Crónicas do Grande Despertar | Crónicas del Gran Despertar

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21/06/2025

Racismo antibranco



«A cultura mista é a grande farsa do nosso tempo. É celebrada nos televisores, ensinada nas escolas, invocada como um feitiço moral. Mas, na vida quotidiana, ninguém acredita nela, muito menos aqueles que a erigiram em dogma. Os apóstolos mais fervorosos da coexistência são também os defensores de um distanciamento social que não ousa chamar-se assim. A diversidade é pregada com a mão esquerda e evitada com a direita na escolha da escola dos filhos ou na assinatura do contrato de arrendamento da casa de família. A atribuição de vagas escolares torna-se uma estratégia de evasão reservada aos iniciados. Quem conhece o sistema — e como contorná-lo — melhor do que os progressistas? Na prática, a cultura mista não se sustenta na realidade. O multiculturalismo pode ser vivido, na melhor das hipóteses, como uma experiência musical, gastronómica ou turística, mas nunca como um quotidiano partilhado. Trocam-se receitas orientais, publicam-se selfies num concerto de rap, elogia-se a crioulização nas redes sociais, mas, fora isso, vivemos entre os nossos. A fronteira está em todo o lado: uma rua, uma estação de metro, o preço do metro quadrado. De um lado, os progressistas chiques; do outro, Paristambul; entre os dois, não há sequer cinquenta ou cem metros de distância. As segregações são invisíveis, mas prevalecem em todas as decisões decisivas: habitação, trabalho, educação dos filhos. O universalismo republicano nunca funcionou, ou melhor, só funcionou quando se tratou de assimilar iguais: italianos, espanhóis, portugueses.
[...]
O racismo anti-branco não caiu do céu. É o subproduto directo de um desequilíbrio demográfico sem precedentes, o resultado de uma imigração contínua e maciça que transforma maiorias em minorias no seu próprio território, bairro após bairro, escola após escola. Enquanto houver recusa em conter os fluxos migratórios, o racismo anti-branco continuará a prosperar. Isto não é um acidente; é o sintoma de uma sociedade fragmentada e fracturada, empenhada numa guerra de todos contra todos, onde a maioria de ontem se tornou um pária. O que é o multiculturalismo? Uma sociedade sem coerência, sem um projecto comum, sem futuro — por outras palavras, a própria ausência de sociedade. É como dizer que vivemos num barril de pólvora. Enquanto nos recusarmos a enfrentar a questão da migração, o tabu permanecerá. Porque quebrá-lo significa reabrir o arquivo sobre a imigração em massa que serviu de espinha dorsal às nossas elites durante quarenta anos.
[...]
Precisamos de sair do pensamento vitimista, que reduz o racismo anti-branco a uma vingança histórica contra a escravatura ou a colonização. Esta estrutura interpretativa, disseminada pelo discurso da descolonização, é um engano intelectual. Os testemunhos de racismo anti-branco que recolhi demonstram isso mesmo. Manifesta-se nas ruas, nas escolas, nos estádios, sem que a vítima tenha provocado nada. É gratuito, impulsivo, bestial. A verdadeira força motriz deste ódio não é o passado ou a passividade do passado, é o ressentimento. Nietzsche disse tudo sobre este assunto. O ressentimento é a paixão das almas mal-nascidas. É um ódio impregnado de fracasso, dirigido contra aqueles que são percebidos como superiores, não porque o sejam necessariamente, mas porque encarnam uma imagem invejada que não ousamos reconhecer. O ressentimento deseja o que odeia e odeia o que deseja. É a triste paixão das sociedades multiculturais. Nasce da comparação. Não é alimentada pela colonização — tudo isso já está morto —, mas pelo insucesso, aqui e agora, a começar pelo insucesso escolar. Deste fracasso, nos primeiros anos, surge uma raiva que só encontra vazão na violência racial gratuita.»

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«La mezcla es la gran farsa de nuestra época. Se celebra en los platós de televisión, se enseña en las escuelas, se invoca como un conjuro moral. Pero en la vida cotidiana, nadie cree en ella, y menos aún quienes la han erigido en dogma. Los apóstoles más fervientes de la convivencia son también los defensores de un distanciamiento social que no se atreve a llamarse así. Se predica la diversidad con la mano izquierda y se elude con la derecha a la hora de elegir la escuela de los hijos o firmar el contrato de alquiler de la vivienda familiar. La asignación de plazas escolares se convierte en una estrategia de evasión reservada a los iniciados. ¿Quién conoce mejor el sistema —y cómo sortearlo— que los progresistas? Sobre el terreno, la mezcla no resiste frente a la realidad. El multiculturalismo puede vivirse, como mucho, como una experiencia musical, gastronómica o turística, pero nunca como una vida cotidiana compartida. Se intercambian recetas orientales, se publican selfies en un concierto de rap, se alaba la criollización en las redes sociales, pero por lo demás se vive entre los nuestros. La frontera está en todas partes: una calle, una estación de metro, el precio del metro cuadrado. A un lado, la pijoprogresía; al otro, Paristanbul; entre ambos, ni siquiera cincuenta o cien metros de distancia. Las segregaciones son invisibles, pero se imponen en todas las decisiones determinantes: la vivienda, el trabajo, la escolarización de los hijos. El universalismo republicano nunca ha funcionado, o más bien, solo ha funcionado cuando se trataba de asimilar a los iguales, a los italianos, a los españoles, a los portugueses.
[...]
El racismo antiblanco no ha caído del cielo. Es el subproducto directo de un desequilibrio demográfico sin precedentes, resultado de una inmigración masiva y continua que transforma a las mayorías en minorías en su propio territorio, barrio tras barrio, escuela tras escuela. Mientras se siga negando a poner freno a los flujos migratorios, el racismo contra los blancos seguirá prosperando. No es un accidente, es el síntoma de una sociedad fragmentada, fracturada, entregada a una guerra de todos contra todos, donde la mayoría de ayer se ha convertido en un paria. ¿Qué es el multiculturalismo? Una sociedad sin coherencia, sin proyecto común, sin futuro, es decir, la ausencia misma de sociedad. Es como decir que vivimos en un polvorín. Mientras nos neguemos a afrontar la cuestión migratoria, el tabú se mantendrá. Porque romperlo es reabrir el expediente de la inmigración masiva que ha servido de columna vertebral a nuestras élites durante cuarenta años.
[...]
Hay que salir del pensamiento victimista, que reduce el racismo antiblanco a una venganza histórica contra la esclavitud o la colonización. Este esquema interpretativo, difundido por el discurso de la descolonización, es un engaño intelectual. Los testimonios de racismo contra los blancos que he recopilado lo demuestran. Se manifiesta en la calle, en las escuelas, en los estadios, sin que la víctima haya provocado nada. Es gratuito, impulsivo, bestial. El verdadero motor de este odio no es el pasado ni el pasivo del pasado, es el resentimiento. Nietzsche lo dijo todo al respecto. El resentimiento es la pasión de las almas mal nacidas. Es un odio macerado en el fracaso, que se dirige contra aquellos que se perciben como superiores, no porque lo sean necesariamente, sino porque encarnan una imagen envidiada que no nos atrevemos a reconocer. El resentimiento desea lo que odia y odia lo que desea. Es la triste pasión de las sociedades multiculturales. Nace de la comparación. No se alimenta de la colonización —todo eso ya ha muerto—, sino del fracaso, aquí y ahora, empezando por el fracaso escolar. De este fracaso nace en los primeros años una rabia que sólo encuentra salida en la violencia racial gratuita.» [artigo integral]

18/08/2024

Ou eles ou nós | O ellos o nosotros


«A principal lição que aprendemos depois dos acontecimentos em Inglaterra é que os governos, os juízes, a polícia e as instituições do Ocidente não estão lá para nos proteger, os contribuintes nativos, mas para nos deixar indefesos, para nos entregar desarmados e confusos perante aqueles que as elites nomearam para nos substituir, uma vez concluído o processo da nossa extinção. Raramente se viu com maior clareza que os governos liberais são inimigos do seu próprio povo.

