con las riendas de la masonería gnóstica.

Vemos, pues, saltando constantemente de los puestos directivos de la OTAN, así como el que salta a la comba, a economistas, periodistas, picapleitos, politicastros y publicistas, mareados como patos que desfilan en una barraca de feria, es raro que no nombren también de vez en cuando a algún actor de Hollywood como Tom Cruise o Sean Penn: Los tiempos, sin embargo, no están maduros para eso, la única virtud de todos es suscribir el guión de la lucha contra el terrorismo, ya sea de islamistas o de simples ciudadanos que se manifiestan contra la dictadura sanitaria y que se niegan a que los conviertan en ratas de laboratorio. Las cobayas humanas renuentes son ahora para el estado sionista global los nuevos terroristas; si alguno se sale del guion es despedido o fusilado. A todo el mundo le gustaría abandonar la OTAN, pero la OTAN, como la mafia que es su modelo, es una matrimonio a la antigua usanza, no cabe el divorcio. A la OTAN, que tiene demasiados maridos sin contar a los amantes, hay que abandonarla en masa, al unísono, antes de que la OTAN divorcie a todos los países que la integran “a la italiana” y dejen al Israel Jázaro, que no semita, como la viuda apócrifa de todas las naciones.»

21/08/2023

Recordar Darya Dugina no primeiro aniversário do seu assassinato | Recordando a Darya Dugina en el primer aniversario de su asesinato



«Faz hoje exactamente um ano, a 20 de Agosto de 2022, que o serviço secreto ucraniano perpetrou um atentado terrorista assassino contra Darya Dugina, a filha de Alexandre Dugin, o conhecido filósofo russo. Os explosivos destruíram o seu carro, matando a jovem. Darya tinha apenas 29 anos, era filósofa, jornalista e heróica lutadora, e, com a sua morte, converteu-se em mártir da verdade eterna da tradição, ortodoxa e metapolítica, que encarna o espírito e a alma russos. Influenciada por Platão, defendia, tal como o pai, o pensamento multipolar e uma revolução expressa no afastamento radical da Rússia do "Ocidente colectivo", uma ruptura total com o imperialismo globalista, o seu lamaçal subversivo, a sua maldade espiritual e o ódio satânico dos fanfarrões globalistas ocidentais contra a Rússia ortodoxa. Em toda a sua pessoa, esta jovem encarnava a superioridade da verdade, da bondade e do espírito, sobre o materialismo sem alma e sem Deus. O seu caminho era o da luta metapolítica, que nunca deixa de ser, também, uma autêntica guerra de vida ou morte. Não sem razão, o lema do seu canal do Telegram era "A vida é a guerra na terra!" e, não sem razão, o lema da sua vida era "Sou uma cristã russa, e sou branca. Sou o povo russo". [...]

O movimento euro-asiático e a visão multipolar forjada pelo pai de Darya, Alexandre Dugin, dirigida contra o unipolarismo, as corporações multinacionais e o ultra-liberalismo do pós-modernismo ocidental, representam hoje o Grande Despertar na luta pela liberdade dos povos e das civilizações contra a Nova Ordem Mundial anglo-saxónica, demoníaca e satânica em todos os sentidos da palavra. Pode descrever-se, sem exagero, como a batalha final entre o Katechon e o Anticristo. Esta luta tem como objectivo um novo império europeu de nações e regiões, desde Lisboa até à costa oriental russa no Pacífico, em que as nações, regiões, civilizações e culturas sejam libertadas da hegemonia do imperialismo estado-unidense, das golpadas maçónicas dos senhores do dinheiro de Davos, de criaturas como os clãs Rockefeller e Rothschild, George Soros, Bill Gates e quaisquer que sejam os seus nomes. [...]

A sua trágica morte deixa, por um lado, uma ferida profunda e dolorosa; mas, por outro, é uma forte motivação para que os inimigos do turbocapitalismo e do ultra-liberalismo lutem pela criação de um mundo multipolar e pela independência geopolítica e económica da Europa. Darya também nos ensinou a abandonar definitivamente a actual divisão nas nossas próprias fileiras, a enfrentar as gélidas e depradadoras estruturas capitalista-tecnocráticas, a destruição da família tradicional e os blasfemos delírios trans-humanistas dos partidos liberais, que avançam para um grotesco neo-conservadorismo, para nos opormos com valentia e firmeza, para insuflar nova vida à nossa extinta força vital, para superar o que é degenerado, caótico e pervertido e que nos afasta da natureza humana dada pelo nosso Criador, para viver e morrer fielmente e reencontrarmos assim a fonte da nossa origem divina. Quando pensamos hoje em Darya Dugina, deveríamos recordar também a nossa própria mediocridade, o nosso abatimento, as nossas disputas cobardes e as divagações internas, a nossa falsa tolerância em tempos de esquecimento escatológico, e a nossa incapacidade para reconhecer de forma realista o estado trágico do ser humano moderno, sem tradição, sem raízes e atomizado, e como teria respondido esta valente jovem. Ela nos diria para espevitar e sentir o que é essencial, para não deixar de lutar, cada um no seu lugar. Para não acreditar nas mentiras e nas calúnias dos nossos meios de comunicação, que são ainda piores e mais sujos que as actividades antipopulares dos nossos governos... E sim, é possível que não ganhemos esta eterna batalha contra o mal tão fácil e rapidamente como sonhávamos; mas, se não lutarmos, já a perdemos!

Apesar dos seus assassinos, tão patéticos como cruéis, Darya permanece viva nos nossos corações e memórias.»

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«Hace exactamente un año, el 20 de agosto de 2022, el servicio secreto ucraniano perpetró un atentado terrorista asesino contra Darya Dugina, la hija del conocido filósofo ruso Alexandr Dugin. Los explosivos detonaron en su coche, destrozando a la joven. Darya sólo tenía 29 años, era filósofa, periodista y heroica luchadora, y con su muerte se convirtió en mártir de la verdad eterna de la tradición, ortodoxa y metapolítica, que encarna el espíritu y el alma rusos. Educada por Platón, defendía, como su padre, el pensamiento multipolar y una revolución expresada en el alejamiento radical de Rusia del "Occidente colectivo", una ruptura total con el imperialismo globalista, su ciénaga subversiva, su perfidia espiritual y el odio satánico de los fanfarrones globalistas occidentales hacia la Rusia ortodoxa. En toda su persona, esta joven encarnaba la superioridad de la verdad, la bondad y el espíritu sobre el materialismo sin alma y sin Dios. Su camino era el de la lucha metapolítica, que, sin embargo, siempre es también una auténtica guerra a muerte. No sin razón era el lema de su canal Telegram "¡La vida es la guerra en la tierra!", y no sin razón era el lema de su vida: "Soy una cristiana rusa, y soy blanca. Soy el pueblo ruso". [...]