É fundamental compreender que o Estado com o seu aparelho de leis, funcionários e instituições se torna no pior inimigo da nação, uma vez que foi programado pelas elites para a combater e extinguir. As alegadas políticas de “igualdade” serviram apenas para criar um Herrenvolk de recém-chegados a quem tudo é permitido e tudo é pago; o dinheiro, claro, é fornecido pelo europeu, que se vê menosprezado nos serviços de assistência pública, que sustenta com os seus impostos, em comparação com as novas pessoas da oligarquia. É fundamental que o nativo compreenda que o Estado é seu inimigo, que o expropria com os seus impostos para dar o fruto do seu trabalho a outros; um Estado cujo fim é a nossa queda e que é essencialmente hostil à nossa cultura, aos nossos valores e à nossa simples existência. Por isso, não devemos a mínima lealdade a um monstro que apenas serve para nos empobrecer, desproteger e aculturar. E menos ainda deveríamos respeitar as elites, que têm o desígnio aberto de nos destruir e que há muito nos declararam uma guerra de morte contra nós. A essência do combate é: ou eles ou nós. Quem souber ser implacável vencerá. Escusado será dizer quem está a perder.»

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«La principal lección que hemos aprendido tras los sucesos de Inglaterra es que los gobiernos, los jueces, los policías y las instituciones de Occidente no están para protegernos a nosotros, los contribuyentes nativos, sino para dejarnos indefensos, para entregarnos desarmados y confundidos ante aquellos que las élites han designado para sustituirnos, una vez completado el proceso de nuestra extinción. Pocas veces se ha visto de forma más clara que los gobiernos liberales son enemigos de sus propios pueblos.

Es fundamental entender que el Estado con su aparato de leyes, funcionarios e instituciones se vuelve el peor enemigo de la nación, pues ha sido programado por las élites para combatirla y extinguirla. Las presuntas políticas de “igualdad” sólo han servido para crear un Herrenvolk de recién llegados a los que todo se les permite y todo se les paga; el dinero, por supuesto, lo pone el europeo, quien se ve preterido en los servicios de asistencia pública, que él sostiene con sus tributos, frente al nuevo pueblo de la oligarquía. Es fundamental que el nativo entienda que el Estado es su enemigo, que le expropia con su fiscalidad para regalar el fruto de su trabajo a otros; un Estado cuyo fin es nuestra perdición y que es esencialmente hostil a nuestra cultura, a nuestros valores y a nuestra simple existencia. Por lo tanto, no le debemos la menor lealtad a un monstruo que sólo sirve para empobrecernos, desprotegernos y aculturarnos. Y menos aún se debe respetar a las élites, que tienen el abierto designio de acabar con nosotros y que hace mucho tiempo que nos han declarado una guerra a muerte. La esencia del combate es: o ellos o nosotros. Vencerá quien sepa ser implacable. No hace falta decir quién va perdiendo.» [texto integral]

05/07/2024

O parasitismo Cultural | El parasitismo Cultural


O parasitismo Cultural surge da mesma forma que o parasitismo surge na política. Um parasita é simplesmente uma forma de vida que vive dentro ou sobre o corpo de outra forma de vida, à sua custa. Envolve, portanto, o direccionamento de parte da energia do hospedeiro para um fim estranho ao seu interesse. Isto é absolutamente inevitável: se a energia de um organismo está a ser gasta em algo que não seja o seu próprio desenvolvimento, está a ser desperdiçada. O parasitismo é inevitavelmente prejudicial para o hospedeiro. Os danos aumentam proporcionalmente ao crescimento e disseminação do parasita.

Qualquer grupo que não participe no sentimento-Cultura, mas que viva dentro do corpo-Cultura, implica necessariamente uma perda para a Cultura. Tais grupos formam áreas de tecido anestésico, por assim dizer, no corpo da Cultura. Tal grupo, ao situar-se fora da necessidade histórica, do Destino da Cultura, milita inevitavelmente contra esse Destino. Este fenómeno não depende de forma alguma da vontade humana. O parasita está espiritualmente fora, mas fisicamente dentro. Os efeitos sobre o organismo hospedeiro são perniciosos, tanto física como espiritualmente.

O primeiro efeito físico dos grupos não participantes dentro do corpo de uma Cultura, é que os números da população da Cultura são deste modo reduzidos. Os membros do grupo estranho ocupam o lugar dos indivíduos pertencentes à Cultura, que assim nunca nascem. Reduz artificialmente o número das populações culturais pelo número do grupo parasita. No parasitismo animal e humano, um dos numerosos efeitos sobre o hospedeiro é a perda de nutrição, e o parasitismo cultural é análogo. Ao reduzir o número de indivíduos da Cultura, um parasita da Cultura está a privar a Ideia Cultural da única forma de nutrição física de que necessita – um fornecimento constante de material humano adequado à sua tarefa de vida.

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El parasitismo Cultural surge de la misma manera que el parasitismo político. Un parásito es simplemente una forma de vida que vive en, o sobre, el cuerpo de otra forma de vida y a sus expensas. Significa pues, la canalización de una parte de la energía del anfitrión en una dirección ajena a sus intereses. Esto es completamente inevitable: si la energía de un organismo se gasta en algo que no tiene nada que ver con su propio desarrollo, está siendo derrochada. El parasitismo es inevitablemente dañino para el anfitrión. El daño aumenta proporcionalmente al crecimiento y a la expansión del parásito.

Todo grupo que no toma parte en el sentimiento de la Cultura, pero que vive dentro del cuerpo Cultural, necesariamente implica una pérdida para la Cultura. Tales grupos, forman zonas de tejido anestésico, por así decirlo, en el cuerpo Cultural. Al permanecer fuera de la necesidad histórica del Destino de la Cultura, inevitablemente militan contra ese Destino. Ese fenómeno no depende, en manera alguna, de la voluntad humana. El parásito está espiritualmente fuera, pero físicamente dentro. Los efectos sobre el organismo anfitrión son deletéreos, tanto física como espiritualmente.

El primer efecto físico de los grupos no participantes en el cuerpo de una Cultura consiste en que la población de la Cultura se reduce a causa de ello. Los miembros del grupo extraño ocupan el lugar de individuos pertenecientes a la Cultura, que así nunca llegan a nacer. Reduce artificialmente la población de la Cultura en la misma proporción que la importancia numérica del grupo parasitario. En el parasitismo animal y humano, uno de los numerosos efectos sobre el anfitrión es la pérdida de alimentación, y el parasitismo Cultural es análogo. Al reducir el número de los individuos de una Cultura, un parásito Cultural priva a la Idea Cultural de la única clase de alimento físico que necesita: el suministro constante de material humano adecuado a su tarea vital. (Francis Parker Yockey, Imperium, 1948)

18/06/2024

A segunda traição em Itália | La segunda traición en Italia


«Consegue-se compreender que, uma vez na vida, em determinada circunstância histórica (a que protagonizou, neste caso, um tal Gianfranco Fini, pretenso dirigente da direita radical ou identitária na primeira década deste século), uma determinada orientação política tenha alcançado (ou quase) o poder e se visse traída por quem a levou a tais alturas. São coisas que, por abomináveis que sejam, mais ou menos se entendem à conta da baixeza humana inerente às tarefas políticas. Tal foi o caso deste Gianfranco Fini, secretário-geral do MSI (Movimento Sociale Italiano) até que o próprio Fini dissolveu a formação neofascista para criar uma Aleanza Nazionale descafeinada, partido que, ainda assim, permitia albergar certas ilusões de dissidência; por fim, no contacto com o poder (Fini chegou a presidente da Câmara de Deputados e a Ministro das Relações Exteriores), tais ilusões desvaneceram-se e a máscara que cobria a personagem desfez-se em bocados.
Pois bem, que tais coisas — tão descarada traição — sucedam uma vez na vida, pode-se, como dizia, mais ou menos entender, desprezar e até esquecer.
Agora, quando no mesmo país, na década seguinte, volta a repetir-se uma traição quase idêntica, e por parte dos mesmos, a coisa começa a ser mais do que inquietante e merece ser seriamente interrogada.

Refiro-me obviamente ao caso do actual Governo italiano de Georgia Meloni e do seu partido Fratelli d’Italia. Meloni, procedente também das fileiras do MSI, fundou o seu novo partido FdI e alimentou, ao longo da sua trajectória na oposição, umas animadoras propostas, cheias de firmeza social e patriótica, que a levaram a chocar de frente com as políticas da quadrilha burocrática da União Europeia, e a combater radicalmente a invasão de Itália pelas massas imigrantes. Tudo isto fez com que, da esmagadora vitória eleitoral de Meloni e dos seus Fratelli, nascesse, por um lado as mais jubilosas esperanças e, por outro, os mais angustiados temores sobre o início de um novo despertar político em Itália e, indirectamente, no conjunto da Europa.
Mas logo se desvaneceu o júbilo de uns e os temores dos outros. Os hierarcas de Bruxelas, que no início tinham lançado todo o tipo de ataques a Meloni, na qual pressentiam o nascimento de um novo Orbán de dimensões ainda mais temíveis, não tardaram a absolvê-la em todos os seus juízos. A própria hierarca máxima, a alemã Úrsula von der Leyen, já lhe tinha dado a sua bênção urbi et orbi, reconhecendo a Meloni o carácter de fiel servidora da quadrilha globalista e anti-europeia.

O acolhimento da filha pródiga na família globalista (fala-se inclusivamente da possível integração dos Fratelli d’Italia no Partido Popular Europeu, aliado dos socialistas) deu-se a par da assídua e pertinaz política da primeira-ministra italiana como fiel servidora dos Estados Unidos e da OTAN em todos os aspectos, e muito em particular na guerra da Ucrânia, para a qual a Itália contribui com o seu armamento, como o melhor dos aliados.
Tudo isto se junta à política imigracionista, na qual Georgia Meloni voltou a dar um espectacular vira-casaca, traindo todas as suas ferventes declarações contra a invasão, à qual Itália está particularmente submetida. Todo o seu programa eleitoral, todas as medidas proclamadas em viva voz contra as mafias e os barcos das ONGs que socorrem os pretensos “náufragos”, tudo isso ficou em águas de bacalhau; de modo que, hoje em dia, o número de imigrantes que chega a Itália já superou os números existentes antes da chegada de Meloni ao Governo.»

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«Uno puedo comprender que, alguna vez en la vida, en una determinada circunstancia histórica (la que protagonizó, en este caso, un tal Gianfranco Fini, pretendido dirigente de la derecha radical o identitaria en la primera década de este siglo), una determinada orientación política haya alcanzado (o casi) el poder y se haya visto traicionada por quien la aupó hasta tales alturas. Son cosas que, por abominables que sean, se pueden más o menos entender a cuenta de la bajeza humana inherente al quehacer político. Tal fue el caso de este Gianfranco Fini, secretario general del MSI (Movimento Sociale Italiano) hasta que el propio Fini disolvió la formación neofascista para crear una edulcorada Aleanza Nazionale, partido que, sin embargo, aún permitía albergar ciertas ilusiones disidentes hasta que, al contacto con el poder (Fini llegó a presidente de la Cámara de Diputados y a ministro de Exteriores), tales ilusiones se desvanecieron y la careta que cubría al personaje quedó hecha trizas.
Pues bien, que tales cosas —que tan descarada traición— suceda una vez en la vida, se puede, como decía, más o menos entender, despreciar y luego olvidar.
Ahora bien, cuando en el mismo país y a lo largo de la siguiente década se vuelve a repetir una traición casi idéntica, y por parte de los mismos, la cosa empieza a ser más que inquietante y merece ser seriamente interrogada.

Me estoy refiriendo obviamente al caso del actual Gobierno italiano de Georgia Meloni y de su partido Fratelli d’Italia. Meloni, procedente también de las filas del Movimento Sociale Italiano, fundó su nuevo partido Fratelli d’Italia e impulsó, a lo largo de su trayectoria en la oposición, unas alentadoras propuestas llenas de firmeza social y patriótica que la llevaron a enfrentarse a cara de perro a las políticas del tinglado burocrático de la UE y a combatir radicalmente la invasión de Italia por las masas inmigrantes. Todo ello produjo que la aplastante victoria electoral de Meloni y de sus Fratelli hiciera saltar, por un lado, las más jubilosas esperanzas y, por el otro, los más angustiados temores acerca del comienzo de un nuevo despertar político en Italia e, indirectamente, en el conjunto de Europa.
Pronto, sin embargo, se desvanecieron los júbilos de los unos y los temores de los otros. Los jerarcas de Bruselas, que al principio habían lanzado todo tipo de ataques contra Meloni, en quien presentían el nacimiento de un nuevo Orbán de dimensiones aún más temibles no han tardado demasiado en absolverla con todos los pronunciamientos favorables. La mismísima jerarca máxima, la alemana Úrsula von der Leyen, ya le ha otorgado su bendición urbi et orbi, reconociéndole a Meloni el carácter de fiel servidora del tinglado globalista y antieuropeo.

La acogida de la hija pródiga en la familia globalista (se habla incluso de la posible integración de Fratelli d’Italia en el Partitdo Popular Europeo, aliado a los socialistas) también ha corrido parejas con la asidua y pertinaz política de la primer ministra italiana como fiel servidora de Estados Unidos y de la OTAN en todos los aspectos y muy en particular en la guerra de Ucrania, a la que Italia contribuye aportando su armamento como el mejor de los aliados.
Todo lo anterior se conjunta con la política inmigracionista, donde Georgia Meloni ha vuelto a efectuar un espectacular cambio de chaqueta, traicionando todas sus fervientes declaraciones en contra de la invasión a la que Italia está particularmente sometida. Todo su programa electoral, todas las medidas proclamadas a voz en cuello contra las mafias y los barcos de las ONGs que socorren a los pretendidos “náufragos”, todo ello se ha quedado en agua de borrajas, de modo que, a día de hoy, el número de inmigrantes que llegan a Italia ya ha superado las cifras existentes antes de la llegada del Gobierno Meloni.»[artigo integral]

16/12/2023

A Grande Substituição avança | Avanza la Gran Sustitución

Não é uma teoria da conspiração; é um plano deliberado de mudança demográfica. Entrevista de Irene Hernández Velasco a Stephen Smith, autor do livro The Scramble for Europe: Young Africa on its way to the Old Continent.

«— África, sobretudo a África sub-saariana, passa por um crescimento demográfico historicamente sem precedentes. Qual é o motivo?
— Na década de 1930, a população de África era de uns 150 milhões de habitantes, um número muito baixo num continente historicamente subpopulado e com um tamanho equivalente a mais de seis vezes a Europa. Graças à melhoria da higiene e dos cuidados médicos, a população de África aumentou até aos 1.300 milhões e alcançará os 2.400 milhões de habitantes no ano 2050. Como resultado da rápida rotação geracional — metade da população é substituída a cada 18 anos pelos recém-nascidos — hoje, quatro em cada dez africanos tem menos de 15 anos de idade. 

— Na actualidade há cerca de nove milhões de africanos na Europa. Segundo as suas previsões, poderiam ser entre 150 e 200 milhões em 2050. Não está a ser alarmista?
— Não, essa é a última das minhas intenções. Mas, para explorar as incertezas do futuro só se pode partir daquilo que se conhece, ou seja, os precedentes históricos. Um dos muitos precedentes históricos que analiso no meu livro, é o da imigração mexicana para os Estados Unidos entre 1975 e 2014: doze milhões de mexicanos entraram, com os seus filhos, nos Estados Unidos, crescendo até se converter numa comunidade mexicano-americana de 30 milhões, ou seja, um pouco abaixo de 10% da população dos EUA. Se a África alcançasse agora um nível de transferência comparável ao do México em 1975, então deveríamos esperar um fluxo em direcção à Europa que desembocaria nuns 150 milhões de afro-europeus nos próximos 30 anos. 