El movimiento euroasiático y la visión multipolar forjada por el padre de Darya, Alexandr Dugin, dirigida contra el unipolarismo, las corporaciones multinacionales y el ultraliberalismo del posmodernismo occidental, representan hoy el Gran Despertar en la lucha por la libertad de los pueblos y las civilizaciones contra el Nuevo Orden Mundial anglosajón, demoníaco y satánico en todos los sentidos de la palabra. Puede describirse sin exageración como la batalla final entre el Katechon y el Anticristo. Esta lucha tiene como objetivo un nuevo Imperio europeo de naciones y regiones desde Lisboa hasta la costa oriental rusa en el Pacífico, en el que las naciones, regiones, civilizaciones y culturas sean liberadas de la hegemonía del imperialismo estadounidense, de las travesuras masónicas de los señores del dinero de Davos, de criaturas como los clanes Rockefeller y Rothschild, George Soros, Bill Gates y cualesquiera que sean sus nombres. [...]

Su trágica muerte deja por un lado una herida profunda y dolorosa, pero por otro es una fuerte motivación para que los enemigos del turbocapitalismo y del ultraliberalismo luchen por la creación de un mundo multipolar y por la independencia geopolítica y económica de Europa. Darya también nos enseñó a abandonar definitivamente la diástasis actual en nuestras propias filas, a enfrentarnos a las gélidas estructuras depredadoras capitalista-tecnocráticas, a la destrucción de la familia tradicional y a los blasfemos delirios transhumanistas de los partidos liberales, que avanzan hacia un grotesco neoconservadurismo, para oponernos con valentía y firmeza, para insuflar nueva vida a nuestra extinta fuerza vital, para superar lo degenerado, caótico y pervertido que nos aleja de la naturaleza humana que nos dio nuestro Creador, para vivir y morir fielmente y reencontrarnos así con la fuente de nuestro origen divino. Cuando pensamos hoy en Darya Dugina, deberíamos recordar también nuestra propia mediocridad, nuestro abatimiento, nuestras pusilánimes disputas y divagaciones internas, nuestra falsa tolerancia en tiempos de olvido escatológico y nuestra incapacidad para reconocer de forma realista el trágico estado del ser humano moderno, sin tradición, sin raíces y atomizado, y cómo habría respondido esta valiente joven. Ella nos diría, daos cuenta por fin y sentid lo que es esencial, no dejéis de luchar, cada uno en su puesto. No se crean las mentiras y calumnias de sus medios de comunicación y canales obligatorios, que son incluso peores y más sucios que las actividades antipopulares de sus gobiernos... Sí, es posible que no ganen esta eterna batalla contra el mal tan fácil y rápidamente como imaginan en sus sueños, pero si no luchan, ¡ya han perdido!

A pesar de sus asesinos, tan patéticos como crueles, Darya sigue viva en nuestros corazones y recuerdos.»

24/07/2023

A jihad niilista (e 2) | La Yihad nihilista (y 2)



«Putin nunca pretendeu outra coisa além da firmeza e da segurança da Rússia. É um estadista da velha escola: não é um apátrida e considera que fortalecer a soberania da sua nação e assegurar a sua defesa é a missão essencial de um governante. Putin não tem outra ideologia além da manutenção do poder da Rússia. No entanto, os últimos dez anos conheceram uma evolução surpreendente em quem chegou ao Kremlin como herdeiro de Iéltsin: à medida que o Ocidente tratava de lhe impor os seus valores, ele apercebeu-se do que implicava semelhante abdicação da identidade nacional: acabar como a Alemanha, convertida numa anã política sem identidade nacional, sem soberania, dirigida desde Washington, com um povo — o potente e criador Volk alemão do passado — reduzido a uma turba multicultural de eunucos de género. A recusa dos "valores" do Ocidente, da castração e lobotomização do povo russo, do sequestro da sua soberania, do apagamento da sua identidade, tornou-se mais intenso com a guerra da Ucrânia, e levou à aprovação de leis contra a hipersexualização da sociedade e, sobretudo, uma disposição legal que está nos antípodas da aculturação colonial da Europa: a lei sobre o património etnocultural imaterial da Federação Russa, destinado a defender "o conjunto de valores espirituais, morais e culturais inerentes à comunidades étnicas da Federação Russa, transmitidos de geração em geração, que formam o seu sentido da consciência da identidade, e que abarcam o modo de vida, as tradições e a sua forma de expressão, assim como a reconstrução e as tendências modernas no desenvolvimento deste modo de vida, das tradições e do seu modo de as expressar."

Esta lei seria inimaginável há uns anos. Graças à jihad de Biden e Borrell, é, hoje em dia, uma feliz realidade na Rússia. E, sim, Raskin tem razão: o Ocidente não poupará uma gota de sangue ucraniano para intimidar Putin; ele é um exemplo muito mau para as colónias europeias de Washington.»

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«Putin nunca ha pretendido otra cosa que la fortaleza y la seguridad de Rusia. Es un estadista de la vieja escuela: no es un apátrida y considera que acrecentar la soberanía de su nación y garantizar su defensa es la tarea esencial de un gobernante. Putin carece de otra ideología que no sea la del mantenimiento del poder de Rusia. Sin embargo, los últimos diez años han conocido una evolución sorprendente en quien llegó al Kremlin como heredero de Yeltsin: a medida que Occidente trataba de imponerle sus valores, él se daba cuenta de lo que semejante abdicación de la identidad nacional suponía: acabar como Alemania, convertido en un enano político sin identidad nacional, sin soberanía, dirigido desde Washington, con un pueblo —el potente y creador Volk alemán de antaño— reducido a una turba multicultural de eunucos de género. El rechazo a los “valores” de Occidente, a la castración y lobotomización del pueblo ruso, al secuestro de su soberanía, al borrado de su identidad, se hizo más intenso con la guerra de Ucrania, en la que se han aprobado leyes contra la hipersexualización de la sociedad y, sobre todo, una disposición legal que está en las antípodas de la aculturación colonial de Europa: la ley sobre el patrimonio etnocultural inmaterial de la Federación de Rusa, destinado a defender “el conjunto de valores espirituales, morales y culturales inherentes a las comunidades étnicas de la Federación Rusa, transmitidos de generación en generación, que forman su sentido de la consciencia de la identidad y que abarcan el modo de vida, las tradiciones la forma de su expresión, así como la reconstrucción y las tendencias modernas en el desarrollo de este modo de vida, de las tradiciones y de su modo de expresarlas”.