— A população europeia está a envelhecer. A chegada desses milhões de jovens africanos não poderá ajudar, por exemplo, a sustentar o sistema de pensões de reforma?
— Não acredito que os jovens africanos possam, nem devam, ser o «combustível das reformas» do Velho Continente. Em primeiro lugar não são apenas homines economici, mas pessoas reais em busca de prosperidade não só material. O seu bem-estar não se garante com um cheque. E, em segundo lugar, esses jovens africanos não podem corrigir o envelhecimento dos sistemas de segurança social da Europa, porque o índice de dependência — a proporção entre contribuintes e beneficiários — não melhorará devido à sua presença: por cada trabalhador africano que contribua para o sistema, haverá que contar também com os seus filhos (geralmente são famílias mais numerosas do que a média europeia) os quais terão legitimamente direito à educação e aos serviços de saúde públicos. Falar da imigração como uma «necessidade demográfica» é uma falsidade, uma falsidade estúpida: não se «substitui» um europeu por um africano, o qual, por sua vez, não se converte num europeu pelo mero facto de pôr o pé no continente europeu. A imigração deve ser concebida como uma oportunidade tanto para o imigrante como para quem o acolhe. 

— Assistimos em toda a Europa ao crescimento de movimentos nacionalistas e de extrema-direita que prometem converter o Velho Continente numa «fortaleza» inacessível aos imigrantes. Será isso possível?
— Efectivamente, a Europa já bloqueou três milhões de refugiados do Médio Oriente na Turquia, e, pelo menos, 600.000 imigrantes sub-saarianos na Líbia. Levantaram-se barreiras em muitos lugares e assinaram-se muitas «convenções de imigração» — acordos para pagar a retenção de imigrantes — com vários Estados africanos. Sim, podem reforçar-se as fronteiras, mas só até um certo limite. O limite é tanto ético como prático. A Europa não será capaz, nem do ponto de vista ético nem do ponto de vista prático, de conter um fluxo migratório sustentado vindo de África, ao nível do que está previsto ocorrer quando uma massa crítica de africanos escape da pobreza absoluta.»

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No es una teoría de la conspiración; es un plan deliberado para el cambio demográfico. Entrevista de Irene Hernández Velasco a Stephen Smith, autor del libro La huida hacia Europa.

«— África, especialmente el África subsahariana, está experimentando un crecimiento demográfico históricamente sin precedentes. ¿A qué se debe?
— En la década de 1930, la población de África era de unos 150 millones de personas, una cifra muy baja en un continente históricamente subpoblado y con un tamaño equivalente a más de seis veces Europa. Gracias a la mejora de la higiene y la atención médica, la población de África ha aumentado a 1.300 millones y alcanzará los 2.400 millones de habitantes en el año 2050. Como resultado de la rápida rotación generacional —la mitad de la población es reemplazada cada 18 años por los recién nacidos— hoy cuatro de cada 10 africanos son menores de 15 años. 

 — En la actualidad hay alrededor de nueve millones de africanos en Europa. Según sus predicciones en 2050 podrían llegar a ser entre 150 y 200 millones. ¿No está siendo alarmista?
— No, eso es lo último que querría ser. Pero para explorar las incertidumbres del futuro sólo se puede partir de lo que se conoce, es decir, de los precedentes históricos. Uno de los muchos precedentes históricos que analizo en mi libro es el de la inmigración mexicana a Estados Unidos entre 1975 y 2014: doce millones de mexicanos entraron, junto con sus hijos, en Estados Unidos, creciendo hasta convertirse en una comunidad mexicano-americana de 30 millones, es decir, algo menos del 10% de la población de EE. UU. Si África alcanzara ahora un nivel de desarrollo comparable al de México en 1975, entonces deberíamos esperar un flujo hacia Europa que desembocaría en unos 150 millones de afro-europeos en los próximos 30 años. 

 — La población europea está envejeciendo. ¿Puede la llegada de esos millones de jóvenes africanos ayudar a sostener por ejemplo el sistema de pensiones de jubilación?
— No creo que los jóvenes africanos puedan, ni deban, ser «combustible de jubilación» del Viejo Continente. En primer lugar no sólo son homines economici, sino personas reales en busca de una prosperidad no sólo material. Su bienestar no se garantiza con un cheque. Y en segundo lugar, esos jóvenes africanos no pueden corregir el envejecimiento de los sistemas de seguridad social de Europa porque el índice de dependencia —la proporción entre contribuyentes y beneficiarios— no mejorará a causa de su presencia: por cada trabajador africano que contribuya al sistema habrá que contar también a sus hijos (generalmente son familias más numerosas que la media europea) y quienes tendrán legítimamente derecho a la educación y la sanidad públicas. Hablar de la inmigración como una «necesidad demográfica» es una falsedad, una estúpida falsedad: no se «reemplaza» a un europeo por un africano, quien, a su vez, no se convierte en europeo por el mero hecho de poner el pie en el continente europeo. La inmigración debe ser concebida como una oportunidad tanto para el migrante como para quien le acoge. 

— Asistimos en toda Europa al auge de movimientos nacionalistas y de extrema derecha que prometen convertir al Viejo Continente en una «fortaleza» infranqueable para los inmigrantes. ¿Es eso posible?
— Efectivamente, Europa ya ha bloqueado a tres millones de refugiados de Oriente Medio en Turquía, y al menos a 600.000 inmigrantes subsaharianos en Libia. Se han levantado verjas en muchos lugares y se han firmado muchas «convenciones de inmigración» —acuerdos para pagar por la retención de inmigrantes— con varios Estados africanos. Así que sí, se pueden reforzar las fronteras, pero sólo hasta un límite. El límite es tanto ético como práctico. Europa no será capaz, ni desde el punto de vista ético ni desde el punto de vista práctico, de contener un flujo migratorio sostenido desde África al nivel que está previsto que ocurra cuando una masa crítica de africanos escape de la pobreza absoluta.» [artigo original]

28/09/2023

Africanizar a Europa | Africanizar Europa


«O antropólogo Gunnar Heinsohn deu, anos atrás, alguns dados demolidores que provam o impulso suicida da velha Europa. Dos 12 milhões de imigrantes chegados à Alemanha desde 1990, apenas uns 10% se puderam aproveitar laboralmente. "A Alemanha procurou trabalhadores no estrangeiro. Os que vieram eram analfabetos ou falharam a escolarização nos seus países. À incapacidade de integração de muitos destes imigrantes não foi alheia a sua escassa formação. Se tivermos em conta que os países produtores de imigrantes têm um QI médio inferior ao da Alemanha, e que ainda assim trazemos os que falharam a escolarização, os resultados estão à vista", assinalou Heinsohn.

Denunciou ainda os políticos alemães que, não só favorecem esta imigração escassamente qualificada, como os incentivam a ter filhos, muitos filhos, obtendo assim todo o género de benefícios sociais. Advertiu que o resultado será uma imensa classe proletária, de crescimento incontrolável, frente a uma minoria produtora de riqueza. Na actualidade, mais de 33% das crianças abaixo dos 5 anos, nascidas na Alemanha, são provenientes de famílias imigrantes, frente a 19% de crianças alemãs. Isto levou à necessidade de activar serviços de integração no ensino público, o que está a repercutir-se negativamente na sua qualidade e a reduzir, portanto, o valor do capital humano da nação que nos deu Beethoven. É isto o melhor que os progressistas conseguem dar aos cidadãos europeus?

Enquanto os Estados africanos se negam a tomar medidas para restabelecer algo parecido com uma civilização nos seus países, não seria mais lógico europeizar a África, em vez de africanizar a Europa, com o qual europeus e africanos ficariam a ganhar? Onde está a lógica das políticas migratórias em curso? Não há nenhuma.»

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«El antropólogo Gunnar Heinsohn ofreció hace años algunos datos demoledores que probarían la pulsión al suicidio de la vieja Europa. De los 12 millones de inmigrantes llegados a Alemania desde 1990, sólo un 10% pudo ser laboralmente aprovechado. "Alemania fue a buscar trabajadores al extranjero. Los que vinieron eran analfabetos o fracasados escolares en sus países. La incapacidad de muchos de estos inmigrantes para integrarse no ha sido ajeno a su escasa formación. Si tenemos en cuenta que los países productores de inmigrantes tienen un promedio IQ entre su población inferior al de Alemania y que, a pesar de ello, nosotros nos traemos a sus fracasados escolares, los resultados están a la vista", señaló Heinsohn.