Esta ley habría resultado inimaginable hace unos años. Gracias a la Yihad de Biden y Borrell, hoy en día es una feliz realidad en Rusia. Y sí, Raskin tiene razón, Occidente no ahorrará ni una gota de sangre ucraniana para hostigar a Putin. Es un muy mal ejemplo para las colonias europeas de Washington.»

23/07/2023

A jihad niilista (1) | La Yihad nihilista (1)



«Frente a toda esta aculturação imperialista surgiram dois focos de resistência: um foi a própria América, onde uma grande parte da população ainda não está completamente enlouquecida, e até conserva uma forte tradição religiosa e um inegável sentido da realidade. O interlúdio de Trump, que tanto enfureceu as elites mundiais, foi um choque no próprio centro do poder global e mostrou a sua debilidade. O outro é a Rússia, um caso peculiar porque sofreu uma das experiências mais brutais de destruição cultural da História: o regime comunista, especialmente no período de 1917 a 1937. Sem dúvida, uma das razões para acreditar na Divina Providência é que a Rússia tenha preservado a sua identidade, e até a haja restaurado, graças a um instrumento cego dos seus desígnios — Estaline — que, para sustentar o seu regime, apercebeu-se da necessidade de despertar o patriotismo russo e de avivar o sentido nacional entre os súbditos da lúgubre tirania leninista. De 1937 a 1953, a Rússia conhece uma evidente restauração, tanto da sua cultura como da sua sociedade, e não há dúvida que essa tendência se acentuou à medida que o comunismo se convertia numa inútil carcaça burocrática. Foi aquela restauração que impediu a Rússia dos anos 90 de se transformar no subúrbio terceiro-mundista da Europa. A Putin não lhe restou outra tarefa que a de recompor as estruturas do Estado, porque a natureza do povo, o invencível narod russo, tinha resistido à prova do caos social-democrata/liberal das eras Gorbatchov e Iéltsin. A Rússia dos últimos vinte anos deu uma lição ao mundo: há uma saída do niilismo. O liberalismo tem cura.»

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«Frente a toda esta aculturación imperialista surgieron dos focos de resistencia: uno fue la propia América, donde gran parte de la población no está del todo loca, sino que conserva una fuerte tradición religiosa y un innegable sentido de la realidad. El interludio de Trump, que tanto enfureció a las élites mundiales, fue un golpe en el centro mismo del poder global y mostró su debilidad. El otro es Rusia, caso peculiar porque sufrió uno de los experimentos más brutales de destrucción cultural de la historia: el régimen comunista, especialmente en el período de 1917 a 1937. Sin duda, una de las razones para creer en la Divina Providencia es que Rusia haya preservado su identidad y hasta la haya restaurado gracias a un instrumento ciego de sus designios —Stalin— , quien para sostener su régimen se dio cuenta de la necesidad de despertar el patriotismo ruso y de avivar el sentido nacional entre los súbditos de la desangelada tiranía leninista. De 1937 a 1953, Rusia conoce una evidente restauración, tanto de su cultura como de su sociedad, y no cabe duda de que esa tendencia fue en aumento a medida que el comunismo se convertía en una inútil carcasa burocrática. Fue aquella restauración lo que impidió que la Rusia de los 90 se convirtiera en una arrabal tercermundista de Europa. A Putin no le quedó otra tarea que recomponer las estructuras del Estado, porque la naturaleza del pueblo, el invencible narod ruso, había resistido la prueba del caos socialdemócrata-liberal de las eras de Gorbachov y Yeltsin. La Rusia de los últimos veinte años le ha dado una lección al mundo: del nihilismo se sale. El liberalismo tiene cura

18/03/2023

O exorcismo da Ucrânia | El exorcismo de Ucrania



«Os globalistas criaram propositadamente um Estado cuja ideologia totalitária era uma mistura de liberalismo e atlantismo, por um lado, e de neonazismo russófobo, por outro. Um regime de neonazismo liberal, a cujas facetas mais inumanas, racistas e terroristas, o Ocidente liberal fez, e continua a fazer, vista grossa. De facto, foi assim que concebeu e criou este regime.

Assim nasceu um Estado pós-moderno, onde o palhaço judeu actua simultaneamente como chefe e inspirador de grupos neonazis radicais (frequentemente anti-semitas, mas, sobretudo, russófobos). E toda esta sangrenta mascarada tarantinesca é fomentada pela mão do Ocidente liberal, que castiga imediatamente, e da forma mais brutal, qualquer centelha de patriotismo, ou até da protecção da família tradicional, no próprio Ocidente, enquanto que na Ucrânia floresce qualquer corrente e organização nazi e extremista. Tudo o que é inaceitável no seu próprio território, é, pelo contrário, apoiado e cultivado por este mesmo Ocidente liberal na Ucrânia, com fins puramente pragmáticos. O objectivo é o mesmo: destruir-nos a todo o custo. E, então, como é óbvio, nada restará desta escumalha neonazi; serão simplesmente liquidados por terem feito o seu trabalho sujo, e não se escutará qualquer ruído de protesto. Mas, tenho a certeza, seremos nós a acabar com eles.

No seu conjunto, a Ucrânia converter-se-á em nada, uma estepe árida no contexto do mundo liberal, ou renascerá como parte da grande civilização ortodoxa russa, que é o que sempre foi, e continua ser, mesmo agora. A libertação da Ucrânia, que agora estamos a levar a cabo com todas as nossas forças, tem algo de exorcismo, um exorcismo do diabo. Foi nisso que se tornou a operação especial que levamos a cabo, há já um ano.»

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«Los globalistas crearon a propósito un Estado cuya ideología totalitaria era una mezcla de liberalismo y atlantismo, por un lado, y de neonazismo rusófobo, por otro. Un régimen de nazismo liberal, ante cuyas facetas más inhumanas, racistas y terroristas el Occidente liberal ha hecho y sigue haciendo la vista gorda. De hecho, concibió y creó este régimen.

Así nació un Estado posmoderno, donde el payaso judío actúa simultáneamente como jefe e inspirador de grupos neonazis radicales (a menudo antisemitas, pero sobre todo rusófobos). Y toda esta sangrienta mascarada tarantinesca está impulsada de la mano del Occidente liberal, que castiga de inmediato cualquier atisbo de patriotismo, o incluso de protección de la familia tradicional, en el propio Occidente, de la forma más brutal, mientras que en Ucrania florece cualquier corriente y organización nazi y extremista. Todo lo que es inaceptable en su propio territorio es por el contrario, con fines puramente pragmáticos, apoyado y cultivado por este mismo Occidente liberal en Ucrania. El objetivo es el mismo: destruirnos a toda costa. Y entonces, por supuesto, tampoco quedará nada de esta chusma neonazi, simplemente serán liquidados por haber hecho su trabajo sucio, y no se oirá ni un ruido. Pero estoy seguro de que nosotros mismos acabaremos con ellos.