Denunció asimismo que los políticos alemanes, no sólo favorecen esta inmigración escasamente cualificada, sino que también animan a sus integrantes a que tengan hijos, muchos hijos, obteniendo por ello toda clase de beneficios. Advirtió que el resultado será una inmensa clase proletaria de incontrolable crecimiento frente a una minoría productora de riquezas. En la actualidad, más del 33% de los niños por debajo de los 5 años nacidos en Alemania provienen de familias inmigrantes frente a un 19% de niños alemanes. Ello ya ha provocado que se tengan que poner en marcha servicios de integración en la enseñanza pública, lo que está repercutiendo negativamente en su calidad y reduciendo por tanto el valor del capital humano de la nación que alumbró a Beethoven. ¿Es esto lo que mejor que pueden darle los progresistas a los ciudadanos europeos?

Al tiempo que los Estados africanos se niegan a tomar medidas para restablecer un parecido de civilización en sus países, ¿no sería más lógico europeizar África y no africanizar Europa, con lo que europeos y africanos saldríamos ganando? ¿Dónde está la lógica de las políticas migratorias puestas en marcha? No hay ninguna.» (Alerta Digital)

03/07/2023

Enquanto a França arde | Mientras arde Francia



«Emmanuel Macron é hoje a imagem perfeita da impotência, enquanto a França arde, como prelúdio a outros previsíveis incêndios por muitos outros cantos da Europa.
É a impotência bem merecida dos políticos europeus do consenso social-democrata da mentira, da irresponsabilidade e da temeridade criminosa, associada a toda a política de imigração das décadas passadas, que teve o seu catastrófico zénite naquele chamamento de fronteiras abertas feito por Merkel em 2015.

O sociólogo socialista Giovanni Sartori avisou, há 25 anos, que a Europa se dirigia a uma catástrofe, porque a imigração inassimilável lhe estouraria no coração. E podia ter sido evitado.
Fechando as fronteiras exteriores, com aviso a todos os países de origem que ninguém chegado ilegalmente jamais poderia regularizar a sua situação, e com deportações maciças, contundentes e eficazes. A Suécia prepara agora medidas, depois de afundar-se nos terríveis efeitos dos erros passados, com cidades tomadas por bandos foragidos do Corno de África.

O senso comum foi derrotado vezes sem conta. Foi mais forte a agenda ideológica das forças do consenso social-democrata que vêem na imigração uma das formas de dissolver as nações europeias e as suas identidades, para criar um super-espaço multicultural.

Pois aí o têm, o espaço multicultural do terror e da impotência dos governantes. Incapaz de proteger a vida, a segurança e a propriedade dos franceses, o lastimável presidente Macron suplica aos piores bárbaros que tenham por bem não queimar toda a França. Enquanto em Bruxelas, Macron, Scholz, Sánchez, Von der Leyen e toda a tropa de culpados por estas derrocadas tentam forçar os outros a cair na mesma ratoeira e atraiçoar as suas nações.»

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«Emmanuel Macron es hoy la imagen perfecta de la impotencia mientras arde Francia, como preludio a otros previsibles incendios por otros muchos rincones de Europa.
Es la impotencia bien merecida de los políticos europeos del consenso socialdemócrata de la mentira, de la irresponsabilidad y la temeridad criminal que supone toda la política de inmigración de las pasadas décadas y que tuvo su catastrófico cenit en aquel llamamiento de fronteras abiertas que hizo Merkel en 2015.

El sociólogo socialista Giovanni Sartori avisó hace ya 25 años de que Europa iba a la catástrofe porque la inmigración inasimilable le estallaría en el corazón. Pudo haberse evitado.
Cerrando las fronteras exteriores, con el aviso a todos los países de origen de que nadie llegado ilegalmente podría jamás regularizar su situación y con deportaciones masivas, contundentes y eficaces. Suecia está ahora preparando medidas tras hundirse en los terribles efectos de los errores del pasado con ciudades tomadas por bandas de forajidos del Cuerno de África.

El sentido común ha sido derrotado una y otra vez. Ha podido más la agenda ideológica de las fuerzas del consenso socialdemócrata que ven en la inmigración una de las formas de disolver las naciones europeas y sus identidades para crear un superespacio multicultural.

Pues ahí lo tienen, el espacio multicultural del terror y de la impotencia de los gobernantes. Incapaz de proteger la vida, la seguridad y la propiedad de los franceses, el lastimoso presidente Macron suplica a los peores bárbaros que tengan a bien no quemar toda Francia. Mientras en Bruselas, Macron, Scholz, Sánchez, Von der Leyen y toda la tropa de culpables de estas socavaciones intentan forzar a otros a caer en la misma trampa y traicionar a sus naciones.»

29/01/2023

Queridos jihadistas | Queridos yihadistas



«Queridos jihadistas:
Cavalgando os vossos elefantes de ferro e fogo, entrastes com fúria na nossa loja de porcelanas. Mas é uma loja de porcelanas cujos proprietários, desde há muito tempo, se propuseram fazer em cacos tudo o que ali estava atesourado. Mais ainda, sobrevivem só com esse fim. Vós os perturbastes. Sois os primeiros demolidores a atacar os destruidores; os primeiros bárbaros a juntar-se aos vândalos; os primeiros incendiários a competir com os pirómanos. Esta situação é original. Mas, ao contrário das nossas, as vossas demolições efectuam-se na total ilegalidade e por isso têm uma rejeição quase unânime. Nós preparámos as nossas tortuosas inovações entre o entusiasmo geral e a felicidade mais transbordante.

Nada nos impedirá de continuar a acusar-vos de pertencer ao campo dos nostálgicos de uma ordem orgânica e comunitária onde o indivíduo não é dono de si mesmo, frente à nossa sociedade de indivíduos autónomos, responsáveis e solidários.
E desde já vos avisamos que venceremos porque somos os mais débeis. Temei a fúria dos cordeiros. Temei a cólera das ovelhas enfurecidas.
Adormeceis nas delícias do martírio, mas é muito mais fácil morrer por um Deus do que sobreviver-lhe. A saída da fé é um caminho duro no qual aprendemos coisas que vós ainda ignorais. Sobre esse caminho incerto, adquirimos uma confiança que vos assombrará. O furor que demonstraremos em resistir-vos deixar-vos-á estupefactos. Temei o ódio do homem de bermudas. Temei a cólera do consumidor, do viajante, do turista, daquele que desce da auto-caravana. Imaginais que os nossos prazeres e os nossos ócios nos tornaram brandos. Pois bem, lutaremos como leões para proteger a nossa indolência.

Lutaremos pelas nossas comunidades comunitaristas, pelas nossas tribos tribais, pelas nossas reivindicações reivindicativas e por todos os nossos estudantes em rebelião que valem muito mais que os vossos estudantes de religião.
Lutaremos por tudo, pelas palavras que já não têm sentido e pela vida que vai com elas. Lutaremos pela ordem mundial caritativa e pelo bom relacionamento. Lutaremos pela vida jovem e pelas artes alternativas.
Lutaremos pelas nossas agências de viagens, pelas nossas companhias aéreas, pelas nossas cadeias hoteleiras, pelos nossos fornecedores de serviços, pelas nossas páginas web e pelos nossos "tudo incluído".
Lutaremos pelo nosso Deus único, que tem a forma de um projector que ilumina um estúdio de televisão.
Lutaremos sem fim, porque o fim já chegou há muito tempo, e nem sequer nos recordamos dele. Lutaremos pelo prazer de até ter esquecido o nosso fim.
Lutaremos pela desaparição da linguagem articulada.
E venceremos. Evidentemente. Porque somos os mais mortos.»

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«Queridos yihadistas:
Cabalgando en vuestros elefantes de hierro y fuego, habéis entrado con furia en nuestra tienda de porcelana. Pero es una tienda de porcelana cuyos propietarios, desde hace mucho tiempo, se propusieron hacer añicos todo lo que había allí atesorado. Es más, sobreviven sólo para eso. Vosotros los habéis perturbado. Sois los primeros demoledores que atacan a los destructores; los primeros bárbaros que la toman con los vándalos; los primeros incendiarios que compiten con los pirómanos. Esta situación es original. Pero, a diferencia de las nuestras, vuestras demoliciones se efectúan en total ilegalidad y así se atraen una repulsa casi unánime. Mientras que nosotros ponemos a punto nuestras tortuosas innovaciones entre el entusiasmo general y la felicidad más pimpante.

Nada nos impedirá continuar acusándoos de pertenecer al campo de los nostálgicos de un orden orgánico y comunitario donde el individuo no se pertenece, frente a nuestra sociedad de individuos autónomos, responsables y solidarios.
Os advertimos de que venceremos porque somos los más débiles. Temed la furia de los corderos. Temed la cólera de las ovejas enfurecidas.
Os adormecéis en las delicias del martirio, pero es mucho más fácil morir por un Dios que sobrevivirle. La salida de la fe es un duro sendero en el cual nosotros hemos aprendido cosas que vosotros todavía ignoráis. Sobre ese camino incierto, hemos adquirido una confianza que os asombrará. El furor que pondremos para resistiros os dejará estupefactos. Temed el odio del hombre en bermudas. Temed la cólera del consumidor, del viajero, del turista, de aquél que desciende de su caravana de camping. Os imagináis que nuestros placeres y nuestros ocios nos han ablandado. ¡Pues bien!, lucharemos como leones para proteger nuestra molicie.

Lucharemos por nuestras comunidades comunitaristas, por nuestras tribus tribales, por nuestras reivindicaciones reivindicativas y por todos nuestros estudiantes en rebelión que valen de lejos vuestros estudiantes en religión.
Lucharemos por todo, por las palabras que ya no tienen sentido y por la vida que va con ellas. Lucharemos por el orden mundial caritativo y por el buen rollito. Lucharemos por la vida joven y por las artes alternativas.
Lucharemos por nuestros tour-operadores, por nuestras compañías aéreas, por nuestras cadenas hoteleras, por nuestros proveedores de servicios, por nuestras páginas web y por nuestros “todo incluido”.
Lucharemos por nuestro Dios único, que tiene la forma de un proyector encendido sobre un plató de televisión.
Lucharemos sin fin, porque el fin llegó hace ya tiempo, y ni siquiera nos acordamos de ello. Lucharemos por el placer de hasta haber olvidado nuestro propio fin.
Lucharemos por la desaparición del lenguaje articulado.
Y venceremos. Evidentemente. Porque somos los más muertos.»

23/10/2022

O multiculturalismo | El multiculturalismo



«Quando se afirma que a moda do multiculturalismo fracassou, estamos na verdade perante um mal-entendido. A multicultura só falhou na perspectiva dos seus opositores. Ou seja, não conseguiu criar a sociedade maravilhosa que supostamente ia nascer dessa convivência entre diferentes culturas.

Na realidade, a multicultura, esse projecto de impor diferentes culturas num mesmo espaço geográfico (o Ocidente), triunfou, logrou os seus objectivos, alcançou as suas metas com êxito: semear a desordem, o caos, a violência, e levar por fim o Ocidente à sua desaparição.

Era esse o objectivo do multiculturalismo: não o de alcançar umas sociedades harmoniosas dentro de uma impossível convivência entre grupos diametralmente diferentes, irreconciliavelmente antagónicos. Antes minar as suas fundações raciais, étnicas, culturais e civilizacionais, através de uma colonização massiva de grupos impossíveis de assimilar, pela sua natureza e pelo seu número.

Não se tratava de infundir sangue novo, mas de estabelecer as bases de uma inevitável hecatombe, com a implantação de povoações estrangeiras que, uma vez alcançada a massa crítica, opor-se-ão aos autóctones e os aniquilarão. Tratava-se de lançar as sementes da discórdia e do confronto, com a intenção de levar essas sociedades à destruição desde o interior.»

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«Cuando uno afirma que el invento del multiculturalismo ha fracasado, realmente, estamos ante un malentendido. La multicultura sólo ha fracasado desde la óptica de sus oponentes. Es decir, no ha logrado crear la sociedad maravillosa que supuestamente iba a salir de esa convivencia entre distintas culturas.

En realidad, la multicultura, ese proyecto de imponer distintas culturas en un mismo espacio geográfico (Occidente), ha triunfado, ha logrado sus objetivos, ha alcanzado sus metas con éxito: sembrar el desorden, el caos, la violencia, y llevar al final Occidente a su desaparición.

Ese era el objetivo del multiculturalismo: no lograr unas sociedades armoniosas dentro de una imposible convivencia entre grupos diametralmente diferentes, irreconciliablemente antagónicos. Sino de socavar sus cimientos raciales, étnicos, culturales y civilizacionales, mediante una colonización masiva de grupos imposibles de asimilar, por su naturaleza y su número.

No se trataba de aportar sangre nueva, sino de poner las bases de una inevitable degollina, con la implantación de unas poblaciones extranjeras que una vez alcanzada la masa crítica, se enfrentaran con los autóctonos y los aniquilaran. Se trataba de sembrar las semillas de la discordia y el enfrentamiento, con la intención de llevar a esas sociedades a su destrucción desde adentro.» (Arturo - alertadigital.com)

15/08/2022

Bruxelas contra Europa | Bruselas contra Europa



«A Europa é uma coisa. A União europeia é outra coisa. A União europeia devia estar ao serviço da sobrevivência colectiva da Europa, das suas nações, dos seus cidadãos. Por desgraça, o que vemos é o contrário: a União europeia pôs ao seu serviço os cidadãos e as nações da Europa para construir algo que já não se pode chamar Europa, porque renunciou expressamente à sua identidade histórica, e que mais se parece uma espécie de parque temático do mundo global. De modo que ser crítico da União europeia não significa ser “eurocéptico” nem, muito menos, “eurófobo”. Pelo contrário.

O projecto da União europeia é sem dúvida um dos grandes factos do mundo contemporâneo, de acordo. Com razão iludiu a milhões de europeus desde a Escandinávia a Algeciras. Por desgraça, a deriva da União, nos últimos anos, conduziu a uma situação em que, mais que construir a Europa, Bruxelas está a destruí-la. Porque a Europa não é uma amálgama burocrática de instituições que ninguém elege, essa amálgama que hoje parece ter estabelecido como única meta o desmantelamento das soberanias nacionais e a dissolução da nossa identidade colectiva. A Europa é muito mais do que isso. E se as instituições da UE deixam de representar os interesses objectivos das nações e dos cidadãos da Europa, então é legítimo perguntar-se se não será preciso rectificar todo o caminho. […]

A política recente da União europeia não tem consistido tanto em “fazer a Europa” como em desfazê-la. Porque desfazer a Europa é ignorar a identidade cultural das nossas nações, negar as nossas raízes históricas comuns, alterar arbitrariamente a composição étnica das nossas sociedades, subordinar a nossa economia às exigências de um mercado global alheio aos nossos interesses particulares e impor um sistema de decisão autocrático e sem rosto baseado em instituições que ultrapassam o enquadramento real da soberania, que não é outro senão o Estado nacional. Sim, o Estado-nação: porque esse é o único enquadramento no qual ainda se pode falar verdadeiramente de democracia, o único em que o cidadão conhece realmente quem toma as decisões e pode, eventualmente, mudá-lo ou referendá-lo. De tal maneira que, hoje, as instituições da União europeia se converteram no maior empecilho para os europeus, porque deixaram de ser propriamente europeias para se converter numa espécie de despotismo asiático envolto em presunções tecnocráticas.»

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«Europa es una cosa. La Unión europea es otra distinta. La Unión europea debería estar al servicio de la supervivencia colectiva de Europa, de sus naciones, de sus ciudadanos. Por desgracia, lo que vemos es lo contrario: la Unión europea ha puesto a su servicio a los ciudadanos y a las naciones de Europa para construir algo que ya no puede llamarse Europa, porque ha renunciado expresamente a su identidad histórica, sino que se parece más bien a una suerte de parque temático del mundo global. De manera que ser crítico hacia la Unión europea no es ser “euroescéptico” ni, menos aún, “eurófobo”. Al revés.