En conjunto, Ucrania se convertirá en nada, en un árido páramo en el contexto del mundo liberal, o renacerá como parte de la gran civilización ortodoxa rusa, que es lo que siempre ha sido, y lo que es, incluso ahora. La liberación de Ucrania, que estamos llevando a cabo ahora con todas nuestras fuerzas, es algo así como un exorcismo, un exorcismo del diablo. En eso se ha convertido la operación especial que llevamos a cabo desde hace un año.»

13/02/2023

A outra frente da guerra: os livros | El otro frente de la guerra: los libros



"Ucrânia é uma verdadeira inspiração para a Europa." - Ursula von der Leyen

«Ao anunciar uma reunião com os órgãos competentes, Yevheniya Kravchuk, a presidente do Subcomité de Política de Informação e Integração Europeia da Rada [Conselho Supremo da Ucrânia], disse que 19 milhões de livros já tinham sido retirados das bibliotecas ucranianas até Novembro passado. Destes, 11 milhões foram triturados, por terem sido escritos por autores russos.
Este programa, que começou em Junho de 2022, tem como objectivo destruir 100 milhões de livros relacionados com a cultura russa. Ou seja, isto ainda vai no início.
É o maior plano de censura implementado desde a Segunda Guerra Mundial.»

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"Ucrania es una verdadera inspiración para Europa." - Ursula von der Leyen

«Al anunciar una reunión con los órganos pertinentes, Yevheniya Kravchuk, presidenta del Subcomité de Política de Información e Integración Europea de la Rada Suprema de Ucrania, dijo que 19 millones de libros ya habían sido retirados de las bibliotecas ucranianas en noviembre pasado. De estos, 11 millones fueron triturados porque fueron firmados por autores rusos en general.
Este programa, que comenzó en junio de 2022, tiene como objetivo destruir 100 millones de libros relacionados con la cultura rusa. Así que esto es solo el comienzo.
Es el mayor plan de censura desde la Segunda Guerra Mundial.» (AlertaDigital)

06/01/2023

O pós-guerra imediato | La postguerra inmediata



«A operação russa na Ucrânia acelera a desterritorialização da produção de energia. Com a escassez que se aproxima, os preços subirão e a União Europeia, o principal país afectado, acelerará a priorização da matriz energética renovável. Dada a incapacidade de acompanhar a procura, o racionamento será necessário. Entretanto, o menor consumo de energia e a substituição de combustíveis fósseis não refrearão a sociedade de consumo, mas torná-la-ão mais miserável. Haverá menos consumo de bens físicos e de menor qualidade. O consumo não diminuirá, mas assumirá uma nova forma, e será virtualizado.

Se as forças do capitalismo global não podem abolir fronteiras, farão com que as limitações por elas impostas deixem de ter importância. Grande parte das actividades de emprego, entretenimento e lazer em geral já começaram a ser desterritorializadas e virtualizadas. O Metaverso, ou seja, um ambiente virtual onde as pessoas interagem através de avatares numa realidade artificial criada por computador, é projectado para substituir cada vez mais a materialidade. Ali são realizadas reuniões de negócios, são compradas parcelas de território virtual, são mantidas vidas "paralelas", os casamentos são celebrados e o "sexo" é feito. A realidade virtual é uma iniciativa com tanta projecção que uma empresa tão importante como a Boeing anunciou que começará a construir aviões no Metaverso. Até existem cotações paralelas de criptomoedas, ou seja, abstrai o que já é abstracto. O consumo assume um carácter imaterial de acordo com a filosofia subjacente e a escassez de recursos.

O actual conflito na Ucrânia e a defesa da soberania russa sobre os recursos energéticos acelerou a desterritorialização dos recursos e a virtualização do humano. O caminho tornou-se claro: tornar os recursos energéticos independentes dos territórios, racionar os recursos, empobrecer as populações e contentá-las com uma realidade económica virtual. As multidões amontoadas em hotéis-cápsulas sonharão com paraísos intangíveis, os únicos que poderão visitar. "Eles não terão nada e serão felizes", ou pelo menos sorrirão enquanto tiverem os seus óculos de realidade virtual colocados.»

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«La operación rusa en Ucrania acelera la desterritorialización de la producción energética. Con la escasez en puerta los precios se disparan y la Unión Europea, la principal afectada, acelera la priorización de la matriz renovable. Ante la incapacidad de mantener la demanda será necesario el racionamiento. No obstante, el menor consumo energético y el reemplazo de los combustibles fósiles no acarreará la desaceleración de la sociedad de consumo sino su miserabilización. Habrá menor consumo de bienes físicos y de peor calidad. El consumo no decrecerá sino que adquirirá una nueva forma, se virtualizará.

Si las fuerzas del capitalismo global no pueden abolir las fronteras harán que las limitaciones impuestas por estas dejen de importar. Buena parte de los empleos, el entretenimiento y las actividades de ocio en general ya han comenzado a ser desterritorializadas y virtualizadas. El Metaverso, es decir un entorno virtual donde las personas interactúan por medio de avatares en una realidad artificial creada por computadora, está concebido para suplir en forma creciente la materialidad. En él se hacen reuniones laborales, se compran parcelas de territorio virtual, se mantienen vidas “paralelas”, se celebran matrimonios y se tiene “sexo”. La realidad virtual es una iniciativa con tanta proyección que una empresa tan importante como Boeing anunció que comenzará a construir aviones en el Metaverso. Este incluso cuenta con cotizaciones paralelas de criptomonedas, es decir abstrae lo ya abstracto. El consumo toma un carácter inmaterial acorde con la filosofía subyacente y la escasez de recursos.

El actual conflicto en Ucrania y la defensa de la soberanía rusa sobre los bienes energéticos ha supuesto la aceleración de la desterritorialización de los recursos y de virtualización de lo humano. Se ha evidenciado el camino trazado: independizar los recursos energéticos de los territorios, racionar los recursos, empobrecer a las poblaciones y contentarlas con una realidad económica virtual. Las multitudes apiñadas en hoteles cápsulas soñarán con paraísos intangibles, los únicos que podrán visitar. “No tendrán nada y serán felices”, o al menos sonreirán mientras tengan colocadas sus gafas de realidad virtual.»