El proyecto de la Unión europea es sin duda uno de los grandes hechos del mundo contemporáneo, de acuerdo. Con razón ha ilusionado a millones de europeos desde Escandinavia hasta Algeciras. Por desgracia, la deriva de la Unión en los últimos años ha conducido a una situación en la que, más que construir Europa, Bruselas la está destruyendo. Porque Europa no es una amalgama burocrática de instituciones que nadie elige, esa amalgama que hoy parece haberse fijado por única meta el desmantelamiento de las soberanías nacionales y la disolución de nuestra identidad colectiva. Europa es mucho más que eso. Y si las instituciones de la UE dejan de representar los intereses objetivos de las naciones y de los ciudadanos de Europa, entonces es legítimo preguntarse si acaso no habrá que rectificar a fondo el camino. […]

La política reciente de la Unión europea no ha consistido tanto en “hacer Europa” como en deshacerla. Porque deshacer Europa es ignorar la identidad cultural de nuestras naciones, negar nuestras raíces históricas comunes, alterar arbitrariamente la composición étnica de nuestras sociedades, subordinar nuestra economía a las exigencias de un mercado global ajeno a nuestros intereses particulares e imponer un sistema de decisión autocrático y sin rostro basado en instituciones que suplantan el marco real de la soberanía, que no es otro que el Estado nacional. Sí, el Estado-nación: porque ese el único marco en el que de verdad puede hablarse aún de democracia, el único en el que el ciudadano conoce realmente al que toma las decisiones y puede, eventualmente, cambiarlo o refrendarlo. De tal manera que, hoy, las instituciones de la Unión europea se han convertido en el mayor lastre para los europeos, porque han dejado de ser propiamente europeas para convertirse en una especie de despotismo asiático envuelto en ínfulas tecnocráticas.»

13/08/2022

A Grande Substituição | La Gran Sustitución



«A Grande Substituição não é um conceito, infelizmente. É muito pior que um conceito, é a realidade quotidiana, é algo que as pessoas podem observar todas as vezes que caminham pela rua. É simplesmente a mudança de povo. Há um povo num determinado país; mediante um movimento extremamente rápido, e que se está a acelerar, há outro povo, o que implica necessariamente outra civilização – já que é um conceito muito depreciativo dos povos, dos indivíduos, pensar que com outra população que tem a sua própria cultura, a sua própria civilização, pode-se continuar a ter o mesmo povo. A Grande Substituição é simplesmente a substituição de um povo por outro: nas ruas, no metro, nas universidades, nas escolas, sobretudo nas prisões, porque é aí que a mudança está mais avançada. […]

Quanto a quem sai beneficiado pela mudança do povo, podemos sempre acusar uns e outros; por exemplo, a grande finança internacional, os interesses nacionais que também ganham muito em ter à sua disposição o que eu chamo “o homem substituível”, ou seja, uma ficha num tabuleiro, que se pode deslocalizar incondicionalmente – o que é, evidentemente, o conceito mais depreciativo e mais baixo que se pode ter do indivíduo. Podemos incriminar os Estados Unidos, podemos incriminar a Europa, que é como um país saído da História, e este é o drama. Provavelmente foram as catástrofes da primeira metade do século XX que conduziram a esta saída da História, que constatamos diariamente. Tudo isso põe a descoberto a abdicação de toda a dignidade, uma rejeição a participar na História, ou seja, a considerar-se como um actor da situação histórica. […]

Que soluções aplicar ao grande mal que sofremos? […] É preciso descartar o que designo como “substitucionistas”, os que se aproveitam da Grande Substituição. Por exemplo, os partidos do poder que já contam eleitoralmente com os substitutos, a sua clientela eleitoral. Crêem ter nesses substitutos a garantia da sua permanência eterna no poder. Temos de unir-nos todos os que estamos horrorizados por esta espécie de desvanecimento de uma civilização outrora grande, bela e prestigiada, e que não tem motivos para ser abandonada em favor de outras que não valem tanto, muito menos neste território que foi o lugar dos seus méritos.»

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«La Gran Sustitución no es un concepto, lamentablemente. Es mucho peor que un concepto, es una realidad cotidiana, es algo que las personas pueden observar cada vez que caminan por la calle. Es simplemente el cambio de pueblo. Hay un pueblo en un país determinado. Mediante un movimiento extremadamente rápido, y que además se va acelerando, hay otro pueblo, lo que implica necesariamente otra civilización, ya que es un concepto muy despreciativo de los pueblos, de los individuos, pensar que con otra población que tiene su propia cultura, su propia civilización, se puede seguir teniendo el mismo pueblo. La Gran Sustitución es simplemente la sustitución de un pueblo por otro: en las calles, en el metro, en las universidades, en las escuelas, sobre todo en las cárceles, ya que es ahí donde el reemplazo está más avanzado que en otras partes. […]

En cuanto a quién beneficia el cambio de pueblo, siempre podemos acusar a unos y a otros, por ejemplo, a la gran finanza internacional, los intereses nacionales que por supuesto ganan mucho en disponer lo que yo llamo el "hombre reemplazable", es decir una ficha en un tablero, que se puede deslocalizar incondicionalmente, lo que es evidentemente el concepto más despreciativo y más bajo que se puede tener del individuo. Podemos incriminar a los Estados Unidos, podemos incriminar a Europa, que es como un país salido de la Historia, éste es el drama. Es el hecho de que probablemente las catástrofes de la mitad del siglo XX han conducido finalmente a esta salida de la Historia que constatamos a diario. Todo eso pone al descubierto la abdicación de toda dignidad, un rechazo a participar en la Historia, es decir, considerarse como un actor de la situación histórica. […]

¿Qué soluciones aplicar al gran mal que sufrimos? […] Hay que deshacerse de lo que llamo los "reemplacistas", que se benefician de la Gran Sustitución. Por ejemplo, los partidos con poder ya cuentan electoralmente con los reemplazantes, su clientela electoral. Creen tener en esos reemplazantes la garantía de su permanencia eterna en el poder. Tenemos que unirnos todos los que estamos horrorizados por esta especie de desvanecimiento de una civilización que fue grande, prestigiosa, hermosa y que carece de motivos para ser abandonada en favor de otras que no valen tanto, en todo caso, no en el territorio que fue el lugar de sus méritos.»

03/08/2022

Imigração de substituição | Inmigración de reemplazo



Existe solução para este processo de Grande Substituição?

«Só há uma, que é a que nós preconizamos na nossa lista às eleições europeias, “La Ligne Claire” [A Linha Clara, 2019]. Esta solução única é a reimigração. Nenhuma ocupação terminou sem a saída do ocupante anterior. Nenhuma colonização cessou sem que o colonizador tenha saído. A Europa está, hoje, cem vezes mais colonizada por África, mais gravemente, mais profundamente, mais demograficamente, do que esta alguma vez esteve.

As deslocações de populações na actual colonização Sul-Norte são cem vezes maiores que a velha colonização Norte-Sul. Esta colonização demográfica corrói o próprio ser da nossa civilização. É preciso acabar, de uma vez por todas, com a era das colonizações na História da humanidade. Os argelinos são os nossos mestres: foram eles que inventaram a reimigração. A mala ou o caixão, diziam com graciosidade. Pela nossa parte, e para destacar as diferenças de civilização, devemos praticar uma reimigração pacífica e serena: no pior dos casos, a mala ou o carrinho. Os mesmos que pretendem a impossibilidade da reimigração, afirmam sem pestanejar que fazem falta quarenta milhões de novos imigrantes, quando não duzentos milhões. Porque é possível num sentido, com lanchas e barcos insufláveis, e não no sentido contrário, com os barcos e os aviões adequados aos nossos Estados de direito?»

E o senhor, tem alguma esperança política?

«Há uma possibilidade num milhão. O adversário está em todas as partes… Só podemos sair desta situação utilizando a força à sua maneira, como no judo. Utilizemos a Amazon, o Twitter, o Facebook. Cavalgar o dragão. É preciso tentar tudo, não podemos deixar de o fazer. Talvez aconteça um milagre, quem sabe. Mantenho a esperança. Temos quatro modelos: a luta dos povos pelo direito a dispor de si próprios, Grécia, Hungria, Polónia, o Risorgimento no século XIX; a Reconquista, claro, mais distante no tempo; a Resistência durante a Ocupação nazi; as lutas pela descolonização, Gandhi, Fanon, Ben Bella, assim como a dissidência soviética. Estes são os que mais se assemelham ao nosso caso, e os que nos dão mais esperança. Estavam tão isolados como nós, tão desarmados, tão indefesos, tão caluniados e arrastados pela lama como nós. E ainda assim fizeram cair um enorme sistema opressivo como o soviético. O sistema que enfrentamos está inteiramente construído sobre uma mentira. Tudo é falso no “substitucionismo” global. A grande mentira fundacional, sobre a qual assentam todas as outras, é, naturalmente, a negação da Grande Substituição; é, na minha opinião, o negacionismo moderno. Mas, quando tudo é mentira, tais sistemas tendem a derrubar-se num único lance, em alguns dias ou meses, como aconteceu com o universo soviético: basta que uma criança declare, na sua inocência, que o rei vai nu.»