24/12/2022

Dez meses | Diez meses


«A impotência da UE está clara para todo o mundo, menos para a máfia mediática e para os governinhos de brinquedo. Estamos a assistir ao derrube do triunfalismo posterior à Guerra Fria, ao “fim da História” e do unilateralismo. A realidade bate, e bate com dureza. Basta observar o desfile de tagarelas e de “especialistas” que nos meios de comunicação ocidentais falam sobre a loucura de Putin. Como não o compreendem, concluem então que deve estar louco.

O Ocidente, tal como o conhecíamos até agora, acabou. Para lá da confusão, da estupidez, da arrogância, da histeria, das sanções, o Ocidente já não tem mais nada na sua bagagem. Já só lhe resta esvaziar o vodka na sanita, proibir a música e o cinema russo, mudar o nome a uma bebida ou a uma salada, proibir a presença de gatos russos em concursos internacionais, eliminar uma árvore russa de uma competição virtual, apreender o iate de um milionário russo, ou envergar uma camisola azul e amarela. É patético. E, sobretudo, não deixar que qualquer meio de comunicação russo possa instalar a dúvida nos borregos com a sua “desinformação”. É como durante a URSS, mas mais estúpido.

O judo consiste em enganar e utilizar a força do adversário contra ele próprio. Putin, um cinturão negro, levou o Ocidente ao suicídio com o judo. Qual é a conclusão a que se chegará no mundo inteiro? Foi-lhe dito alto e bom som o seguinte: “Colocai o vosso dinheiro nos nossos bancos: podemos confiscá-lo. Colocai os vossos valores no nosso território: podemos roubá-los. Utilizai a nossa moeda: podemos anulá-la. Deixai o vosso iate num porto nosso: podemos pirateá-lo. Deixai o vosso ouro nas nossas caixas-fortes: podemos apoderar-nos dele”. Esta é a mensagem que ecoará em todo o planeta. Esta é uma lição que o mundo não esquecerá. Esta é uma mostra crua e dura de que a “ordem mundial baseada em regras” significa simplesmente que uns estabelecem as regras (que não estão obrigados a cumprir) e que os outros devem limitar-se a obedecê-las.»

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«La impotencia de la UE está clara para todo el mundo, menos para la mafia mediática y gobiernitos como el de Sánchez.
Estamos asistiendo al derrumbe del triunfalismo posterior a la Guerra Fría, al “fin de la Historia” y del unilateralismo. La realidad golpea, y golpea muy duramente. Basta con observar el desfile de parlanchines y de “expertos” en los medios occidentales que hablan de la locura de Putin. Como no lo comprenden, entonces concluyen que debe estar loco.

Occidente, tal como lo conocíamos hasta ahora, se ha acabado. Al margen de la confusión, las estupideces, la arrogancia, la histeria, las sanciones, Occidente ya no tiene más nada en su equipaje. Ya sólo le queda vaciar el vodka en el váter, prohibir la música y el cine ruso, cambiarle el nombre a una bebida o una ensalada, prohibir la presencia de gatos rusos en concursos internacionales, eliminar un árbol ruso de una competición virtual, incautar el yate a un millonario ruso, o ponerse una camiseta azul y amarilla. Es patético. Y sobre todo no dejar que un medio ruso pueda hacer dudar a los borregos con su “desinformación”. Como durante la URSS, pero en más estúpido.

El judo consiste en engañar y utilizar la fuerza del adversario contra éste. Putin, un cinturón negro, ha llevado a Occidente al suicidio con el judo. ¿Cuál es la conclusión a la que se llegará en el mundo entero? ¿Qué le ha dicho Occidente al mundo entero? Les ha dicho alto y fuerte los siguiente: “Colocad vuestro dinero en nuestro bancos: lo podemos confiscar. Colocar vuestros valores sobre nuestro territorio: los podemos robar. Utilizad nuestra moneda: podemos anularla. Dejad vuestro yate en un puerto nuestro: lo podemos piratear. Dejad vuestro oro en nuestras cajas fuertes: podemos apoderarnos de él”. Este es el mensaje que resonará en todo el planeta. Esta es una lección que el mundo no olvidará. Esta es una muestra cruda y dura de que el “orden internacional basada en reglas” significa simplemente que unos establecen las reglas (que no están obligados a cumplir) y que los demás deben limitarse a obedecerlas.» (Alerta Digital 4.4.22 e sempre actual)

26/10/2022

Uma nova cortina de ferro (2) | Un nuevo telón de acero (2)



«De facto, há neste momento duas guerras diferentes. A primeira é uma guerra fratricida, já que opõe dois países da mesma matriz histórica e que permaneceram associados durante séculos, mas não é uma guerra civil. Também não é uma guerra entre dois nacionalismos, o russo e o ucraniano, mas uma guerra entre a lógica do Estado-nação e a do Império (que nunca teve uma dimensão étnica na Rússia).

Mas é também uma guerra por procuração, uma guerra por procuração de Washington contra o Kremlin, através da Ucrânia. Isto também revela a natureza profunda da segunda guerra, a dos Estados Unidos contra a Rússia. Uma guerra que vai muito mais além da Ucrânia, já que se trata de uma guerra entre dois mundos: uma guerra a favor ou contra a hegemonia liberal, uma guerra dos Estados civilizacionais contra o universalismo desprovido de terra, dos povos preocupados com a sua continuidade histórica contra as “sociedades abertas”, das forças do enraizamento contra as forças da dissolução, das potências continentais contra as “democracias marítimas” (Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Canadá). Uma guerra de significado mundial. Uma guerra pelo poder mundial.

Isso significa que os chamamentos à “solidariedade ocidental” de Joseph Robinette Biden, o morto-vivo da Casa Branca, nos deixam frios. Pela excelente razão de que não somos ocidentais, mas europeus.»

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«De hecho, en este momento hay dos guerras distintas. La primera es una guerra fratricida, ya que enfrenta a dos países de la misma matriz histórica y que han permanecido asociados durante siglos, pero no es una guerra civil. Tampoco es una guerra entre dos nacionalismos, el ruso y el ucraniano, sino una guerra entre la lógica del Estado-nación y la del Imperio (que nunca ha tenido una dimensión étnica en Rusia).