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¿Existe una solución para este proceso de Gran Sustitución?

«Sólo hay una, y es la que nosotros preconizamos en nuestra lista a las elecciones europeas, “La línea clara”. Esta solución única es la remigración. Ninguna ocupación ha terminado sin la salida del ocupante anterior. Ninguna colonización ha cesado nunca sin que el colono haya entrado. Europa está, hoy, cien veces más colonizada por África, más gravemente, más profundamente, más demográficamente, de lo que ella lo estuvo jamás.

Los desplazamientos de poblaciones en la actual colonización Sur-Norte son cien veces más importantes que los de la vieja colonización Norte-Sur. Sin embargo, esta colonización demográfica socava el propio ser de nuestra civilización. Hay que poner fin, de una vez por todas, con la era de las colonizaciones en la historia de la humanidad. Los argelinos son nuestros maestros: son ellos los que inventaron la remigración. La maleta o el ataúd, decían graciosamente. Por nuestra parte, y para mostrar mejor las diferencias de civilización, debemos practicar una remigración pacífica y serena: en el peor de los casos, la maleta o el carrito de viaje. Los mismos que pretenden que la remigración es imposible afirman sin pestañear que hacen falta cuarenta millones de nuevos inmigrantes, cuando no doscientos millones. ¿Por qué es posible en un sentido, mediante pateras y lanchas neumáticas, y no el sentido contrario, con los barcos y los aviones adecuados de nuestros Estados de derecho?»

¿Tiene usted alguna esperanza política?

«Hay una posibilidad entre un millón. El adversario está por todas partes… Sólo podemos salir de esta situación utilizando la fuerza como él lo hace, como en el judo. Miremos a Amazon, o Twitter, o Facebook. Cabalgar el dragón. Hay que intentarlo todo. No podemos dejar de intentarlo. Quizás suceda un milagro, quién sabe. Mantengo la esperanza. Tenemos cuatro modelos: la lucha de los pueblos por el derecho a disponer de sí mismos, Grecia, Hungría, Polonia, el Risorgimento en el siglo XIX, la Reconquista, por supuesto, más lejana en el tiempo, la Resistencia durante la Ocupación nazi, las luchas por la descolonización, Gandhi, Fanon, Ben Bella, así como la disidencia soviética. Estos son los que más se parecen a nosotros, y los que nos dan más esperanza. Estaban tan solos como nosotros, tan desarmados, tan indefensos, tan calumniados y tan arrastrados por el barro. Y aun así hicieron caer un enorme sistema opresivo como el soviético. El sistema al que nos enfrentamos está construido enteramente sobre la mentira. Todo es falso en el “sustitucionismo” global. La gran mentira fundacional, sobre la que descansan todas las demás, naturalmente, es la negación de la Gran Sustitución, que en mi opinión es el negacionismo moderno. Pero cuando todo es mentira, tales sistemas tienden a derrumbarse de un golpe, en algunos días o algunos meses, como sucedió con el universo soviético: basta con que un niño declare, en su inocencia, que el rey está desnudo.»

14/06/2022

Tempos difíceis | Tiempos difíciles



«Nenhuma grande cultura, das que fizeram avançar a Humanidade, morreu sem lutar e com a grande Civilização Ocidental, que levantou o mundo que vemos à nossa volta, não vai ser diferente. Limitando-nos apenas ao âmbito da União Europeia, já existem demasiados territórios onde não chega, ou chega muito debilmente, o peso de uns Estados supostamente democráticos que se vão tornando cada vez mais convulsos, mais inúteis e mais inoperantes. Da Catalunha a Molenbeek e de Marselha a Malmö, passando por determinados lugares da Alemanha ou Grã-Bretanha, os nossos países estão a deixar de o ser porque os direitos fundamentais já não estão na posse dos cidadãos que os formamos, mas nas mãos de múltiplas comunidades perfeitamente diferenciadas sobre cujas solicitações e exigências permanentes, nunca saciadas, as elites social-democratas, sejam estas de direita ou de esquerda, garantem a sua sobrevivência. O futuro obscurece-se porque nós, os cidadãos, temos pais, mães, famílias, linhagens, história, tradições, costumes e memória, mas os novos protagonistas, sobre os quais o totalitarismo progressista deseja levantar o futuro, carecem de todo o tipo de ancoragem com o nosso passado e com o nosso milenar legado ético, cultural e espiritual. A tradição ocidental, e os valores a ela associados, já não servem para os seus interesses espúrios e globalizadores. E, por isso, o totalitarismo progressista decidiu apagar a luz e decretar a obscuridade permanente porque, como bem sabemos, de noite todos os gatos são pardos, e nela as vítimas podem ser confundidas com os verdugos, os autênticos homens livres são identificados como perigosos extremistas, os terroristas e os seus apoiantes instalam-se nos Parlamentos e os muitos herdeiros de Lenine e Estaline podem ser considerados, outra vez, como os grandes libertadores do século XXI. Que ninguém tenha dúvidas: os nossos antepassados viveram tempos difíceis que criaram pessoas fortes; esses homens e mulheres fortes criaram tempos prósperos; e esses tempos prósperos criaram tipos infames excelentemente representados pelas ruínas morais como as que hoje dirigem as principais instituições da Europa. Uma corja de semelhante calibre somente pode criar, novamente, tempos difíceis. Muito difíceis.»

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«Ninguna gran cultura de las que han hecho avanzar la humanidad ha muerto sin luchar y la gran civilización occidental, que ha levantado el mundo que vemos a nuestro alrededor, no va a ser diferente. Ciñéndonos solamente al ámbito de la Unión Europea, hay ya demasiados territorios donde no llega, o lo hace muy difuminadamente, el peso de unos Estados presuntamente democráticos que cada se van haciendo más convulsos, más inanes y más inoperantes. De Cataluña a Molenbeek y de Marsella a Malmö, pasando por determinados lugares de Alemania o Gran Bretaña, nuestros países están dejando de serlo porque los derechos fundamentales ya no están en posesión de los ciudadanos que los conformamos sino en manos de múltiples comunidades perfectamente diferenciadas sobre cuyas demandas y exigencias permanentes, nunca saciadas del todo, las élites socialdemócratas, sean éstas de derechas o izquierdas, garantizan su supervivencia. El futuro se ennegrece porque los ciudadanos tenemos padres, madres, familias, estirpes, historia, tradiciones, costumbres y memoria, pero los nuevos protagonistas sobre los que el totalitarismo rojo desea levantar el futuro carecen de todo tipo de anclajes con nuestro pasado y con nuestro milenario legado ético, cultural y espiritual. La tradición occidental, y los valores a ésta asociados, ya no sirve para sus intereses espurios y globalizadores. Y, por ello, el totalitarismo rojo ha decidido apagar la luz y decretar la oscuridad permanente porque, como bien sabemos, de noche todos los gatos son pardos, y en ella las víctimas pueden ser confundidas con los verdugos, los auténticos hombres libres son identificados como peligrosos extremistas, los terroristas y sus apologetas son instalados en los Parlamentos y los muchos herederos de Lenin y Stalin pueden ser considerados, otra vez, como los grandes libertadores del siglo XXI. Que nadie lo dude: nuestros ancestros vivieron tiempos duros que crearon personas fuertes; esos hombres y mujeres fuertes crearon buenos tiempos; y esos buenos tiempos han creado tipos infames excelentemente representados por ruinas morales como las que hoy dirigen las principales instituciones de Europa. Una patulea de semejante calibre solamente puede crear, nuevamente, tiempos duros. Muy duros.»