Pero también es una guerra por delegación, una guerra por delegación de Washington contra el Kremlin a través de Ucrania. Esto también revela la naturaleza profunda de la segunda guerra, la de Estados Unidos contra Rusia. Una guerra que va mucho más allá de Ucrania, ya que se trata de una guerra entre dos mundos: una guerra a favor o en contra de la hegemonía liberal, una guerra de los Estados civilizacionales contra el universalismo desprovisto de suelo, de los pueblos preocupados por su continuidad histórica contra las "sociedades abiertas", de las fuerzas del arraigo contra las fuerzas de la disolución, de las potencias continentales contra las "democracias marítimas" (Estados Unidos, Gran Bretaña, Australia, Canadá). Una guerra de significado mundial. Una guerra por el poder mundial.

Ello significa que los llamamientos a la "solidaridad occidental" de Joseph Robinette Biden, el muerto viviente de la Casa Blanca, nos dejan fríos. Por la excelente razón de que no somos occidentales, sino europeos.»

25/10/2022

Uma nova cortina de ferro (1) | Un nuevo telón de acero (1)



«Evidentemente, não se pode dizer que “não estamos em guerra com a Rússia” e ao mesmo tempo decretar contra ela sanções de uma magnitude sem precedentes, defender publicamente uma “guerra económica e financeira total contra a Rússia” (Bruno Le Maire) e fornecer armas aos ucranianos. Os europeus aceitaram docilmente adoptar sanções contra a Rússia, das quais serão as primeiras vítimas por serem contrárias aos seus próprios interesses, sobretudo em matéria de energia e indústria (a Rússia é mais auto-suficiente do que a Europa). Ao entregar armas pesadas e aviões à Ucrânia, não para restabelecer a paz, mas para prolongar a guerra, os países ocidentais correram o grave risco de ser considerados co-beligerantes.

Saímos, então, da era do pós-guerra-fria. Levantou-se uma nova cortina de ferro, desta vez por iniciativa do Ocidente. O continente euro-asiático volta a estar partido em dois. A Finlândia e a Suécia querem entrar na OTAN, a Suíça abandona a sua neutralidade, a Alemanha rearma-se com 100.000 milhões de euros e a União Europeia assume o papel de fornecedor de armas, enquanto os que antes faziam campanha pela abolição de todas as fronteiras agora proclamam as da Ucrânia como invioláveis. Um ponto de inflexão histórico. As consequências também serão históricas.

O ex-presidente checo Václav Klaus disse-o sem rodeios: tomada como um refém pela OTAN, a Ucrânia foi desde o princípio “apenas um peão num jogo muito maior”. O primeiro perdedor neste assunto é, com efeito, o desafortunado povo ucraniano, agora bombardeado pelos russos depois de ter sido cinicamente utilizado como peão no tabuleiro estratégico estado-unidense.

Os outros grandes perdedores são os europeus, que, ao alinharem quase unanimemente com as posições estado-unidenses, demonstraram uma vez mais que não contam para nada. Uma Europa independente e não-alinhada poderia ter trabalhado para conseguir uma solução política do conflito, um acordo negociado e a reconstrução de um novo espaço de segurança colectiva à escala continental, ao mesmo tempo que se respeitavam tanto os interesses europeus como os russos. Também poderia ter adoptado o equivalente da Doutrina Monroe. Mas não foi isso o que aconteceu. Ao aliar-se rotundamente com os ditados anglo-saxões e ao adoptar medidas que só atiram lenha para a fogueira, a União Europeia perdeu toda a credibilidade.»

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«Evidentemente, no se puede decir que "no estamos en guerra con Rusia" y al mismo tiempo decretar sanciones de una magnitud sin precedentes contra ella, defender públicamente una "guerra económica y financiera total contra Rusia" (Bruno Le Maire) y suministrar armas a los ucranianos. Los europeos han aceptado dócilmente adoptar sanciones contra Rusia, de las que serán las primeras víctimas por ser contrarias a sus propios intereses, sobre todo en materia de energía e industria (Rusia es más autosuficiente que Europa). Al entregar armas pesadas y aviones a Ucrania, no para restablecer la paz, sino para prolongar la guerra, los países occidentales han corrido el grave riesgo de ser considerados cobeligerantes.

Hemos salido, pues, de la era de la posguerra fría. Se ha creado un nuevo telón de acero, esta vez por iniciativa de Occidente. El continente euroasiático vuelve a estar partido en dos. Finlandia y Suecia quieren entrar en la OTAN, Suiza abandona su neutralidad, Alemania se rearma con 100.000 millones de euros y la Unión Europea asume el papel de proveedor de armas, mientras que los que antes hacían campaña por la abolición de todas las fronteras ahora proclaman que las de Ucrania son inviolables. Un punto de inflexión histórico. Las consecuencias también serán históricas.

El expresidente checo Václav Klaus lo dijo sin rodeos: tomada como rehén por la OTAN, Ucrania ha sido desde el principio "sólo un peón en un juego mucho mayor". El primer perdedor en este asunto es, en efecto, el desafortunado pueblo ucraniano, ahora bombardeado por los rusos tras haber sido utilizado cínicamente como peón en el tablero estratégico estadounidense.

Los otros grandes perdedores son los europeos, que, al alinearse casi unánimemente con las posiciones estadounidenses, han demostrado una vez más que no cuentan para nada. Una Europa independiente y no alineada podría haber trabajado para lograr una solución política del conflicto, un acuerdo negociado y la reconstrucción de un nuevo espacio de seguridad colectiva a escala continental, al tiempo que se respetaban los intereses de los europeos tanto como los de los rusos. También podría haber adoptado el equivalente a la Doctrina Monroe. Pero esto no es lo que ocurrió. Al alinearse rotundamente con los dictados anglosajones y al adoptar medidas que echan mucha leña al fuego, la Unión Europea ha perdido toda credibilidad.»

01/10/2022

Dois pesos e duas medidas | El doble rasero


«Os estado-unidenses, que, evidentemente, nunca bombardearam civis (Hiroshima), nem atacaram um país soberano (Iraque), nem atravessaram ilegalmente as suas fronteiras (Afeganistão, Líbia, Síria, Somália), e muito menos bombardearam recentemente uma capital europeia (Belgrado), reagiram segundo a habitual táctica anglo-saxónica: mediante sanções e embargos, que são a versão moderna do bloqueio, mediante a desqualificação moral, a inversão acusatória, a imbecilização da opinião pública, mediante a propaganda emocional, o bombardeio mediático e a criminalização do inimigo (Putin como um ditador louco, um criminoso de guerra paranóico, um novo Hitler, um carniceiro sanguinário, etc.). Esta táctica torna impossível o regresso à paz por intermédio de uma solução negociada do conflito, pois não se negoceia com um “criminoso” ou um “louco”.

À maneira da cultura do cancelamento, a russofobia imperante desacredita agora tudo o que é russo, desde Dostoievski a Soljenítsin, passando por Gagarin, todos eles vítimas do mesmo reductio ad Putinum. Os tenistas, os músicos, os deficientes e até os gatos russos são excluídos dos espectáculos, dos museus e das competições. O objectivo é converter o povo russo num novo povo pária. Sempre que seja anti-russo, o “discurso do ódio”, antes denunciado, está agora permitido até nas redes sociais.

O objectivo é claro. Se não se pode vaporizar a Rússia, o objectivo é colocá-la no banco dos réus das nações, estigmatizá-la para a eternidade, isolá-la definitivamente da Alemanha, França e Europa Ocidental, através de um cordão sanitário que a isole do resto do mundo. Desde este ponto de vista, interessa aos estado-unidenses que a guerra dure o máximo de tempo possível. Em Washington estão dispostos a lutar até ao último ucraniano. Em 1956, os insurgentes de Budapeste não receberam tal apoio.»

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«Los estadounidenses, que por supuesto nunca han bombardeado a civiles (Hiroshima), ni han atacado a un país soberano (Irak), ni han cruzado ilegalmente sus fronteras (Afganistán, Libia, Siria, Somalia), y menos aún han bombardeado recientemente una capital europea (Belgrado), reaccionaron según la habitual táctica anglosajona: mediante sanciones y embargos, que son la versión moderna del bloqueo, mediante la descalificación moral, la inversión acusatoria, el atontamiento de la opinión pública, mediante la propaganda emocional, el bombardeo mediático y la criminalización del enemigo (Putin como un dictador loco, un criminal de guerra paranoico, un nuevo Hitler, un carnicero sanguinario, etc. ). Esta táctica hace imposible volver a la paz mediante una solución negociada del conflicto, ya que no se negocia con un "criminal" o un "loco".

A la manera de la cultura de la cancelación, la rusofobia imperante desacredita ahora todo lo ruso, desde Dostoievski hasta Solzhenitsyn, pasando por Gagarin, todos ellos víctimas de la misma reductio ad Putinum. Los tenistas, los músicos, los discapacitados e incluso los gatos rusos son excluidos de los espectáculos, los museos y las competiciones. El objetivo es convertir al pueblo ruso en un nuevo pueblo paria. Siempre que sea antirruso, el "discurso del odio", antes denunciado, está ahora incluso permitido en las redes sociales.

El objetivo es claro. Si no se puede vaporizar a Rusia, el objetivo es ponerla en el banquillo de las naciones, estigmatizarla para la eternidad, aislarla definitivamente de Alemania, Francia y Europa Occidental, mediante un cordón sanitario que la aísle del resto del mundo. Desde este punto de vista, a los estadounidenses les interesa que la guerra dure el mayor tiempo posible. En Washington están dispuestos a luchar hasta el último ucraniano. En 1956, los insurgentes de Budapest no habían recibido semejante apoyo.»

25/09/2022

Entretanto em Itália… | Mientras tanto en Italia...



«A direita e a esquerda são idênticas na política externa: atlantismo, lealdade a Washington e ao Otanistão, apoio total à Ucrânia atacada pelos cripto-fascistas-comunistas que vivem no Kremlin, em cujos corredores sombrios e sinistros vagueia o vampírico Putin. E assim, enquanto Volodymyr Mahatma Gandhi Zelensky pode continuar a tocar piano com o pénis e fazer algumas linhas de cocaína quando está muito stressado pelos esforços de conduzir uma guerra por procuração, os italianos terão um inverno horrível graças aos governos que continuam as sanções contra a Rússia, sanções que são um martelo nos pés italianos e não nos russos.

Teremos um inverno horrível com um contínuo encerramento de lojas, ginásios, pequenas e grandes fábricas fechando por causa do disparo das contas de gás e electricidade, casas frias ou mal aquecidas se não às escuras. Teremos pouca luz e pouco gás, mas muito mais desempregados e a inevitável, democrática, cacetada policial sobre os manifestantes em protesto.

Dizem-nos que este é o preço da democracia, mas não é: é o preço da demência que reina em Washington e Bruxelas e a contínua subserviência de nosso país a todas as organizações internacionais às quais ele adere. É o preço de ter governos de merda.

Passar de "lavar as mãos com frequência" para "tomar alguns banhos, mais curtos e com água fria" realmente só levou um momento...»

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«La derecha y la izquierda son idénticas en política exterior: atlantismo, lealtad a Washington y al Otanistán, apoyo total a Ucrania atacada por los criptofascistas-comunistas que viven en el Kremlin, en cuyos oscuros y siniestros pasillos deambula el vampírico Putin. Y así, mientras Volodymyr Mahatma Gandhi Zelensky pueda seguir tocando el piano con su pene y meterse unas rayas de coca cuando esté muy estresado por los esfuerzos de llevar a cabo una guerra de delegación, los italianos tendrán un invierno horrible gracias a los gobiernos que siguen adelante con las sanciones contra Rusia, sanciones que son un martillo en los pies italianos, y no en los rusos.

Tendremos un invierno horrible con un continuo cierre de tiendas, gimnasios, pequeñas y grandes fábricas cerrando puertas por el alza de las facturas de gas y electricidad, casas frías o mal calentadas si no oscuras. Tendremos poca luz y poco gas, pero muchos más parados y lo inevitable, democrático, bastonazo policial a los manifestantes en protesta.

Se nos dice que ese es el precio de la democracia, pero no lo es: es el precio de la locura que reina en Washington y Bruselas y de la continua sumisión de nuestro país a todos los organismos internacionales a los que se adhiere. Es el precio de tener gobiernos de mierda.

Pasar de "lavarse las manos con frecuencia" a "tomar algunas duchas, más cortas y con agua fría" realmente solo tomó un momento.»

24/09/2022

O sonho europeu morreu | El sueño europeo ha muerto



«“Desde o primeiro dia estivemos ao lado da Ucrânia, com armas, com dinheiro, com hospitais para os refugiados e com sanções (contra a Rússia), as mais fortes e firmes que o mundo jamais viu. Retiramos três quartas partes do sector bancário russo dos mercados internacionais, mil empresas internacionais saíram da Rússia. A Aeroflot foi obrigada a deixar os seus aviões parados porque não existem peças sobresselentes. O exército russo vê-se na necessidade de retirar chips nos frigoríficos e outros electrodomésticos para os seus veículos porque não têm semicondutores. Foi o Kremlin que deu cabo da economia. É o preço que a destruição de Putin faz pagar ao povo russo. Que as coisas fiquem claras: as sanções estão aqui e vão continuar. Devemos mostrar-nos determinados, não devemos procurar o apaziguamento. As coisas devem ficar muito, muito claras.”

Com efeito, as coisas estão muito, muito claras. O discurso de Ursula von der Leyen é um discurso de guerra. As suas palavras não deixam lugar a qualquer dúvida. “Não devemos procurar o apaziguamento”. É, pois, o momento da guerra. “Devemos procurá-la e alimentá-la, até ao aniquilamento da Rússia.”
A elite europeia, degenerada, desalmada e criminosa, encaminha-nos para o precipício de uma catástrofe incomensurável, o abismo de uma guerra espantosa que desembocará na destruição completa de tudo quanto se construiu e criou na Europa ao longo de dois mil anos.
Esta Europa que nos tinham vendido como o final feliz e luminoso de uma longa história de conflitos e desencontros, como o garante da paz, da prosperidade e da fraternidade entre os povos, pelos séculos dos séculos, converteu-se numa máquina de guerra, de ódio, de pobreza e de opressão. Esta Europa já tirou a máscara e mostra-se tal como é: uma potência belicosa, expansionista, autoritária e violenta. Uma máquina de destruição, de miséria e de escravidão. O sonho europeu morreu, e sobre as suas cinzas está a nascer um pesadelo.»

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«“Desde el primer día hemos estado al lado de Ucrania, con armas, con dinero, con hospitales para los refugiados y con sanciones (contra Rusia), las más fuertes y firmes que el mundo haya nunca visto. Hemos retirado las tres cuartas partes del sector bancario ruso de los mercados internacionales, mil empresas internacionales han salido de Rusia. Aeroflot debe dejar sus aviones en el suelo porque no hay repuestos. El ejército ruso se ve en la necesidad de coger chips en las neveras y en otros aparatos electrodomésticos para sus vehículos porque no tienen semiconductores. Es el Kremlin quién ha puesto la economía sobre la vía del olvido. Es el precio que la destrucción de Putin hace pagar al pueblo ruso. Que queden las cosas claras: las sanciones están aquí y van a permanecer. Debemos mostrarnos determinados, no debemos buscar el apaciguamiento. Las cosas deben quedar muy, muy claras.”

En efecto, las cosas están muy, muy claras. El discurso de Ursula von der Leyen es un discurso de guerra. Sus palabras no dejan lugar a ninguna duda. “No debemos buscar el apaciguamiento”. Es, pues, el momento de la guerra. “Debemos buscarla y alimentarla, hasta el aniquilamiento de Rusia”.
La élite degenerada, desalmada y criminal europea nos encamina al precipicio de una catástrofe inconmensurable, al abismo de una guerra espantosa que desembocará en la destrucción completa de todo cuanto se ha construido y creado en Europa en dos mil años.
Esta Europa que nos habían vendido como el desenlace feliz y luminoso de una larga historia de conflictos y desencuentros, como la garante de la paz, la prosperidad y la fraternidad entre los pueblos, por los siglos de los siglos, se ha convertido en una máquina de guerra, de odio, de pobreza y de opresión. Esta Europa ya se ha quitado la máscara y se muestra tal cual es: una potencia belicosa, expansionista, autoritaria y violenta. Una máquina de destrucción, de miseria y de esclavitud. El sueño europeo ha muerto, y sobre sus cenizas está naciendo una pesadilla.»

17/09/2022

200 dias (e 2) | 200 días (y 2)



«Os globalistas não se importaram de atirar a Rússia para os braços da China, porque o principal é evitar que se alie a uma Europa livre e dirigida pela Alemanha. Por esse motivo as potências anglo-saxónicas sabotaram até a Rússia de Iéltsin, que era o seu homem, o seu melhor aliado. Se, contra Iéltsin, financiaram e armaram os islamistas tchetchenos, o que farão com qualquer regime sucessor do actual?

A Rússia começa a tomar consciência que esta não é uma crise passageira: a América precisa da guerra para sustentar a sua economia, para manter o seu cambaleante domínio global e para desanuviar o difícil panorama dos democratas nas próximas eleições intercalares. Moscovo, se quiser sobreviver ao que lhe estão a preparar em Londres, Washington e Bruxelas, deve cerrar fileiras, acabar com a quinta coluna liberal que ainda subsiste entre a nomenklatura do Kremlin e ressuscitar o espírito de Pedro, o Grande, do implacável cavaleiro de bronze. O regime de Maidan é uma ameaça existencial para Moscovo, um peão da OTAN que exerce o papel de uma agressiva anti-Rússia; o Kremlin não tem nada para negociar com a ditadura de Kiev, senão destruí-la e castigar os seus sequazes. Para isso, não pode limitar a sua acção com o fim louvável de sofrer um custo humano mínimo, porque nesse caso a operação especial na Ucrânia durará anos e acabará por ser um cancro para o Estado. Só uma escalada intensa e rápida do conflito, que não duvide em recorrer a todos os meios que a Rússia tem ao seu dispor, acabará com o mal. Tanto mais que é seguro que o Ocidente não morrerá pela Ucrânia: nenhum amo se sacrifica pelo seu escravo.»

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«A los globalistas no les ha importado echar a Rusia en brazos de China, porque lo principal es que no se alíe a una Europa libre y dirigida por Alemania. Por eso, las potencias anglosajonas sabotearon incluso a la Rusia de Yeltsin, que era su hombre, su mejor aliado. Si contra Yeltsin financiaron y armaron a los islamistas chechenos, ¿qué no harán con cualquier régimen sucesor del actual?

Rusia empieza a ser consciente de que esto no es una crisis pasajera: América necesita la guerra para sostener su economía, mantener su tambaleante dominio global y arreglar el difícil panorama de los demócratas en las midterm elections. Moscú, si quiere sobrevivir a lo que le están preparando en Londres, Washington y Bruselas, debe cerrar filas, acabar con la quinta columna liberal que aún subsiste entre la nomenklatura del Kremlin y resucitar el espíritu de Pedro el Grande, del implacable jinete de bronce. El régimen del Maidán es una amenaza existencial para Moscú, un peón de la OTAN que ejerce el papel de una agresiva anti-Rusia; el Kremlin no tiene que negociar nada con la dictadura de Kíev, sino destruirla y castigar a sus secuaces. Para ello, no puede limitar su acción con el loable fin de sufrir un coste humano mínimo, porque entonces la operación especial en Ucrania durará años y acabará por ser un cáncer para el Estado. Sólo una escalada intensa y rápida del conflicto, que no dude en utilizar todos los medios de los que Rusia dispone, acabará con el mal. Además, es seguro que Occidente no morirá por Ucrania: ningún amo se sacrifica por su esclavo.»